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Traga o verde para dentro de casa com os jardins verticais

4 de abril de 2018 | Por cemara

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Opção é perfeita para quem não dispõe de espaço para plantar ervas, suculentas ou flores e vale também para grandes paredes, sem deixar a natureza de lado

Trazer o verde para dentro de casa pode proporcionar muita alegria e vivacidade para os moradores e refletir positivamente na saúde física e mental. As plantas nos ambientes internos ajudam a purificar o ar e criar um clima mais relaxante. Nesse caso, o jardim vertical, também conhecido como jardim suspenso, é uma ótima alternativa. Nem só quem mora em casas pode aderir a esse tipo de projeto. O jardim vertical cabe em qualquer lugar. Mesmo quem vive em pequenos espaços pode e deve ter uma área dedicada ao verde. Claro que as grandes paredes, como muros e fachadas de prédios, não ficam de fora. O que vale é não deixar a natureza de lado. As plantas para um jardim vertical, bem como a sua estrutura, podem ser colocadas em todas as áreas comuns da casa. Elas ficam ótimas em salas de jantar e chamam muita atenção nas salas de estar. A cozinha também é um bom cômodo para colocar plantas para jardim vertical, principalmente se você plantar ervas e temperos na estrutura. As plantas para jardim vertical em áreas externas ficam perfeitas nos muros de quintais, nas varandas, nas paredes de entrada da casa ou dos edifícios. Caso a estrutura vertical e os vasos do jardim fiquem à mostra, eles podem combinar com a decoração do ambiente onde ficarão. Plantas – Para montar um jardim vertical de qualquer tamanho, é preciso alguns cuidados. Como ele fica na vertical e não tem como suporte o solo, a escolha das plantas é fundamental, assim como a quantidade. Uma das principais dicas é evitar aquelas que possuem raízes grandes ou agressivas, pois no suporte vertical elas não têm espaço para crescer e geralmente pesam demais. Também deve ser considerado, na hora da escolha, o local onde ficará a vegetação, analisando a incidência de vento e de luz no lugar. De maneira geral, plantas epífitas (espécies que se desenvolvem sobre outras plantas sem lhes causar nenhum prejuízo, como orquídeas e samambaias) ou rupícolas (plantas que vivem sobre paredes, muros, rochedos ou afloramentos rochosos) são ideais para jardins verticais, pois se adaptam muito bem às condições adversas, como a falta de vento, luz e o pouco substrato. As opções para um jardim vertical que fica no sol podem ser as plantas colar-de-pérolas, flor-canhota, hera-inglesa, jiboia e aspargo. Para dentro de casa ou áreas com sombra, o melhor é escolher entre as samambaias, antúrio, véu-de-noiva, liríope, flor-de-maio, rabo-de-gato e babosa-de-pau. As suculentas, plantas que estão em alta, ficam perfeitas em jardins verticais.

 

ESTRUTURA

Comumente, o jardim vertical é fixado em muros ou suspenso por suportes criando painéis verdes com plantas de diferentes espécies ou ainda com suportes apoiando vasos de plantas suspensos verticalmente. A estrutura deve ser analisada com atenção. Ela sempre deve estar bem firme e fixada, com furos para que a água escorra e com um sistema de dreno para essa água excedente em ambientes internos.As treliças de bambu ou madeira e calhas de PVC suspensas podem ser alguns dos materiais pra montar o jardim, além das feitas em concreto, plástico, cerâmicas ou placas de fibra de coco. Existem várias opções no mercado. Outra ideia mais simples é utilizar vasos de barro dispostos verticalmente na parede. Eles são capazes de absorver melhor a água e ficam bem bonitos.



Decoração de ambiente interno com Grafismo é tendência; Confira dicas

2 de março de 2018 | Por cemara

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De todas as novas tendências no universo da decoração, o grafismo é uma das mais solicitadas e comentadas. Bastante versátil, por muitas vezes consegue conciliar modernidade e nostalgia por meio de ilustrações e estampas que priorizam a criatividade.

Compreendendo um estilo de decoração que remete à aplicação de cores e linhas diferenciadas nas paredes, em alguns casos, pode estar até mesmo em elementos que complementam o ambiente, como nas cortinas para sala ou mesmo quarto e almofadas decorativas.

Apesar do notório senso de diferenciação e até de alguns resultados bastante interessantes, é uma técnica que fica ainda mais bonita se for aplicada de forma pouco exagerada. O papel de parede, por exemplo, dependendo da sua ilustração e do seu estilo visual pode ser uma forma de grafismo.

Dentro do grafismo não há limites para a criatividade, já que é possível explorar riscos monocromáticos, linhas retas, curvas, formas que remetem ao psicodelismo dos anos 60 e 70, bem como padrões aleatórios. Enfim, há um leque de opções e tal decoração pode ser aplicada nos cômodos de apartamentos e casas com pouco espaço disponível, pois se o grafismo for bem planejado, pode dar a sensação de amplitude para o ambiente e a necessidade de adquirir muitos itens decorativos pode ser dispensada.

Porém, apesar da sua versatilidade, é pertinente utilizar o grafismo de forma discreta. Um exemplo disso pode ser a técnica do grafismo na sala de estar. Nesse caso, para introduzir esse tipo de decoração sem saturar visualmente o ambiente é recomendável adotá-lo em cores neutras e em linhas discretas. É pertinente manter uma linha de cores equilibradas usadas não apenas na parede, mas também nas almofadas, por exemplo.

Além das linhas geométricas, no grafismo também é possível brincar com imagens. Nesse caso, a pessoa consegue equilibrar o ambiente com linhas e figuras, mas não se esqueça de que o cuidado no uso das cores, para evitar criar um alto impacto visual deixando o ambiente sem harmonia e saturado de informação, é ideal para uma decoração bonita e cheia de vida.

 

 

 

 

 

 

Fonte:http://leiamais.ba



Deixe sua casa cheia de alegria com Candy Colors

23 de fevereiro de 2018 | Por cemara

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Candy colors são, assim como a tradução literal sugere, cores doces. Sua aplicação na decoração surgiu na década de 60, mas foi uma grande tendência da década de 70, trazendo cores em tons pastéis e ligadas ao universo infantil, que lembram a coloração de sobremesas e doces.

A arquiteta paulista Daniela Savioli explica que os tons das cores são suaves e refletem bastante luz, o que deixa o ambiente mais leve. Seu uso voltou com força em meados de 2013 na moda, reverberando também na decoração de interiores e entrando no catálogo de cores das principais fabricantes de tinta do mundo.

 

Como usar as Candy Colors na decoração

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 Segundo a arquiteta Luciana Voso, da Básico Arquitetura, uma grande vantagem de usar as candy colors é a facilidade de combinação. “Pode-se usar em móveis, como mesas de centro e sofás, aplicar nas paredes, e até mesmo em cortinas”, sugere.

Luciana também recomenda o uso de detalhes em branco para evitar o excesso de cores, além de explicar o que cada cor pode trazer ao ambiente: “tons de verde menta, amarelo e azul claro trazem frescor ao ambiente, já os tons de rosa, lilás e laranja remetem ao romantismo”.

A fácil combinação e a leveza tornam os tons pastéis os favoritos na hora de decorar quartos e espaços infantis, porém as candy colors podem ser usadas em uma vasta quantidade de cômodos, combinando sempre o estilo pretendido com a personalidade dos moradores.

Decoração com detalhes em Candy Color

O uso das candy colors em detalhes é a forma mais segura de evitar cansaço e que o estilo fique enjoativo. A arquiteta paulistana Stela Maris indica o uso das cores em móveis de madeira, assim criando uma atmosfera aconchegante e suave.

Antes de investir na decoração, lembre-se de analisar qual é o espaço pretendido a trabalhar e tenha certeza de que vale a pena, para evitar decepções.

As Candy Colors vieram para ficar e seu uso cada vez mais frequente em grandes projetos prova que essas cores não são exclusivas de ambientes infantis. Seja na hora de suavizar ou ousar, é sempre importante pensar no que combina melhor com você e o que será agradável para seus olhos mesmo depois de um certo tempo.

 

Fonte: www.tuacasa.com.br



Armários abertos

3 de novembro de 2017 | Por cemara

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Ao mesmo tempo que desejamos uma cozinha planejada, caríssima e cheia de armários…

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Os arquitetos usam e abusam de soluções charmosas e baratas!

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Os armários abertos são práticos, pois os utensílios ficam sempre a mão…

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…mas não podemos pensar como a vovó que usava garfos tortos e pratos desparcerados no dia a dia e guardava sua melhor louça para a visita.
Dica: Tenha apenas um jogo de jantar, bonito e sem frescura, de uma boa marca para que você possa repor peças no caso de quebra (algumas marcas garantem a produção daquela linha por 10 anos).
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O que está exposto deve ser usado com frequência para não acumular pó.
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Utensílios que são pouco usados devem ser guardados em cestos ou caixas.
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Alguns suportes facilitam o manuseio e dão um charme a mais!
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Inspire-se…
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E entre nessa onda!
Fonte: http://www.tuorganizas.com/2013/01/armarios-abertos.html


Suculentas: como criar seu próprio jardim e cultivá-las

20 de abril de 2017 | Por cemara

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Todo cacto é uma suculenta, mas nem toda suculenta é um cacto: aqui, vamos falar do segundo grupo, as primas dos reis do deserto, pequenas, gordas e sem espinhos.

Não é muito difícil tomar conta de uma suculenta. Então, se você ama plantas, mas costuma assistir as verdinhas definharem apesar dos seus esforços, suculentas podem ser a solução. Carol Costa, jornalista especializada em jardinagem, explica: tudo que elas precisam é de muito sol e pouca água.

Porém, existem alguns truques importantes. Um deles é estar atento à rega: é muito comum afogar as suculentas no cultivo em casa. Para evitar que as raízes fiquem empoçadas, invista em vasos com furos (mesmo que elas não estejam em um modelo tradicional) e em uma mistura de areia com terra para drenagem.

Mas e a frequência da rega? A quantidade semanal será diferente dependendo da estação do ano e da temperatura. Mais que focar em um número específico de irrigações, repare na aparência da planta e da terra, que deve ser mantida úmida, nunca encharcada.

Para medir, é só fingir que a terra é aquele bolo de chocolate delicioso no forno e espetar um palito. Se ele sair sujo, ainda não está pronto. Ou seja: não é hora de regar. Saindo seco, pode pegar a quantidade de água de um copinho descartável de café e colocar, devagar e com bom senso. Uma boa ideia é usar uma bisnaga plástica, como aquelas de lanchonete, para dosar bem a quantidade. Para as suculentas grandes, o esquema é o mesmo, porém com medidas maiores.

Preste muita atenção no tamanho de sua planta. Suculentas que se tornam compridas, com folhas bem separadas e até um pouco desmilinguidas, sofrem com falta de luz solar. A planta saudável é bem compacta. Leve-as para tomar banhos de sol durante a manhã para evitar que elas percam seu formato natural. Evite também aqueles pedriscos brancos, pequenos, usados para enfeitar vasos: eles nada mais são que mármore picado e, molhados, liberam um pó que faz mal para a planta. No lugar deles prefira coberturas naturais como casca de pinus e palha de arroz.

As suculentas deram certo, você gostou muito e agora quer replantar? Fazer a muda é fácil: corte o caule da suculenta e deixe-o secar por dois dias – se ele for replantado imediatamente, encherá de fungos. Depois é só colocá-lo novamente na terra e esperar a planta “pegar”!

Fonte: http://casa.abril.com.br/bem-estar.



COMO APLICAR CIMENTO QUEIMADO

10 de maio de 2016 | Por admin
Cozinha com cimento queimado
jjlocations.com

O cimento queimado está cada vez mais entre os revestimentos queridinhos. Isso por ser uma opção rústica e elegante que pode facilmente compor qualquer ambiente e fazer parte de todos os estilos de decoração. Quando “queimamos” o tradicional cimento, o diferenciamos de um simples cimentado. Confira abaixo algumas dicas sobre o revestimento.

Como aplicar cimento queimado

Aplicando cimento
shutterstock / Eugene Dudar

1º Passo: Para bases existentes a primeira medida é a limpeza, livrando o contrapiso de gorduras, produtos químicos e pó.

2º Passo: Aplicação do primer para selar a superfície.

3º Passo: Aplicação em 2 demãos do revestimento cimentício com a desempenadeira de aço num intervalo de 12 horas entre as demãos.

4º Passo: Depois de seco, lixamento para tirar as rebarbas deixadas pela desempenadeira.

5º Passo: Aplicação do verniz de acabamento.

Esta técnica é utilizada de maneira geral para pisos, mas pode ser utilizada em qualquer superfície, como paredes, teto, colunas, para fazer prateleiras, bancadas, etc…

Aplicação sobre outro piso

Parede de cimento queimado

Gustavo Xavier / Projeto Borges Godoy Arquitetura

O cimento queimado pode ser aplicado sobre diversos revestimentos, entre eles: cerâmicas, azulejos, gesso, drywall, mdf, entre outros, porém necessita de uma base em cimento e areia úmidos e um excelente profissional para realizar o serviço.

Aplicação no contrapiso

Nesse caso a aplicação é feita de forma mais simples. Diretamente no contrapiso, ou numa base posta e ainda úmida, aplica-se o cimento com a mão e estica-se o material com uma espátula ou desempenadeira, formando uma nova superfície mais lisa e mais brilhante.

Prevenção de rachaduras

A melhor forma de prevenir futuras rachaduras é que contrapiso tenha o traço correto, equilibrado e livre de trincas e fissuras. Se o material for de boa qualidade, e a aplicação feita de maneira correta, a chance de que ocorram rachaduras diminui.

Ambientes

Pode ser utilizado em qualquer ambiente da casa, pois apresenta um bom desempenho hidráulico, além de tudo o material permite que seja aplicado corante, podendo variar a tonalidade.

Prós e contas do cimento queimado

Prós: Muito barato, fácil de executar, bonito se bem realizado, fácil de receber consertos e ampliações, faz parte do repertório da construção civil brasileira.

Contras: Baixa resistência de abrasão, trinca e rompe com mais facilidade que os demais revestimentos.

Pisos que imitam cimento queimado

Sala moderna

Marcos Antonio / Projeto Marcelo Rosset

A solução de revestimentos que imitam cimento queimado em cerâmica e porcelanato tem mais resistência e um acabamento mais detalhado, porém o custo é bem mais alto. A escolha vai variar de acordo com o bolso e gosto pessoal.

* Fontes: Melissa Haenel, diretora de relacionamento da Bricolagem, Cristiano Costa, gerente de operações da Master House Moema, Antonio Claudio Fonseca, professor de arquitetura do Mackenzie.

Fonte: BBEL 



FENG SHUI: SUA CASA EM HARMONIA EM 9 PASSOS

6 de agosto de 2014 | Por admin

De origem chinesa, o Feng Shui tem como tradução literal “vento-água” e é uma corrente de pensamento com mais de 4 mil anos. Ele tem como objetivo combinar forças que se associam à energia vital que percorre a casa.

Atualmente, por causa da vida corrida e muito atribulada, mais e mais pessoas procuram pelo Feng Shui para manter as boas vibrações nos ambientes ao seu redor, gerando assim maior bem-estar, conforto e praticidade.

Confira nove passos para colocar sua casa em harmonia segundo o Feng Shui.

1 – SONS

O som é a energia em movimento. Por isso, coloque sinos de vento pela casa. Eles elevam e espalham a energia. A música também é muito bem vinda e agrada a todos. Opte por músicas relaxantes.

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2 – OBJETOS LUMINOSOS E BRILHANTES

Eles expandem e controlam a energia Chi (energia vital). Por isso, mantenha a casa iluminada. Esferas facetadas e Prismas também são ótimos, pois trazem energia aos ambientes. Cristais são muito bem vindos, mas procure antes saber para que serve cada um deles. Os mais indicados para energizar os ambientes são os cristais de quartzo branco. Espelhos são ótimos objetos para se ter em casa. Além de refletir, eles expandem espaços e atraem imagens positivas. Na sala de jantar ou cozinha eles podem duplicar a prosperidade.

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3 – CORES

Cores vivas e alegres são muito indicadas para se ter dentro de casa. Elas aumentam e suavizam o Chi. Porém, veja qual a função de cada cor e pinte cada cômodo de acordo com sua melhor função, seguindo também a personalidade dos moradores e a fase que estão na vida.

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4 – OBJETOS PESADOS

Pedras, bimbos, chafarizes e outros objetos grandes servem para suavizar e redirecionar o fluxo de energia acelerado existente em locais como corredores, onde a energia Chi tende a acelerar.


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5 – PLANTAS E ANIMAIS

Eles representam a vida e, por isso, estimulam muito a energia Chi. Além disso, repelem e absorvem as energias negativas. Animais e plantas possuem efeito psicológico positivo e alegram qualquer lar.

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6 – OBJETOS QUE SE MOVEM

Tenha sinos de vento, fontes de água, móbiles ou cata-ventos em casa. Eles produzem movimento e estimulam a energia Chi, dispersando as energias estagnadas e negativas do lar.

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7 – OBJETOS PRODUTORES DE ENERGIA

Eletrodomésticos, computadores, televisão e aparelhos de som são bem vindos em casa. Isso porque dão força, poder, energia e movimentos aos ambientes.

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8 – FORÇA DAS ÁGUAS

Fontes, aquários, chafariz, jarros e tigelas com água são símbolos universais da riqueza e fartura. A água faz circular o Chi e ativa a prosperidade e riqueza.

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9 – FLAUTAS DE BAMBU

O bambu traz paz, proteção e segurança. Pendure bambu em locais altos pela casa.

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Fonte: Universo Jatobá



CONHEÇA OS TIPOS DE LAREIRA

19 de junho de 2014 | Por admin
Sala com lareira

João Ribeiro

Hoje em dia todas as pessoas podem ter uma lareira em casa, pois, existem diversos modelos que se adaptam às necessidades e características dos consumidores. Portáteis, a gás, a lenha ou álcool, as lareiras dão conforto e aconchego em ambientes como quartos, jardins, salas.

Para escolher a lareira ideal você deve levar em consideração:

  • O estilo do ambiente;
  • O tipo de exaustão;
  • As condições de construção;
  • A estrutura da peça;
  • O local em que ela será instalada.

Desta forma, é possível analisar qual lareira se adequa melhor a sua casa ou apartamento. Mas, lembre-se que a lareira perfeita é aquela que combina com o espaço e atende as necessidades de quem ali vive.

No entanto, antes de escolher o modelo da lareira é necessário avaliar os cuidados indispensáveis na sua construção e instalação, tais como:

  • Procurar uma equipe de montagem com experiência e qualidade;
  • Seguir as instruções corretamente, sendo fiel às medidas orientadas no manual técnico;
  • Fazer exaustão correta para saída de fumaça.

Tipos de lareira

As diferenças entre as lareiras são determinadas pelo design, exaustão e construção, veja a seguir os modelos disponíveis no mercado.

Lareira a lenha

Sala com lareira

Carlos Piratininga

A lareira a lenha tem efeito mais acolhedor e é utilizado com frequência em casas maiores ou com decoração campestre. Com caráter mais rústico e intimista, a peça pode ser construída em alvenaria, metal ou com alguns tipos de pedras.

Dentre as vantagens deste tipo de lareira podemos citar o ritual, o charme, o maior controle do fogo e a durabilidade maior de calor.

Mais exigente, a lareira a lenha exige um planejamento maior na sua instalação . Para colocar esta peça na sua casa é preciso preparar a parede em que ela vai ser instalada, construir uma chaminé, ter uma manutenção e limpeza frequente, comprar os aparatos técnicos necessários para a sua utilização e não se importar com a fumaça e o cheiro que ela produz.

Lareira a álcool

Sala com lareira

Divulgação

Práticas, modernas e ecológicas, as lareiras a álcool não requerem grandes modificações na infraestrutura onde serão instaladas. O modelo não exige a construção de uma chaminé e pode ser colocada em diversos lugares. No entanto, para o equipamento funcionar com segurança é preciso instalar em um ambiente amplo com ventilação natural.

Outro cuidado que precisa ser tomado está relacionado ao fogo, por ter um visual escultural quase cenográfico, as pessoas tem a ligeira impressão de que a lareira não esquenta, mas isso é um erro, pois, ela esquenta da mesma forma que os outros modelos e os cuidados com as crianças e os animais de estimação devem ser mantidos.

Lareira a gás

Sala com lareira

Carlos Quinato

Elegante e funcional, a chama desta lareira é gerada por combustão de gás, tanto natural quanto GLP (o de botijão), por isso, não importa qual o tipo de alimentação tem sua casa ou apartamento, se você tiver pontos de gás previstos e um registro no local é possível instalar a lareira sem grandes preocupações.

Com acionamento fácil e prático, o equipamento não requer manutenção e limpeza constante. Para lareira funcionar com plena segurança é necessário apenas um tubo feito de cobre que conduzirá o gás até o ponto da lareira. Este tubo deve ser instalado sob o piso da residência. Se você quiser acioná-la por controle remoto é necessário instalar um ponto de energia perto da peça.

Antes de comprar a lareira, verifique se o modelo que você escolheu segue as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Observe também se a lareira possui uma válvula de segurança para cortar o gás se a chama se apagar, evitando que o gás se espalhe pelo ambiente.

Lareira suspensa

Lareira

Divulgação

As lareiras suspensas são fáceis de se ajustar em qualquer residência. Portátil, pode ser levada para qualquer ambiente aquecendo o lugar desejado com charme e elegância agregando a decoração e trazendo um clima acolhedor para o lugar.

Fonte: BBEL



Aparador une charme e versatilidade

7 de março de 2014 | Por admin

Foi-se o tempo em que os aparadores eram usados apenas para suporte de objetos. Nos dias de hoje a peça ganha destaque na decoração e se faz notar nos ambientes, ganhando novos formatos, materiais e até mesmo sendo reinventada com outras funções. É comum confundir o aparador com um balcão devido as suas semelhanças, porém, a arquiteta Denise Monteiro comenta que o aparador é uma peça que cumpre função estética e funcional, aliando versatilidade, diferentes tamanhos e formatos, o que a torna adequada para qualquer cômodo.

“Aparador tem a função de servir como suporte para apoiar pertences, mas é, principalmente, um móvel destinado a compor a decoração do ambiente, enquanto o balcão comum, geralmente utilizado com banquetas, é para ser usado como apoiador de bebidas ou alimentos”, explica Denise.

A peça pode ser utilizada em qualquer estilo de residência, partindo da decoração mais despojada até a mais tradicional dependendo apenas do gosto do proprietário do imóvel.

O arquiteto Amaury Ferreira, da FB Arquitetura, comenta que uma nova utilidade encontrada para o móvel, e a mais explorada no momento, é para separar os ambientes. O arquiteto cita o exemplo de uma sala ampla onde é possível delimitar o espaço e criar uma sala de jantar e uma sala de televisão. Outra sugestão dos arquitetos é usar o aparador para esconder a parte traseira de um móvel que não esteja em boas condições visuais ou para complementar a parte estética de outro móvel. “Uso como exemplo aquele sofá que ficou perdido no ambiente. Coloque um aparador atrás e veja o resultado, fica incrível”, comenta Denise.

Área social

O material de fabricação pode variar conforme a linha de decoração utilizada no ambiente. Amaury comenta que o móvel é bastante utilizado no hall de entrada dos quartos ou até mesmo no hall de entrada do apartamento. Denise complementa alertando que o aparador também pode ser disposto em corredores e cantos da casa, desde que não atrapalhe a circulação por esses cômodos.

A versatilidade da peça ajuda principalmente quem dispõe de pouco espaço em cima da mesa. O uso do aparador na sala de jantar, quando colocado próximo à mesa, pode servir também como apoio para os alimentos e garrafas de bebidas.

Denise Monteiro orienta que a peça complementa a decoração, mas é preciso ficar atento, pois ela deve estar em harmonia com o piso e os demais móveis do ambiente. A arquiteta recomenda usar sobre o aparador objetos em pares, com tamanhos diferenciados. “Essa diferença de tamanho confere movimento à composição, deixando a decoração mais harmoniosa. Além disso, está permitido abusar de jarros, castiçais e garrafas em diferentes tonalidades”, comenta Denise.

Amaury sugere as peças produzidas em madeira para complementar uma decoração mais rústica e outros materiais, como aço inox e vidro, para ambientes mais sofisticados. Denise sugere formatos diferenciados para compor o ambiente com elegância e bom gosto. Sobre os espaços e o tamanho do aparador, a arquiteta aposta nos compactos com design contemporâneo para ambientes pequenos. Para quem dispõe de ambientes maiores, ela orienta a investir em uma peça grande, com design tradicional, porém, com toques de modernidade.

Outros ambientes

Engana-se quem pensa que o aparador fica restrito à área social da casa. Ele também pode ser usado na área íntima, como banheiros e quartos. É preciso atenção quanto ao tamanho da peça e o espaço que ela ocupará no ambiente. “Quando for comprar o móvel é importante ter um projeto em mãos para evitar que a peça atrapalhe a circulação, principalmente nos quartos. Hoje em dia as lojas conseguem variar o tamanho dos móveis, basta se informar antes da compra”, lembra Amaury Ferreira. Para os quartos maiores, os aparadores tornam-se opção para exibir porta-retratos ou mesmo para servir como apoio para objetos.

Para quem quer inovar na decoração do banheiro, o uso dos aparadores pode ser uma boa sugestão, porém, o arquiteto comenta que é preciso alguns cuidados. “O banheiro já vem com a parte hidráulica funcional para ser utilizado com as pias tradicionais. Para usar o aparador é preciso refazer a instalação com as devidas adaptações no projeto hidráulico”, explica Amaury.

Denise aponta o aparador como alternativa para acomodar toalhas e objetos de higiene pessoal, como xampus e sabonetes. “Para deixar o ambiente com um ar elegante e sofisticado, um espelho na parede e uma floreira ocupando os espaços vazios conferem charme ao banheiro”, complementa a arquiteta.

A elegância dos aparadores também pode contribuir para decorar ambientes externos, porém, é preciso tomar cuidado com o material que será utilizado devido a sua exposição ao tempo. A sugestão da arquiteta é optar pelos materiais mais resistentes. “Um aparador de madeira de demolição, por exemplo, é uma boa dica, pois pode ficar exposto às intempéries, servir de apoio a um orquidário ou a alguns vasos”.

Complemente a decoração da sua casa com cortinas e persianas.

Fonte: BBEL 



Orquídea radiante é a cor de 2014

3 de fevereiro de 2014 | Por admin

Uma mistura sofisticada e feminina de cor-de-rosa, fúcsia e púrpura, “orquídea radiante” (Radiant Orchid) é a cor tendência para 2014 segundo a Pantone, especialista mundial no que toca a cores.

Uma vez que pertence à família dos tons púrpura e lilás, em termos de decoração, a cor do ano 2014 não só é perfeita para destacar algo com pompa e elegância ou para usar num detalhe decorativo especial, como combina lindamente com outras cores como cinza, bege e branco.

Tendo como simbolismo alegria, amor e saúde, “orquídea radiante” é definitivamente uma cor que vai querer ter por perto em 2014.

Fonte: Eu Decoro



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