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Dicas para planejar sua reforma

20 de dezembro de 2018 | Por cemara

1 – Antes de solicitar o financiamento para a compra do material de construção, é preciso ter todo o planejamento dos serviços que serão necessários para a reforma (o Construcard não pode ser usado para pagar mão de obra).

2 – Verifique a convenção do condomínio com relação a obras como também os horários permitidos para obra e locais para colocação dos entulhos.

3 – Se a reforma envolver modulados, considere toda a planta do apartamento para não haver problemas posteriores com espaço ou circulação.

4 – Procure a orientação profissional para elaborar o projeto, calcular e escolher os materiais.

5 – Contrate pedreiros de confiança.

6 – Combine previamente com o pedreiro o transporte vertical do material (subida do material e descida de entulho).

7 – Mude primeiro os cômodos internos e deixe a sala por último.

8 – Evite quebrar paredes ou trocar pisos e azulejos para o barato não sair caro.

9 – Trocar piso é uma obra cara, suja e barulhenta. Considere usar laminados.

10 – Se for uma obra superficial, sugerimos apenas a intervenção com gesso e iluminação. Outra opção é trocar os rodapés pequenos por material reciclado.

11 – Na hora de comprar os materiais de acabamento, compre tudo de uma vez para negociar um desconto maior com a loja.

12 – Não compre móveis por impulso.

FONTE: Extra Globo



Energia solar é alternativa econômica e sustentável para quem está construindo

16 de novembro de 2017 | Por cemara

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A CPFL Energia lançou a Envo, empresa voltada para a atuação no mercado de geração distribuída solar para clientes residenciais e comércios de pequeno porte.

Investir em um projeto de geração solar para residência ou para o pequeno comércio é uma das alternativas energéticas mais promissoras para enfrentar os desafios do setor elétrico nos próximos anos. Uma ótima opção para quem tem projetos para construir sua casa própria. Ainda mais no Brasil, onde os índices de insolação são maiores do que outros países.

Pensando nisso, a CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, anunciou neste ano, a criação de uma nova empresa, a Envo, que significa “Energia para você”, voltada para a atuação no mercado de geração distribuída solar para clientes residenciais e comércios de pequeno porte.

“A geração e distribuição de energia solar é um dos mercados mais promissores do setor elétrico brasileiro e a aposta neste segmento está em linha com os esforços do Grupo CPFL em desenvolver novos negócios voltados para a economia de baixo carbono, como investimentos em energia renovável, eficiência energética e a digitalização da rede elétrica, além das pesquisas na área de mobilidade elétrica e armazenamento”, disse o presidente da CPFL Energia, Andre Dorf.

Com a Envo, a CPFL Energia amplia o porfólio de produtos e serviços energéticos oferecidos aos consumidores e consolida uma nova etapa no relacionamento do Grupo com este novo consumidor cada vez mais consciente e exigente. O foco inicial de atuação da Envo será nos municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Com isso, o ser- viço estará disponível para Jundiaí, Sorocaba, Vinhedo, Hortolândia, Indaiatuba, Valinhos, Paulínia, Americana, Itatiba, Jaguariúna, Piracicaba, Sumaré e Pedreira, além de Campinas e outras regiões.

Economia

Com a energia solar, o consumidor passa a produzir a sua própria energia, e reduz em até 95% o valor da conta de luz. Quando o consumo é menor do que o volume gerado, a diferença se torna um crédito que é usado para reduzir a fatura da conta de energia elétrica, que ainda é necessária para atender ao consumidor na falta de energia solar.

Além da economia para o bolso do cliente, a geração solar também contribui para o meio ambiente, por ser uma energia limpa e renovável, reduzindo a demanda pela ener- gia das fontes mais caras e poluentes. Os outros benefícios da geração distribuída são: aumento da segurança energética, redução das perdas de energia e diminuição do custo global de operação do sistema.

O modelo de negócio prevê que a companhia seja responsável por todas as etapas de um projeto para o cliente. A Envo atuará desde a concepção técnica (avaliando itens como consumo de energia, condições estruturais do imóvel, níveis de irradiação solar e de som- breamento no local), passando pela revenda e instalação da solução completa, até a homo- logação do consumidor junto à distribuidora, intermediando, ainda, o processo de instalação do medidor digital.

Clientes interessados em desenvolver um projeto de geração distribuída solar têm à disposição um simulador no site da Envo (www.envo.com.br), que – a partir da inserção das informações do consumo mensal de energia e do local do imóvel – sugere uma referência de projeto para a unidade consumidora.

A simulação aponta o tamanho do projeto, a quantidade de placas solares, a área mínima necessária para colocação dos painéis, a produção de energia em 12 meses e o investimento total.



Biólogo ensina como fazer vaso autoirrigável para cultivar horta em espaços pequenos

6 de outubro de 2017 | Por cemara

Se tiver um solzinho, dá para plantar, sim! É isso que garante o biólogo Antônio Soares. No “É De Casa”, ele ensinou como fazer um vaso autoirrigável e sustentável, utilizando garrafa pet. Ou seja, se você mora em apartamento, dá para aproveitar qualquer cantinho para ter sua própria horta. Confira o passo a passo abaixo:

1

Corte a garrafa pet no meio (Foto: TV Globo)

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A parte com o bocal da garrafa será a área de plantio e a parte inferior o reservatório de água (Foto: TV Globo)

3

Você vai precisar de um tecido para fazer absorção da água e não deixar que a terra caia para o reservatório de água (Foto: TV Globo)

4

Encaixe o tecido, que pode ser uma manta de plantio ou qualquer outro tecido de algodão, na boca da garrafa (Foto: TV Globo)

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Preencha a área de plantio com substrato orgânico ou terra de plantio (Foto: TV Globo)

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Encaixe a muda da planta e preencha o restante com mais terra (Foto: TV Globo)

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Regue a área de plantio e o tecido que fica na parte de cima vai levar a água para o reservatório (Foto: TV Globo)

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O nível de água deve ficar mais ou menos na metade do reservatório (Foto: TV Globo)

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Se for deixar o vaso em local exposto a chuva, faça pequenos furos na área de plantio (Foto: TV Globo)

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Se o local tiver sol intenso, lembre-se que se aquecer muito, a água vai evaporar. Coloque uma cobertura de solo, que, além de dar conforto térmico para a planta, se essa água pensar em evaporar, ela vai encontrar essa camada que vai segurá-la (Foto: TV Globo)

 

Fonte: https://gshow.globo.com/como-fazer/noticia/biologo-ensina-como-fazer-vaso-autoirrigavel-para-cultivar-horta-em-espacos-pequenos.ghtml



Suculentas: como criar seu próprio jardim e cultivá-las

20 de abril de 2017 | Por cemara

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Todo cacto é uma suculenta, mas nem toda suculenta é um cacto: aqui, vamos falar do segundo grupo, as primas dos reis do deserto, pequenas, gordas e sem espinhos.

Não é muito difícil tomar conta de uma suculenta. Então, se você ama plantas, mas costuma assistir as verdinhas definharem apesar dos seus esforços, suculentas podem ser a solução. Carol Costa, jornalista especializada em jardinagem, explica: tudo que elas precisam é de muito sol e pouca água.

Porém, existem alguns truques importantes. Um deles é estar atento à rega: é muito comum afogar as suculentas no cultivo em casa. Para evitar que as raízes fiquem empoçadas, invista em vasos com furos (mesmo que elas não estejam em um modelo tradicional) e em uma mistura de areia com terra para drenagem.

Mas e a frequência da rega? A quantidade semanal será diferente dependendo da estação do ano e da temperatura. Mais que focar em um número específico de irrigações, repare na aparência da planta e da terra, que deve ser mantida úmida, nunca encharcada.

Para medir, é só fingir que a terra é aquele bolo de chocolate delicioso no forno e espetar um palito. Se ele sair sujo, ainda não está pronto. Ou seja: não é hora de regar. Saindo seco, pode pegar a quantidade de água de um copinho descartável de café e colocar, devagar e com bom senso. Uma boa ideia é usar uma bisnaga plástica, como aquelas de lanchonete, para dosar bem a quantidade. Para as suculentas grandes, o esquema é o mesmo, porém com medidas maiores.

Preste muita atenção no tamanho de sua planta. Suculentas que se tornam compridas, com folhas bem separadas e até um pouco desmilinguidas, sofrem com falta de luz solar. A planta saudável é bem compacta. Leve-as para tomar banhos de sol durante a manhã para evitar que elas percam seu formato natural. Evite também aqueles pedriscos brancos, pequenos, usados para enfeitar vasos: eles nada mais são que mármore picado e, molhados, liberam um pó que faz mal para a planta. No lugar deles prefira coberturas naturais como casca de pinus e palha de arroz.

As suculentas deram certo, você gostou muito e agora quer replantar? Fazer a muda é fácil: corte o caule da suculenta e deixe-o secar por dois dias – se ele for replantado imediatamente, encherá de fungos. Depois é só colocá-lo novamente na terra e esperar a planta “pegar”!

Fonte: http://casa.abril.com.br/bem-estar.



Novo loteamento em Hortolândia terá praça para estimular os sentidos

16 de março de 2017 | Por cemara

O Parque Bella Ville, novo empreendimento da Cemara Loteamentos, tem mais de 100 mil metros quadrados de áreas verdes e de lazer

A busca por uma casa nova não depende apenas das características do imóvel. Localização, serviços e lazer também são fatores determinantes na decisão por uma moradia. A Cemara Loteamentos, que atua como urbanizadora e desenvolvedora de loteamentos há mais de 38 anos no interior de São Paulo, já percebeu isso e leva o conceito para todos os seus loteamentos, em especial, o Parque Bella Ville, que será lançado em Hortolândia, no interior de São Paulo.

Em seus projetos, a empresa desenvolve praças com temáticas distintas para a integração dos moradores e resolveu inovar ainda mais com a Praça Inspire-se, que foi criada para estimular os sentidos por meio de cheiros, sabores, sons, imagens e texturas.

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“Criado pela equipe de arquitetura e urbanismo da Cemara, o espaço visa proporcionar a união entre os moradores e a natureza. A parte dedicada ao tato, por exemplo, consiste em uma área em formato de mão composta por diferentes tipos de piso, como borracha, areia e cimento”, explica Raquel Dei Santi, diretora e arquiteta e urbanista da empresa.

Para a audição, a equipe criou uma cortina de bambus disposta como uma orelha, que ajuda na percepção dos sons. Já o olfato e o paladar serão estimulados com um jardim de temperos, enquanto a visão será incentivada com um painel em formato de olho que apresentará imagens com ilusões de óticas.

A outra praça será a Movimente-se, um espaço dedicado à prática de atividades físicas e contará com equipamentos de ginástica ao ar livre e um playground com iluminação adequada para uso noturno.

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Com área total de mais de 517 mil metros quadrados, 20% do loteamento, o que consiste em mais de 100 mil metros quadrados, serão dedicados às áreas verdes e de lazer. Em todos os seus empreendimentos, a Cemara também entrega a infraestrutura completa como rede de abastecimento de água tratada, rede de energia elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, rede de esgoto e iluminação pública, além da pavimentação.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.

 Há 38 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

Economídia 

Tel.: (11) 2579-5404

Erica Martin – (11) 99637-9854
erica.martin@economidia.com.br

Talita Mônaco – (11) 98942-4946
talita.monaco@economidia.com.br

Iza França – (11) 97644-4496
iza.franca@economidia.com.br

 



Empresas miram ‘Vale do Silício’ da agricultura e mudam para Piracicaba

1 de julho de 2016 | Por nwmidia

Projeto de polo tecnológico atraiu centro logístico e loteamentos imobiliários.
Economista conversou com o G1 e falou em atenção para os investimentos.

 

O projeto de transformar Piracicaba (SP) em uma espécie de “Vale do Silício” do agronegócio, para integrar pesquisas e empreendimentos ligados à agricultura, tem atraído empresas de vários segmentos para a cidade. Apesar da crise e do momento econômico do país, as companhias enxergaram no AgtechValley, também chamado de Vale de Piracicaba, uma oportunidade para crescer. A Prefeitura não informou o número exato de novas companhias que se instalaram na cidade após o anúncio do projeto, mas um balanço da administração aponta que o aumento foi de 30%.

A iniciativa foi apresentada em abril durante reunião no Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia (CMCT) e terá a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), campus da USP em Piracicaba, como polo para o desenvolvimento das inovações na área. O projeto vai reunir empreendimentos tecnológicos e algumas das empresas que já atuam na cidade.

O presidente do conselho deliberativo da incubadora EsalqTec, Mateus Mondin, apontou o Vale do Silício, nos Estados Unidos, como modelo para a nova estrutura no interior de São Paulo. Segundo ele, os empreendimentos envolvidos com inovação tecnológica para o agronegócio serão levantados em um raio de até 500 quilômetros. O ecossistema será apresentado em um portal na internet.

Segundo Mondin, a ideia da incubadora é reunir empresas ligadas ao agronegócio para utilizar tecnologias e desenvolver novos produtos. “Isso fará com que os investidores enxerguem Piracicaba a partir de um viés bem interessante devido a existência da Esalq. Assim como é no Vale do Silício, nos EUA, que é enxergado a partir da Universidade de Stanford, que atua como o centro de irradiação de conhecimento e tecnologia por lá”, explicou.

Complexo logístico
Um dos exemplos de empresa que decidiu iniciar operações em Piracicaba é um condomínio logístico com 68 mil metros quadrados e capacidade para receber até 24 empresas. Com investimento de R$ 100 milhões, a TRX Incorporadora está com 20% dos galpões locados e espera que o projeto do AgtechValley atraia companhias ligadas ao agronegócio.

De acordo com o diretor do empreendimento, Roni Katalan, a estratégia para conseguir alugar todos os galpões em pleno período de crise econômica é abrigar operações de empresas que lidam com o agronegócio de maneira indireta, como por exemplo fabricantes de tratores e fertilizantes para o cultivo da cana-de-açúcar, além de companhias que trabalham diretamente na agricultura.
“Com a retração do mercado automobilístico, essa será nossa grande aposta para o centro logístico ser totalmente ocupado”, afirmou.
Menor concorrência
Katalan ainda afirmou que, além de apostar no projeto do “Vale do Silício” do agronegócio para conseguir ter sucesso, a ideia de se instalar em Piracicaba surgiu porque o município ainda não possui tanta concorrência na área de empreendimentos logísticos. O centro está localizado no Anel Viário Comendador Leopoldo Dedini, no bairro Unileste.

“Piracicaba tem 3,2 mil empresas de vários seguimentos e agora com esse projeto da instalação de uma incubadora de empresas no campus da USP vai atrair muitas companhias. Estamos apostando nisso para conseguir ter 100% dos nossos galpões locados. O agronegócio não é um mercado tão óbvio, mas com o cenário que está se apresentando em Piracicaba, ele pode nos ajudar muito”, disse.
Aposta em moradia
Outro empreendimento que decidiu se instalar no município com o foco no agronegócio foi um conjunto de três loteamentos residenciais – dois populares e um de alto padrão. De acordo com Marcos Del Santi, vice-presidente da Cemara, empresa responsável pelas obras, os residenciais começaram a ser construídos em 2009, mas apenas foi um lançado e está com 65% dos lotes vendidos.

Por conta da crise econômica, a previsão de lançamento dos outros dois loteamentos era para 2018. No entanto, a empresa decidiu antecipar para 2017 por causa do lançamento do projeto do AgtechValley. Segundo Del Santi, o polo tecnológico sediado na Esalq vai atrair, além de novas companhias, muitas pessoas de outras cidades para Piracicaba e a intenção é vender os terrenos para estes novos moradores.
“O agronegócio já estava no nosso radar. Estávamos monitorando essa situação em Piracicaba. Existe uma previsão de economistas no Brasil de que o agronegócio é uma maneira real de salvar a economia no país. E para a gente isso foi ótimo. Estávamos com dois loteamentos para serem lançados em 2018 por conta da crise, e antecipamos porque sabemos que vamos ter demanda de novas moradias com a instalação desse polo de agricultura aqui”, explicou o vice-presidente.

Os três empreendimentos ficam nos bairros do Campestre e Bongue. Dos dois loteamentos que serão lançados em 2017 visando a implantação do “Vale do Silício” da agricultura, o Santa Clara tem 570 lotes, com tamanho mínimo de 200 metros quadrados. Já o Vitória Régia tem 307 lotes com tamanho mínimo de 50 m².
Otimismo com ressalva
O professor de economia da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep) e coordenador do banco de dados socioeconômicos do município, Francisco Constantino Crocomo, afirmou que o AgtechValley também pode agrupar outros centros de pesquisas presentes na cidade e não ficar apenas no universo da Esalq. Sobre as instalações dos novos empreendimentos no município, o especialista se mostrou otimista, mas fez um alerta quanto ao período dos investimentos.
“É claro que existe campo para isso. Piracicaba é uma cidade com muitas possibilidades, principalmente agora com esse projeto do Vale do Piracicaba, mas é preciso pensar no momento. Estamos em recessão, em plena crise econômica. Apesar de ter demanda para novos empreendimentos aqui, os investimentos precisam ser pensados por conta do momento ruim do país”, contou o professor.

FONTE: http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2016/06/empresas-miram-vale-do-silicio-da-agricultura-e-mudam-para-piracicaba.html 



Projeto de urbanização no interior de São Paulo mostra forma diferenciada de investimento em infraestrutura e atendimento à geração Y

15 de junho de 2016 | Por nwmidia

Com investimento total próximo a R$ 150 milhões, Plano de Urbanização Carioba, na cidade de Americana, aposta em conceitos de compartilhamento para atender ensejos da geração Millennium e gerar infraestrutura complementar aos investimentos públicos tradicionais. 

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Vista Aérea do Loteamento loteamento 9 de Julho. Nas extremidades, estão as outras fases de investimento, com residencias de padrão popular e alto padrão.

 

No momento em que o país discute formas de financiar investimento em infraestrutura, a ideia de núcleos completos, que mesclam habitações e empresas em grandes áreas comuns, pode ser uma estratégia que vai além de investimentos isolados e particulares. Em Americana, cidade do interior de São Paulo, uma área de 5 milhões de m² é exemplo disso. Trabalhada desde 1999 pela loteadora Cemara, o plano de urbanização Carioba entra em nova fase com o loteamento industrial e empresarial 9 de julho, cujo investimento com infraestrutura básica (terraplanagem, eletricidade, água e esgoto, pavimentação, etc.) chegou a R$ 20 milhões.

No momento em que o país discute formas de financiar investimento em infraestrutura, a ideia de núcleos completos, que mesclam habitações e empresas em grandes áreas comuns, pode ser uma estratégia que vai além de investimentos isolados e particulares. Em Americana, cidade do interior de São Paulo, uma área de 5 milhões de m² é exemplo disso. Trabalhada desde 1999 pela loteadora Cemara, o plano de urbanização Carioba entra em nova fase com o loteamento industrial e empresarial 9 de julho, cujo investimento com infraestrutura básica (terraplanagem, eletricidade, água e esgoto, pavimentação, etc.) chegou a R$ 20 milhões.

Esse projeto inclui uma área de 1 milhão de m², com mais de 430 lotes medindo cerca de 750 m² cada. Marcos Dei Santi, diretor da Cemara, explica, contudo, que outros 3 milhões de m² já foram loteados para residências do padrão econômico popular e mais 1 milhão de m² para residências de alto padrão. Todos esses investimentos completam uma cifra próxima a R$ 150 milhões. “A área empresarial e industrial fecha o circuito, formatando um bairro completo com emprego e moradia num raio médio de 1 km de distância”, diz ele.

A ideia da geração y é do compartilhamento, avalia o executivo. Segundo ele, em poucos anos essa geração estará no comando dos processos, se isso já não ocorre, e planos de urbanização como o Carioba atendem a esse ensejo. “Quando se concentra um grupo de empresas num loteamento como o 9 de julho, se permite a ideia do compartilhamento em várias esferas, incluindo serviços de RH, logística, segurança, alimentação, etc.”, diz ele.

Revolução imobiliária: geração y quer comodidade e não quer casa própria, mostra especialista norte-americano

Como exemplo, Dei Santi lembra que a locação de um ônibus fretado para transportar funcionários de uma média ou pequena empresa é cara e dificilmente viável, até pela dificuldade de preencher as cadeiras disponíveis. “Num centro empresarial, as empresas podem compartilhar esse recurso”, diz. Outro exemplo é o de alimentação, permitindo com que um dos condôminos, ou até uma empresa terceira, ofereça serviço de refeitório em massa a custos competitivos aos conseguidos por grandes indústrias. “E esse compartilhamento pode ser estendido a serviços de marketing, advocacia, etc.”.

O executivo da Cemara também reflete sobre o problema enfrentado pelas empresas de médio e pequeno porte nos centros urbanos atualmente. Ele diz que as cidades do interior paulista, como a maioria das pequenas cidades do país, foram pensadas de maneira tradicional, com um centro onde há a igreja e a proximidade do comércio, e com bairros com vocações pré-determinadas para indústria, comércio e moradia. “Com o crescimento dos últimos anos, as residências invadiram áreas industriais, os comércios as áreas residenciais e vice-e-versa. Conclusão: muitas das empresas, que ocuparam os espaços primeiro, hoje estão sitiadas, se tornando um estorvo para a população, quando não, tendo de obedecer às regras gerais de horário de funcionamento, dificuldade logística causada pelas ruas estreitas, etc.”, diz. “A proposta de um cluster, como é esse centro de urbanização, elimina essa problemática, permitindo que as empresas fiquem onde estão por quanto tempo desejarem e ainda possam contar com mão de obra próxima”, completa.

A Obra
O loteamento está prestes a ser entregue, com as obras de infraestrutura em fase final de execução. E elas, como detalha Luan Siviero, engenheiro da Cemara, envolveram uma tropa de 25 equipamentos pesados, entre caminhões basculantes, trator de esteiras, retroescavadeiras, escavadeiras e tratores agrícolas. Todos terceirizados. “Nas pavimentações, usamos 42 mil toneladas de resíduos de materiais de construção (RCD) britados na forma de bica graduada simples em uma usina de reciclagem pertencente ao mesmo grupo empresarial da Cemara”, detalha ele.

O loteamento tem ruas largas, com avenidas principais que chegam a 25 metros de largura, o que deve facilitar a movimentação de carretas posteriormente. Para isso, as pavimentações ocorreram de modo tradicional a partir da base de RCD – recebendo brita 2 na sub-base, seguindo com emulsão asfáltica e ligante antes do concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) – em uma área total de 127 mil ². “Ainda na terraplanagem, realizamos mais de 8 km de drenagem e aplicamos uma técnica de contenção de solo diferenciada, que reduziu o nosso custo em mais de 50% nessa etapa, se compararmos com a aplicação de gabiões convencionais”, explica Siviero (veja notícia sobre essa aplicação).

A contenção foi necessária em pontos de elevação ou declínio topográficos porque o solo da região onde está o loteamento 9 de Julho tem trechos moles, onde poucos golpes são necessários para perfura-lo.

Voltando à infraestrutura, redes de esgoto (um total de 11,5) km também integram o local e as tubulações de cimento foram implantadas por escavadeiras e retroescavadeiras. Soma-se a isso outros 10,8 km de redes de água e o detalhe de que cada unidade está prevista com um reservatório para captação de água pluvial, o que deverá ajudar no abastecimento quando as empresas lá instaladas estiverem em plena operação.

Contenção em geotêxtil fica 50% mais econômica que gabião em obra de loteamento em São Paulo

O espaço conta ainda com 11,5 km de rede aérea de eletricidade, algo que está sedo entregue para a administração da CPFL – concessionária que atende a região. O mesmo ocorrerá com as vias do loteamento, que passarão a ser administradas pela prefeitura de Americana tão logo o loteamento passe a ser habitado.

Futuro
Na perspectiva de Marcos Dei Santi, a ocupação integral do 9 de Julho deverá ocorrer em 10 ou 15 anos e as ações de compartilhamento citadas no começo da reportagem estão sendo sugeridas pela Cemara – que instalou parte das áreas comuns, como salas de reuniões compartilhadas, salas de descanso para motoristas e portaria –, mas quem as aplicará será a associação dos proprietários, que deve ser constituída tão logo iniciem as ocupações. “A perspectiva é que haja áreas compartilhadas como sala de descanso, espaços de beleza, kids, fitness, caminhadas e jogos de mesa, além de lan house, campo de futebol society e churrasqueira dentro de um salão multiuso que estamos entregando construído”, diz ele.

Também em cidades do interior de São Paulo, a Cemara trabalha em outros quatro loteamentos empresariais e industriais que devem usar das experiências do 9 de Julho. “Dois deles deverão ser lançados em 2017, mas eles integram um contexto exclusivamente industrial, diferente do plano de urbanização Carioba, onde o 9 de Julho se inclui”, finaliza Dei Santi.

FONTE: http://infraroi.com.br/projeto-de-urbanizacao-interior-de-sao-paulo-mostra-forma-diferenciada-de-investimento-em-infraestrutura-e-atendimento-geracao-y/



Loteamentos sustentáveis são tendência em projetos

7 de junho de 2016 | Por nwmidia

Ações da Cemara envolvem do plantio de árvores até o reaproveitamento de matéria-prima na construção

Gruta Dainese recebeu uma atenção especial da Cemara Loteamentos para recuperação de espécies nativas

Gruta Dainese recebeu uma atenção especial da Cemara Loteamentos para recuperação de espécies nativas

 

Por tratarem diretamente com uma extensa lista de recursos naturais do planeta, as empresas do segmento imobiliário têm a missão de adotar práticas sustentáveis que vão além de atender às normas e legislações. Este setor, que representa 9% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, lida com um consumidor cada vez mais exigente e que busca por empresas conscientes e engajadas com a responsabilidade socioambiental.

De olho na questão, a Cemara Loteamentos, sediada em Americana, tem apostado no desenvolvimento de obras sustentáveis, com foco na preservação do meio ambiente. Com projetos de recuperação ambiental, recomposição de vegetação desmatada nos loteamentos, uso de matéria-prima reciclada na construção civil, reaproveitamento de entulhos e manejo de áreas preservadas, a empresa alia sustentabilidade à missão de desenvolver bairros e implantar a infraestrutura necessária para construção de casas e espaços empresariais.

Para realizar as obras de infraestrutura, como guias e sarjetas, pavimentação asfáltica, rede de coleta de esgoto, de distribuição de água e drenagem, rede elétrica e terraplanagem, a empresa faz uso de matéria-prima reciclada da construção civil, reutilizando entulhos de outras obras. “A Cemara está cada vez mais engajada em adotar iniciativas que contribuam para o meio ambiente. Passamos a usar, por exemplo, matéria-prima reciclada em algumas fases da pavimentação dos loteamentos, o que causa menos danos ao ecossistema, já que reutilizamos um material que seria descartado, muitas vezes, de forma errada na natureza”, afirma o diretor Marcos Dei Santi.

 

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Bruna Vieira acompanhou o plantio de mais de duas mil mudas nativas na recuperação da Gruta Dainese

 

Um exemplo é a obra do CEI (Centro Empresarial e Industrial) Nove de Julho, loteamento empresarial de 750 mil metros quadrados, localizado às margens da Rodovia Anhanguera, em Americana. Para o desenvolvimento do espaço, estão sendo usadas 52 mil toneladas de material reciclado. Além disso, o empreendimento também contempla preservação das matas e nascentes existentes, revegetação de mata ciliar e arborização das vias.

Para a recomposição da vegetação do empreendimento, a Cemara plantou mais de 2.200 mudas de árvores nativas brasileiras na Área de Preservação Permanente do Parque Natural Municipal Gruta Dainese, conhecida na região por sua extensão e beleza natural. “Com o plantio, temos um ganho ambiental muito importante e evitamos que a Gruta Dainese sofra com o depósito irregular de lixo e também contribuímos no combate ao assoreamento dos rios. A escolha das mudas reflete a nossa preocupação em contribuir com a preservação e beleza de um lugar tão importante para Americana”, explica Bruna Vieira, engenheira ambiental da Cemara Loteamentos.

Em consequência do seu planejamento sustentável, a Cemara Loteamentos foi recompensada com o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde, emitido pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. A premiação reconhece as empresas que mais trabalham para estimular e certificar o compromisso com boas práticas socioambientais, difundindo exemplos que têm como princípio a sustentabilidade, a justiça social e o respeito à vida. “Para a Cemara, a premiação é uma prova de que a empresa respeita todas as leis e regulações referentes à sustentabilidade. Ao mesmo tempo, o certificado mostra que vamos além. Com todas essas ações realizadas por nós, comprovamos que a sustentabilidade está no nosso DNA”, conclui Marcos Dei Santi.

MATÉRIA NO SITE O LIBERAL (FONTE): http://liberal.com.br/especiais/meio-ambiente/loteamentos-sustentaveis-sao-tendencia-em-projetos/ 



Consumo do bem > Guia do consumo consciente

15 de maio de 2015 | Por admin

Talvez você nunca tenha parado para pensar nisso, mas não existe um único ato de consumo que não tenha impacto sobre o meio ambiente. Por isso é tão importante fazer escolhas conscientes, que evitem desperdícios e colaborem para evitar a falta de recursos no futuro. Veja como você pode fazer a sua parte:

Reciclagem: Pratique a coleta seletiva de lixo e reaproveite alimentos e outros materiais. Assim, você evita que mais recursos naturais sejam usados e ajuda na diminuição do lixo da sua cidade. Se um terço do material reciclável do Brasi fosse realmente aproveitado, a energia economizada beneficiaria 10 milhões de pessoas.

Combustíveis: Para ir à escola ou ao trabalho, escolha meios de transporte menos poluentes. Abandonando o carro, por exemplo, você gasta menos com gasolina, impostos, manutenção. E o planeta agradece.

Energia: Evite deixar luzes e aparelhos elétricos sem necessidade. Se os seus aparelhos ficam em stand by (com aquela luzinha acesa mesmo quando ele está desligado), tire-os da tomada. O stand by é responsável por até 25% da energia consumida. Troque as lâmpadas normais por lâmpadas fluorescentes, que são mais econômicas e duradouras. Se você usa chuveiro elétrico, evite tomar banho nos horários de pico, quando tem muito mais gente usando energia. Na compra de eletroeletrônicos, procure comprar os que têm os selos Procel e Conpet, que atestam que o produto tem menor consumo energético e baixo impacto ambiental.

Água: Evite banhos longos e uso desnecessário de água. Lave as roupas com a capacidade máxima da máquina de lavar e evite lavar a calçada com mangueira – use um balde e uma vassoura. Procure, também, consertar vazamentos em casa, pois eles são grandes vilões da conta de água. Se o consumo na sua casa é alto, pode ser uma boa idéia trocar as torneiras e o vaso sanitário por modelos novos, que são mais econômicos.

Alimentos: Procure comprar só o que vai consumir durante a semana, para evitar que a comida estrague com a passagem dos dias. Para isso, faça um planejamento antecipado. As sobras de alimentos também podem ser aproveitadas, então capriche na criatividade! Sempre que possível, troque o supermercado pela feira. Lá, os produtos não são embalados e os preços são menores. Prefira produtos naturais aos industrializados. Além ser uma escolha ecológica, eles têm qualidade melhor e preços menores.

Embalagens: Evite comprar aquelas feitas de materiais sintéticos e não-orgânicos e dê preferência para as recicláveis, como as de papel, papelão ou plástico biodegradável. Na hora de ir ao supermercado, use as sacolas retornáveis ao invés dos sacos plásticos, que demoram anos para se decompor, entopem os lixões das cidades e ainda poluem o ambiente.

Eletrônicos: Compre com mais parcimônia. Não troque celulares e computadores a todo momento.

Alimentação: Evite carne vermelha. Além de mais cara do que a carne branca, as florestas estão sendo dizimadas para a criação de gado. Além de consumir água excessivamente, o gado arrota. E o arroto dos animais emite poluentes, colaborando com o efeito estufa.

Vestuário: Cuidado com o excesso de sapatos, cintos e bolsas. Dependendo do material de que são feitos, eles podem levar 400 anos para se deteriorar.

Fonte: Bolsa de Mulher



IPTU VERDE

24 de abril de 2015 | Por admin

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Práticas sustentáveis estão deixando de ser novidade no nosso cotidiano e tem se fortalecido em todos os setores da sociedade. E uma prova disso é o IPTU verde, uma iniciativa de várias prefeituras em nosso país, cujo objetivo é oferecer desconto na taxa do imposto predial e territorial urbano para quem adotar alguma medida sustentável em seus imóveis.

Cada prefeitura tem sua forma de implantar o programa de descontos. Em Salvador, por exemplo, o imóvel tem que ser certificado para ter acesso ao abatimento – o de bronze (mínimo de 50 pontos), o de prata (70 pontos) e o de ouro (100 pontos).Dessa forma, atitudes como redução no consumo de água através de descarga com duplo comando e aproveitamento de águas pluviais, uso da energia solar, etc., servem de ponto. O proprietário que obtiver 100 pontos consegue desconto de 10% na taxa.

Já no município de Guarulhos, em São Paulo, dependendo das açoes  sustentáveis que o contribuinte adotar no imóvel, o desconto no IPTU pode chegar  a 20%. O programa leva em conta a acessibilidade nas calçadas, coleta seletiva de lixo, sistema de captação e aproveitamento da água da chuva, telhado verde, arborização do terreno e utilização de energia solar ou eólica.

Em Curitiba, a preservação de área verde do imóvel é o que conta para a redução no valor do IPTU. Para isso, segundo a prefeitura, o imóvel precisa ter sido analisado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente. O desconto pode ser de 10%, no caso de uma araucária adulta, mas pode chegar a até 100% se for um grande bosque preservado.

Manaus, Camaçari (BA), São Carlos (SP), Maringá (PR) são exemplos de cidades que também concedem este tipo debenefício fiscal. Procure saber se o seu município também está entre os que estão seguindo esta forte tendência É bom saber que a conservação do meio ambiente vem ganhando destaque frente à esfera pública no Brasil, o que representa um gande incentivo para que todos nós cuidemos da nossa “casa” chamada Terra.

Fonte: Universo Jatobá



6 OPÇÕES DE CAMA SUSTENTÁVEL PARA CÃES E GATOS

15 de abril de 2015 | Por admin

Duas das minhas paixões num único post: decoração sustentável e animais de estimação. Garimpamos ideias criativas de como transformar seis objetos sem uso em caminhas para cães e gatos. Isso mesmo, gavetas, malas, caixotes, pneus e monitores de televisão e computador velhos podem ser reutilizados como abrigos para acalentar o sono de nossos melhores amigos. Querem saber como? Inspirem-se!

1) Cama com gaveta velha

Cama criativa para cachorro

Stephanie Jane/Upcycle

Muito simples! Uma gaveta antiga e uma almofada já viram uma caminha completa. Claro que vocês podem pintar e decorar a gaveta para deixar o cantinho mais charmoso.

Cama criativa para cachorro

lizmarieblog.com

 Uma ideia é aplicar um decalque ou adesivo com algo que lembre o bichinho, como patinhas, ossinhos, orelhinhas etc.

2) Cama com mala antiga

Cama criativa para pet

titatoni.blogspot.de

Seguindo a mesma lógica, é só colocar uma almofada dentro da mala antiga que a caminha está pronta. Na foto acima, o cantinho foi incrementado com almofadinhas decoradas e brinquedos. Com o cachorrinho fazendo pose pra foto, a gente morre de fofura meeesmo.
Cama criativa para gatos

Etsy, via diyinspired.com

Acima, um beliche para gatos feito com maletas nos lembra que não há limites para a criatividade. Vê se pode, gente!

3) Cama com caixote de madeira

cama criativa para pet

cratftedniche.com

Um simples caixote de madeira com almofada pode virar essa caminha rústica. Fica bacana tanto com o caixote ao natural quanto com o caixote pintado e decorado especialmente para isso.

4) Cama com pneu usado

cama criativa para pet

hogarutil.com

Um pneu demora cerca de 600 anos para se decompor, então o meio ambiente agradece demais quando criamos peças decorativas com esse material. A sequência acima mostra, passo a passo, como transformar um pneu usado numa graciosa caminha para cães e gatos.

5) Cama com televisão velha

cama criativa para pet

Recycled TV Pet Bed by Lucky Lenore Vintage houzz.com

cama criativa para pet

petoolah.com

Vejam que originais essas caminhas feitas com carcaças de TV. Quer dizer, só caminhas não, são verdadeiras casinhas cheias de estilo e personalidade. Amei!

6) Cama com monitor antigo

cama criativa para pet

petoolah.com

cama criativa para pet

gardengnomegirl.com

O mesmo dá para fazer com a carcaça de monitores antigos, seja mantendo o design original, como na primeira foto, seja fazendo uma decoração temática, como na imagem acima.

Muito legal, né, gente! Dá vontade de ter um bichinho para cada modelo de caminha, rs.

Fonte: BBEL 

 



VEJA COMO DIFERENCIAR COSMÉTICO ORGÂNICO, NATURAL E SINTÉTICO

6 de abril de 2015 | Por admin

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Você sabe a diferença entre cosmético orgânico, natural e sintético? Com consumidores cada vez mais exigentes e conscientes, as empresas precisam correr atrás. Hoje, a tendência mundial é produzir cosméticos e maquiagens orgânicos e naturais, com matérias-primas que não são testadas em animais, sem parabenos (derivados do petróleo) ou ativos que agridam a natureza e, principalmente, a pele.

Na Europa e nos Estados Unidos, estes produtos já são consagrados e atendem as demandas de um público cada vez mais exigente e preocupado com os seus hábitos de consumo. Priscila Miagui, Farmacêutica, Cosmetóloga e Coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos da Idealfarma explica a diferença.

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Orgânico ou Vegano

Seus ingredientes não são de origem animal e sim da produção natural, como o mel, flores, folhas e frutas. Não utilizam produtos sintéticos, conservantes, parabenos, corantes artificiais e tambémnão são testados em animais.

O consumidor deve buscar na embalagem os selos como Ecofert (Ecocert), Icea ou até mesmo IBD, que certificam que o produto está dentro das normas de qualidade e sustentabilidade exigidas nacional e internacionalmente. “Essa é uma garantia de que o consumidor está adquirindo um produto que realmente respeita o meio-ambiente e que foi concebido respeitando parâmetros de sustentabilidade importantes atualmente”, explica.

Vantagens: utilizam ingredientes retirados de recursos renováveis, beneficiados por processos ecologicamente corretos. Os conservantes são óleos essenciais e a durabilidade é a mesma de outros cosméticos, aproximadamente dois anos.

Desvantagens: por não ter ativos sintéticos que potencializem a ação, seus efeitos podem demorar um pouco, mas os resultados são satisfatórios e duradouros. Os preços mais elevados devido ao maior custo da cadeia produtiva.

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Naturais

Os ingredientes não foram significativamente modificados em sua forma original. A composição deve ter algo em torno de 80% de matérias-primas retiradas da natureza. O restante da fórmula pode conter ativos sintéticos, como corantes e conservantes. Diferentes dos orgânicos, eles não necessitam de um rígido processo de verificação.

Vantagens: alguns ativos extraídos dos vegetais são mais poderosos que os sintetizados em laboratórios. O Phloretin, por exemplo, é uma substância encontrada na casca da maçã que protege a pele da radiação ultravioleta. Além disso, acelera a renovação celular, aumenta a firmeza e a luminosidade da pele e diminui as rugas e linhas de expressão.

Desvantagens: pessoas muito sensíveis podem desenvolver alergias a produtos naturais. Por isso, é sempre importante consultar um especialista e realizar o teste de alergia antes de usar.

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Sintéticos

Respondem por 90% do mercado de beleza. Muitos dos ingredientes são desenvolvidos em laboratório ou são de origem animal. Os ativos artificias que compõem esses produtos imitam matérias-primas da natureza. São utilizados corantes, conservantes, álcool e parabenos e muitos desses produtos são testados em animais.

Vantagens: existem substâncias que são muito utilizadas para deixar os fios do cabelo macios, como os silicones. Há também um crescente investimento em tecnologias no setor que favorece a atualização de formulações cada vez mais eficazes.

Desvantagens: algumas substâncias podem trazer riscos à pele e há quem associe o uso do produto com o surgimento de câncer, embora não haja comprovação científica.

Fotos: Thinkstock

Fonte: Universo Jatobá 



ENERGIA EÓLICA RESIDENCIAL

23 de março de 2015 | Por admin

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Produzir energia usando a força do vento já não é mais atributo apenas dos parques eólicos distantes dos centros urbanos. Já existem no mercado aparelhos que geram energia eólica em pequena escala, voltados para empreendimentos que querem gastar menos com a conta de luz e ao mesmo tempo reduzir o impacto ambiental pelo uso de energia renovável e limpa.

Seguindo a tendência atual voltada para a sustentabilidade, as edificações hoje querem porduzir a própria energia a ser consumida, e os geradores de energia eólica para uso residencial chega como um aliado poderoso para este fim. Já em uso na Europa e nos Estados Unidos, onde há incentivos do governo para tal, estes dispositivos também já começam a fazer parte, gradativamente, da nossa realidade.

Isso porque os incentivos governamentais estão surgindo por aqui também: a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a Resolução 482, cujo teor dá permissão aos sistemas alternativos de energia limpa para injetar sua produção excedente na rede pública local. Assim, além de suprir parte da demanda da casa e economizar na conta de luz, o usuário ganha créditos a serem descontados na próxima fatura. Com isso, a procura por aerogeradores vem aumentando e a oferta no mercado também. Se antes a escolha por esse tipo de geração de energia era feita por proprietários de imóveis localizados em área remotas, onde não havia rede pública de energia elétrica, hoje o cenário é diferente, pois, diante de benefícios como este, até nos centros urbanos a geração de energia eólica pode ser vantajosa.

Em linhas gerais, o sistema de um aerogerador é basicamente composto das pás, rotor e baterias. As pás são giradas pelo vento. O rotor converte a energia cinética das pás em energia mecânica, e esta é convertida em energia elétrica através de um gerador. A energia elétrica gerada é armazenada nas baterias para ser consumida. Neste caso o sistema é do tipo “off grid” (não conectados com a rede pública). Quando os aerogeradores são do tipo “grid tie” (conectados com a rede pública), as baterias servem apenas para armazenar energia a ser usada em apagões. E o medidor contabiliza a energia produzida e consumida no local.

Mas, atenção: a geração de energia eólica só funciona em locais de ventos fortes e constantes. Por isso, já existem dispositivos que revezam esta energia com a solar. Quando falta vento para movimentar as pás, o sol entra em ação para a produção não faltar. São os sistemas híbridos.

Se você quer aderir a esta novidade, a internet está cheia de ofertas de aerogeradores, de diversos modelos e preços. Existem até anúncios que mostram como fabricar um gerador caseiro para este fim. Caso você more num lugar onde os ventos sopram a favor da energia eólica, por que não sair do comum e beneficiar seu bolso e o planeta?

Foto: Thinkstock

Fonte: Universo Jatobá 



ÁGUA: 13 DICAS CONTRA O DESPERDÍCIO

13 de fevereiro de 2015 | Por admin

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No próximo dia 22 de março é Dia Mundial da Água, mas como o tema é urgentíssimo  o Universo Jatobá separou 13 dicas importantes para você consumir água com consciência e sem desperdício. Afinal, é fato que este recurso fundamental para a vida precisa ser preservado.

Ainda não sabe por onde começar?

Faça a sua parte e confira as dicas:

1 . Faça uso racional da água

2 . Banho de 5 minutos ajuda a economizar 170 litros de água

3 . Aprenda a identificar vazamentos de água na sua casa

4 . Dicas para economizar água ao lavar a louça

5 . Uso racional da água rende economia de R$ 600 por ano

6 . Projeto preza pelo uso racional da água

7 . Economize água no banheiro da sua casa

8 . Torneiras automáticas são mais econômicas

9 . Chuveiros sustentáveis

10 . Não desperdice água e energia ao lavar a roupa

11 . Aprenda a economizar água ao acionar a descarga

12 . Prefira usar água do filtro ou purificador

13 . Água: qual a opção com melhor custo benefício?

Gostou? Agora é só colocar em prática. Tem mais alguma sugestão que não foi citada aqui? Mande sua mensagem.

Fonte: Universo Jatobá 



TORNEIRAS AUTOMÁTICAS SÃO MAIS ECONÔMICAS

10 de fevereiro de 2015 | Por admin

Ujatoba_torneira

Você é um consumidor que se preocupa com a economia de água? Se não, devia. Não é por acaso que a ONU declarou que 2013 é o Ano Internacional da Cooperação pela Água. Ela é um dos recursos mais escassos do planeta. 11% das pessoas no mundo não têm água potável e 37% não têm rede de esgoto. Pense.

O consumidor consciente pode fazer a sua parte. Basta mudar pequenas atitudes como fechar a torneira na hora de ensaboar o cabelo durante o banho ou mesmo quando estiver escovando os dentes e lavando a louça.

Reaproveite também a água da lavagem de roupa para lavar a calçada, enfim, use a imaginação. O que não dá é pensar que essa escassez nunca vai chegar aqui.

Quer mais uma dica? Troque as torneiras de casa pelas automáticas. Elas são mais caras, sim, mas a economia de água chega a até 70%. Isso porque ela possui um mecanismo que controla o tempo de fluxo de água, que geralmente não passa de dez segundos.

Algumas delas funcionam pela pressão na própria torneira e outras, por detectores de presença. Para ver mais, clique aqui.

Agora, se ainda não cabe no orçamento, dá para instalar um restritor de vazão ou arejador nas torneiras e chuveiros.  Ambos diminuem a quantidade de água que sai pela torneira, pois aumenta a entrada de ar junto com a água, o que dá a impressão de estar utilizando mais água com um jato mais forte. Clique aqui e conheça.

Não “lave as mãos”!

Fonte: Universo Jatobá 



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