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Quais documentos devo guardar e por quanto tempo é necessário arquivá-los?

22 de setembro de 2011 | Por cemara

Para esta dúvida recorrente, existem duas respostas: uma é legal, e a outra, prática – algo que só se aprende com a vivência.

A legal: você deverá guardar os papéis enquanto a obrigação que eles provarem não estiver prescrita. Prescrição, em termos legais, significa a extinção da possibilidade de reclamar a violação de algum direito. Por exemplo: você tem um restaurante, alguém almoça e não paga. Você terá um ano para cobrar, e depois, se extinguirá esse direito.

Os prazos de prescrição estão descritos no código civil (artigo 206) e vale a pena realçar dois deles: para cobrar aluguéis, o prazo é de três anos; para cobrar rateios de condomínio, o prazo é de cinco anos (segundo recente decisão do Superior Tribunal de Justiça).

Esgotado o prazo, quando você já não precisar provar que pagou, poderá jogar fora os documentos.

Outros documentos

Vale a pena lembrar também dos documentos que não provam pagamento, mas provam o cumprimento de alguma determinação legal: diplomas (não é raro que pessoas formadas em universidades precisem apresentar o diploma da escola primária, imprescindível para a matrícula na universidade, por exemplo); certificado de reservista; formais de partilha (embora estes sejam registrados) etc. (mais…)



Vai comprar a casa própria? Veja dez dicas para não errar

21 de setembro de 2011 | Por cemara

O sonho da casa própria é o objetivo de milhares de brasileiros. Segundo dados da União Nacional por Moradia Popular, em junho, o deficit habitacional girava em torno de 8 milhões de unidades, o que mostra que ainda há muita gente batalhando pela primeira moradia.Entretanto, na hora de comprar a casa própria, não basta apenas juntar o dinheiro necessário para a empreitada. É preciso observar alguns outros quesitos e assim evitar que o sonho do “lar doce lar” se transforme em pesadelo.

Dessa forma, seguem abaixo dez dicas elaboradas pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para auxiliar na aquisição do imóvel residencial.

Finanças

1 – Quem começa a pensar na aquisição da casa própria deve começar a observar melhor as finanças. Isso porque, explica o sindicato, a compra da moradia é um dos passos mais importantes da vida, devendo ser dado com segurança. Assim, se pensou em comprar a casa própria, pense no quanto pretende e pode gastar com a empreitada;

2 – Faça suas contas. Vai pagar à vista ou precisará de financiamento? Se for necessário financiamento, pesquise os tipos disponíveis no mercado, por exemplo, será com o banco ou parcelado com a construtora durante o período de obras? Pretende utilizar recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)? Considere as opções pensando nos gastos da sua família hoje e no futuro;

3 – Programe-se. Ao pensar na compra do imóvel, leve em consideração que os valores pagos durante o período da construção do empreendimento podem ser diferentes das parcelas de financiamento do saldo devedor, sendo que este, até a entrega das chaves, é corrigido mensalmente pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) ou CUB (Custo Unitário Básico da Construção). Após a entrega das chaves, se a pessoa não quitar o valor devido e optar pelo financiamento, as taxas irão variar conforme a instituição; (mais…)



Imóveis: saiba como escolher a decoração sem comprometer o orçamento

19 de setembro de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – Na hora de decorar o imóvel, o consumidor deve estar atento a alguns detalhes além do preço, pois um item com um valor mais acessível, mas que não caiba no espaço ou não fique em harmonia com o restante da decoração, pode sair mais caro do que parecia ser.

De acordo com a consultora em saúde financeira e qualidade de vida, Suyen Miranda, “com planejamento e pesquisa, é possível fazer do lar um ambiente gostoso, confortável e que irá render elogios tanto dos moradores quanto das visitas”.

Planejamento

Para comprar qualquer produto para a decoração do ambiente, o consumidor deve planejar o que precisa comprar e pesquisar bem antes de adquirir os produtos. De acordo com a consultora, o primeiro passo é analisar criteriosamente o que se quer para o ambiente, seja um cômodo, seja toda a casa.

Segundo Suyen, o maior erro dos consumidores é comprar materiais ou peças decorativas simplesmente porque o preço está convidativo, sem levar em conta o objeto ou material no contexto maior que é a decoração e seu bem-estar. “Já vi pessoas que compraram móveis grandes demais para o ambiente porque o preço era irresistível. Imagine ter que cortar o móvel para fazê-lo caber no ambiente”, conta.

Para que isso não aconteça, ela aconselha que o consumidor faça uma lista de tudo o que vai ser feito com as medidas certas e proporções para assim não gastar desnecessariamente. (mais…)



Um bom atendimento, a gente nunca esquece!

16 de setembro de 2011 | Por cemara

Muito se fala e se escreve sobre mau atendimento aos clientes. É muito comum ouvirmos queixas e reclamações de estabelecimentos comerciais, onde as pessoas não escondem o nome da empresa e da pessoa que o atendeu com indiferença. Sabe-se que ninguém esquece quando é mau atendido em alguma empresa, e que esse cliente conta sua experiência para pelo menos mais 10 pessoas. O efeito multiplicador disso é fatal para o fracasso dos negócios.

Também é fato que a maioria dos clientes que não reclama, simplesmente não retorna mais pois prefere buscar outros locais do que gastar seu tempo com atitudes que não surtirão efeito para eles. A empresa simplesmente ignora o problema e o que se ouve é um sonoro: “Não podemos fazer nada!”, ou, “Isso não é comigo, é só com o dono!”. E o “dono” nunca está lá, ou quando está não resolve mesmo o problema para “não ficar no prejuízo”.

Mas existe um fator muito importante para o sucesso dos negócios. O bom atendimento o cliente também não esquece. Talvez não seja tão comentado quanto o mau atendimento. Mas a sensação que dá de bem-estar na pessoa que sai satisfeita da empresa é surpreendente. Nada melhor que um telefone que é atendido imediatamente, com alguém do outro lado da linha que, ao falar com o cliente, deixa passar um sorriso de satisfação. Ou mesmo alguém que sempre se preocupa em dar o melhor de si para o cliente, não se preocupando se ele vai levar ou não o produto, se tem ou não dinheiro naquela hora, se está indeciso, ou se está apenas olhando. Conheço muitas empresas assim. E não precisei sair da cidade para ver cenas de bom atendimento. Essas empresas garantem, sem gastar muito, uma fidelidade do cliente porque vão muito além dos produtos que vendem. Prestam serviços às pessoas que as procuram. E quando isso ocorre, faço questão de informar minha satisfação aos funcionários e ao proprietário.

O que ocorre nos dias atuais é que os produtos e os preços ficaram todos iguais. Vejamos alguns exemplos: – Em um posto de gasolina, podemos encontrar diversos produtos nas lojas de conveniência (desde alimentos à produtos de higiene, limpeza, etc.), e se você quiser, pode aproveitar e abastecer o seu carro. – Nas farmácias, não encontramos apenas remédios, mas também, produtos de beleza, alimentos, roupas, etc. – As lojas de R$ 1,99 ocuparam o mercado, vendendo produtos que podemos encontrar em qualquer outro lugar, com o diferencial de um preço menor. Então o que muda? Simplesmente a Era de Serviços em que estamos vivendo. Porque produto e preço temos em qualquer lugar! Phillip Kotler, o papa do Marketing, em entrevista recente à revista Exame, comentou que a fidelidade do cliente pelo produto acabou. Hoje a empresa somente garantirá alguma fidelidade do seu cliente através do serviço que irá prestar-lhe. As pessoas buscam soluções para os seus problemas, rapidez e comprometimento, pois estão cada vez mais sem tempo. E o que conta é o que a empresa poderá fazer por elas!

Pense nisso: Como é que você quer ser lembrado pelo seus clientes? Pelo seu bom ou pelo seu mau atendimento?

Por Maria do Rosario Martins da Silva

Fonte: Administradores – O portal da administração



Kelma Camargo, mercado imobiliário de Campinas, sem limites para crescer

14 de setembro de 2011 | Por cemara

Maior cidade do interior brasileiro, situada a menos de 100 quilômetros da capital paulista, Campinas é o centro de uma região metropolitana de infraestrutura diferenciada, composta por parques industriais, comerciais, tecnológicos, grandes pólos universitários e, dentre outros fatores, por uma malha de transporte primordial para o seu sucesso econômico e, como não dizer, imobiliário. Ali, o setor está aquecido e com grande demanda em todos os seus segmentos. Abaixo, breve entrevista com a diretora geral do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) em Campinas, Kelma Camargo.

1) A que atribui o sucesso do mercado imobiliário de Campinas, num momento em que o setor vivencia certa estabilidade na Capital, por exemplo?

A partir da década de 1950, Campinas passou a crescer e tornar-se sede de muitas empresas. Esse fenômeno, sem dúvida, desencadeou o progresso em todos os setores produtivos da região, inclusive o imobiliário.  Agora, não só na cidade, mas em toda a grande Região Metropolitana de Campinas (RMC), o segmento mostra seu vigor. Os condomínios, que atendem a praticamente todas as fatias de mercado, afloram nos arredores de Campinas e também em municípios como Americana, Paulínia, Piracicaba, Indaiatuba, Hortolândia, Sumaré e tantos outros que já engrossam a onda desse notável desenvolvimento. Outro fator importante para o nosso mercado é que moradores da própria RMC investem cada vez mais em imóveis locais. Eles percebem o potencial dessas localidades e apostam em áreas próximas de onde moram, embora estimativas revelam que cerca de 70% dos residentes não são da cidade. Essa migração começa nos polos universitários, onde quase 60% não são de Campinas e 70% desses que são de fora acabam ficando na cidade depois de concluírem os estudos.

2) Todo esse crescimento está favorecendo a valorização dos imóveis na região?

Sem dúvida, haja vista que o mercado imobiliário de Campinas, sozinho, movimenta cerca de R$ 2 milhões/ano. E as demais cidades da RMC movimentam praticamente o mesmo valor nesse período.  Em Campinas os imóveis passaram por uma grande valorização nos últimos três anos, praticamente dobraram de valor. Além disso, um estudo encomendado pelo Secovi-SP sobre o mercado local mostrou que nesse mesmo período Campinas viu nascer cerca de 20 mil novos apartamentos.  O mercado de usados, por sua vez, também está aquecido e a liquidez está aumentando.  Em relação à locação, o município de Campinas passou por um momento de muita procura no final de 2010 e início de 2011 por conta dos estudantes e das universidades. Então, a demanda favorece a subida dos preços do aluguel, mas tudo está em equilíbrio. Os imóveis das demais cidades da RMC também tiveram grande valorização, proporcionalmente a Campinas. Com esse crescimento, os municípios começam a formatar uma espécie da mancha urbana, semelhante ao que aconteceu no ABC Paulista e na região metropolitana da Capital, por exemplo.

3) A região de Campinas é famosa por seus condomínios horizontais.  Como vislumbra este mercado nos próximos anos? (mais…)



Caixa aumenta renda máxima para a compra da casa própria

13 de setembro de 2011 | Por cemara

A Caixa Econômica Federal aumentou a faixa de renda familiar máxima para compra de imóveis usados e novos, incluindo aqueles que participam do Minha Casa, Minha Vida, e para aquisição de terrenos e material de construção, pelo sistema de carta de crédito, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que cobra juros de até 8,16% ao ano mais TR (taxa referencial).

A renda máxima, que antes era de R$ 3.900, passa a ser de R$ 5.400. Para os participantes do Minha Casa, Minha Vida, a renda foi ampliada para R$ 5 mil.

O aumento é válido dentro dos municípios integrantes da região metropolitana ou equivalente dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além dos municípios-sede de capitais estaduais, ou municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes.

Valor do imóvel

A Caixa também aumentou o valor máximo dos imóveis novos ou usados e terrenos que podem ser financiados pela Carta de Crédito FGTS. Os consumidores passam a poder adquirir imóveis ou terrenos avaliados em até R$ 170 mil no Distrito Federal ou em municípios integrantes das regiões metropolitanas ou equivalentes dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Para os municípios com população igual ou superiores a 1 milhão de habitantes ou em municípios-sede de capitais estaduais, o valor máximo dos imóveis passa para R$ 150 mil.

Também houve mudança no valor máximo dos imóveis dos municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes ou em municípios integrantes de regiões metropolitanas ou equivalentes, inclusive dos integrantes da Ride/DF (Região Integrada do Distrito Federal e Entorno), que agora é de R$ 130 mil.

Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor máximo dos imóveis passa a ser de R$ 100 mil. (Infomoney)

Fonte: Gestor Imobiliário



Registrar atas e convenções traz mais segurança aos condôminos

11 de setembro de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – Viver em grupo não é tarefa fácil, principalmente quando esse grupo divide o mesmo espaço de residência. Cano que estoura, filho guitarrista, sujeira de animais, carro estacionado em vaga errada, lixo fora do cesto e prego martelado com o sol raiando são algumas das situações que podem gerar problemas  entre os moradores de um mesmo condomínio.

Para tentar sanar esses e outros problemas, são definidos os direitos  e as obrigações de cada residente do edifício, bem como o que pode ou não fazer dentro do condomínio. Essas regras integram a chamada convenção de condomínio, um documento previsto pela Lei Federal 10.406/02 do Código Civil.

“É obrigatório que a convenção seja registrada no cartório de registro de imóveis para que ela se torne de conhecimento público”, afirma do vice-presidente da Anoreg-PR (Associação dos Notários e Registradores do Paraná), Italo Conti Junior.

Ele ainda destaca a importância de que haja consenso entre os moradores sobre o conteúdo do documento, para que sejam reduzidos os conflitos. Por isso, o texto deve ser aprovado em assembleia geral, com votos de pelo menos dois terços dos moradores.

Regras permites uma resolução pela conversa

De acordo com o vice-presidente da área de condomínio do Secovi-PR (Sindicato de Habitação e Condomínios do Paraná), Dirceu Jarenko, a convenção de condomínio, aliada ao regimento interno, ajuda a reduzir os conflitos entre os moradores. “Com esses regulamentos, cada condômino tem ciência de quais são os direitos e responsabilidades que lhe cabe”, reitera. (mais…)



Conheça os 10 mandamentos do investidor de sucesso

10 de setembro de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – Investir o dinheiro pode parecer uma tarefa relativamente simples. Para muitos, basta escolher o produto em que se vai aplicar, ter dinheiro disponível e esperar pelos rendimentos no final da aplicação.

Entretanto, para realmente se obter sucesso com os investimentos, é importante seguir alguns conceitos básicos, que vão desde ter disciplina, até a criação de estratégias ven-cedoras, passando pela definição dos objetivos e pela educação financeira.

Pensando nisso, o especialista da MoneyFit, André Massaro, listou os dez mandamentos de um investidor de sucesso. Veja como você pode se tornar um:

1º mandamento – Ter dinheiro sobrando:

Segundo Massaro, é surpreendente a quantidade de pessoas que mantém dinheiro inves-tido em alguma aplicação financeira, mesmo enquanto estão devendo no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito.

“Esse fenômeno é conhecido como ‘contabilidade mental’ e é resultado de uma distorção de percepção em relação ao dinheiro. Quem quer ser um investidor de sucesso precisa primeiro se livrar das dívidas e ‘arrumar a casa’, e só depois pensar em investir”, afirma.

2º mandamento – Investir primeiro em educação financeira: (mais…)



Governo publica novas regras para uso do FGTS na compra de imóvel popular

7 de setembro de 2011 | Por cemara

Por: Fernanda de Moraes Bonadia

SÃO PAULO – Foram publicadas nesta terça-feira (6), no Diário Oficial da União, as novas diretrizes para a utilização de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em financiamentos de imóveis da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida.

De acordo com a resolução, publicada pelos Ministérios das Cidades, Fazenda e Planejamento, Orçamento e Gestão, o FGTS poderá ser utilizado para aquisição de imóveis por famílias com renda mensal bruta de até R$ 3.100.

A operação de crédito com recurso do fundo poderá ser cumulativa com subsídios concedidos no âmbito de programas habitacionais dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios, observadas as normas que regem os programas de aplicação do FGTS, referentes à área orçamentária de Habitação Popular.

Valor

A subvenção econômica fica limitada a 17,5% dos valores totais dos descontos habitacionais concedidos com recursos do FGTS, definidos em regulamentação específica, e será concedida com o objetivo de:

  • Facilitar a aquisição, produção e requalificação de imóvel residencial;
  • Complementar o valor necessário a assegurar o equilíbrio econômico-financeiro das operações de financiamento realizadas pelas entidades integrantes do SFH (Sistema Financeiro da Habitação). (mais…)


Custo da construção civil fica quase estável em agosto, aponta SindusCon-SP

5 de setembro de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – Os preços da construção civil paulista ficaram praticamente estáveis em agosto, com aumento de apenas 0,06%, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. No mês passado, ele foi de R$ 952,43 por metro quadrado.

Em agosto, o custo das construtoras com mão de obra, na comparação com julho, não subiu. Por outro lado, o de materiais de construção aumentou 0,06%.

De janeiro a agosto deste ano, o CUB acumula alta de 5,56%. Considerando os últimos 12 meses terminados em agosto, os custos registraram aumento de 5,13%.

Alta dos preços
Dos 41 itens de materiais de construção analisados, no oitavo mês do ano, apenas três registraram inflação maior que a do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que apresentou acréscimo de 0,44%.

A maior alta, de 1,15%, foi verificada na placa de gesso para forro sem colocação. Esquadrias de correr quatro folhas de alumínio e bloco de concreto 19x19x39cm também tiveram acréscimo, de 0,71% e 0,53%, respectivamente.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2201536-custo+construcao+civil+fica+quase+estavel+agosto+aponta+sinduscon



Minha Casa, Minha Vida pode priorizar famílias em área de risco

4 de setembro de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – Foi aprovado na quarta-feira (31) pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado o projeto de lei do senador Lindbegh Farias (PT-RJ) que determina que ações do programa Minha Casa, Minha Vida possam ser direcionadas integralmente pelos municípios para atender às famílias residentes em áreas de risco ou insalubres ou para famílias que tenham sido desabrigadas.

De acordo com a Agência Senado, Lindbergh observou que o texto hoje em vigor já estabelece prioridades às famílias desabrigadas ou moradores de área de risco, no entanto, a regulamentação do Ministério das Cidades limitou essas prioridade a 50% dos beneficiários, escolhidos por sorteio entre os que preencherem determinados critérios.

O projeto apresentado dá direito ao prefeito de assegurar 100% de remoção das áreas de risco. São consideradas áreas de risco, de acordo com a portaria do Ministério das Cidades, locais que apresentem risco geológico ou de insalubridade, como erosão, solapamento, queda e rolamento de blocos de rocha, eventos de inundação, taludes, barrancos, encostas sujeitas a desmoronamento, lixões, áreas contaminadas ou poluídas, bem como outras assim definidas pela Defesa Civil.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisado pela comissão de Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo.

 

Fonte: http://www.infomoney.com.br



Ser um mau vizinho pode pesar no bolso

2 de setembro de 2011 | Por cemara

Multas aplicadas a moradores que não seguem regras de boa convivência podem chegar a dez vezes o valor do condomínio

Uso irregular da garagem, ruídos que ultrapassam o horário de silêncio, crianças que fazem do corredor uma extensão do playground, obras, brigas constantes entre casais, cachorros que latem o dia inteiro. Essas são apenas algumas das situações que geram conflitos diários em condomínios e que são cada vez mais freqüentes com o aumento do número de pessoas vivendo em apartamentos pela primeira vez. Mas, ser um mau vizinho pode trazer outros aborrecimentos além de registros de queixas no livro do condomínio.

Advogado especializado em direito imobiliário, Frederico Damato observa o aumento não só da quantidade de multas aplicadas, mas também de processos judiciais motivados por conflitos entre condôminos. “Muitos moradores não dão atenção à convenção do condomínio e isso gera muitos problemas. Toda pessoa, ao se mudar para um apartamento, deveria conhecer as leis e regras estabelecidas para organizar a convivência harmônica entre os condôminos”, diz.

De acordo com Damato, o comportamento antissocial pode levar o morador a ser multado em até 10 vezes o valor do condomínio. “Em casos extremos, quando há prejuízos para o condomínio, pode haver ainda um processo de indenização por perdas e danos e até mesmo a expulsão do prédio”, afirma o advogado. (mais…)



Arrumar a Sala

29 de agosto de 2011 | Por cemara

A sala de uma casa pode servir apenas como sala de estar ou de jantar ou, então, ter as duas funcionalidades. Se considerarmos esta última hipótese, certamente encontraremos livros, revistas, jornais, cd’s, dvd’s, etc., espalhados (não necessariamente desarrumados!) pela divisão e poderá haver um armário onde, geralmente, se guarda o serviço de louça para usar em ocasiões especiais.

Embora possam parecer uma solução aparentemente óbvia, as prateleiras devem ser usadas com contenção, pois podem confundir-se, elas próprias, com alguma espécie de desordem, se usadas em exagero.

Prefira os armários ou as estantes fechadas para guardar a “tralha” que, geralmente, se espalha pela sala ou aqueles objectos menos bonitos ou que quase nunca usa.

Os livros, esses sim, devem ser sempre colocados em prateleiras e distribuídos uniformemente. Mesmo neste caso, tente não sobrecarregar demasiado o espaço com uma imensidão de prateleiras. (mais…)



SP: financiamento imobiliário supera compras de imóveis à vista em todo o estado

28 de agosto de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – O financiamento imobiliário superou as compras à vista de imóveis usados em todas as regiões do estado de São Paulo analisadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em maio.

De acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira (19), na região que compreende o ABCD, Guarulhos e Osasco, a maioria (65,63%) das vendas de imóveis usados registradas no mês de junho deste ano foi feita por meio de financiamento, enquanto os pagamentos à vista chegaram a 31,88%.

No interior, os imóveis financiados também representaram mais da metade (52,65%) do total vendido, enquanto os pagamentos à vista corresponderam a 42,38%.

Já na capital paulista, 55,48% dos imóveis vendidos em junho utilizaram o financiamento como forma de pagamento, enquanto 42,58% das vendas foram à vista.

No litoral do estado, também predominaram as compras por financiamento, que representaram 54,77% do total de imóveis usados comercializados nessa região. Outros 38,69% foram comprados à vista. (mais…)



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