Mostrando posts da categoria: Notícias sobre Loteamentos


Loteamento: uma alternativa para organizar as cidades

16 de fevereiro de 2018 | Por cemara

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O desenvolvimento de loteamentos pode proporcionar uma série de benefícios para um bairro.  Na prática, empresas que atuam no desenvolvimento destes empreendimentos, como é o caso da Cemara, compram grandes terrenos que são divididos em lotes e depois vendidos para pessoas físicas ou empresas construírem suas casas ou empresas.

Mas antes dos compradores dos lotes iniciarem as obras no espaço, preparamos itens de infraestrutura, como água tratada, rede de energia elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, rede coletora de esgoto, iluminação pública, asfalto, guias, sarjetas e arborização de vias. Na prática, desenvolvemos bairros.

As benfeitorias, entretanto, não são limitadas aos moradores do empreendimento.  Todos que residem nas redondezas são positivamente afetados, de alguma forma. A urbanização torna a região mais segura para a população local, até pela iluminação e a própria organização do espaço.

Além disso, com a chegada de novos moradores, a economia é estimulada. Em um de nossos empreendimentos localizado em Piracicaba, por exemplo, a estimativa é que 650 novas famílias passem a ocupar a região. É mais gente consumindo e mais oportunidades para comerciantes e empreendedores locais.

Outros aspectos relevantes são as praças urbanizadas e os espaços de integração que compõem a maior parte dos loteamentos, principalmente os abertos –  aqueles que podem ser acessados livremente por todas as pessoas.  Muitas regiões, inclusive, carecem de áreas de lazer, e os moradores enxergam na chegada de loteamentos uma oportunidade para fazer atividades físicas e ter um espaço, perto de casa, para curtir com a família.

Por fim, mesmo que o nosso foco seja o comprador em busca de um terreno para construção da casa própria, sabemos do nosso importante papel no desenvolvimento das cidades e na melhoria da qualidade de vida das pessoas, diretrizes que passaram a fazer parte da essência de nossa empresa.

Fonte: Jornal Gazeta de Rio Preto



Com mercado imobiliário se reaquecendo, loteamento é alternativa para realizar sonho da casa própria

5 de janeiro de 2018 | Por cemara

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Pesquisa realizada pelo Secovi aponta crescimento de 73% nas unidades vendidas em agosto

Alguns indicadores econômicos apontam um cenário mais positivo para a economia do País. Enquanto os últimos dois anos foram embalados por recessões, a expectativa é que o PIB (Produto Interno Bruto) cresça 0,72%, em 2017. E um dos setores que vem sendo impactado por este período mais animador é o imobiliário. Pesquisa realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), mostra que em agosto foram comercializadas 1.865 unidades residenciais novas. O resultado representa crescimento de 73%, em relação as 1.078 unidades vendidas no mesmo mês de 2016.

Crescimento

A Cemara Loteamentos tem sentido esse crescimento e registrou um avanço expressivo na quantidade de lotes vendidos. Em 2016, a empresa vendeu menos unidades do que havia planejado, já em 2017, até o mês de setembro, as unidades vendidas superaram as expectativas. “O brasileiro está mais otimista em relação ao emprego e à renda, fatores que o motivam a pensar novamente no sonho da casa própria”, explicou Marcos Dei Santi, vice-presidente da empresa.

Em um dos empreendimentos lançados em março, o Parque Bella Ville, localizado em Hortolândia, a 110 quilômetros da cidade de São Paulo, a empresa notou a primeira grande mudança no ritmo de consumo. A meta era vender 45% dos terrenos no dia do lançamento e o restante em até 8 meses. Porém, os resultados foram ainda melhores. Em três dias, foram comercializados 85% dos lotes.

“Além do momento econômico mais promissor, o loteamento é uma excelente opção para quem tem pouco dinheiro disponível. O consumidor pode financiar diretamente com a loteadora, sem a intermediação de uma instituição financeira. Outra vantagem é a possibilidade de construir de acordo com as preferências e não ter a preocupação de desembolsar uma quantia em dinheiro de uma só vez para fazer as obras”, concluiu Dei Santi.

Por que o brasileiro gosta de comprar imóveis?

Com anos de recessão e um crescimento lento da economia, o investidor brasileiro sempre busca a segurança para não perder. Um dos investimentos mais garantidos, e preferência nacional, é investir em imóveis. Nesse caso, a compra de lotes é uma boa opção (veja mais sobre o assunto nas páginas 08 e 09). Esse é o tema do artigo de Adriano Gomes, sócio-diretor da Méthode Consultoria e professor de finanças da ESPM, especial para o Cemara Informa: “Todo investimento, quer financeiro ou em ativos reais, tem um tripé formado por segurança, liquidez e rentabilidade. A sequência não precisa ser rigorosamente nesta ordem, mas a coloquei de forma proposital e, a rigor, não há uma sequência correta. Também é certo que nenhum investimento consegue carregar os 3 elementos no seu ponto máximo. Portanto, é comum que um determinado investimento ofereça alta rentabilidade e baixa segurança ou excelente liquidez com baixa rentabilidade. O histórico de crises no Brasil é recorrente. Há um recall na mente de cada um de nós que, talvez, já tenha sido desenvolvida uma certa característica no investidor nacional: a busca contínua por segurança. Em outras palavras, o investidor admite abrir mão de rentabilidade, mas possuir o bem como garantia e não o perder. Ou como normalmente se escuta em reuniões com investidores: quero um bem de raiz, o imóvel está lá, ninguém poderá tirar de mim. Segurança Creio que uma boa parte da explicação do porquê o brasileiro, e de forma geral os povos latinos, preferem imóveis a outros tipos de investimentos. A segurança fala mais alto em suas mentes e consegue proporcionar o conforto desejado. Já escutei, de forma errônea, alguns colegas consultores afirmarem que os investidores brasileiros não sabem fazer contas. Bem, tal frase beira ao ridículo, posto que, invariavelmente, tais investidores têm uma renda superior àqueles que supostamente estão orientando ou que “sabem fazer contas”. A orientação é sempre útil, necessária e bem-vinda e se bem conduzida colabora e contribui para que o investidor mude de posição, altere investimentos e administre um portfólio que “também” inclua imóveis. Por que não? Qual a razão objetiva de desconsiderar a segurança como um elemento indispensável e fundamental na carteira de investimentos? Entendo perfeitamente as razões e as respeito. Considerando o investimento em imóveis como absolutamente normal, como outro qualquer, o investidor qualificado ou potencial deve levar em conta algumas características deste tipo de aplicação, a saber:

1 Planejamento societário e tributário:

Este deveria ser o “passo zero”, ou seja, uma vez decidido que imóveis serão parte do portfólio, pelas suas características, faz-se necessário um plano societário a fim de proteger de forma legal este ativo em futuros e bem prováveis de problemas de sucessão, bem como, buscar todos os benefícios legais para rentabilizar os lucros advindos da operação. Um alerta: muito cuidado com promessas miraculosas e espetaculares de alguns “especialistas” no tema;

2 Custo de vacância, transação e manutenção

O imóvel é um investimento que pressupõe permanecer um determinado período de tempo (indeterminado) sem que ofereça rendimento. Este é o chamado custo de vacância, quando o proprietário do bem não recebe aluguel da operação. Quer esteja alugado ou não, o contrato rezará as condições, pode ocorrer custos ligados à manutenção do prédio. Por último, em caso de compra e venda ou mesmo para confeccionar contratos de locação, administração ou no limite de ações de despejo, surgem os custos de transação;

3 Correção de valores

A lei 12.112/09 deixou a relação entre locador e locatário mais flexível e proporcionou mais segurança jurídica aos contratos firmados. Dentre os pontos, destaco a correção de valores por índice de comum acordo entre as partes. Neste ponto, vale a boa e saudável negociação entre as partes e a irrevogável Lei da oferta e procura;

4 Dedicação é a chave do sucesso

Sim, para variar, novamente mais uma obviedade sempre esquecida. Ao invés de comprar um imóvel pronto e buscar uma administradora para realizar a outra ponta do processo, investidores de sucesso nesta área têm um traço em comum: não deixam parte do lucro com as construtoras e incorporadoras e administram a compra, venda e locação;

5 Financiamento

Uma característica fundamental dos imó- veis é que eles também estão no topo dos desejos das famílias. Por se tratar de um bem de alto valor agregado, normalmente são adquiridos via financiamento imobiliário. Mas, por que não financiar diretamente? Da mesma forma que o item acima tratou da dedicação, este chama a atenção em não deixar uma parte significativa de ganhos para instituições financeiras;

6 Associar-se a outros potenciais investidores

Com um bom desenho jurídico, o que poderia ser uma proposta tímida, pode se transformar num empreendimento mais parrudo e rentável;

7 Gestão profissional

Deve ser o mantra pronunciado toda manhã. Processos definidos, responsabilidade e autoridade às pessoas, cronograma, indicadores, orçamento. Enfim, as ferramentas são conhecidas. Resta colocar em prática.



Lar doce lar: Com loteamentos planejados, Cemara leva conceito de mobilidade e bem-estar aos bairros

14 de junho de 2017 | Por cemara

A Razão de Ser da Cemara, que desenvolve loteamentos há mais de 35 anos, no interior de São Paulo, é aplicada, em detalhes, em cada um de seus loteamentos. Seus projetos estão apoiados no propósito de melhorar a mobilidade dos moradores adequando os espaços ao perfil e interesse de cada um, sempre levando em conta a qualidade de vida e o bem-estar.
Os estudos de urbanismo agregam valor a um empreendimento que será, para muita gente, a moradia de uma vida inteira. Portanto, tudo deve ser minimamente calculado. E basta planejamento e organização para alcançar o propósito de viver bem – sejam por 10, 20 ou 30 anos.
É por isso que a Cemara estuda a localização de cada loteamento, além do seu entorno, para que a mobilidade não seja útil somente hoje, mas no futuro. É preciso olhar para a frente e identificar as possíveis transformações dos bairros ao longo do tempo, para que os projetos estejam preparados para a modernidade. Será que em 20 anos vamos continuar usando os automóveis como principal meio de locomoção? O que faremos em nossos momentos de lazer, por exemplo?
De olho nestas transformações urbanísticas, cada item de um bairro é analisado com base nos raios de distância entre os pontos principais: como escolas, hospitais e áreas de lazer, por exemplo. A equipe da Cemara pesquisa e mapeia o cotidiano da vida das pessoas que vivem em regiões no entorno e planeja os usos dos lotes, conforme esse mapeamento.
Os primeiros loteamentos, o Pau Brasil e o Jardim dos Ipês Amarelos, ambos em Americana, e o Parque Bella Ville, em Hortolândia, consolidaram essa metodologia. O conceito da curta distância está sendo levado para todos os empreendimentos – sejam abertos, com livre acesso a população, ou fechados, com portaria.
O que também virou padrão é o desenvolvimento de praças urbanizadas e de espaços para integração entre os moradores e a população vizinha. Em um de seus loteamentos, por exemplo, foi criado um espaço para estimular os sentidos por meio de cheiros, sabores, sons, imagens e texturas.
O resultado do planejamento urbano levando em conta o bairro como um todo, e o perfil dos lotes aliado às características de0 cada morador, com qualidade de vida e bem-estar a todos, valorizam o espaço. Dentro de um único loteamento, é possível encontrar vários tipos de terrenos, com diferenciais e preços distintos, de acordo com a necessidade das pessoas.
Não é à toa que os projetos da Cemara estão ligados à Razão de Ser da empresa – ocupação ordenada, com a urbanização das áreas de forma planejada e sustentável, para o convívio e o bem-estar social. Para entender melhor essa metodologia, aplicada pela Cemara nos últimos 5 anos, reunimos os principais fundamentos que envolvem os loteamentos da empresa. Saiba quais são:

1. Mobilidade urbana
Além da proximidade de espaços públicos, as vagas de estacionamento estão próximas às áreas de lazer e áreas verdes, garantindo maior número de vagas públicas por lote. Para os ciclistas, os loteamentos oferecem bicicletários e vias com declividade confortável para o seu uso. Para os pedestres, calçadas largas e arborizadas, sinalização com faixas para travessia e rampas para acessibilidade.
2. Educação
A distância até os centros de ensino é uma das preocupações da empresa. No Piazza Itália, por exemplo, empreendimento localizado em Piracicaba, há mais 30 escolas em um raio de 2 km, entre unidades das redes municipal, estadual e privada.
3. Comércio
Além das escolas, é providencial que a região onde o empreendimento esteja localizado seja próxima aos supermercados, farmácias e outros tipos de estabelecimentos. Desta forma, a loteadora também incentiva a economia local e a geração de novos empregos com empreendimentos mistos, ou seja, com a presença de lotes comerciais e residenciais em um mesmo espaço.
4. Saúde
Os empreendimentos estão localizados em regiões com fácil acesso aos hospitais, pronto-socorro e outros serviços de saúde, seja por meio do uso de transporte público ou privado.
5. Cultura e lazer
Os estudos de urbanização também contemplam a análise dos espaços e áreas de cultura e lazer disponíveis ou planejados na cidade. Dentro de cada loteamento, a Cemara também desenvolve praças urbanizadas e espaços de integração, que incentivam a cultura e lazer local.
Recentemente a empresa entregou sua primeira praça urbanizada em um loteamento aberto. Foi em Americana, no Jardim Esplanada, que já está sendo usada diariamente para o lazer e o bem-estar. No espaço, famílias inteiras estão se exercitando, com crianças e animais de estimação. O senso de vizinhança do bairro está em pleno vapor. Além disso, os empreendimentos são mapeados próximos a shoppings, museus, restaurantes, parques, sempre visando o aumento da qualidade de vida dos moradores.
6. Especificações técnicas
Todo o trabalho técnico de infraestrutura de um loteamento pode passar despercebido aos olhos do comprador, que em geral só enxerga só a infraestrutura física, como o asfalto e as áreas verdes. Mas o planejamento e a execução dessa infraestrutura passam por diversos fatores, como estudos de solo, topografia, condições climáticas, ventos predominantes, insolação, zoneamento, uso e ocupação de solo, além do saneamento básico. O olhar atento a esses detalhes fazem toda diferença na vida do futuro morador, até para que ele saiba o que está comprando e o que pode, legalmente, ser construído no terreno.
7. Sustentabilidade
As práticas sustentáveis vão além de atender às normas e legislações. A empresa investe na recuperação ambiental, recomposição de vegetação desmatada, manejo de áreas preservadas e na arborização de vias, como melhoria no clima local, umidade e ventilação. O uso de matéria-prima reciclada na construção civil também é regularmente aplicado. Em virtude dessas ações ambientais, a empresa foi recompensada duas vezes consecutivas, em 2015 e 2016, com o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde.



Busca por loteamentos cresce no interior

27 de janeiro de 2017 | Por cemara

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Apesar da dificuldade da população em obter liberações de crédito por meio dos bancos, o interior do estado de São Paulo tem encontrado uma alternativa interessante para que o setor imobiliário regional não deixe de crescer. Nos loteamentos, cidades como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Leme se depararam com uma forma de manter vivo o sonho da casa própria, mesmo em tempos de crise.

BUSCA POR LOTEAMENTOS CRESCE NO INTERIOR

Segundo dados do Graprohab, órgão ligado ao governo do estado, São José do Rio Preto lidera esse movimento como a cidade com o maior número de loteamentos aprovados de São Paulo – só em 2015 o montante de lotes foi de 5.472. Em segundo lugar está Franca, com 4.208 lotes e, na sequência, Leme, com 3.841.

A instituição também divulgou quais são as cidades com o maior número de lotes protocolados no estado, ou seja, empreendimentos que seguiram para aprovação, mas ainda estão em avaliação. As dez primeiras colocadas do ranking são na maioria cidades do interior, que sozinhas somam 41.108 lotes, representando 22% do total no ano. As cidades do ranking são Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Leme, Itápolis, Tupã, Franca, Mogi Mirim, Bady Bassitt, Votuporanga e Cotia.

O crescimento se deve ao fato do consumidor enfrentar barreiras para conseguir financiamentos junto às instituições financeiras, além das altas taxas de juros. “Portanto, a compra de um terreno é a saída encontrada por muitos consumidores que podem adquirir, muitas vezes, o parcelamento diretamente com a empresa loteadora, sem intermédio de bancos”, comenta Cesar Dei Santi, diretor da Cemara Loteamentos, com sede em Americana/SP.

O que também atrai brasileiros para a compra de terrenos é a possibilidade de diluir os gastos envolvendo a compra do imóvel. “Detectamos que a possibilidade de construir de acordo com as preferências; não ter a preocupação de desembolsar uma quantia em dinheiro de uma só vez e barganhar preços na compra dos materiais são grandes motivadores para quem busca um lote”, explica o executivo.

Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), existe um grande mercado em potencial no País, com espaço para expansão de aproximadamente 1,4 milhão de novos domicílios por ano até 2025. Além disso, de acordo com o Secovi (Sindicato da Habitação), há uma percepção de retomada gradativa da confiança dos consumidores, que devem voltar a consumir diante das melhoras no cenário econômico, como o maior controle da inflação.

Na visão de especialistas do segmento, a desaceleração do mercado imobiliário faz parte de um comportamento conjuntural do setor, e não estrutural, gerado em consequência da crise econômica. “Os números mostram como o segmento de imóveis está apto à expansão, indicando como ainda há uma fatia significante da população em busca da casa própria”, concluiu Dei Santi.

 



Americana ganha loteamento industrial fechado

| Por admin

Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho receberá investimento de 80 milhões; loteamento fica às margens da Anhanguera e pode gerar até seis mil empregos diretos

Americana, 02 de maio de 2013 – A Cemara Loteamentos anuncia a expansão de seus negócios ao apresentar seu primeiro loteamento industrial, o Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho em Americana, interior paulista. Com acesso pela Avenida Nicolau João Abdalla (portaria principal) – quilômetro 128 da Rodovia Anhanguera (SP-330) -, o loteamento será totalmente fechado e vai ocupar uma área de 812 mil metros quadrados, divididos em 439 lotes com metragem mínima de 750 metros por terreno.

Com investimento em torno de 80 milhões, o loteamento é destinado a indústrias de pequeno e médio portes e deve gerar aproximadamente seis mil empregos diretos com a instalação das empresas no local. Além disso, fica próximo aos bairros mais populosos de Americana, favorecendo assim a mão de obra local.

A localização do loteamento, próximo às principais rodovias do país, permite rápido escoamento de cargas. Sua estrutura contempla portaria principal e secundária, com controle de acesso e vidros blindados, central de resíduos, salão multiuso para lazer e serviços, restaurante, balança, ambulatório e salas para atendimento e reuniões, além da previsão de instalação de um heliponto e de projeto específico de instalação de para-raios. “Internamente, o planejamento urbano conta com avenidas largas e ruas amplas visando a suprir adequadamente o trânsito de veículos de grande porte das empresas instaladas no local”, conta o diretor da loteadora, Cesar Dei Santi.

Devidamente licenciado pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o loteamento terá 154 mil metros quadrados de área verde preservada e enriquecida. Anexo ao loteamento, haverá 180 mil metros quadrados de APP (Área de Preservação Ambiental), totalizando 334 mil metros quadrados de área verde, o que corresponde, aproximadamente, a três Parques Ecológicos de Americana. “Além disso, a loteadora está buscando junto aos órgãos competentes a aprovação do projeto de implantação de uma Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETE) no loteamento”, explica outro diretor da Cemara, Marcos Dei Santi.

O projeto paisagístico do loteamento é baseado na valorização e preservação da flora e fauna locais, integrando a área urbanizada à área de preservação ambiental. “Esta completa estrutura de serviços proporcionará mais segurança ao cotidiano das empresas, contribuindo para o desenvolvimento do negócio como um todo, além de oferecer mais qualidade de vida aos proprietários, funcionários, clientes e visitantes”, explica a arquiteta e urbanista da Cemara, Raquel Dei Santi.

Perspectiva aérea da implantação. Crédito: Divulgação

Perspectiva Ilustrada da Portaria. Crédito: Divulgação

 



Flavio Amary e os números do Interior

16 de abril de 2013 | Por admin

O vice-presidente da AELO e vice-presidente do Interior do Secovi-SP, Flavio Amary, que está em Cabo Verde, na África, para participar, amanhã, dia 12, de mais uma reunião da Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa (CIMLOP), participou da organização da palestra “O Mercado Imobiliário do Interior”, que focalizou no dia 2 de abril, no Secovi-SP, não só as várias regiões do Interior paulista como também a Baixada Santista e o Grande ABC. O evento foi coordenado pelo vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP, Flavio Prando, tornando-se uma oportunidade de networking para os participantes.

O presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, abriu o encontro, falando sobre a força dessas regiões. Ele ressaltou que o Interior representa hoje 64% do PIB do Estado e 21% do PIB nacional. Esse crescimento em ritmo acelerado impulsiona, também, a demanda habitacional. “O número de arranjos familiares está crescendo em velocidade superior ao número de habitantes. Com isso, cresce também a demanda por imóveis”, explicou.

Com a expansão, Bernardes afirmou que surge o desafio de adaptar o crescimento das cidades às necessidades do mercado e a um modelo que proporcione qualidade de vida. “O interior tem espaços e potencial para crescimento, mas é importante que ele seja planejado”. Para isso, o presidente sugeriu a implantação de um planejamento megametropolitano, que contempla um quadrilátero que é formado por Campinas, Sorocaba, Santos e São José dos Campos.

Esse quadrilátero, de acordo com Bernardes, abriga 60 municípios interligados por relações econômicas e sociais. Todos eles estão a 100 km da Capital e atraem pessoas que buscam locais com boa infraestrutura e mais qualidade de vida.
Entre os motivos para se investir no interior, Bernardes destacou: grande potencial de crescimento do mercado imobiliário, migração de empresas da capital para o interior, grande quantidade de jovens entrando no mercado de trabalho e a redução da taxa de juros e aumento do prazo de financiamento, que propiciam a inclusão.

Para Flavio Amary, a qualidade de vida e a segurança também são fatores que têm contribuído para que cada vez mais pessoas migrem da Região Metropolitana de São Paulo para outros municípios paulistas. “Nos anos 80, um terço da população do Estado vivia na Capital. Hoje, esse número caiu para um quarto”, ressaltou.

Bauru

Segundo Riad Elia Said, diretor do Secovi-SP em Bauru, o aquecimento do mercado imobiliário de Bauru começou há três anos, acompanhando o crescimento da economia e a evolução do programa Minha Casa, Minha Vida, que tem muita força na região.

Ele esclareceu que o carro-chefe da economia local é o comércio, hoje em momento favorável com o aumento do potencial de consumo dos moradores locais, que colocou Bauru entre as 50 cidades brasileiras que mais consomem.

Conhecida como centro estudantil, segundo o diretor, a cidade tem crescido muito. “Alguns dos fatores que justificam o desenvolvimento são as melhorias de infraestrutura, abertura de novas avenidas e ampliação das existentes, aumento do perímetro urbano e grande número de loteamentos.”

No setor imobiliário, a principal característica na região é a alta quantidade de unidades de 2 dormitórios abrigadas em prédios sem elevador. Como a cidade tem uma grande quantidade de estudantes, vale destacar também os imóveis de 1 dormitório. (mais…)



IR 2013: casais podem fazer declaração conjunta ou separada

26 de março de 2013 | Por admin

Consultores explicam quando é vantajoso incluir o parceiro como dependente na declaração

Taís Laporta

Se o contribuinte tem um cônjuge que recebeu rendimentos isentos em 2012 ou não possui renda, é possível incluí-lo como dependente em sua declaração do Imposto de Renda 2013. “A declaração conjunta é mais vantajosa quando apenas um dos contribuintes é isento, porque o titular de declaração pode abater, além dos R$ 1.974,72 por dependente legal, as despesas e doações efetuadas do parceiro”, afirma o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Vale lembrar que quem recebeu, durante o ano passado, rendimentos inferiores a R$ 24.556,65, está isento de declarar o Imposto de Renda 2013 e pode ser incluído como dependente na declaração conjunta.

O sócio-diretor da KSI Brasil, Tethuo Ogassawara, aconselha que os casais façam uma simulação da declaração conjunta – colocando um deles como dependente e incluindo sua renda – e criem outra separada. “Assim é possível analisar qual situação é mais vantajosa, resultando em uma restituição maior ou em menos imposto a pagar”.

Para o especialista da KSI, se ambos os cônjuges tiverem rendimentos tributáveis, é mais interessante declarar em separado.

A ficha “Informações do Cônjuge ou Companheiro” – a palavra ‘companheiro’ foi incluída em 2013 para casais em regime de união estável – só deve ser preenchida se a declaração não for conjunta ou se os bens comuns do casal estiverem informados na declaração (veja abaixo).

Ficha “Informações do Cônjuge ou Companheiro” deve ser preenchida por quem não faz declaração conjunta (Receita Federal)

Segundo a Receita Federal, quem teve posse ou propriedade de bens e direitos acima de R$ 300 mil até 31 de dezembro do ano passado, e teve os bens comuns declarados pelo cônjuge ou companheiro, está dispensado de apresentar a declaração, desde que a soma total de seu patrimônio pessoal não ultrapasse esse limite.

DEPENDENTES

Pais e mães com filhos que optarem pela declaração separada, por sua vez, devem decidir em qual declaração colocar os dependentes. “Eles não podem figurar nas duas declarações, caso o casal opte por declarar em separado”, adverte Domingos, da Confirp.

Fonte: Economia IG



Cemara expande atuação e apresenta o Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho

8 de março de 2013 | Por admin

Loteamento industrial fechado terá 439 lotes a partir de 750 m² cada.

Com mais de 33 anos de história no segmento de loteamentos residenciais e comerciais, em 2013, a Cemara Loteamentos amplia sua atuação e apresenta o Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho. Localizado estrategicamente na RMC (Região Metropolitana de Campinas), em Americana, às margens da Rodovia Anhanguera (km 128), o empreendimento é um dos maiores e mais modernos loteamentos fechados industriais da região.

Com 439 lotes a partir de 750 m² cada, o Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho oferece completa estrutura de serviços, planejada para oferecer e garantir mais segurança ao cotidiano das empresas, contribuindo para o desenvolvimento do negócio como um todo. O loteamento terá portaria social e de serviços, central de resíduos, ambulatório, salão multiuso para lazer e serviços e salas para atendimento e reuniões, além disso, o pagamento é amplamente facilitado com a loteadora.

Com 154 mil m² de área verde, o loteamento conta com projeto paisagístico para valorização e preservação da flora e fauna locais, integrando a área urbanizada à área de preservação ambiental, proporcionando mais qualidade de vida aos proprietários, funcionários, clientes e visitantes.

Registrado recentemente nos órgãos competentes, a empresa prepara o pré-lançamento do empreendimento. Para mais informações, entre em contato com nossa equipe de vendas pelo telefone 19 3475.8004 ou pelo nosso site.



Como limpar pisos de ardósia

21 de fevereiro de 2013 | Por admin

Rodrigo Barone

As ardósias são os revestimentos pétreos mais baratos que existem. Talvez por isso sejam tão comuns nos lares brasileiros. São rochas metamórficas, assim como os mármores, com boa compactação, o que resulta em uma superfície de textura sedosa de pouca aderência.Podem se apresentar com diversas cores, mas as mais comuns são cinza, cinza esverdeada, verde, cinza mosqueada, enferrujada e preta. Dependendo do grau de alteração química durante sua formação, elas podem também ser amareladas, cor de vinho, etc.

Existem diversos tipos de texturas e também de qualificações, já que algumas ardósias são de melhor formação do que outras.

Ardósias naturais;
Polidas;
Lixadas;
Escovadas.

Elas foram menosprezadas por algum tempo, mas, graças ao fornecimento e ao desenvolvimento de materiais de maior qualidade e diversidade, estão voltando ao cenário da construção. É uma rocha muito pouco permeável e, quando cuidada adequadamente, dura por gerações. No Brasil é produzida principalmente no estado de Minas Gerais e grande parte de sua produção destina-se à exportação.

Ardósias têm boa textura e baixa absorção. Sendo assim, não sujam muito e não mancham com a mesma facilidade de uma pedra mineira, por exemplo. São revestimentos relativamente fáceis de serem mantidos.

Seja o revestimento qual for, áreas internas são mais difíceis de serem mantidas devido à quantidade de móveis, tapetes e objetos. Não é possível ligar uma mangueira dentro de casa, não é mesmo? Por esta razão, precisamos facilitar a manutenção destes locais. Precisamos de uma película (cera ou resina) que impeça a transferência de sujeira para o piso. Quanto mais áspero for seu piso mais sujo ele ficará com o uso. Desta forma, indicamos que áreas internas sejam tratadas com produtos que melhorem sua textura – produtos que formem um filme superficial sobre o piso. (mais…)



Iluminação natural em casa traz sofisticação e economia

20 de fevereiro de 2013 | Por admin

Está comprovado que o sol em doses moderadas faz muito bem à saúde. Investir em uma iluminação natural para a casa, portanto, traz grandes vantagens ao nosso bem-estar. Também ao bolso e ao planeta, economizando eletricidade e seguindo princípios sustentáveis. Além disso, recursos como peles de vidro, janelas de mansarda, bay windows, entre outros, dão charme e sofisticação ao lar.

A iluminação natural valoriza o projeto
Foto: Divulgação Arq. Francisco Franck/hagah

Conheça os principais recursos arquitetônicos que valorizam a luz natural:

Peles de Vidro

São grandes paredes de vidro. Estas peles tem amplo uso nos edifícios comerciais envidraçados. Nestes prédios, alguns vidros podem ser janelas, aproveitando também para ventilação. O arquiteto Francisco Humberto Franck conta que gosta de usar as peles de vidro também em residências:

– Eu costumo usar um conceito de projeto de residência moderno, praticamente todo em vidro. Então, entra luminosidade praticamente o dia inteiro. (mais…)



O que acha de reciclar seus pedaços quebrados de giz de cera?

15 de janeiro de 2013 | Por admin

Essa é para a criançada de férias. Sabe aqueles pedacinhos quebrados de giz de cera que sobrou do ano passado? Com essa super idéia bolada por Danny Seo do Daily Danny você poderá reaproveitar os lápis velhos e transformá-los em crayons novos, super coloridos e bonitos.

A fórmula é simples. Junte todos os pedacinhos quebrados e não se preocupe em separar os lápis por cor, quanto mais colorido melhor. Depois coloque todos em uma fôrma e leve ao forno por dez minutos. Nessa hora, não se esqueça de pedir ajuda a um adulto.

(mais…)



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