Mostrando posts da categoria: Mercado / Setor de Loteamentos


Setor imobiliário brasileiro deve continuar a crescer mesmo com crise na Europa

6 de janeiro de 2012 | Por cemara

Para Romeu Chap Chap, do Secovi-SP, recursos disponíveis para financiamento são 20% maiores em 2012 e demanda por imóveis ainda é alta

 

A turbulência econômica na Europa, apesar da sua dimensão, não deverá afetar o ritmo de crescimento do mercado imobiliário brasileiro em 2012. Isso é o que acredita Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária.

Em artigo divulgado no dia 5 de dezembro, o especialista defende que a grande oferta de crédito – prevista em cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011 – aliada ao atual déficit de habitações deverá manter o segmento da construção civil, que continuará sendo o carro-chefe do Produto Interno Brasileiro (PIB). “Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que respondem por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades”, afirma.

Confira o texto na íntegra:

“Qual será o tamanho da crise?

Vivemos mais um momento de turbulência internacional. Muito além dos bancos, o que agora está em jogo é a União Europeia. O bom senso obviamente deverá prevalecer. Países são pessoas, e pessoas precisam ter condições de viver. Egos e fronteiras não estão acima disso.

É claro que o Brasil não está imune. Todavia, não podemos sofrer por antecipação, ignorando nossas reais condições de desempenho econômico. Assim, há que se colocar freio a alguns exageros, a um pânico fora de hora que em nada contribui para fortalecer o País e lhe garantir condições de superar mais essa crise.
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Expectativas da construção civil para 2012

4 de janeiro de 2012 | Por cemara

O Brasil é um dos países que menos vem sofrendo com a crise econômica mundial desde 2007, a estabilidade financeira e as boas expectativas para 2012 tem atraído grandes investimentos nacionais e estrangeiros em diversos setores, especialmente na construção civil. Segundo Tercio Luis presidente da Construtora Costa Feitosa “O Brasil tem se tornado cada vez mais um grande canteiro de obras, basta cruzar qualquer rodovia para ver grandes construções em execução”.

Em 2011 o setor da Construção Civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior e acredita-se que esse setor será “o grande player de 2012”, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção). Este crescimento deve-se também a entrada de investimentos de empresas multinacionais no país, que encontraram no Brasil um mercado estável, ou seja, uma oportunidade para expandir seus negócios.

Além da estabilidade do mercado nacional, recentemente o governo brasileiro adotou uma medida que beneficia a vinda de investimentos estrangeiros, reduzindo de 6% para 0% a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para as aplicações de estrangeiros em titulo privados (debêntures) de longo prazo, com prazo de vencimento superior a quatro anos.

Uma das grandes construtoras do segmento de construção Industrial, a Construtora Costa Feitosa, viu neste ano um crescimento de 38,76% em relação a 2010, e acredita em um crescimento ainda maior para 2012. Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa houve uma grande inversão no perfil do negocio, que a três anos tinha 70% de seus clientes brasileiros e hoje tem uma carteira quase que exclusivamente estrangeira.

Não é exagero dizer que o Brasil é a “bola da vez”, e com a proximidade de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), isso tem se tornado cada vez mais evidente. É valido lembrar que o setor da construção civil, é um dos elementos da economia, que tem ajudado e continuará a ajudar o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise mundial.

As expectativas do setor de construção civil para 2012 são otimistas no Brasil, e com a estagnação dos mercados Europeus e Norte Americanos, grandes investidores têm apostado fortemente em nossa economia, gerando divisas e encontrando no Brasil uma forma de continuar seus investimentos e obter lucros.
Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa, “Os orçamentos em andamento apontam para um faturamento de mais de 100 milhões em 2012”. (Max Press Net)

Fonte: Vida Imobiliária



Oferta de crédito imobiliário vai ser 30% maior em 2012

21 de dezembro de 2011 | Por cemara

Setor prevê que oferta pode chegar a um total de R$ 152,1 bilhões

 

O setor espera também para 2012 uma aceleração no ritmo de entregas das unidades do Programa Minha Casa Minha Vida

 

São Paulo – Quem está planejando realizar o sonho da casa própria em 2012, vai contar com apoio financeiro: segundo o Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sindiscon-SP), a oferta de crédito imobiliário no país vai ser 30% maior no ano que vem, chegando a um total de R$ 152,1 bilhões.

Esse ano, a partir dos dados da Caixa Econômica Federal e do Instituto Brasileiro de Estudos Financeiros e Imobiliários (Abecip), o Sinduscon-SP projeta que o total de crédito imobiliário oferecido no país chegue a R$ 117 bilhões, uma alta de 30% em relação a 2010 (R$ 89 bilhões).

Mais ofertas do Minha Casa Minha Vida

O setor espera também para 2012 uma aceleração no ritmo de entregas das unidades do Programa Minha Casa Minha Vida. Até 31 de outubro, 667.073 unidades da primeira fase do Programa, e 199.226 da segunda fase estavam em execução, segundo levantamento do sindicato.

Preço dos imóveis

Com relação às vendas e preços, o setor acredita na manutenção do atual ritmo. “Os preços realmente subiram, mas subiram em função do grande crescimento do crédito, da renda e do emprego, dentro de um contexto de crescimento econômico”, avalia Ana Maria Castelo, consultora da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Sinduscon-SP.

Fonte: Exame



Banco Central do Brasil recebe conceito B+ em ranking das instituições

15 de dezembro de 2011 | Por cemara

Segundo o ranking elaborado pela revista Global Finance, que analisa o trabalho de 36 bancos centrais do mundo, o Banco Central brasileiro recebeu conceito B+ e ficou melhor avaliado do que o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) e o banco central da Argentina. A instituição americana recebeu o conceito C e o banco argentino ficou abaixo, com a nota D. À frente do BC do Brasil ficaram os bancos centrais da Austrália, Malásia, Israel, Líbano, Filipinas e Taiwan.

RANKING DOS BANCOS CENTRAIS
Segundo a revista Global Finance

Via O Estado de S.Paulo

Fonte: Indicador Brasil



10 ideias para poupar dinheiro na decoração da casa

10 de dezembro de 2011 | Por cemara

Ter uma casa bem decorada não tem de custar uma fortuna – basta ser criativo e pensar um pouco “fora da caixa” para produzir uma decoração cinco estrelas. Vai surpreender-se com os resultados finais… isto para não falar na reacção da família e dos amigos.

1. Feiras, lojas de usados e antiquários. À primeira vista estes três locais são os últimos destinos onde pensaria parar para fazer compras para decorar a casa, mas a verdade é que estão recheados de tesouros a baixo custo. Os artigos aqui encontrados podem necessitar apenas de uma demão de tinta ou de serem estofados para renascerem e encontrarem um lugar de destaque na sua casa. Para além disso, comprar vintage é ser amigo do ambiente.

2. Espelho meu. É incrível como é que um simples espelho pode transformar por completo uma divisão – o seu efeito óptico aumenta um espaço mais pequeno e empresta luz às áreas mais escuras. Não precisa de ser uma aquisição cara – principalmente se encontrar um nos saldos ou numa loja de usados – e confere um toque de classe a qualquer espaço, quer esteja pendurado, quer esteja pousado no chão, encostado a uma parede.
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Conheça os riscos dos contratos de gaveta

8 de dezembro de 2011 | Por cemara

Saiba como se proteger para não cair nas armadilhas deste antigo tipo de negociação imobiliária

O famoso “jeitinho brasileiro” deu origem a uma antiga e perigosa prática de negociação imobiliária: os contratos de gaveta. Mesmo proibido desde 1964, o acordo verbal de cessão de direitos e obrigações, no qual uma pessoa que comprou um imóvel com financiamento habitacional vende o bem e transfere a dívida a um terceiro sem informar ao banco, ainda se faz presente nas negociações de compra e venda de imóveis.

Agora, os “gaveteiros” estão na mira do Ministério das Cidades, que prevê punir, com a perda da casa, o proprietário que repassar o bem adquirido por meio do programa habitacional ‘Minha Casa, Minha Vida 2’.

Diretor da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH/Nacional), Lúcio Delfino explica que, apesar de não haver lei específica, proprietário e mutuário que se envolvem nesse tipo de acordo podem sofrer penas.

Entre elas, ver o contrato de financiamento suspenso, ter de antecipar o pagamento das parcelas da dívida a vencer, sofrer restrição de crédito habitacional para aquisições futuras por até cinco anos e, inclusive, perder o bem.

“O controle desse tipo de prática pelos bancos é difícil. Mas os riscos ao comprador e vendedor são altos demais e não compensam. Se o mutuário não pagar a dívida, é o nome do dono, ou da esposa se for casado, que vai para o SPC ou Serasa. Para o comprador, não há o respaldo do seguro habitacional no caso de morte, por exemplo. Hoje, os bancos já promovem a transferência da propriedade e cessão do financiamento sem cobrar a mais. É preciso apenas estar com o nome limpo”, diz.

Vendedor

-Exija do comprador (mutuário) garantias para o pagamento da dívida assumida.

-Certifique-se da idoneidade do comprador. É o seu nome que vai aparecer perante o banco financiador.

-Se o “gaveteiro” não pagar, é o nome do proprietário que vai parar no SPC e no Serasa.

-A elaboração de contrato dá segurança ao titular do bem no caso da falta de pagamento da dívida. (mais…)



Custo da construção civil tem variação de 0,19% em setembro

9 de outubro de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 0,19% em setembro, incremento de 0,05 ponto percentual sobre o resultado de julho (0,14%) e redução de 0,16 p.p em relação a agosto de 2010 (0,35%).

No acumulado do ano, o índice ficou em 4,74%. Já nos últimos 12 meses, a taxa de variação foi de 6,26%, abaixo dos 6,43% registrados nos doze meses anteriores.

Custos dos materiais registram desaceleração
De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (7), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 802,66 no mês passado, dos quais R$ 443,73 se referem aos materiais de construção e R$ 358,93 à mão de obra.

Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,15% em setembro, caindo 0,13 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,28%). O índice referente à mão de obra passou de -0,04%, em agosto, para 0,25%, verificado no mês passado.

No ano, os materiais subiram 2,04% e a mão-de-obra 8,28%. Os acumulados em doze meses foram: 3,49% (materiais) e 9,94% (mão-de-obra).

Centro-Oeste teve a maior variação mensal
A região Centro-Oeste, com alta de 0,32%, ficou com a maior taxa regional em setembro. Os demais resultados foram: 0,19% (Sudeste), 0,18% (Norte), 0,18% (Sul) e 0,17% (Nordeste).

Fonte: InfoMoney



Custo da construção cai para 0,14% em setembro, diz FGV

27 de setembro de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – O brasileiro gastou 0,14% a menos para construir no mês de setembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (27).
A variação é 0,02 ponto percentual menor do que a registrada em agosto, quando ficou em 0,16%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,64%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,46%.

Grupos
O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em agosto, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,21%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,55%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,21%.
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,01% este mês, menor frente à taxa de 0,06% verificada no oitavo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,42%, contra 0,50% registrado no mês anterior.

Influências
No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de setembro foram as seguintes: projetos (de 1,30% para 0,71%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,13% para 1%), tinta a base de PVA (de 0,04% para 1,81%), tijolo/telha cerâmica (de 0,56% para 0,43%) e elevador (de 0,27% para 0,21%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,66% para -1,44%), compensados (de 0,10% para -0,19%), carreto para retirada de entulho (de 0,82% para -0,36%), ladrilhos e placas para pisos (de -0,01% para -0,32%) e eletrodutos de PVC (de -0,15% para -0,09%).

Capitais
Considerando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, duas apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:

 

Fonte: InfoMoney



Empresários da construção mantêm otimismo com desempenho do setor

15 de setembro de 2011 | Por cemara

A 50ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção, realizada junto a uma mostra de 241 empresários da construção de todo o país, pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas), apontou que os empresários da construção civil brasileira continuam confiantes em relação ao desempenho da atividade do setor.

Este otimismo é ligeiramente inferior ao registrado em agosto de 2010, o que demonstra que a atividade das construtoras, muito embora siga em ritmo forte, passa por um processo de ajuste em relação à grande aceleração registrada no ano passado.

Realizada em agosto, a enquete trimestral revelou que as principais preocupações dos empresários referem-se às variáveis macroeconômicas, como crescimento econômico e inflação.

“Note-se que a pesquisa foi feita antes da decisão do Banco Central de baixar os juros”, alerta o vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan. Segundo ele, “ainda é cedo para avaliar o impacto do corte de juros na opinião dos empresários da construção sobre a condução da política econômica. Mas certamente a mudança de atitude da autoridade monetária, confiando numa política fiscal mais austera por parte do governo federal, deve ser saudada por todo o setor produtivo brasileiro. É inimaginável que o Brasil tenha que manter a maior taxa de juros real do planeta por tanto tempo sem pagar um preço alto em termos macroeconômicos”, conclui. (mais…)



Mercado imobiliário: crise externa não deve afetar decisão de compra

27 de agosto de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – Mesmo com a possibilidade de o panorama de crise influenciar a economia brasileira, é cedo para prever o quanto esse cenário pode afetar o mercado imobiliário do Brasil.

“Apesar da possibilidade de passarmos por um momento de turbulência, possivelmente não entraremos em recessão, ou seja, a decisão de comprar imóveis não será afetada”, explica o o presidente do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Sérgio Watanabe.

Embora não existam rumores de uma recessão no mercado imobiliário imediatamente, Watanabe explica que ainda não é possível saber como a economia americana vai se comportar. “Esse problema pode levar a um efeito cascata, criando uma recessão maior na Europa e Estados Unidos”, comenta, acrescentando que “isso pode vir a provocar uma recessão em cadeia, incluindo o Brasil”.

Segundo o presidente do Sinduscon, esse cenário pode criar uma série de desconfianças, fazendo com que o investidor e o comprador da casa própria tenham receio de comprar. “Para que o Brasil não sofra, o brasileiro precisa estar confiante de que não vai perder o emprego”, afirma. (mais…)



Dicas para escolher o seu imóvel

25 de agosto de 2011 | Por cemara

Algumas precauções são necessárias para quem quer adquirir um imóvel e não se arrepender da escolha depois. Conheça-as abaixo:

Imóvel novo

•         Antes de adquirir o imóvel, verifique a sua localização com relação a aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários, é a maneira ideal de verificar a situação da sua real localização;

•         Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;

•         Verifique se tudo que foi prometido em folhetos e prospectos foi cumprido, principalmente no que se refere a material, metragem e acabamento;

•         No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade do material e dos equipamentos utilizados – elevador, azulejos, pisos e metais;

•         Analise a documentação do imóvel e do vendedor e leia o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo, observando principalmente o compromisso de compra e venda. Na dúvida, solicite esclarecimentos ao vendedor ou procure um advogado especializado;

•         Consulte também o Cadastro de Reclamações Fundamentadas ou o Banco de Dados do PROCON para tomar conhecimento da existência de reclamações contra a entidade incorporadora, construtora ou vendedora; (mais…)



Cenário do mercado imobiliário, teve grande valorização nos últimos anos.

24 de agosto de 2011 | Por cemara

Muito já se ouviu sobre o super aquecimento do mercado imobiliário brasileiro. Mas quais são os verdadeiros motivos desse crescimento? Por que o preço dos imóveis subiu tanto nos últimos anos?

Christiane Pelajo viajou por várias cidades brasileiras para tentar responder essas perguntas. A primeira reportagem da série ‘Em Obras’ mostra que o Brasil é um país em reforma.

“Nós criamos verdadeiros bairros, remodelamos bairros, isso é muito bom pras cidades”, diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão.

Em Porto Alegre, até 2006, o bairro Jardim Europa não existia. Hoje, há quase mil imóveis em volta de um parque.
No setor noroeste, em Brasília, há 20 prédios sendo construídos neste momento. Até o começo do ano passado, o local era um grande cerrado.

Em Pouso Alegre, sul de Minas, um bairro novo foi criado há menos de cinco anos. Os terrenos custavam R$ 20 mil. Hoje, são vendidos por R$ 80 mil.
O mercado imobiliário vive desde 2008, um período de euforia, sem paralelo, na sua história. (mais…)



Custo da construção civil tem variação de 0,55% em julho

10 de agosto de 2011 | Por cemara

SÃO PAULO – O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 0,55% em julho, queda de 0,05 ponto percentual sobre o resultado de junho (0,60%) e de 0,19 p.p em relação a julho de 2010 (0,74%).

No acumulado do ano, o índice ficou em 4,39%. Já nos últimos 12 meses, a taxa de variação foi de 6,61%, abaixo dos 6,82% registrados nos doze meses anteriores.

Custos dos materiais registram desaceleração
De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (5), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 800,02 no mês passado, dos quais R$ 441,82 se referem aos materiais de construção e R$ 358,20 à mão de obra.

Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,23% em julho, subindo 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,17%). O índice referente à mão de obra passou de 1,14%, em junho, para 0,95%, verificado em no mês passado.

No ano, os materiais subiram 1,60% e a mão-de-obra 8,06%. Os acumulados em doze meses foram: 3,88% (materiais) e 9,34% (mão-de-obra).

Sul teve a maior variação mensal
A região Sul, com alta de 2,43%, ficou com a maior taxa regional em julho. Os demais resultados foram: 1,23% (Norte), 0,19% (Sudeste), 0,17% (Centro-Oeste) e 0,17% (Nordeste).

Fonte: http://www.infomoney.com.br/



Tendência para o resto do ano é de redução do ritmo de crescimento

27 de julho de 2011 | Por cemara

Governo tem implementado medidas que evitam o risco inflacionário.

Entre os anos 2007 e 2011, o estoque total de operações de crédito no Brasil cresceu a uma taxa anual nominal de 16%. Como proporção ao PIB, o saldo de operações de crédito saiu de 35% para 46% entre 2007 e os primeiros meses de 2011. As informações constam do relatório bimestral “Economia Brasileira em Perspectiva – Março/Abril”, divulgado pelo Ministério da Fazenda.

Segundo a publicação, o crescimento do crédito no País encontra-se em patamares compatíveis com o nível de desenvolvimento econômico e num percentual reduzido na comparação com o mercado internacional. Conforme dados do Banco Mundial de 2009, nos Estados Unidos o crédito total na proporção do PIB é de 202,9%, na China de 127,3%, e nos países da Zona do Euro, 133%.

O relatório do Ministério da Fazenda aponta que o aumento do crédito total é reflexo do recente crescimento da renda real, do processo de formalização do mercado de trabalho, com 15 milhões de empregos criados nos últimos oito anos, e da expansão de diversos instrumentos de política social e de distribuição de renda. (mais…)



CRECI-SP vai fiscalizar o programa

24 de junho de 2011 | Por cemara

Walter Duarte

O Liberal – Caderno Cidades, página 11 de 16 de junho de 2011.

Venda de imóveis com benefícios do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, será fiscalizada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo). O objetivo é evitar fraudes com os recursos públicos usados para subsidiar a compra da casa própria. A delegacia regional do órgão em Campinas deve iniciar a fiscalização nas cidades da RPT (Região do Polo Têxtil) nos próximos dias.

“O convênio já foi assinado e estamos aguardando apenas as últimas diretrizes para colocar os fiscais nas ruas”, afirmou ontem a delegada Sandra Catarina Plaza Martins Moreira, responsável por 17 municípios entre eles Americana, Hortolândia, Nova Odessa e Sumaré. A fiscalização em Santa Bárbara d’Oeste será de responsabilidade da delegacia do Creci em Piracicaba.

As fraudes mais comuns seriam seriam o enquadramento do imóvel em um valor de venda mais baixo para receber o subsídio de até R$ 23 mil do programa, com a cobrança de valor por fora, e na oferta de cadastramento para famílias com renda de 0 a 3 salários mínimos.

Segundo o presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, a idéia surgiu após uma série de reportagens veiculadas pela imprensa nacional sobre o desvio de recursos do programa e da concessão irregular de subsídios. “Foram feitas várias reuniões com a Caixa Econômica Federal e também com o Ministério das Cidades para tratar desse assunto e fechar a questão a respeito de como iríamos proceder”, explica.

Cada regional terá uma missão de conselheiros para análise dos processos que forem emitidos, denominados de Pró Casa para diferenciá-los dos demais. “Caso seja constatada alguma fraude envolvendo inscritos, vamos instaurar o processo ético-disciplinar. Se a denúncia envolver pessoa não-inscrita, mas que na nossa ótica deveria ser inscrita, partimos para o processo administrativo. E, caso a irregularidade envolva alguém que não seja inscrito e nem obrigado a ser – uma construtora – nós vamos instruir o processo e encaminhar ao Ministério Público e à Caixa, para as providências cabíveis”, completou Viana.

 



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