Mostrando posts da categoria: Mercado / Setor de Loteamentos


Cuidados que o consumidor deve ter na hora de comprar imóveis

8 de junho de 2012 | Por admin

Muitas vezes, esta pode ser uma decisão para a vida toda, em razão do alto valor investido. Antes de fechar o negócio e comprar um imóvel, vários fatores devem ser levados em consideração, evitando dores de cabeça no futuro. Primeiramente, o comprador deve escolher qual o tipo de imóvel ele deseja. “Por exemplo, caso o consumidor escolha adquirir lotes residenciais ou comerciais, deve se atentar ao zoneamento. Isso significa saber o que aquela área permite em termos de construção. Para isso, basta ele requerer da prefeitura a Certidão de Uso e Solo”, explica a gerente de Vendas da Cemara Loteamentos, Carla Roberto.

Ainda segundo a gerente, a localização do imóvel é um dos itens principais que os compradores devem observar. “Dependendo do local, o imóvel pode se valorizar até acima da média anual. Outro fator importante é estudar a vizinhança”, conta. Além disso, a profissional ressalta a importância de escolher empresas sérias e responsáveis para adquirir o empreendimento. “Ao escolher a empresa é importante que o comprador realize inúmeras pesquisas, evitando problemas legais com o imóvel futuramente”, esclarece.

Para formalizar a escritura do imóvel é necessário retirar uma série de documentos, entre eles as certidões negativa de ônus, expedida pelo cartório de registro de imóveis, e a negativa de tributos municipais, além de inúmeras certidões, das diversas varas cíveis, criminais e trabalhistas da empresa responsável pela venda, no âmbito estadual e federal. “É importante também verificar se não há títulos protestados, bem como consultar o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e Serasa do estabelecimento, além de requerer a certidão negativa de débitos previdenciários. Por isso, a escolha de uma empresa idônea é importante, pois ela terá condições de orientar se o imóvel está devidamente legal para a compra”, esclarece a gerente.

Outro ponto importante é pesquisar os preços dos imóveis. “Como em qualquer compra, a pesquisa por preço é fundamental. É interessante que o comprador procure saber quanto custa o metro quadrado do tipo de imóvel que ele busca”, esclarece a gerente. A profissional orienta como o consumidor pode saber se o preço oferecido por uma residência construída não está acima da média. Para isso, basta que o comprador verifique o valor do terreno do imóvel na região e some com o valor de R$ 1.000,00 por metro quadrado construído. “Esse valor é uma média, ele varia conforme o acabamento da construção. Se o terreno vale R$ 70 mil, e a casa tem 90 metros quadrados construídos, o imóvel terá um valor médio de R$ 160 mil”, explica. “Uma dica é pesquisar os preços nos bairros próximos ao local de escolha”, orienta. (mais…)



A valorização do mercado imobiliário regional

29 de maio de 2012 | Por admin

Nos últimos anos, o mercado imobiliário nacional passou por profundas transformações. Com o fortalecimento da moeda, o equilíbrio das contas públicas, o baixo risco fiscal, a retomada dos bancos ao crédito imobiliário, além do aumento do emprego formal, da renda da população e da queda das taxas de juros, o segmento se tornou uma rentável e sólida forma de investimento.

Segundo a gerente de Vendas da Cemara Loteamentos, Carla Roberto, “o mercado imobiliário tem valorização média de 25% ao ano. Já a caderneta de poupança, por exemplo, com as recentes mudanças feitas pelo governo, tem rentabilidade de cerca de 6% ao ano”.

De acordo com pesquisa realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores na busca de imóveis ao redor do mundo, o Brasil ficou em 2º lugar no ranking mundial de valorização imobiliária, ficando atrás apenas da Índia no ranking da variação dos preços dos imóveis, que incluiu 35 países.

E a tendência é que esta valorização se mantenha. Com relativo crescimento no destaque internacional, o mercado imobiliário brasileiro tem cada vez mais investidores focados no país. “A redução da rentabilidade das aplicações financeiras e a relativa queda nas taxas de juros, farão aumentar a busca por imóveis residenciais e comerciais como alternativa para obtenção de maior rentabilidade”, conta Carla Roberto, gerente de Vendas da Cemara Loteamentos.

Entre os benefícios gerados pelo investimento em imóveis, estão, além do dinheiro do aluguel:

• A oportunidade de compra de imóveis no início de sua implantação garante grande rentabilidade em médio prazo, sendo uma excelente opção de investimento atualmente;
• A expansão do local onde o imóvel é adquirido, certamente, garantirá aos proprietários retornos vantajosos quanto ao investimento realizado;
• O proprietário poderá reformar e transformar o imóvel, fazendo com que o valor e seu rendimento sejam ampliados. (mais…)



Saiba como se organizar para o financiamento imobiliário

26 de maio de 2012 | Por admin

Fazer reuniões de família e se planejar para gastos extras são algumas das sugestões de especialistas para quem quer realizar o sonho da casa própria. Veja as 5 principais dicas

Thatiane Faria Barroso

O mercado imobiliário brasileiro ainda está aquecido, os preços estão altos e os metros quadrados, dependendo da região, caríssimos. Mesmo assim, conquistar a casa própria é um sonho que muitas pessoas não estão dispostas a adiar. Mas antes de fechar um financiamento, é preciso se organizar, dizem especialistas.

Verificar o orçamento familiar, pesquisar muito bem os imóveis, estudar os melhores bancos e as taxas embutidas em um crédito, além de pensar nos possíveis gastos para reforma e decoração são tarefas essenciais para o comprador da casa própria.

Especialistas consultados pelo iG ajudam na organização financeira para o processo do financiamento. Veja abaixo os principais pontos levantados por eles.

1 – Defina onde quer morar

O primeiro passo, na visão de Reinaldo Domingos, educador financeiro do Dsop, é definir onde se quer morar. “Existe uma enorme variedade de imóveis e padrões hoje em dia. É preciso se perguntar: qual é o meu padrão?”, diz.

Os imóveis podem ser divididos entre casas ou apartamentos, tamanho, número de dormitórios, de vagas na garagem, localização, enfim, diversos quesitos que interferem no preço final de cada um.

2 – Faça uma avaliação da renda familiar

E é por isso mesmo que o segundo passo está diretamente ligado ao primeiro. Sabendo qual é o seu foco e o custo, é hora de analisar a renda da família e a capacidade de comprometimento de parte dessa renda com o financiamento, afirma Domingos. (mais…)



Imóveis: boas notícias de 2011

4 de abril de 2012 | Por admin

Em artigo, o economista Celso Petrucci analisa perspectivas do setor

Celso Petrucci: boas notícias de 2011

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP e diretor executivo da vice-presidência de Incorporação e Terrenos Urbanos da entidade, escreveu o seguinte artigo:

Segundo balanço da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) apresentado no final de janeiro, os recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) financiaram, em 2011, um total de 493 mil unidades com a aplicação de R$ 79,9 bilhões. Comparado com as 54 mil unidades financiadas em 2004, o número atual é nove vezes superior e, em valores, mais de 26 vezes, pois naquele ano o montante foi de R$ 3 bilhões. Quando se somam aos recursos do SBPE os do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o total das aplicações chega a R$ 114,4 bilhões, contra R$ 6,9 bilhões em 2004, totalizando 1.430 milhões de operações, contra as 321 mil de 2004.

A quota de financiamento médio em relação ao valor de avaliação dos imóveis ainda está em 63% e cresce consistentemente, pois em 2009 essa média era de 61,1%. Isso demonstra a saúde do sistema e o cuidado com que os agentes financeiros continuam a conceder créditos garantindo que não haja problemas no futuro.

O financiamento para imóveis novos cresceu muito em 2011 e representou 35% das contratações da modalidade aquisição, o que mostra que o ciclo de produção está maduro. Tínhamos, ao final de 2011, 1.600 empreendimentos financiados por planos empresários, com crescimento acentuado na pós-crise, pois no final de 2009 eram 766 empreendimentos financiados na mesma carteira.

A inadimplência do crédito imobiliário de 2% é a mais baixa das carteiras de créditos dos bancos no conceito de 90 dias de atraso, e nas operações cuja garantia é a alienação fiduciária é mais baixa ainda, registrando 1,4%. A única notícia regular do balanço do SBPE de 2011 foi que o saldo da caderneta de poupança chegou a R$ 331 bilhões, o que representa um crescimento de somente 10% em relação a dezembro de 2010, enquanto nos três anos anteriores esse saldo cresceu a taxas de 20% ao ano. (mais…)



Loteamentos: evolução em 2011

17 de março de 2012 | Por admin

Balanço do Secovi-SP, com dados do Graprohab, indicam crescimento

Loteamentos: 24,5% de crescimento

O Secovi-SP divulgou, em 6 de março, o Balanço do Mercado Imobiliário em 2011 e as Perspectivas para 2012, com a presença do novo presidente da entidade, Claudio Bernardes, e do vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos, Emilio Kallas. A apresentação dos dados coube ao economista-chefe da entidade, Celso Petrucci, que explicou: nesta edição, o balanço traz um novo indicador, que poderá se tornar parte integrante dos atuais índices.

“A velocidade de disseminação da informação e de conhecimento na indústria imobiliária criou a necessidade de ampliar os indicadores que nos ajudam a compreender os caminhos e as tendências desse setor”, analisou.

No que diz respeito aos loteamentos, o balanço do Secovi-SP buscou dados oficiais do Graprohab, que revelam: em 2011, houve 24,5% de crescimento do número de novos empreendimentos no Estado de São Paulo em comparação com 2010. No ano passado, foram 498 novos loteamentos, um aumento de 98 em relação aos 400 de 2011. Os projetos protocolados no Graprohab indicam a quantidade de empreendimentos que poderão ser colocados mercado, ficando sujeitos à análise daquele órgão oficial.

Segundo Celso Petrucci, 2011 foi um ano de ajustes no mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo. O volume de lançamentos manteve-se nos patamares observados em 2010, com reposição de oferta, e o ritmo de vendas superou a média histórica – justamente em um momento de ligeira instabilidade econômica, reflexo das crises nos Estados Unidos e na Europa.

Em 2012, a economia europeia deve continuar a “andar de lado”, ao contrário da norte-americana, que já esboça recuperação. No cenário econômico nacional, as perspectivas são muito melhores: o PIB deve girar em torno dos 3,5% e o momento é de pleno emprego e de crescimento da massa salarial.

Somado a esses aspectos, o Brasil possui elevado potencial de consumo interno e há a previsão de crescimento do crédito habitacional com recursos da poupança da ordem de 30%, o que completa o cenário de expectativas favoráveis para o setor em 2012.

AELO: (11) 3289-1788

Fonte: AELO Online – Ano XI – N.º 388 – São Paulo, 15 de março de 2012



Brasil vira o 2º melhor mercado imobiliário

1 de março de 2012 | Por admin

O artigo publicado por Jamil Chade, no portal Estadão.com.br, apresenta a mais recente pesquisa sobre o mercado imobiliário. Segundo um estudo da Associação de Investidores Estrangeiros do Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês), neste ano, o Brasil passará a ser o segundo lugar mais atraente para os investidores estrangeiros, superando a China e toda a Europa. O estudo apontou também São Paulo como a quarta cidade mais atraente para a aplicação em imóveis entre as grandes metrópoles internacionais do ano.

A pesquisa mostrou que o boom brasileiro no setor da construção fez o país atrair um interesse global. O destaque vai para a cidade de São Paulo, que, no ranking do ano passado, estava em 26ª na lista de prioridades de investidores estrangeiros, figurando, agora, na 4ª posição.

O local preferido de investidores em 2012 será Nova York, seguido por Londres e Washington. São Paulo superou a cidade de Frankfurt e todas as capitais de países da zona do euro e das economias dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Segundo o artigo, o crescimento da economia, eventos esportivos e as garantias legais são os fatores que transformaram o país e a cidade de São Paulo em uma das prioridades de investidores.

“O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital”, afirmou o CEO da entidade, James Fetgatter.

Para realizar a pesquisa, a associação consultou investidores com um portfólio total de US$ 874 bilhões pelo mundo.

Segundo a pesquisa, hoje, 18,6% dos entrevistados indicam que o Brasil oferece as melhores oportunidades de retorno de investimentos no setor imobiliário. Em 2011, apenas 4,4% dos entrevistados escolheram o país para investir.

Com o resultado, o Brasil superou a China na lista das preferências dos investidores imobiliários. Entre os emergentes, a classificação é seguida pela Turquia, enquanto Vietnã e Índia sofreram quedas.

Fonte: Estadao



Taxa de retorno de imóveis comerciais volta a subir, segundo FGV

24 de fevereiro de 2012 | Por admin

Por: Gladys Ferraz Magalhães

SÃO PAULO – A taxa de retorno dos imóveis comerciais, somadas renda com aluguéis e valorização do imóvel, foi de 4% no quarto trimestre de 2011, de acordo com o IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial), divulgado nesta quinta-feira (2) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Com o resultado, a taxa de retorno dos imóveis comerciais voltou a subir, após apresentar recuo, no terceiro trimestre do ano passadom frente ao trimestre anterior, de 4,2% para 3,8%.

De acordo com o levantamento, considerando o último trimestre, as taxas de retorno da renda e capital foram de, nesta ordem, 2,7% e 1,3%.

Retorno anualizado
Com relação ao retorno anualizado, que compara cada trimestre com o equivalente do ano anterior, houve queda no último trimestre do ano passado. Nesta comparação, as taxas de retorno de renda, capital e total foram de, respectivamente, 12%, 5,6% e 17,6%. No trimestre imediatamente anterior as taxas haviam sido de 13,1%, 6,3% e 19,4%.

Rentabilidade acumulada
Os imóveis comerciais brasileiros tiveram uma rentabilidade de 742,1% entre o ano 2000 e o quarto trimestre de 2011, segundo o índice de FGV. (mais…)



Crédito imobiliário deve representar 10% do PIB em até 4 anos

23 de fevereiro de 2012 | Por admin

Por: Diego Lazzaris Borges
Colaborou: Tabata Pitol Peres

SÃO PAULO – O crédito imobiliário continuará se expandindo e sua participação no PIB (Produto Interno Bruto) do País deve dobrar nos próximos anos, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

“O País entrou em um movimento de crescimento contínuo, com taxas de juros consistentes, e isso fez com que o crédito imobiliário pudesse crescer. Atualmente nós temos o cenário adequado para que o crédito imobiliário possa atingir cerca de 10% do PIB nos próximos 3 ou 4 anos”, disse o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior.

Atualmente, o crédito imobiliário representa 4,7% do PIB nacional, o que, segundo o executivo, é um número baixo. “Isso é muito pequeno em relação a países da própria América do Sul, como o Chile, em que o crédito imobiliário significa 16% do PIB”, diz.

Expectativas de crescimento

O financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança deve crescer em 2012, embora em um rítmo menor do que no ano passado. “De acordo com as variáveis econômicas, como crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação, esperamos que o crédito imobiliário no País cresça em torno 30% este ano”, disse de Lazari Junior.

Em 2011, o valor dos empréstimos com recursos da poupança cresceu 42% para R$ 79,9 bilhões, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

No mesmo período, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.

Fonte: Infomoney



FGTS financiará material de construção para a classe média

8 de fevereiro de 2012 | Por admin

O Conselho Curador do FGTS aprovou, em reunião extraordinária, uma nova linha de crédito de material de construção para a classe média. O financiamento será de até R$ 20 mil por tomador, que pagará o empréstimo em até 120 meses a juros mais baixos que os praticados no mercado.

Não será exigido limite de renda. Inicialmente, serão ofertados R$ 300 milhões, mas o valor poderá chegar a R$ 1 bilhão, dependendo da demanda dos consumidores. A expectativa é que a medida entre vigor dentro de 30 dias.

A nova modalidade prevê a compra de material para reforma ou ampliação de imóveis residenciais a uma taxa de juros máxima (custo efetivo máximo para o mutuário) de 12% ao ano. Esse percentual abrange juros, comissões e outros encargos financeiros.

A principal exigência é que o tomador tenha conta no FGTS. Também é necessário comprovar a propriedade do imóvel e a regularização da área construída.

A nova linha de crédito não implica na retirada, pelo tomador, de dinheiro de sua própria conta no FGTS. O financiamento tem como fonte recursos do Fundo.

Segundo cálculos que embasaram a decisão dos conselheiros em duas reuniões anteriores sobre o tema, a menor taxa de juros cobrada da classe média pelo mercado na linhas de aquisição de material de construção é de 23,14% ao ano, para prazo de pagamento de até 60 meses. Os percentuais chegam até 56,27% para períodos maiores.

De acordo com os estudos, a demanda do segmento para material de construção vem sendo suprida por intermédio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), com taxas taxas mais elevadas. (mais…)



Balanço do Minha Casa, Minha Vida

4 de fevereiro de 2012 | Por cemara

Governo federal apresentou números de 2011 e as perspectivas de 2012

O programa Minha Casa, Minha Vida lançado pelo governo federal na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratou em 2011 um total de 457.005 unidades residenciais. O resultado equivale a 23% da meta de 2 milhões de moradias em quatro anos. O ritmo foi inferior ao de 2010, quando foram assinados 661 mil contratos, devido ao atraso nas contratações para a faixa de renda mais baixa (famílias com ganhos de até R$ 1,6 mil), que só foi retomada em setembro por causa da definição de novas regras para o programa.

Para 2012, o governo aposta num reforço das contratações, chegando a 600 mil moradias, puxada principalmente por essa primeira faixa de renda, segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. “A nossa expectativa para a primeira faixa é de 300 mil unidades a serem contratadas em 2012”, disse Hereda, após reunião com empresários da construção na semana passada, em São Paulo, em que também estiveram o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Para a segunda faixa de renda (de R$ 1,6 mil a R$ 3,1 mil) são esperadas 250 mil contratações, e para a terceira (R$ 3,1 mil a R$ 5 mil), de 50 mil.

Apenas cinco Estados concentraram 55% das contratações do Minha Casa, Minha Vida em 2011: São Paulo, com 87,5 mil casas, Minas Gerais (49 mil), Paraná (41 mil), Goiás (39,5 mil) e Rio Grande do Sul (36 mil). Também tiveram um forte desempenho os Estados do Rio de Janeiro (34 mil), Santa Catarina (20 mil) e Bahia (21 mil).

Os maiores avanços em relação ao ritmo de contratação em 2011 em relação à primeira fase do programa, contudo, foram os Estados de Goiás – que saltou de 38 mil contratações em 2009 e 2010 para 88 mil em 2011 -, o Mato Grosso do Sul – de 14 mil para 25,5 mil no mesmo período -, e o Paraná, de 58 mil para 99 mil na mesma comparação. Além deles, o Amapá, que tem um desempenho muito fraco no programa desde o início, conseguiu superar em 2011 as contratações da primeira fase do Minha Casa, Minha Vida. Foram contratadas no ano passado no Amapá 2,1 mil moradias, frente a 1,6 mil em 2009 e 2010.
(mais…)



Crédito imobiliário deve crescer 30% em 2012

30 de janeiro de 2012 | Por cemara

SÃO PAULO (Reuters) – As concessões de crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança devem alcançar 103,9 bilhões de reais este ano, montante 30 por cento superior ao financiado em 2011, segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira pela associação que representa o setor no país, Abecip.

A projeção tem como base um cenário de crescimento da massa salarial e manutenção do baixo nível de desemprego no país, combinado a estímulo ao crédito em geral e controle das taxas de juro.

“Talvez tenha um crescimento maior que 30 por cento, de 35 por cento… mas o cenário já é bem otimista”, disse a jornalistas o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Jr. “O cenário é muito favorável para crescimento do crédito imobiliário não só em 2012”.

Nesta quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego do país em dezembro caiu a 4,7 por cento em dezembro ante 5,2 por cento em novembro, o menor nível desde o início da série, em 2002.

A previsão para este ano, entretanto, considera um aumento dos recursos para financiamento imobiliário em menor ritmo que o visto em 2011, quando houve crescimento de 42 por cento. “O ritmo de crescimento menor é extremamente saudável”, acrescentou Lazari.

Os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para financiamento imobiliário alcançaram recorde em 2011, de 79,9 bilhões de reais, mas ficaram abaixo da meta estimada pela Abecip, de 85 bilhões de reais para o ano passado.

Segundo o presidente da entidade, fatores como o atraso em entregas de empreendimentos, decorrente da escassez de mão de obra na construção civil, por exemplo, contribuíram para o resultado abaixo do esperado.

“A estimativa era otimista, mas (o resultado) ficou muito perto (da meta). Esse crescimento foi sadio para o mercado”, afirmou Lazari. (mais…)



Indicadores sinalizam investimentos sustentável

24 de janeiro de 2012 | Por cemara

A perspectiva é de que a construção civil consolide um crescimento de 5,2%

O encontro que o empresário Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), manteve com a imprensa, em Brasília (DF), contribuiu para desenhar um cenário confiança na continuidade do crescimento setorial ao longo de 2012. A perspectiva é de que a construção civil consolide um crescimento de 5,2%, índice acima dos 4,8% de expansão que vêm sendo calculados para aquele período.

Segundo o presidente da CBIC, as medidas que o governo resolveu adotar, incluindo o aumento dos juros, responderam positivamente às expectativas de um crescimento considerado “bem mais moderado da economia nacional em 2011”. Independentemente dos fatores da crise internacional e das possibilidades de alguma vulnerabilidade brasileira, a construção civil seguiu registrando incremento consistente em suas atividades.

A CBIC explicou que houve maior oferta de crédito imobiliário, dado que se aliou às medidas de redução da taxa de juros dos financiamentos e do alongamento dos prazos para pagamento; registrou- se aumento do emprego formal, do crescimento da renda familiar e a macroeconomia ficou estável.

Fonte: CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção



Proximidade da Capital e logística apurada são diferenciais

18 de janeiro de 2012 | Por cemara

O eco­no­mis­ta e pro­fes­sor de MBA em Ges­tão Em­pre­sa­ri­al da IBE-FGV, Pau­lo Gran­de, atri­bue o alto PIB da Re­gião Me­tro­po­li­ta­na de Cam­pi­nas à pro­xi­mi­da­de com a Ca­pi­tal pau­lis­ta e à lo­gís­ti­ca pri­vi­le­gia­da. A exis­tên­cia de boas ro­do­vi­as e ae­ro­por­tos fa­vo­re­ce a ins­ta­la­ção de in­dús­tri­as, ele­van­do a pro­du­ção de ri­que­za das ci­da­des da re­gião.

“Esse nú­me­ro di­vul­ga­do pelo IBGE é mui­to ex­pres­si­vo e está den­tro do con­tex­to do Es­ta­do de São Pau­lo, que so­zi­nho é res­pon­sá­vel por um ter­ço do PIB na­ci­o­nal. O ín­di­ce de in­dus­tra­li­za­ção da re­gião está den­tro do mai­or eixo de re­pre­sen­ta­ti­vi­da­de do Bra­sil, que vai do in­te­ri­or pau­lis­ta até o Rio de Ja­nei­ro, o que ex­pli­ca um PIB tão gran­de”, ex­pli­cou o pro­fes­sor.

Ele con­tou ain­da que o PIB de al­guns Es­ta­dos, prin­ci­pal­men­te os lo­ca­li­za­dos no eixo Nor­te-Nor­des­te, é pro­du­zi­do por pra­ti­ca­men­te uma ci­da­de, o que faz que a re­gião te­nha van­ta­gem. É o caso de Ama­zo­nas, cujo PIB to­tal é de R$ 49 bi­lhões, sen­do a Ca­pi­tal Ma­naus res­pon­sá­vel por R$ 40 bi­lhões, o equi­va­len­te a 81% do mon­tan­te. “Al­guns mu­ni­cí­pi­os pro­du­zem mui­to pou­ca ri­que­za e de­pen­dem pra­ti­ca­men­te do re­pas­se fe­de­ral para so­bre­vi­ver”, dis­se.

Fonte: Todo Dia



RMC é mais rica que 19 Estados do Brasil

| Por cemara

Só os mais desenvolvidos da federação superam a economia da região; Campinas concentra 36% da riqueza

So­zi­nha, a RMC (Re­gião Me­tro­po­li­ta­na de Cam­pi­nas) é mais rica do que 19 Es­ta­dos bra­si­lei­ros. Se­gun­do da­dos di­vul­ga­dos pelo IBGE (Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Ge­o­gra­fia e Es­ta­tís­ti­ca) re­fe­ren­tes a 2009 – os úl­ti­mos dis­po­ní­veis – o PIB (Pro­du­to In­ter­no Bru­to) da re­gião é R$ 85,7 bi­lhões. O to­tal é mai­or que as eco­no­mi­as de Ro­rai­ma, Ama­pá, Acre, To­can­tins, Piauí, Ser­gi­pe, Ron­dô­nia, Ala­go­as, Rio Gran­de do Nor­te, Pa­ra­í­ba, Mato Gros­so, Mato Gros­so do Sul, Ma­ra­nhão, Ama­zo­nas, Pará, Ce­a­rá, Es­pí­ri­to San­to, Per­nam­bu­co e Goi­ás.

O PIB da re­gião só per­de para os Es­ta­dos mais for­tes da na­ção – São Pau­lo, Rio de Ja­nei­ro, Mi­nas Ge­rais, Rio Gran­de do Sul, Pa­ra­ná, Ba­hia, Dis­tri­to Fe­de­ral e San­ta Ca­ta­ri­na (veja o PIB de cada Es­ta­do e de cada ci­da­de da RMC no qua­dro ao lado).

Cam­pi­nas, prin­ci­pal ci­da­de da re­gião, tem um PIB de R$ 31,6 bi­lhões, sen­do res­pon­sá­vel por 36% do PIB da RMC. A ri­que­za pro­du­zi­da pela ci­da­de su­pe­ra dez Es­ta­dos bra­si­lei­ros. Pau­lí­nia de­tém o se­gun­do mai­or PIB da re­gião, com R$ 7,7 bi­lhões, se­gui­da por Su­ma­ré (R$ 6,9 bi­lhões) e Ame­ri­ca­na (R$ 6,1 bi­lhões).

Na ou­tra pon­ta da ta­be­la es­tão En­ge­nhei­ro Co­e­lho (R$ 219 mi­lhões) e Ar­tur No­guei­ra (R$ 485 mi­lhões). Já em re­la­ção ao PIB per ca­pi­ta (di­vi­são do PIB to­tal pelo nú­me­ro de ha­bi­tan­tes), a li­de­ran­ça é de Pau­lí­nia, que em 2009 apre­sen­tou um to­tal de R$ 91.985,25. A se­gun­da co­lo­ca­ção fi­cou com Vi­nhe­do (R$ 90.959,69) e a ter­cei­ra po­si­ção com Ja­gua­ri­ú­na (R$ 66.036,82).

Fonte: Todo Dia



CEF totalizou R$ 81,8 bilhões em crédito imobiliário em 2011

9 de janeiro de 2012 | Por cemara

SÃO PAULO – Em 2011, a CEF (Caixa Econômica Federal) movimentou R$ 81,8 bilhões em operações de crédito imobiliário, o que representou 35% do total concedido pelo banco. Com isso, a CEF detém 75% do mercado no setor.

Na comparação com 2010, houve um crescimento de 4,6% em financiamento imobiliário.

No geral a CEF registrou um recorde de R$ 230 bilhões em crédito. O número divulgado nesta quinta-feira (5) ainda é preliminar, podendo ser ainda mais expressivo. O valor atingido é 12% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando foram contratados R$ 205 bilhões em créditos totais.

Crédito comercial pessoa física e jurídica
Com relação ao crédito para pessoa física, o montante atingiu R$ 59,7 bilhões, com crescimento de 26,7% frente a 2010. Já o crédito para pessoa jurídica avançou 19,4%, atingindo o valor de R$ 65,7 bilhões.

Fonte: InfoMoney



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