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Trem de passageiros ligará Americana a São Paulo

4 de setembro de 2017 | Por cemara

O presidente da República Michel Temer garantiu na manhã desta terça-feira (28), em Brasília (DF), que o Trem Intercidades, que ligará São Paulo à Americana (SP), será incluído no programa de concessões da União. A informação foi confirmada durante audiência no Palácio do Planalto com o deputado federal Vandelei Macris (PSDB-SP), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), deputado Cauê Macris (PSDB), e o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado, Clodoaldo Pelissioni.

Temer também garantiu que o Governo Federal vai ceder a faixa de domínio da ferrovia, inclusive marcando a assinatura do documento que garante essa permissão para abril.

O uso da faixa de domínio do transporte de cargas era um dos entraves para a viabilidade do Trem Intercidades.

De acordo com Vanderlei Macris, Temer se mostrou entusiasmado com o projeto. “O presidente percebeu a importância do retorno do transporte ferroviário de passageiros e autorizou a inclusão do projeto que já se encontra na Secretaria Executiva do Programa de Parcerias para Investimentos”, ressaltou.

O segundo desafio vencido foi a concessão da linha férrea do transporte de cargas. “A estrutura já existe a partir da linha férrea do transporte de cargas, sem a necessidade de desapropriações ou licenças ambientais, faltava apenas o aval para que a as duas modalidades, carga e passageiros, pudessem compatibilizar”, completou Macris.

Fonte: https://portaldeamericana.com/2017/trem-de-passageiros-ligara-americana-sao-paulo/



SP terá dispersão industrial e mais cana, diz Seade

1 de setembro de 2017 | Por cemara

Regiões vizinhas à Grande São Paulo devem ser beneficiadas pela dispersão da atividade industrial nos próximos anos, assim como a tendência é que a cultura da cana de açúcar mantenha a expansão no interior do Estado. Esses dois movimentos vêm ganhando força há pelo uma década e meia e devem constituir as principais mudanças na geografia econômica do Estado no curto e médio prazos.

“A cana-de-açúcar chegou para ficar”, diz Vagner Bessa, gerente de indicadores econômicos da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), ligada ao governo estadual. “Também vai haver um contínuo processo de desconcentração de atividade industrial para fora da região metropolitana de São Paulo.”
A Seade divulgou ontem um estudo a respeito das mudanças na atividade econômica do Estado entre 2002 e 2014.

Nesse período, a participação da região metropolitana de São Paulo no Produto Interno Bruto (PIB) industrial paulista caiu de 46,7% para 42%. Enquanto isso, houve crescimento do PIB industrial em praticamente todas as divisões de municípios menores, com destaque para aquelas que têm entre 100 mil e 500 mil habitantes – salto de 32,4% para 37,5%. “Houve uma desconcentração forte da atividade industrial”, diz Bessa.

Os municípios mais beneficiados, segundo ele, foram os situados nas regiões de Campinas, Sorocaba, Jundiaí e São José dos Campos. De acordo com ele, uma série de fatores ajudou – e deve continuar ajudando – esses municípios a atraírem fábricas. Entre eles, estão: os gargalos de infraestrutura da capital, que tem menos espaços disponíveis para a instalação de indústrias; a infraestrutura “muito boa” dessas regiões adjacentes à capital; os incentivos oferecidos por algumas prefeituras; e a proximidade da região metropolitana de São Paulo.

Simultaneamente, o setor sucroalcooleiro avançou nas regiões Norte e Noroeste do Estado, próximas a municípios como Presidente Prudente, Araçatuba, Bauru e São José do Rio Preto. Antigas culturas de soja e algodão, além de pastos para a criação pecuária, foram substituídas pelas plantações de cana-de-açúcar, que acabou se tornando o principal produto da pauta exportadora do Estado. “A agropecuária vem mudando drasticamente seu perfil no Estado de São Paulo. Esse setor era muito mais diversificado do que é agora”, diz.

Parte desse movimento, diz Bessa, pode ser creditada a uma política deliberada do governo brasileiro na década passada de incentivar a produção de biocombustíveis derivados da cana. Recentemente, no entanto, com a alta dos preços no mercado internacional, o açúcar refinado também vem beneficiando a região. Isso levou à substituição de “indústrias mais tradicionais”, como a de couro e calçadista. “O complexo sucroalcooleiro chegou para ser a atividade hegemônica nessas regiões”, diz.

Pelo menos no ano passado, tamanha dependência foi benéfica para os municípios dominados pelo setor sucroalcooleiro. De acordo com dados da Seade, nas cidades que têm sido beneficiadas pelo êxodo industrial – como Campinas, Sorocaba e São José dos Campos – o PIB caiu em média 3,7% em 2016.

Já o PIB da região em que estão Araçatuba, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Bauru cresceu 1%. “Sob esse ponto de vista, eles já saíram da crise”, diz.

Fonte: http://www.valor.com.br/brasil/5062296/sp-tera-dispersao-industrial-e-mais-cana-diz-seade



As 5 lições das melhores empresas para trabalhar

| Por cemara

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Em agosto foi divulgada a edição 2017 do ranking Great Place to Work (GPTW), que certifica empresas que desenvolvem e implementam estratégias de valorização do ambiente de trabalho e dos colaboradores. Essa é a 21ª edição em que as companhias são reconhecidas por boas práticas e que beneficia sua reputação como empregadora.

Mas quais os benefícios da empresa em investir em um ambiente de trabalho agradável? É comum que alguns empresários e líderes se questionem a respeito do retorno sobre o gasto com um ambiente agradável e, ao mesmo tempo, desafiador – ainda que inúmeras pesquisas científicas demonstrem a importância desse fator para a criatividade e produtividade, como os trabalhos da psicóloga Teresa Amabile. Afinal, os profissionais precisam valer mais do que o próprio salário e os impostos da folha de pagamento?

A resposta é óbvia e o motivo é bastante claro: as empresas não estão colocando dinheiro numa causa filantrópica. Elas obtêm resultados perceptíveis.

“O público interno é o maior drive de reputação de uma empresa. O funcionário que se sente bem, recebe bem os clientes, atende com boa vontade e trabalha com prazer. Ele fala bem da empresa aos amigos e para a sua rede de contatos”, explica Tatiana Maia Lins, consultora de reputação organizacional e diretora da Makemake.”Um local onde as pessoas se sentem bem tem menos fofoca, menos ruído de comunicação, menos silêncio organizacional, tem mais confiança e melhor produtividade”, completa.

A consultora destaca ainda que as faíscas que estouram as grandes crises de imagem no varejo e em organizações de outros setores têm origem no ambiente de trabalho. “São os funcionários que se sentem oprimidos, desvalorizados e trabalhando em condições desfavoráveis que colocam a boca no trombone, expondo os problemas”, diz.

Para os funcionários, trabalhar em uma empresa que valoriza o ambiente de trabalho agrega benefícios diretos não apenas para o cotidiano, mas também para a carreira no longo prazo. Torna-se uma relação onde os dois lados ganham.

Já sabemos que investir nas pessoas é vantajoso e que não investir pode ser desastroso. Mas para onde devem ser direcionados esses investimentos e como saber se eles estão trazendo os resultados esperados? Como desenvolver e gerir uma estratégia de valorização do ambiente de trabalho?

Para responder a essas questões, falamos com os representantes de algumas empresas premiadas em edições locais e nacionais do GPTW. Dentre todos os fatores, estratégias e programas citados, destacamos as cinco principais.

Formação de novos líderes
Universidades corporativas, programas de trainee e treinamentos junto aos colaboradores são medidas fundamentais para preparar as gerações que irão assumir o comando da empresa. A Schmersal, empresa de segurança para máquinas industriais e a 4ª melhor empresa para se trabalhar no Brasil na categoria médio porte/multinacionais, trabalha em parceria com instituições de ensino.

“Este ano contratamos a Fundação Dom Cabral para um treinamento com todas as lideranças da empresa. A Schmersal também fornece bolsa de estudos de formação e línguas e a cada vaga que surge buscamos candidatos internamente”, afirma Cláudio José Rosa, gerente de recursos humanos da companhia.

Uma universidade corporativa é diferente de programas de treinamentos: sua função é direcionar o aprendizado em direção a objetivos estratégicos específicos da empresa. Apesar de os cursos terem nível de pós-graduação, o Ministério da Educação (MEC) deixou de reconhecer os programas de Universidades Corporativas em 2011. Desde então, tais cursos são classificados como “cursos livres” — à época, existiam cerca de 400 instituições não-educacionais credenciadas e outras 134 esperando autorização. Mesmo sem reconhecimento oficial, os cursos de universidades corporativas oferecem um ganho significativo de conhecimento para o colaborador e um ativo estratégico para a companhia.

Qualidade de vida como engajamento e satisfação
A 3M foi também uma das 150 melhores empresas também no ranking da GPTW, sendo destaque nos quesitos Ambiente e Qualidade de Vida. A companhia traz a inovação em seu DNA e é de lá que trazemos um exemplo muito interessante sobre esse aspecto. Mais precisamente de sua fábrica em Sumaré/SP, onde, em abril de 2016 foi, inaugurada a Alameda Saber Viver.

Trata-se de um espaço de serviços diversos dentro do complexo industrial que pode ser utilizado pelos funcionários a qualquer momento. Funcionam lá salão de beleza e barbearia, hortifrúti de produtos orgânicos, van com opções de açougue e outros alimentos congelados, pastelaria, lava rápido, produtos de papelaria entre outras ações frequentes, como os food trucks.

“A ideia veio da necessidade de trazer mais facilidades para os funcionários, de modo a melhorar a qualidade de vida e fazer com que eles tenham mais tempo de qualidade com suas famílias. Isso traz maior satisfação, maior engajamento dos funcionários com a empresa e consequentemente maior retenção”, explica Fernando Valle, diretor de Recursos Humanos da 3M Brasil.

Atenção à comunicação interna e transparência
Para evitar que a comunicação dentro da empresa fique ao sabor da espontaneidade e que os funcionários acabem irritados, mal informados, ineficientes e insatisfeitos, controlar o fluxo de informação é essencial. E esse controle deve ser fundamentado na transparência.

O plano adotado pela Cemara, empresa de loteamentos do interior de São Paulo que conta com 80 funcionários, foi a criação de comitês de trabalho sobre diversos assuntos. Marcos Dei Santi, vice-presidente de Novos Negócios e Operações da Cemara, explica que a ideia começou após a implantação do primeiro planejamento estratégico da empresa, em 2008.

“Decidimos criar comitês para dar mais transparência às informações, estratégias do rumo e negócios da empresa, delegar decisões e responsabilidades aos gestores. Essa é a espinha dorsal”, explica.

“Criamos também um manual da comunicação. Todas essas comunicações têm regras, normas, espaços definidos, o que e quando informar, tudo para manter nossa transparência para todos. Então houve um equilíbrio, todo mundo sabe o que se passa na Cemara”, conclui.

Atualmente, a empresa conta com 12 comitês de trabalho. O resultado foi um engajamento inédito dos colaboradores com os resultados da empresa, redução de turnover e maior produtividade. “Nos últimos dois anos, 18 funcionários pediram demissão ou foram desligados. Nossa produtividade e quantidade de clientes, os números continuam os mesmos com 20% a menos de colaboradores”, diz Dei Santi.

A Monsanto, que conquistou o 15º lugar no GPTW, utiliza a abordagem 70/20/10 — onde 70% do aprendizado vem das experiências no local de trabalho; 20% da aprendizagem é adquirida por meio de treinamentos e feedbacks; e 10% vêm através de treinamentos formais.

Apoio irrestrito à diversidade
Incluir a diversidade na pauta corporativa vai muito além de apenas adotar um discurso politicamente correto. Em primeiro lugar, porque a diversidade promove a criatividade, melhora o processo de tomada de decisões, a resolução de problemas, a inovação e a flexibilidade. Não existe argumento lógico contra isso — não por falta de tentativas.

Em segundo lugar, porque o convívio com pessoas oriundas de diversas realidades é um estímulo para o desenvolvimento de habilidades de inteligência emocional das pessoas que compartilham o ambiente de trabalho.

“Os ambientes de trabalho agradáveis são aqueles em que as pessoas se sintam acolhidas em suas diversidades, em que as não precisem vestir máscaras para trabalhar, em que elas se sintam respeitadas em suas opiniões e contribuições”, defende Tatiana Lins, da MakeMake.

Um dos quesitos que ajudaram a destacar a Monsanto entre as melhores empresas para trabalhar foi o apoio estratégico à diversidade. O programa conta com cinco pilares: Aliança LGBTA, PCDs Sem Fronteiras, Mulheres 360 e Raças e Gerações.

“Essa estratégia proporciona à Monsanto uma vantagem competitiva, pois acreditamos que é essencial ter diversidade de talentos e pontos de vista para se ter um ambiente mais inovador. É por isso que procuramos melhores talentos, independente da geografia, gênero, raça, crenças, orientação sexual, idade ou deficiência”, ressalta Carlos Brito, líder de RH da Monsanto na América do Sul.

Gamificação
O nome virou um modismo, mas, quando aplicado com um objetivo estratégico, a gamificação aumenta o engajamento e reduz o turnover de maneira sensível. É a aposta que a Microcity, empresa brasileira de outsourcing e TI premiada como a melhor de Minas Gerais no GPTW 2017 na categoria até 999 funcionários, vem fazendo nos últimos dois anos e obtendo bons resultados.

“É uma excelente estratégia para despertar o interesse e engajamento dos colaboradores com as metas corporativas, políticas de pessoas e também melhorar a experiência dos nossos clientes com a nossa empresa”, afirma Polianna Lopes, diretora de Gestão de Pessoas e de Marketing da Microcity.

A companhia criou um game de gestão chamado Liderix, que abrange indicadores estratégicos, programas de capacitação e desenvolvimento de equipes, políticas de pessoas e satisfação dos clientes. “O game traduz todos estes indicadores de forma clara, orientando-os muitas vezes no caminho que deve ser seguido”, conta Lopes.

Segundo a diretora, o programa aumenta o engajamento dos colaboradores e a compreensão dos líderes sobre os desafios cotidianos da gestão, “resultando em maior produtividade e entendimento da estratégia da empresa de onde estamos para onde queremos ir”.

Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/as-3-licoes-das-melhores-empresas-para-trabalhar/121053/



Lar doce lar: Com loteamentos planejados, Cemara leva conceito de mobilidade e bem-estar aos bairros

14 de junho de 2017 | Por cemara

A Razão de Ser da Cemara, que desenvolve loteamentos há mais de 35 anos, no interior de São Paulo, é aplicada, em detalhes, em cada um de seus loteamentos. Seus projetos estão apoiados no propósito de melhorar a mobilidade dos moradores adequando os espaços ao perfil e interesse de cada um, sempre levando em conta a qualidade de vida e o bem-estar.
Os estudos de urbanismo agregam valor a um empreendimento que será, para muita gente, a moradia de uma vida inteira. Portanto, tudo deve ser minimamente calculado. E basta planejamento e organização para alcançar o propósito de viver bem – sejam por 10, 20 ou 30 anos.
É por isso que a Cemara estuda a localização de cada loteamento, além do seu entorno, para que a mobilidade não seja útil somente hoje, mas no futuro. É preciso olhar para a frente e identificar as possíveis transformações dos bairros ao longo do tempo, para que os projetos estejam preparados para a modernidade. Será que em 20 anos vamos continuar usando os automóveis como principal meio de locomoção? O que faremos em nossos momentos de lazer, por exemplo?
De olho nestas transformações urbanísticas, cada item de um bairro é analisado com base nos raios de distância entre os pontos principais: como escolas, hospitais e áreas de lazer, por exemplo. A equipe da Cemara pesquisa e mapeia o cotidiano da vida das pessoas que vivem em regiões no entorno e planeja os usos dos lotes, conforme esse mapeamento.
Os primeiros loteamentos, o Pau Brasil e o Jardim dos Ipês Amarelos, ambos em Americana, e o Parque Bella Ville, em Hortolândia, consolidaram essa metodologia. O conceito da curta distância está sendo levado para todos os empreendimentos – sejam abertos, com livre acesso a população, ou fechados, com portaria.
O que também virou padrão é o desenvolvimento de praças urbanizadas e de espaços para integração entre os moradores e a população vizinha. Em um de seus loteamentos, por exemplo, foi criado um espaço para estimular os sentidos por meio de cheiros, sabores, sons, imagens e texturas.
O resultado do planejamento urbano levando em conta o bairro como um todo, e o perfil dos lotes aliado às características de0 cada morador, com qualidade de vida e bem-estar a todos, valorizam o espaço. Dentro de um único loteamento, é possível encontrar vários tipos de terrenos, com diferenciais e preços distintos, de acordo com a necessidade das pessoas.
Não é à toa que os projetos da Cemara estão ligados à Razão de Ser da empresa – ocupação ordenada, com a urbanização das áreas de forma planejada e sustentável, para o convívio e o bem-estar social. Para entender melhor essa metodologia, aplicada pela Cemara nos últimos 5 anos, reunimos os principais fundamentos que envolvem os loteamentos da empresa. Saiba quais são:

1. Mobilidade urbana
Além da proximidade de espaços públicos, as vagas de estacionamento estão próximas às áreas de lazer e áreas verdes, garantindo maior número de vagas públicas por lote. Para os ciclistas, os loteamentos oferecem bicicletários e vias com declividade confortável para o seu uso. Para os pedestres, calçadas largas e arborizadas, sinalização com faixas para travessia e rampas para acessibilidade.
2. Educação
A distância até os centros de ensino é uma das preocupações da empresa. No Piazza Itália, por exemplo, empreendimento localizado em Piracicaba, há mais 30 escolas em um raio de 2 km, entre unidades das redes municipal, estadual e privada.
3. Comércio
Além das escolas, é providencial que a região onde o empreendimento esteja localizado seja próxima aos supermercados, farmácias e outros tipos de estabelecimentos. Desta forma, a loteadora também incentiva a economia local e a geração de novos empregos com empreendimentos mistos, ou seja, com a presença de lotes comerciais e residenciais em um mesmo espaço.
4. Saúde
Os empreendimentos estão localizados em regiões com fácil acesso aos hospitais, pronto-socorro e outros serviços de saúde, seja por meio do uso de transporte público ou privado.
5. Cultura e lazer
Os estudos de urbanização também contemplam a análise dos espaços e áreas de cultura e lazer disponíveis ou planejados na cidade. Dentro de cada loteamento, a Cemara também desenvolve praças urbanizadas e espaços de integração, que incentivam a cultura e lazer local.
Recentemente a empresa entregou sua primeira praça urbanizada em um loteamento aberto. Foi em Americana, no Jardim Esplanada, que já está sendo usada diariamente para o lazer e o bem-estar. No espaço, famílias inteiras estão se exercitando, com crianças e animais de estimação. O senso de vizinhança do bairro está em pleno vapor. Além disso, os empreendimentos são mapeados próximos a shoppings, museus, restaurantes, parques, sempre visando o aumento da qualidade de vida dos moradores.
6. Especificações técnicas
Todo o trabalho técnico de infraestrutura de um loteamento pode passar despercebido aos olhos do comprador, que em geral só enxerga só a infraestrutura física, como o asfalto e as áreas verdes. Mas o planejamento e a execução dessa infraestrutura passam por diversos fatores, como estudos de solo, topografia, condições climáticas, ventos predominantes, insolação, zoneamento, uso e ocupação de solo, além do saneamento básico. O olhar atento a esses detalhes fazem toda diferença na vida do futuro morador, até para que ele saiba o que está comprando e o que pode, legalmente, ser construído no terreno.
7. Sustentabilidade
As práticas sustentáveis vão além de atender às normas e legislações. A empresa investe na recuperação ambiental, recomposição de vegetação desmatada, manejo de áreas preservadas e na arborização de vias, como melhoria no clima local, umidade e ventilação. O uso de matéria-prima reciclada na construção civil também é regularmente aplicado. Em virtude dessas ações ambientais, a empresa foi recompensada duas vezes consecutivas, em 2015 e 2016, com o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde.



QUATRO MOTIVOS PARA COMPRAR UM TERRENO

6 de abril de 2016 | Por admin

Facilidade no pagamento e toque pessoal na construção são os grandes atrativos

A aquisição de uma casa já pronta ou um terreno para construir? Na hora de comprar um imóvel, um lote pode ser uma ótima opção, principalmente para quem busca facilidade de pagamento e um espaço para construir de acordo com as suas preferências pessoais.

“O consumidor que procura um terreno quer um melhor custo X benefício, em relação à compra de um imóvel pronto, já que ele pode definir o prazo e um orçamento para a realização de cada fase de sua obra”, comenta Raquel Dei Santi, Arquiteta e Urbanista da Cemara Loteamentos, empresa que desenvolve empreendimentos residenciais e empresariais no interior de São Paulo.

A arquiteta elencou quatro motivos que justificam a compra de um terreno. Saiba quais são:

– Construir de acordo com as preferências do proprietário:

Para o consumidor que deseja ter uma casa que contemple os seus desejos, a compra de um terreno pode ser ideal. A disposição dos quartos, a área de lazer e os tamanhos dos banheiros ficam ao gosto do dono.

– Pagar o terreno para depois construir:

Para quem está com pouca grana, uma opção é pagar primeiro as parcelas do terreno, para depois iniciar as obras. É uma forma de obter a casa própria sem onerar o orçamento familiar.

– Não ter a preocupação de desembolsar uma quantia de uma só vez:

É possível fazer dois planejamentos, um para construir a casa – levantar as estruturas – e outro para colocação de materiais de acabamento – como pisos, azulejos, janelas e a pintura.

– Barganhar preços na compra dos materiais:

Ao construir a própria casa, o consumidor pode fazer uma pesquisa junto aos diversos estabelecimentos para identificar os produtos que serão usados na construção. Ele poderá alinhar custo com qualidade e ter a certeza que seu imóvel tem materiais de primeira linha.

INFOGRaFICO 4 MOTIVOS PARA COMPRAR UM TERRENO

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.
Há 36 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.
www.cemara.com.br

ECONOMÍDIA

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Mulheres ocupam 60% do quadro de funcionários de empresa de loteamentos

29 de fevereiro de 2016 | Por admin

Não há dúvida que ainda há uma grande batalha a ser travada em favor da igualdade de gêneros dentro do mercado de trabalho. Uma pesquisa do IBGE mostra que em 2014 as mulheres receberam apenas 75% dos salários dos homens, desempenhando as mesmas funções e tendo as mesmas responsabilidades.

Isso, somado ao fato de que algumas empresas escolhem profissionais homens, que em tese não vão ter tanto comprometimento com a família e os filhos, cria um quadro de intensa desigualdade.

Essa disparidade piora quando o assunto são os cargos de liderança. De acordo com a pesquisa Women in Bussiness 2015, realizada pela consultoria Grant Thornton, 57% das empresas não têm mulheres em posições de importância.

Mas isso não acontece na Cemara, empresa de loteamento do interior de São Paulo, onde 60% dos cargos operacionais e gerenciais são ocupados por profissionais do sexo feminino. Dos 16 cargos gerenciais, 9 são ocupados por mulheres.

Giuliane Strapasson, gerente de marketing da Cemara, comentou como a empresa chegou a esse quadro majoritariamente feminino. “A presença feminina na empresa foi um acontecimento orgânico. Buscamos perfis mais criativos do que operacionais e a mulher muitas vezes consegue ser mais criativa e resolver muitas coisas ao mesmo tempo”, explica Giuliane.

Ela conta ainda que a Cemara busca os profissionais que mais se enquadram na vaga, independente do sexo, e aconteceu que muitas vezes encontraram nas mulheres o que estavam procurando.

Mães e profissionais

Uma das maiores dificuldades das mulheres é conciliar a maternidade com a vida profissional. Depois de ter o primeiro filho, muitas sentem que é impossível manter os dois papéis. Mas será que precisa ser assim?

Giuliana conta, por experiência própria, como a preocupação da Cemara em dar suporte as funcionárias a ajudou nesse sentido: “quando eu tive meu primeiro filho ele ficava no berçário e eu podia sair para amamentar porque a empresa entendia que eu conseguia apresentar resultados e dar conta do meu filho.”

Ela conta que quando engravidou as pessoas perguntavam se ela voltaria a trabalhar, e entende que para a maioria das mulheres essa é uma decisão muito difícil, “eu acho que a gente consegue se encaixar em vários papéis e dar conta”, finaliza com uma colocação lúcida e que é sabida por todas as mulheres e por algumas empresas conscientes como a Cemara.

Fonte: A Dona do Negócio



‘Uma questão de sobrevivência’

9 de julho de 2015 | Por admin

O Caderno de Imóveis da edição do último domingo, 28 de junho, do jornal “O Estado de S. Paulo”, publicou com destaque, em alto de página, um artigo em que o presidente da AELO e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, Caio Portugal, analisa o atual momento para os loteamentos no País. Aos domingos, o “Estadão” tem tiragem superior a 350 mil exemplares. O “AELO Online” reproduz aqui o texto de Caio, que tem o título de “Uma questão de sobrevivência”:

Os loteamentos continuam a ter boa receptividade dos consumidores, basicamente, por dois fatores: os lotes urbanizados não são financiados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e acabam sendo comercializados diretamente pelos incorporadores de lotes. Esse diferencial, se é que podemos chamar assim, permite aos compradores uma menor influência da restrição de crédito e da elevação das taxas juros.

Mesmo em meio à crise macroeconômica do País e da queda da confiança por causa da inflação e do baixo crescimento, a demanda por lotes urbanizados permanece aquecida. Além disso, a melhoria na qualidade dos projetos tem atraído os olhares de consumidores atentos às boas oportunidades de mercado.

Por não depender de crédito imobiliário, o mercado de loteamentos, abertos ou com controle de acesso, difere-se do segmento de incorporação de unidades construídas. Esse descolamento entre ambos faz com que haja diferenças consideráveis em volume de lançamentos.

Outra peculiaridade do setor de loteamentos é o seu longo ciclo de produção. Pode-se chegar a 24 meses para aprovar um projeto – obtenção de licenças ambientais, aprovações municipais e registro de imóveis. Portanto, o segmento sofre menor influência da volatilidade dos dados macroeconômicos, sejam eles extremamente favoráveis ou negativos. Além disso, o lote urbanizado é visto como reserva de valor e atrai investidores, além daqueles que compram para construir a casa própria.

O lote urbanizado é um bom investimento por vários motivos. Os encargos desse ativo, por exemplo, não geram ônus muito elevados, pois normalmente resumem-se em IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e, eventualmente, em taxas associativas, quando for loteamento com controle de acesso. E na medida em que os lotes são edificados, a lei de oferta e procura faz com que os preços evoluam, em alguns casos, de maneira superior a outras aplicações financeiras. Contudo, ao aplicar em lote como ativo financeiro deve-se ter atenção à sua liquidez, pois, como qualquer outro tipo de imóvel, a venda não é imediata e depende do comportamento do mercado local, além do humor da economia interna do País.

De qualquer forma, é importante o consumidor conhecer bem o mercado, a idoneidade das empresas que estão desenvolvendo os empreendimentos, e se as cidades onde estão os lotes têm economia diversificada e bom crescimento.

Ressalto, porém, que esse panorama traçado até agora não significa que o setor não enfrente nenhum entrave. Os loteadores têm de cumprir marcos regulatórios complexos, suportar a interferência de órgãos municipais e estaduais e, quase sempre, assumir responsabilidades do poder público, como suprir a falta de investimentos das concessionárias de saneamento. Além de atender à obrigatoriedade de instalar toda a infraestrutura interna do lote para garantir o abastecimento de água potável e o tratamento de esgoto, o loteador tem de assumir a instalação de sistemas de adução e tratamento de água.

Outro grande obstáculo é a falta de linhas de financiamento de crédito imobiliário para produção e comercialização dos lotes. Por mais paradoxal que possa parecer, os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) para financiar habitação não podem ser destinados à produção de terra urbanizada. O trabalhador não pode usar o dinheiro do Fundo para amortizar a dívida, ou parte dela, da compra de um lote. Quando consegue acessar os recursos da poupança, os bancos financiam parte do preço, normalmente 50%, com taxas de juros e encargos caros e que impedem o acesso da grande massa de compradores desse tipo de produto imobiliário.

Na prática, as empresas de loteamento financiam o consumidor com prazos superiores a oito anos (100 meses). Assim, o setor desvirtua seu papel fundamental de ofertar terra urbanizada. E a adoção desse comportamento pelos empresários é por absoluta necessidade de sobrevivência!

Flavio Amary analisa Rio Preto

O Secovi-SP divulgou, em 25 de junho, o Estudo do Mercado Imobiliário de São José do Rio Preto. Os dados foram elaborados pelo Departamento de Economia do Secovi-SP e pela Robert Zarif Assessoria Econômica, contemplando o período de junho de 2012 a maio de 2015 e foram apresentados em entrevista coletiva pelo vice-presidente do Interior do Secovi-SP e vice-presidente da AELO, Flavio Amary (foto), que em seguida participou do Encontro do Mercado Imobiliário da Região de Rio Preto.

Nesses 36 meses, a cidade registrou o lançamento de 8.212 unidades habitacionais, sendo 7.711 verticais e 501 horizontais. O montante resulta em 94% e 6% de participação no total lançado do período, respectivamente.

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Lançamentos – Do universo total (8.212), o segmento de 2 dormitórios econômicos teve o maior destaque, com 3.428 unidades, seguido pelo de 2 dormitórios, com 1.877; 3 dormitórios, com 1.240; 1 dormitório, com 928; 1 dormitório econômico, com 673; e 4 dormitórios, com 66. Em termos de participação, as unidades de 2 dormitórios econômicos respondem por 42% do total lançado nos últimos três anos.

Vendas – Dentro do período analisado, foram comercializadas 6.026 unidades. As casas e apartamentos de 2 dormitórios econômicos foram os mais vendidos, com 2.204 operações. Na sequência, vieram os imóveis de 2 dormitórios, com 1.418; 3 dormitórios, com 1.073; 1 dormitório, com 850; 1 dormitório econômico, com 459; e 4 dormitórios, com 22 comercializações.

Valores – Considerando a média de preço total no período de junho de 2012 a maio de 2015, os valores foram de: R$ 259.408,00 (1 dormitório), R$114.487,00 (1 dormitório econômico), R$ 303.882,00 (2 dormitórios), R$ 139.962,00 (2 dormitórios econômicos), R$ 583.051,00 (3 dormitórios) e R$ 1.197.290,00 (4 dormitórios).

Loteamentos – Apesar da crise econômica do País, o município de São José do Rio Preto continua bastante ativo no lançamento de novos projetos de loteamentos, como indicam as pesquisas do Graprohab em todo o Estado.

A boa notícia para quem pretende adquirir um imóvel em 2015 é que o mercado está ativo e com diversas oportunidades. “Mesmo com as mudanças no financiamento, investir em imóveis continua sendo uma excelente opção”, afirma Alessandro Nadruz, diretor da Regional Secovi em São José do Rio Preto.

Flavio Amary analisa: “Esse é um bom momento para quem deseja adquirir a casa própria. É mais raro encontrar alguém comprando imóvel para valorizar, como nos últimos anos. Porém, existem boas oportunidades de negócios para quem quer adquirir o imóvel ou comprar lote para construir casa e realizar o sonho da casa própria, saindo do aluguel.”

Fonte: Aelo Boletim Online Ano XV – N.º 555 – São Paulo, 2 de julho de 2015



“Estado”: vantagens nas cidades médias

18 de maio de 2015 | Por admin

Uma vez que jornais de assuntos gerais de grande circulação, como “O Estado de S. Paulo”, atingem o público global e não apenas quem vive em torno do setor imobiliário, o “Estadão” optou por acrescentar às reportagens básicas sobre loteamentos uma tentativa de esclarecer uma dúvida que afeta grande parte da opinião pública e até jornalistas, publicando na página 12 do caderno especial um texto interessante, sob o título “Condomínio e loteamento fechado não são sinônimos”.

Caio Portugal foi fonte do repórter Lucas Sampaio, que assim escreveu: Muita gente confunde loteamento fechado com condomínio, ou usa essas expressões como sinônimos, mas são bem distintos. No loteamento, seja aberto ou fechado, áreas comuns são públicas e empresas comercializam apenas o terreno, enquanto a construção fica a cargo do proprietário. Nos condomínios – horizontais ou verticais – toda a sua área é privada. Regido pela lei 6.766/79, que dispõe sobre parcelamento do solo urbano, o loteamento deve ter livre acesso em pelo menos 35% de sua área. No caso de loteamento fechado, prefeituras emitem licença especial, para haver controle de acesso. Em contrapartida, a associação de moradores assume compromissos que seriam do poder público. “Não é raro o loteador suprir a falta de investimentos das concessionárias de serviços públicos de saneamento, no abastecimento de água e tratamento de esgoto”, diz Caio Portugal, presidente da AELO e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP.

Os condomínios são ordenados pela lei 4.591/64. Neles, cada proprietário é dono, além do seu lote (no caso de condomínios horizontais) ou do seu apartamento (verticais), uma “fração ideal” das áreas comuns do terreno, que é proporcional à metragem da sua propriedade em relação ao todo. Outra característica dos condomínios é que o empreendedor constrói a moradia e comercializa o produto incorporado por um preço maior. Para exemplificar, o Alphaville é um loteamento com controle de acesso. São comercializados apenas os terrenos: cada um constrói sua residência e áreas comuns são públicas. As vilas de casas idênticas são condomínios. Todo o terreno é privado, inclusive as áreas comuns.”

Fonte: AELO Online 548 – 14/05/15



Jardim Piazza Itália é lançado em Piracicaba pela Cemara Loteamentos

5 de fevereiro de 2015 | Por admin

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Com praças que valorizam o convívio social, o loteamento aberto chega para inovar o conceito na cidade.

Com o objetivo de urbanizar áreas, implantando bairros planejados, com ocupação ordenada e sustentável, propiciando melhorias ambientais, socioeconômicas e valorizando o convívio e o bem-estar social, a Cemara Loteamentos lança o Jardim Piazza Itália, em Piracicaba, nesta sexta-feira, 06 de fevereiro, trazendo um bairro planejado ao lado do Jardim Novo Horizonte, região de grande crescimento.

O Jardim Piazza Itália possuirá três praças públicas urbanizadas: Inspire-se, Integre-se e Tranquilize-se, que foram criadas para trazer qualidade de vida ao dia a dia dos moradores, inspirando e integrando as pessoas e a natureza e também com um espaço bem tranquilo, ideal para recarregar as baterias ao ar livre.

“Planejado para proporcionar comodidade, segurança e lazer às famílias de Piracicaba, o projeto visa urbanizar a região, ampliando o espaço da cidade e oferecendo mais infraestrutura para a população”, disse Marcos Dei Santi, diretor da Cemara. Ele ainda falou sobre a infraestrutura do loteamento. “Em mais de 36 anos de atuação, a Cemara sempre entregou 100% de suas obras de infraestrutura e nós entregaremos o bairro completo, com rede de abastecimento de água tratada, rede de energia elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, rede coletora de esgoto, iluminação pública, além de asfalto, guias, sarjetas e arborização de vias e áreas verde”.

Em uma localização estratégica, com transporte público disponível, o loteamento possui também diversas facilidades na região como o Terminal de Ônibus São Jorge, supermercados, escolas, drogarias, padaria, entre outros. No total, o Jardim Piazza Itália terá quase 60 mil m² de área verde em APP (Área de Preservação Ambiental), 96 mil m² em sistema viário.

Aprovado pelo GRAPROHAB (Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo), o loteamento terá mais de 650 lotes, residenciais e também com vocação comercial, a partir de 200m². “A área de vocação comercial é planejada pela Cemara visando promover o desenvolvimento econômico do bairro, já que proporciona oportunidades de negócios, além de facilidades aos moradores”, disse Cesar Dei Santi, diretor da empresa.

Para conhecer mais detalhes sobre o loteamento, visite o Plantão de Vendas, localizado na Rua Frei Francisco Antônio Perin esquina com a Rua João Zílio, ao lado do bairro Novo Horizonte, ou ligue para 3475.8004 ou 3436.0700.

A Cemara

Com mais de três décadas de realizações e experiência no mercado imobiliário, a Cemara se consolidou como uma das maiores empresas de loteamentos do Estado de São Paulo, com foco na aprovação, na implantação, nas vendas e na administração de parcelamento do solo urbano, para fins residenciais, comerciais e industriais.

Até o momento, a Cemara já urbanizou mais de 8,7 milhões de m² e mais de 10 milhões de m² estão a caminho. Outras informações, acesse o site www.cemara.com.br.

 



O bom momento do Interior

19 de janeiro de 2015 | Por admin

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A edição de Janeiro/2015 da revista do Secovi Condomínios traz reportagem de capa sobre “O bom momento do Interior paulista”.

O texto de sete páginas, sob o título “A evolução e os desafios do Interior” começa relatando que o crescimento de municípios vizinhos às cidades maiores não é uma exclusividade da Capital e da região metropolitana de São Paulo. O vice-presidente do Interior do Secovi e vice-presidente da AELO, Flavio Amary, entrevistado pela revista, explica: “As cidades próximas a São José dos Campos, Campinas, Sorocaba e Santos têm grandes possibilidades de crescimento. Em alguns casos, até mais que os municípios médios paulistas, pois não vivem as mesmas restrições.” Entre as dificuldades encontradas nos grandes centros, estão a baixa oferta de terrenos, discussão do Plano Diretor e demora na aprovação dos projetos. Por outro lado, a chegada de novos parques tecnológicos ao Interior, ampliando o número de empregos, incentivando a criação de universidades e reforçando a infraestrutura, contribui para melhorar a qualidade de vida dessas regiões. Flavio Amary já havia enfatizado esses detalhes ao participar de vários eventos imobiliários nacionais e internacionais em 2014, entre os quais a Convenção Secovi e o Salão Imobiliário de Portugal. A reportagem focaliza detalhes de sete regiões do Interior – Sorocaba, Vale do Paraíba, Bauru, São José do Rio Preto, Jundiaí, Campinas e Piracicaba –, além dos municípios do ABC, na região metropolitana de São Paulo, e da Baixada Santista, no Litoral. A tendência de evolução de municípios vizinhos aos mais populosos do Interior também foi apontada pela pesquisa Secovi-Graprohab sobre aprovação de projetos de loteamentos, publicada na edição n.º 99 do jornal “AELO Informa”.



GRI Loteamentos: dias 20 e 21

15 de maio de 2014 | Por admin

Com a missão de conectar líderes do setor imobiliário, o GRI – Global Real Estate Institute, fundado há 17 anos em Londres e presente em 15 regiões do mundo, vêm sediar mais um importante evento, nos dias 20 e 21 de maio no Brasil, o GRI Loteamentos.

Em setembro passado, foi a vez da cidade de Nova Iorque receber esta respeitável entidade, na qual realizou o evento “Top 100 Investidores, Credores e Desenvolvedores dos EUA, Brasil e Canadá” e, dentre este seleto grupo de participantes, a Cemara Loteamentos esteve presente, por meio de seu vice-presidente de operações, Marcos Dei Santi.

Para saber mais desta renomada entidade e deste evento aqui no Brasil, confira abaixo, a matéria na íntegra, feita pela AELO – Associação das Empresas de Loteamentos e Desenvolvimento Urbano.

É grande o número de inscrições feitas para o GRI Loteamentos & Comunidades Planejadas, evento que começará na próxima terça-feira, 20 de maio, e terminará no dia 21, no Hotel Intercontinental, em São Paulo (Alameda Santos, 1.123, a uma quadra da Avenida Paulista). As últimas vagas deverão ser preenchidas nos próximos dias.

Durante dois dias, incorporadores, investidores e especialistas estarão discutindo as tendências e oportunidades de negócios no atual momento da economia brasileira, iniciativa do Global Real Estate Institute (GRI), um clube imobiliário que tem sede em Londres e atividades em vários países, entre os quais o Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Rússia, Índia e Turquia. O presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, faz parte do board do braço brasileiro do GRI.

Pedro Nicolau, coordenador do evento por parte do GRI, explica:

“Com a consolidação e amadurecimento do mercado imobiliário brasileiro, há a necessidade de expandir suas operações no setor. É por isso que incorporadoras que atuam em segmentos tradicionais, como residencial, escritórios e galpões, têm olhado cada vez mais para a temática dos loteamentos e comunidades planejadas. Além disso, os players já tradicionais do setor tem expandido suas operações, de olho em bons resultados e na necessidade das cidades de se organizar em comunidades mais sustentáveis.”

O encontro da próxima semana, de acordo com Pedro Nicolau, será uma oportunidade para ampliação da rede de relacionamentos de empresários e executivos do setor. Mais de 200 empresas loteadoras, incorporadores, investidores, bancos e instituições nacionais e internacionais estarão no GRI Loteamentos e Comunidades Planejadas 2014. “Uma oportunidade única de encontrar, em um mesmo lugar, aqueles que lideram o setor no Brasil, e fazer negócios. Em uma série de sessões de debates, apresentações de cases reais e workshops, eles irão debater soluções e encontrar novas oportunidades no mercado”, ressalta Pedro Nicolau.

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A exemplo de eventos anteriores da instituição, o GRI Loteamentos & Comunidades Planejadas não terá palestrantes nem painéis. “O que teremos são pequenos grupos de discussão informais em que todos participam. Será possível encontrar novos parceiros de negócio e estreitar relacionamentos com executivos da indústria e participe de uma série de discussões que incluem temas como: loteamentos no Brasil, securitização, segunda residência, comunidades planejadas, private equity, tendências de mercado, entre outros”, afirma Pedro Nicolau.

Estes são os temas básicos:

LOTEAMENTOS – A NOVA ESTRELA DO MERCADO IMOBILIÁRIO?

LOTEAMENTOS BRASIL – QUAIS REGIÕES OFERECEM MELHORES RETORNOS? ONDE ESTÃO AS MELHORES OPORTUNIDADES?

SECURITIZAÇÃO – UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O SETOR?

AUMENTANDO VELOCIDADE DE VENDAS – QUAL A RECEITA DESSE BOLO?

JOINT VENTURES E PARCERIAS – COMO CONCILIAR DIFERENÇAS?

LOTEAMENTOS E COMUNIDADES PLANEJADAS DE BAIXA RENDA – COMO SE DIFERENCIAR?

ALTOS RETORNOS VS TEMPO DE APROVAÇÃO – COMO ATRAIR INVESTIDORES PARA O SETOR?

URBANIZAÇÃO COMUNIDADES & PLANEJADAS – RESPOSTA AO CAOS OU REALIDADE DISTANTE?

PRIVATE EQUITY – NOVO MODELO PARA ALAVANCAR O SETOR?

TENDÊNCIAS DE MERCADO – QUAIS DIFERENCIAIS AGREGAM VALOR?

Entre outros, participarão do GRI Loteamentos & Comunidades Planejadas: Pedro Lodovici (Cipasa Urbanismo), Eduardo Scopel (Scopel), Fernando Barros (PDG Realty), Max Lima (Hemisfério Sul Investimentos), Ken Wainer (VBI Real Estate), Luiz Lissner (Damha), Ciro Schmell (Companhia City de Desenvolvimento), Marcelo Borges (Rodobens) e Frederico Porto (Grupo Pan).

Mais detalhes e inscrições: www.brasilgri.com.br

pedro.nicolau@globalrealestate.org. Telefone: (19) 3203-0637.

Fonte: AELO



“A evolução e os desafios do mercado de lotes urbanizados” – Por Caio Portugal

8 de abril de 2014 | Por admin

Ano XIII – N.º 492
São Paulo, 3 de abril de 2014

Artigo de Caio Portugal

No “Estadão”, presidente da AELO explica o setor e seus desafios

O jornal “O Estado de S. Paulo” publicou, no alto da página 2 do Caderno de Imóveis da edição do último domingo, 30 de março, artigo do presidente da AELO, Caio Portugal, também vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, sob o título “A evolução e os desafios do mercado de lotes urbanizados”, em que mostra à opinião pública a importância do setor de parcelamento do solo e as barreiras enfrentadas pelos empreendedores, em prejuízo da sociedade e da economia. Este é o texto:

O processo de urbanização no Estado de São Paulo ao longo das últimas duas décadas demonstra a positiva contribuição da indústria imobiliária, em especial do setor privado de loteamentos urbanos. Isso fica demonstrado pelas estatísticas do Graprohab (Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo), colegiado que reúne os órgãos, autarquias e empresas de economia mista estaduais aos quais compete avaliar e anuir a aprovação de novos loteamentos urbanos no Estado.

Os dados, compilados pelos departamentos de Economia e Estatística do Secovi-SP e da AELO, indicam a aprovação de nada menos que 100 mil lotes urbanizados ao ano, em média, no Estado, o que significa a produção de espaços formais, planejados, com infraestrutura, preservação ambiental, saneamento e consequente integração às cidades. Somente no aspecto de preservação ambiental, são criadas (e doadas pelos loteadores aos municípios) mais de 12.500.000m² de áreas verdes, que podem representar a revegetação de algo em torno de 2.000.000 de árvores nativas.

No aspecto social, os loteamentos implantam novas áreas públicas, onde serão edificados os equipamentos públicos comunitários, como escolas, postos de saúde, hospitais etc. Nesse item, é possível fazer uma inferência de doação de mais de 3.200.000m² de áreas institucionais, com investimento ‘zero’ das administrações municipais na desapropriação de áreas para os fins mencionados (instalação de equipamentos públicos comunitários).

No entanto, apesar da grande contribuição desse segmento da indústria imobiliária, são muitos os desafios enfrentados pelos empreendedores do setor formal de loteamento. Nos quesitos insegurança jurídica e burocracia, faltam instrumentos legais adequados para os grandes planos de urbanização. Vale dizer que esses planos, em sua maturação, abrangem prazos de implementação superiores a 4 anos, envolvendo questões como a falta instrumentalização adequada na relação empreendedor privado (loteador), concessionárias de serviços públicos (telefonia, correios, saneamento, energia elétrica, prefeituras e consumidor).

Outro aspecto importante é o financiamento à produção e à comercialização de lotes urbanos. Por mais paradoxal que possa parecer, as leis que regulam os fundings do financiamento habitacional proíbem a utilização do FGTS para a aquisição do lote urbanizado pelo consumidor, ou mesmo o uso para o financiamento à produção. Os recursos do SBPE (poupança) somente admitem seu uso na chamada faixa livre, em que as taxas de juros são as mais altas.

Esses aspectos impedem que a oferta de lotes urbanizados possa ser maximizada, de modo a tornar esse produto imobiliário mais acessível ao mercado consumidor. Diga-se que mais de 65% da produção de lotes é voltada aos segmentos ‘econômicos’ da população.

O setor formal da atividade privada – representado no Estado por Secovi–SP, AELO e SindusCon–SP, e em âmbito nacional pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e a CBCSI (Câmara Brasileira de Comercio e Serviços Imobiliários) – tem participado de fóruns e encontros nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário, no sentido de se promover uma agenda assertiva para a dinamização desse importante segmento da indústria imobiliária.

Fundamental, neste ano de eleição, que os governantes que venham a ser alçados a cargos públicos voltem seus olhares com atenção e auxiliem no incremento da atividade de um setor que contribui para a diminuição da demanda por habitação, áreas públicas e áreas verdes. Além disso, o setor vivenciou intenso processo de profissionalização nas últimas décadas, passando a colaborar com empreendimentos destinados à criação de parques industriais, centros comerciais e verdadeiras cidades planejadas. É parceiro das administrações municipais e auxilia no resgate do investimento em infraestrutura de saneamento, eletrificação e drenagem pluvial.

Portanto, merece mais atenção quanto ao acolhimento de suas propostas, a exemplo daquela que culminou na criação do Graprohab, que representou mais que a racionalização do processo de aprovação legal. O colegiado traz ao Estado de São Paulo o diferencial do planejamento físico territorial formal em tempo real, com a devida mensuração das novas áreas urbanas desenvolvidas, oferecendo inclusão, organicidade e, principalmente, transparência. Verdadeiro modelo de eficiência de gestão da atividade de fiscalização pública.

Resumindo: com um pouco de atenção, é possível enxergar a importância desse segmento da indústria imobiliária para a produção de cidades sustentáveis e voltadas à qualidade de vida da sociedade.

AELO: (11) 3289-1788 www.aelo.com.br

Fonte: Aelo Online



Cemara expande atuação e apresenta o Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho

8 de março de 2013 | Por admin

Loteamento industrial fechado terá 439 lotes a partir de 750 m² cada.

Com mais de 33 anos de história no segmento de loteamentos residenciais e comerciais, em 2013, a Cemara Loteamentos amplia sua atuação e apresenta o Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho. Localizado estrategicamente na RMC (Região Metropolitana de Campinas), em Americana, às margens da Rodovia Anhanguera (km 128), o empreendimento é um dos maiores e mais modernos loteamentos fechados industriais da região.

Com 439 lotes a partir de 750 m² cada, o Centro Empresarial e Industrial Nove de Julho oferece completa estrutura de serviços, planejada para oferecer e garantir mais segurança ao cotidiano das empresas, contribuindo para o desenvolvimento do negócio como um todo. O loteamento terá portaria social e de serviços, central de resíduos, ambulatório, salão multiuso para lazer e serviços e salas para atendimento e reuniões, além disso, o pagamento é amplamente facilitado com a loteadora.

Com 154 mil m² de área verde, o loteamento conta com projeto paisagístico para valorização e preservação da flora e fauna locais, integrando a área urbanizada à área de preservação ambiental, proporcionando mais qualidade de vida aos proprietários, funcionários, clientes e visitantes.

Registrado recentemente nos órgãos competentes, a empresa prepara o pré-lançamento do empreendimento. Para mais informações, entre em contato com nossa equipe de vendas pelo telefone 19 3475.8004 ou pelo nosso site.



Empresas investem em comunicação

3 de janeiro de 2013 | Por admin

Cemara mantém revista há três anos para divulgar seus loteamentos

A Cemara Loteamentos, com sede em Americana e empreendimentos naquele município e também em Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste, Sumaré e outras cidades da região de Campinas, acaba de lançar mais uma edição de sua revista semestral “Cemara Informa”, desta vez com uma entrevista com o presidente da AELO, Caio Portugal, em que são analisadas as perspectivas do setor imobiliário para 2013 no Interior de São Paulo. O diretor da Cemara, Marcos Dei Santi, explica que mantém essa revista há três anos e que considera importante as empresas investirem em comunicação para ressaltar a qualidade de seus loteamentos e ampliar a venda de lotes. A Cemara existe há 33 anos e conquistou a certificação de qualidade ISO 9001:2008. Só em Americana, a Cemara produziu e comercializou mais de 7 mil lotes nos últimos 14 anos, privilegiando o desenvolvimento sustentável. A exemplo de outros associados da AELO, a Cemara investe em propaganda em jornais impressos e na internet, além de editar a revista semestral.

Fonte: Aelo Online – Ano XII – Nº429



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