Mostrando posts da categoria: Investimentos em Loteamentos


Habitação será o principal destino de crédito do sistema financeiro em 2013

18 de janeiro de 2013 | Por admin

Setor Habitacional só perde para is empréstimos pessoais, mas fica a frente do crédito para veículos.

Por Heraldo Marqueti Soares

SÃO PAULO – Já no 1º semestre de 2013, o crédito habitacional deverá se tornar a principal modalidade de empréstimo concedido às pessoas físicas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional.

As informações são de um estudo especial sobre crédito imobiliário feito pela Serasa Experian, baseado em análises da evolução dos saldos das modalidades das carteiras de crédito, divulgadas pelo Banco Central.

Após 11 anos o setor deverá reconquistar a liderança entre as modalidades. Em 2008 o crédito habitacional ocupava a 5ª colocação, com R$ 63 bilhões: 12% do total. Em novembro de 2012 saltou para a 2ª colocação com R$ 270 bilhões em crédito – quase 25% do total do crédito absorvido pelas pessoas físicas no País.

Segundo as informações do último levantamento do Banco Central de novembro de 2012, a modalidade habitacional só perdia para a de crédito pessoal, conforme a tabela a seguir:

Ranking

Modalidade

Quantia

Share

*Banco Central do Brasil

Empréstimo Pessoal

R$ 281 bilhões

25,8%

Habitacional

R$ 270 bilhões

24,8%

Veículos (inclui leasing)

R$ 201 bilhões

18,5%

Outros

R$ 148 bilhões

13,6%

Rural

R$ 121 bilhões

11,1%

Cartão de Crédito

R$ 38 bilhões

3,5%

Cheque Especial

R$ 21 bilhões

1,9%

Aquisição de outros bens

R$ 10 bilhões

0,9%

Principais destinos de crédito em novembro de 2012

Fonte: Infomoney



Varejo e fundos imobiliários lideraram rentabilidade em 2012

16 de janeiro de 2013 | Por admin

Carteiras que englobam empresas ligadas ao varejo, ao setor de educação e aos fundos imobiliários foram os mais rentáveis de 2012.

Foto: Shutterstock

Investidores que aplicaram nas carteiras dos índices de Consumo (ICON), de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) e de Small Cap (SMLL) tiveram ganhos bastante promissores em 2012. Segundo a BM&F Bovespa, esses foram os mais rentáveis do ano passado, com taxas de 40,44%, 35,04% e 28,66%, respectivamente. O bom momento vivido pelo mercado imobiliário e o impacto da crise econômica nas commodities são as principais razões para a alta lucratividade desses índices.

O desempenho do IFIX nos últimos anos já era de crescimento significativo. O cenário atual traduz não só a expansão de um mercado até então desconhecido no Brasil, mas também da própria economia do País, com aumento de renda e baixo nível de desemprego. “A demanda cresceu muito de uns anos para cá”, avalia o analista de investimento da SLW Corretora, Pedro Galdi. Com o boom do crédito imobiliário e a segurança jurídica oferecida a quem concede o financiamento (por meio da alienação fiduciária), shoppings, condomínios e casas foram levantados, houve escassez de grandes terrenos em grandes centros, e esses fundos passaram a arrecadar mais, como pontua o analista Richard Rytenband, diretor do Instituto de Formação Profissional (Infopro Brasil). Uma das vantagens desse índice, segundo ele, é a distribuição mensal dos lucros. A vacância dos imóveis e a retração do mercado são alguns dos riscos.

Já o ICON e o Small Cap entram na lógica da rotação de setores. Com o processo de desaceleração das economias desde 2010 e o agravamento da crise, o setor de commodities foi um dos abalados, observa Galdi. Investidores migraram para carteiras consideradas defensivas, que concentram empresas voltadas para o consumo não cíclico, menos sensíveis ao momento de baixa. “Esses setores ganham dinheiro mesmo quando a economia não vai muito bem. As pessoas são obrigadas a continuar consumindo”, explica Rytenband. O varejo foi um dos mais beneficiados, com elevação do valor das ações, além do setor educacional, considerado estratégico pelo analista.

Para os próximos anos, ICON e Small Cap não devem repetir o desempenho com essa magnitude. Com a economia em processo de recuperação, Rytenband aposta que os grandes investidores optarão novamente pela rotação da carteira, transferindo suas apostas para setores de consumo cíclico. “Nos próximos meses, será muito interessante investir em commodities”, prevê o analista. Já o IFIX deve continuar valorizado. O mercado imobiliário no País, segundo Rytenband, está na infância e ainda tem muito espaço para crescer. “Se for comparar o tamanho dos mercados, é covardia. Nos Estados Unidos, ele existe há mais de 40 anos”, frisa. Com o juro em queda, esse produto ainda deve ser um atrativo para investidores.

Fonte: Terra


A valorização do mercado imobiliário regional

29 de maio de 2012 | Por admin

Nos últimos anos, o mercado imobiliário nacional passou por profundas transformações. Com o fortalecimento da moeda, o equilíbrio das contas públicas, o baixo risco fiscal, a retomada dos bancos ao crédito imobiliário, além do aumento do emprego formal, da renda da população e da queda das taxas de juros, o segmento se tornou uma rentável e sólida forma de investimento.

Segundo a gerente de Vendas da Cemara Loteamentos, Carla Roberto, “o mercado imobiliário tem valorização média de 25% ao ano. Já a caderneta de poupança, por exemplo, com as recentes mudanças feitas pelo governo, tem rentabilidade de cerca de 6% ao ano”.

De acordo com pesquisa realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores na busca de imóveis ao redor do mundo, o Brasil ficou em 2º lugar no ranking mundial de valorização imobiliária, ficando atrás apenas da Índia no ranking da variação dos preços dos imóveis, que incluiu 35 países.

E a tendência é que esta valorização se mantenha. Com relativo crescimento no destaque internacional, o mercado imobiliário brasileiro tem cada vez mais investidores focados no país. “A redução da rentabilidade das aplicações financeiras e a relativa queda nas taxas de juros, farão aumentar a busca por imóveis residenciais e comerciais como alternativa para obtenção de maior rentabilidade”, conta Carla Roberto, gerente de Vendas da Cemara Loteamentos.

Entre os benefícios gerados pelo investimento em imóveis, estão, além do dinheiro do aluguel:

• A oportunidade de compra de imóveis no início de sua implantação garante grande rentabilidade em médio prazo, sendo uma excelente opção de investimento atualmente;
• A expansão do local onde o imóvel é adquirido, certamente, garantirá aos proprietários retornos vantajosos quanto ao investimento realizado;
• O proprietário poderá reformar e transformar o imóvel, fazendo com que o valor e seu rendimento sejam ampliados. (mais…)



Saiba como se organizar para o financiamento imobiliário

26 de maio de 2012 | Por admin

Fazer reuniões de família e se planejar para gastos extras são algumas das sugestões de especialistas para quem quer realizar o sonho da casa própria. Veja as 5 principais dicas

Thatiane Faria Barroso

O mercado imobiliário brasileiro ainda está aquecido, os preços estão altos e os metros quadrados, dependendo da região, caríssimos. Mesmo assim, conquistar a casa própria é um sonho que muitas pessoas não estão dispostas a adiar. Mas antes de fechar um financiamento, é preciso se organizar, dizem especialistas.

Verificar o orçamento familiar, pesquisar muito bem os imóveis, estudar os melhores bancos e as taxas embutidas em um crédito, além de pensar nos possíveis gastos para reforma e decoração são tarefas essenciais para o comprador da casa própria.

Especialistas consultados pelo iG ajudam na organização financeira para o processo do financiamento. Veja abaixo os principais pontos levantados por eles.

1 – Defina onde quer morar

O primeiro passo, na visão de Reinaldo Domingos, educador financeiro do Dsop, é definir onde se quer morar. “Existe uma enorme variedade de imóveis e padrões hoje em dia. É preciso se perguntar: qual é o meu padrão?”, diz.

Os imóveis podem ser divididos entre casas ou apartamentos, tamanho, número de dormitórios, de vagas na garagem, localização, enfim, diversos quesitos que interferem no preço final de cada um.

2 – Faça uma avaliação da renda familiar

E é por isso mesmo que o segundo passo está diretamente ligado ao primeiro. Sabendo qual é o seu foco e o custo, é hora de analisar a renda da família e a capacidade de comprometimento de parte dessa renda com o financiamento, afirma Domingos. (mais…)



Em 2012, o País verá crescimento sustentado do crédito imobiliário

19 de março de 2012 | Por admin

Por: Viviam Klanfer Nunes

SÃO PAULO – O ano de 2012 manterá o crescimento sustentado do crédito imobiliário, segundo avaliação do economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Celso Petrucci.

Para formular sua avaliação, o economista leva em conta dados da economia brasileira, como baixo índice de desemprego e a situação da inadimplência do crédito imobiliário, que é a mais baixa entre todas as carteiras de crédito dos bancos – no conceito de 90 dias de atraso, de 2%.

Caderneta de poupança

Petrucci ainda pondera o fato de que em 2011 o saldo da caderneta de poupança apresentou crescimento de somente de 10% em relação a dezembro de 2010, enquanto nos três anos anteriores esse saldo cresceu a taxas de 20% ano.

Apesar disso, as perspectivas da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) revelam que os recursos da caderneta de poupança vão poder financiar, este ano, aproximadamente R$ 104 bilhões.

Já a Caixa Econômica Federal acumulou até dezembro do ano passado o valor de R$ 152,9 bilhões em saldos imobiliários. Em relação ao volume registrado em 2010, houve uma alta de 41%. A instituição liberou para financiamentos imobiliários R$ 80,1 bilhões, dos quais 36,4 bilhões foram concedidos com recursos do FGTS (Financiamento de Material de Construção).

Ainda citando dados da Abecip, os recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) financiaram em 2011 um total de 493 mil unidades com a aplicação de R$ 79,9 bilhões. Em 2004, foram 54 mil unidades financiadas com aplicações de R$ 3 milhões.

Ao somar os recursos do SBPE com os do FGTS, o total de aplicações chega a R$ 114,4 bilhões, contra os R$ 6,9 bilhões em 2004, totalizando 1,430 milhão de operações, contra 321 mil de 2004.

Apesar de esperar por um crescimento do crédito neste ano, Petrucci entende que algumas questões importantes devam ser enfrentadas, como a necessária concentração das informações na matrícula dos imóveis, a efetiva aplicação do cadastro positivo e, sobretudo, os incentivos às inovações tecnológicas, tanto na construção quanto nas contratações financeiras.

Fonte: Infomoney



Receita começa a restituir IR 2012 em 15 de junho

15 de março de 2012 | Por admin

Calendário foi divulgado na terça-feira dia 6.
Terão prioridade, conforme prevê a lei, contribuintes idosos.

A Receita Federal fixou as datas de pagamento das restituições dos sete lotes do Imposto de Renda 2012, ano-calendário 2011. O calendário foi publicado na terça-feira (6), por meio de instrução normativa, no “Diário Oficial da União”.

As restituições do primeiro lote serão liberadas no dia 15 de junho, segundo a publicação. O sétimo e último lote será pago no dia 17 de dezembro. De acordo com a Receita, terão prioridade no recebimento os contribuintes idosos, conforme previsto no Estatuto do Idoso.

Na sequência, deverão ser liberadas as restituições segundo a ordem de envio da declaração à Receita. O órgão afirma que, em qualquer uma das situações, é necessário que não haja nenhuma pendência ou irregularidade.

Calendário de pagamento

1º lote -15 de junho de 2012
2º lote – 16 de julho de 2012
3º lote – 15 de agosto de 2012
4º lote – 17 de setembro de 2012
5º lote – 15 de outubro de 2012
6º lote – 16 de novembro de 2012
7º lote – 17 de dezembro de 2012

Fonte: G1



Loteamento Recanto da Fazenda é um sucesso de vendas!

9 de março de 2012 | Por admin

É com imensa satisfação que a Cemara Loteamentos informa o sucesso absoluto de vendas do Loteamento Recanto da Fazenda, situado em Nova Odessa/SP. Trata-se de um loteamento diferenciado, com lotes a partir de 1.000 m², totalmente murado e com um paisagismo exuberante, fazendo com que seus moradores sintam a tranquilidade do campo aliada a comodidade da cidade, devido a sua localidade.

O loteamento está com 95% de suas vendas concretizadas pela loteadora.

O que proporcionou este grande sucesso foram diversos fatores como o parcelamento diferenciado direto com a Cemara Loteamentos, suporte da equipe de Arquitetura, equipe de Vendas treinada para atender clientes exigentes deste nicho de mercado, além do loteamento em si, único e exclusivo, fortalecendo a política da Cemara em desenvolver produtos de qualidade e confiabilidade a seus clientes, fazendo a diferença.

Pouquíssimas unidades. Venha fazer parte deste empreendimento fantástico e ÚNICO da nossa região. (mais…)



Brasil vira o 2º melhor mercado imobiliário

1 de março de 2012 | Por admin

O artigo publicado por Jamil Chade, no portal Estadão.com.br, apresenta a mais recente pesquisa sobre o mercado imobiliário. Segundo um estudo da Associação de Investidores Estrangeiros do Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês), neste ano, o Brasil passará a ser o segundo lugar mais atraente para os investidores estrangeiros, superando a China e toda a Europa. O estudo apontou também São Paulo como a quarta cidade mais atraente para a aplicação em imóveis entre as grandes metrópoles internacionais do ano.

A pesquisa mostrou que o boom brasileiro no setor da construção fez o país atrair um interesse global. O destaque vai para a cidade de São Paulo, que, no ranking do ano passado, estava em 26ª na lista de prioridades de investidores estrangeiros, figurando, agora, na 4ª posição.

O local preferido de investidores em 2012 será Nova York, seguido por Londres e Washington. São Paulo superou a cidade de Frankfurt e todas as capitais de países da zona do euro e das economias dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Segundo o artigo, o crescimento da economia, eventos esportivos e as garantias legais são os fatores que transformaram o país e a cidade de São Paulo em uma das prioridades de investidores.

“O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital”, afirmou o CEO da entidade, James Fetgatter.

Para realizar a pesquisa, a associação consultou investidores com um portfólio total de US$ 874 bilhões pelo mundo.

Segundo a pesquisa, hoje, 18,6% dos entrevistados indicam que o Brasil oferece as melhores oportunidades de retorno de investimentos no setor imobiliário. Em 2011, apenas 4,4% dos entrevistados escolheram o país para investir.

Com o resultado, o Brasil superou a China na lista das preferências dos investidores imobiliários. Entre os emergentes, a classificação é seguida pela Turquia, enquanto Vietnã e Índia sofreram quedas.

Fonte: Estadao



Taxa de retorno de imóveis comerciais volta a subir, segundo FGV

24 de fevereiro de 2012 | Por admin

Por: Gladys Ferraz Magalhães

SÃO PAULO – A taxa de retorno dos imóveis comerciais, somadas renda com aluguéis e valorização do imóvel, foi de 4% no quarto trimestre de 2011, de acordo com o IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial), divulgado nesta quinta-feira (2) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Com o resultado, a taxa de retorno dos imóveis comerciais voltou a subir, após apresentar recuo, no terceiro trimestre do ano passadom frente ao trimestre anterior, de 4,2% para 3,8%.

De acordo com o levantamento, considerando o último trimestre, as taxas de retorno da renda e capital foram de, nesta ordem, 2,7% e 1,3%.

Retorno anualizado
Com relação ao retorno anualizado, que compara cada trimestre com o equivalente do ano anterior, houve queda no último trimestre do ano passado. Nesta comparação, as taxas de retorno de renda, capital e total foram de, respectivamente, 12%, 5,6% e 17,6%. No trimestre imediatamente anterior as taxas haviam sido de 13,1%, 6,3% e 19,4%.

Rentabilidade acumulada
Os imóveis comerciais brasileiros tiveram uma rentabilidade de 742,1% entre o ano 2000 e o quarto trimestre de 2011, segundo o índice de FGV. (mais…)



Crédito imobiliário deve representar 10% do PIB em até 4 anos

23 de fevereiro de 2012 | Por admin

Por: Diego Lazzaris Borges
Colaborou: Tabata Pitol Peres

SÃO PAULO – O crédito imobiliário continuará se expandindo e sua participação no PIB (Produto Interno Bruto) do País deve dobrar nos próximos anos, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

“O País entrou em um movimento de crescimento contínuo, com taxas de juros consistentes, e isso fez com que o crédito imobiliário pudesse crescer. Atualmente nós temos o cenário adequado para que o crédito imobiliário possa atingir cerca de 10% do PIB nos próximos 3 ou 4 anos”, disse o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior.

Atualmente, o crédito imobiliário representa 4,7% do PIB nacional, o que, segundo o executivo, é um número baixo. “Isso é muito pequeno em relação a países da própria América do Sul, como o Chile, em que o crédito imobiliário significa 16% do PIB”, diz.

Expectativas de crescimento

O financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança deve crescer em 2012, embora em um rítmo menor do que no ano passado. “De acordo com as variáveis econômicas, como crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação, esperamos que o crédito imobiliário no País cresça em torno 30% este ano”, disse de Lazari Junior.

Em 2011, o valor dos empréstimos com recursos da poupança cresceu 42% para R$ 79,9 bilhões, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

No mesmo período, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.

Fonte: Infomoney



FGTS financiará material de construção para a classe média

8 de fevereiro de 2012 | Por admin

O Conselho Curador do FGTS aprovou, em reunião extraordinária, uma nova linha de crédito de material de construção para a classe média. O financiamento será de até R$ 20 mil por tomador, que pagará o empréstimo em até 120 meses a juros mais baixos que os praticados no mercado.

Não será exigido limite de renda. Inicialmente, serão ofertados R$ 300 milhões, mas o valor poderá chegar a R$ 1 bilhão, dependendo da demanda dos consumidores. A expectativa é que a medida entre vigor dentro de 30 dias.

A nova modalidade prevê a compra de material para reforma ou ampliação de imóveis residenciais a uma taxa de juros máxima (custo efetivo máximo para o mutuário) de 12% ao ano. Esse percentual abrange juros, comissões e outros encargos financeiros.

A principal exigência é que o tomador tenha conta no FGTS. Também é necessário comprovar a propriedade do imóvel e a regularização da área construída.

A nova linha de crédito não implica na retirada, pelo tomador, de dinheiro de sua própria conta no FGTS. O financiamento tem como fonte recursos do Fundo.

Segundo cálculos que embasaram a decisão dos conselheiros em duas reuniões anteriores sobre o tema, a menor taxa de juros cobrada da classe média pelo mercado na linhas de aquisição de material de construção é de 23,14% ao ano, para prazo de pagamento de até 60 meses. Os percentuais chegam até 56,27% para períodos maiores.

De acordo com os estudos, a demanda do segmento para material de construção vem sendo suprida por intermédio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), com taxas taxas mais elevadas. (mais…)



Balanço do Minha Casa, Minha Vida

4 de fevereiro de 2012 | Por cemara

Governo federal apresentou números de 2011 e as perspectivas de 2012

O programa Minha Casa, Minha Vida lançado pelo governo federal na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratou em 2011 um total de 457.005 unidades residenciais. O resultado equivale a 23% da meta de 2 milhões de moradias em quatro anos. O ritmo foi inferior ao de 2010, quando foram assinados 661 mil contratos, devido ao atraso nas contratações para a faixa de renda mais baixa (famílias com ganhos de até R$ 1,6 mil), que só foi retomada em setembro por causa da definição de novas regras para o programa.

Para 2012, o governo aposta num reforço das contratações, chegando a 600 mil moradias, puxada principalmente por essa primeira faixa de renda, segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. “A nossa expectativa para a primeira faixa é de 300 mil unidades a serem contratadas em 2012”, disse Hereda, após reunião com empresários da construção na semana passada, em São Paulo, em que também estiveram o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Para a segunda faixa de renda (de R$ 1,6 mil a R$ 3,1 mil) são esperadas 250 mil contratações, e para a terceira (R$ 3,1 mil a R$ 5 mil), de 50 mil.

Apenas cinco Estados concentraram 55% das contratações do Minha Casa, Minha Vida em 2011: São Paulo, com 87,5 mil casas, Minas Gerais (49 mil), Paraná (41 mil), Goiás (39,5 mil) e Rio Grande do Sul (36 mil). Também tiveram um forte desempenho os Estados do Rio de Janeiro (34 mil), Santa Catarina (20 mil) e Bahia (21 mil).

Os maiores avanços em relação ao ritmo de contratação em 2011 em relação à primeira fase do programa, contudo, foram os Estados de Goiás – que saltou de 38 mil contratações em 2009 e 2010 para 88 mil em 2011 -, o Mato Grosso do Sul – de 14 mil para 25,5 mil no mesmo período -, e o Paraná, de 58 mil para 99 mil na mesma comparação. Além deles, o Amapá, que tem um desempenho muito fraco no programa desde o início, conseguiu superar em 2011 as contratações da primeira fase do Minha Casa, Minha Vida. Foram contratadas no ano passado no Amapá 2,1 mil moradias, frente a 1,6 mil em 2009 e 2010.
(mais…)



Móveis com bolsos para guardar apetrechos

1 de fevereiro de 2012 | Por cemara

RIO – Falta um lugar prático na sala para guardar o controle remoto e as revistas. Que tal ter esse cantinho no braço de um sofá ou no verso de uma cadeira? Basta dar um giro pelo mundo do design para encontrar peças com bolsos para organizar apetrechos. É a decoração em estilo canguru que começa a invadir as residências brasileiras. O Morar Bem fez uma seleção de produtos. Clique na fotogaleria abaixo e veja qual combina mais com você!

Fonte: O Globo



Aproveite o espaço embaixo da cama

31 de janeiro de 2012 | Por cemara

 

A falta de espaço nos ambientes faz com que as pessoas procurem alternativas para guardar e organizar as suas coisas. Quando armários e cômodas não são suficientes, qual é a alternativa que resta? Aproveitar o espaço embaixo da cama! Muitas vezes esquecido, esse lugar pode ser a alternativa para guardar sapatos, brinquedos, toalhas, roupa de cama e muitos outros objetos que tomam espaço dentro dos guarda-roupas.

 

Uma boa opção para organizar a bagunça é usar caixas organizadoras. Para o quarto das crianças, por exemplo, as caixas coloridas também podem fazer parte da decoração. Nas lojas que vendem material para organização é possível encontrar caixas de diversas cores e tamanhos que se adaptam muito bem ao ambiente e à decoração. Outro ponto positivo para o uso de caixas organizadoras embaixo da cama, no quarto dos pequenos, é que os brinquedos ficam mais acessíveis, evitando riscos de queda por guardar esses objetos em lugares altos. (mais…)



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