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SP terá dispersão industrial e mais cana, diz Seade

1 de setembro de 2017 | Por cemara

Regiões vizinhas à Grande São Paulo devem ser beneficiadas pela dispersão da atividade industrial nos próximos anos, assim como a tendência é que a cultura da cana de açúcar mantenha a expansão no interior do Estado. Esses dois movimentos vêm ganhando força há pelo uma década e meia e devem constituir as principais mudanças na geografia econômica do Estado no curto e médio prazos.

“A cana-de-açúcar chegou para ficar”, diz Vagner Bessa, gerente de indicadores econômicos da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), ligada ao governo estadual. “Também vai haver um contínuo processo de desconcentração de atividade industrial para fora da região metropolitana de São Paulo.”
A Seade divulgou ontem um estudo a respeito das mudanças na atividade econômica do Estado entre 2002 e 2014.

Nesse período, a participação da região metropolitana de São Paulo no Produto Interno Bruto (PIB) industrial paulista caiu de 46,7% para 42%. Enquanto isso, houve crescimento do PIB industrial em praticamente todas as divisões de municípios menores, com destaque para aquelas que têm entre 100 mil e 500 mil habitantes – salto de 32,4% para 37,5%. “Houve uma desconcentração forte da atividade industrial”, diz Bessa.

Os municípios mais beneficiados, segundo ele, foram os situados nas regiões de Campinas, Sorocaba, Jundiaí e São José dos Campos. De acordo com ele, uma série de fatores ajudou – e deve continuar ajudando – esses municípios a atraírem fábricas. Entre eles, estão: os gargalos de infraestrutura da capital, que tem menos espaços disponíveis para a instalação de indústrias; a infraestrutura “muito boa” dessas regiões adjacentes à capital; os incentivos oferecidos por algumas prefeituras; e a proximidade da região metropolitana de São Paulo.

Simultaneamente, o setor sucroalcooleiro avançou nas regiões Norte e Noroeste do Estado, próximas a municípios como Presidente Prudente, Araçatuba, Bauru e São José do Rio Preto. Antigas culturas de soja e algodão, além de pastos para a criação pecuária, foram substituídas pelas plantações de cana-de-açúcar, que acabou se tornando o principal produto da pauta exportadora do Estado. “A agropecuária vem mudando drasticamente seu perfil no Estado de São Paulo. Esse setor era muito mais diversificado do que é agora”, diz.

Parte desse movimento, diz Bessa, pode ser creditada a uma política deliberada do governo brasileiro na década passada de incentivar a produção de biocombustíveis derivados da cana. Recentemente, no entanto, com a alta dos preços no mercado internacional, o açúcar refinado também vem beneficiando a região. Isso levou à substituição de “indústrias mais tradicionais”, como a de couro e calçadista. “O complexo sucroalcooleiro chegou para ser a atividade hegemônica nessas regiões”, diz.

Pelo menos no ano passado, tamanha dependência foi benéfica para os municípios dominados pelo setor sucroalcooleiro. De acordo com dados da Seade, nas cidades que têm sido beneficiadas pelo êxodo industrial – como Campinas, Sorocaba e São José dos Campos – o PIB caiu em média 3,7% em 2016.

Já o PIB da região em que estão Araçatuba, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Bauru cresceu 1%. “Sob esse ponto de vista, eles já saíram da crise”, diz.

Fonte: http://www.valor.com.br/brasil/5062296/sp-tera-dispersao-industrial-e-mais-cana-diz-seade



As 5 lições das melhores empresas para trabalhar

| Por cemara

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Em agosto foi divulgada a edição 2017 do ranking Great Place to Work (GPTW), que certifica empresas que desenvolvem e implementam estratégias de valorização do ambiente de trabalho e dos colaboradores. Essa é a 21ª edição em que as companhias são reconhecidas por boas práticas e que beneficia sua reputação como empregadora.

Mas quais os benefícios da empresa em investir em um ambiente de trabalho agradável? É comum que alguns empresários e líderes se questionem a respeito do retorno sobre o gasto com um ambiente agradável e, ao mesmo tempo, desafiador – ainda que inúmeras pesquisas científicas demonstrem a importância desse fator para a criatividade e produtividade, como os trabalhos da psicóloga Teresa Amabile. Afinal, os profissionais precisam valer mais do que o próprio salário e os impostos da folha de pagamento?

A resposta é óbvia e o motivo é bastante claro: as empresas não estão colocando dinheiro numa causa filantrópica. Elas obtêm resultados perceptíveis.

“O público interno é o maior drive de reputação de uma empresa. O funcionário que se sente bem, recebe bem os clientes, atende com boa vontade e trabalha com prazer. Ele fala bem da empresa aos amigos e para a sua rede de contatos”, explica Tatiana Maia Lins, consultora de reputação organizacional e diretora da Makemake.”Um local onde as pessoas se sentem bem tem menos fofoca, menos ruído de comunicação, menos silêncio organizacional, tem mais confiança e melhor produtividade”, completa.

A consultora destaca ainda que as faíscas que estouram as grandes crises de imagem no varejo e em organizações de outros setores têm origem no ambiente de trabalho. “São os funcionários que se sentem oprimidos, desvalorizados e trabalhando em condições desfavoráveis que colocam a boca no trombone, expondo os problemas”, diz.

Para os funcionários, trabalhar em uma empresa que valoriza o ambiente de trabalho agrega benefícios diretos não apenas para o cotidiano, mas também para a carreira no longo prazo. Torna-se uma relação onde os dois lados ganham.

Já sabemos que investir nas pessoas é vantajoso e que não investir pode ser desastroso. Mas para onde devem ser direcionados esses investimentos e como saber se eles estão trazendo os resultados esperados? Como desenvolver e gerir uma estratégia de valorização do ambiente de trabalho?

Para responder a essas questões, falamos com os representantes de algumas empresas premiadas em edições locais e nacionais do GPTW. Dentre todos os fatores, estratégias e programas citados, destacamos as cinco principais.

Formação de novos líderes
Universidades corporativas, programas de trainee e treinamentos junto aos colaboradores são medidas fundamentais para preparar as gerações que irão assumir o comando da empresa. A Schmersal, empresa de segurança para máquinas industriais e a 4ª melhor empresa para se trabalhar no Brasil na categoria médio porte/multinacionais, trabalha em parceria com instituições de ensino.

“Este ano contratamos a Fundação Dom Cabral para um treinamento com todas as lideranças da empresa. A Schmersal também fornece bolsa de estudos de formação e línguas e a cada vaga que surge buscamos candidatos internamente”, afirma Cláudio José Rosa, gerente de recursos humanos da companhia.

Uma universidade corporativa é diferente de programas de treinamentos: sua função é direcionar o aprendizado em direção a objetivos estratégicos específicos da empresa. Apesar de os cursos terem nível de pós-graduação, o Ministério da Educação (MEC) deixou de reconhecer os programas de Universidades Corporativas em 2011. Desde então, tais cursos são classificados como “cursos livres” — à época, existiam cerca de 400 instituições não-educacionais credenciadas e outras 134 esperando autorização. Mesmo sem reconhecimento oficial, os cursos de universidades corporativas oferecem um ganho significativo de conhecimento para o colaborador e um ativo estratégico para a companhia.

Qualidade de vida como engajamento e satisfação
A 3M foi também uma das 150 melhores empresas também no ranking da GPTW, sendo destaque nos quesitos Ambiente e Qualidade de Vida. A companhia traz a inovação em seu DNA e é de lá que trazemos um exemplo muito interessante sobre esse aspecto. Mais precisamente de sua fábrica em Sumaré/SP, onde, em abril de 2016 foi, inaugurada a Alameda Saber Viver.

Trata-se de um espaço de serviços diversos dentro do complexo industrial que pode ser utilizado pelos funcionários a qualquer momento. Funcionam lá salão de beleza e barbearia, hortifrúti de produtos orgânicos, van com opções de açougue e outros alimentos congelados, pastelaria, lava rápido, produtos de papelaria entre outras ações frequentes, como os food trucks.

“A ideia veio da necessidade de trazer mais facilidades para os funcionários, de modo a melhorar a qualidade de vida e fazer com que eles tenham mais tempo de qualidade com suas famílias. Isso traz maior satisfação, maior engajamento dos funcionários com a empresa e consequentemente maior retenção”, explica Fernando Valle, diretor de Recursos Humanos da 3M Brasil.

Atenção à comunicação interna e transparência
Para evitar que a comunicação dentro da empresa fique ao sabor da espontaneidade e que os funcionários acabem irritados, mal informados, ineficientes e insatisfeitos, controlar o fluxo de informação é essencial. E esse controle deve ser fundamentado na transparência.

O plano adotado pela Cemara, empresa de loteamentos do interior de São Paulo que conta com 80 funcionários, foi a criação de comitês de trabalho sobre diversos assuntos. Marcos Dei Santi, vice-presidente de Novos Negócios e Operações da Cemara, explica que a ideia começou após a implantação do primeiro planejamento estratégico da empresa, em 2008.

“Decidimos criar comitês para dar mais transparência às informações, estratégias do rumo e negócios da empresa, delegar decisões e responsabilidades aos gestores. Essa é a espinha dorsal”, explica.

“Criamos também um manual da comunicação. Todas essas comunicações têm regras, normas, espaços definidos, o que e quando informar, tudo para manter nossa transparência para todos. Então houve um equilíbrio, todo mundo sabe o que se passa na Cemara”, conclui.

Atualmente, a empresa conta com 12 comitês de trabalho. O resultado foi um engajamento inédito dos colaboradores com os resultados da empresa, redução de turnover e maior produtividade. “Nos últimos dois anos, 18 funcionários pediram demissão ou foram desligados. Nossa produtividade e quantidade de clientes, os números continuam os mesmos com 20% a menos de colaboradores”, diz Dei Santi.

A Monsanto, que conquistou o 15º lugar no GPTW, utiliza a abordagem 70/20/10 — onde 70% do aprendizado vem das experiências no local de trabalho; 20% da aprendizagem é adquirida por meio de treinamentos e feedbacks; e 10% vêm através de treinamentos formais.

Apoio irrestrito à diversidade
Incluir a diversidade na pauta corporativa vai muito além de apenas adotar um discurso politicamente correto. Em primeiro lugar, porque a diversidade promove a criatividade, melhora o processo de tomada de decisões, a resolução de problemas, a inovação e a flexibilidade. Não existe argumento lógico contra isso — não por falta de tentativas.

Em segundo lugar, porque o convívio com pessoas oriundas de diversas realidades é um estímulo para o desenvolvimento de habilidades de inteligência emocional das pessoas que compartilham o ambiente de trabalho.

“Os ambientes de trabalho agradáveis são aqueles em que as pessoas se sintam acolhidas em suas diversidades, em que as não precisem vestir máscaras para trabalhar, em que elas se sintam respeitadas em suas opiniões e contribuições”, defende Tatiana Lins, da MakeMake.

Um dos quesitos que ajudaram a destacar a Monsanto entre as melhores empresas para trabalhar foi o apoio estratégico à diversidade. O programa conta com cinco pilares: Aliança LGBTA, PCDs Sem Fronteiras, Mulheres 360 e Raças e Gerações.

“Essa estratégia proporciona à Monsanto uma vantagem competitiva, pois acreditamos que é essencial ter diversidade de talentos e pontos de vista para se ter um ambiente mais inovador. É por isso que procuramos melhores talentos, independente da geografia, gênero, raça, crenças, orientação sexual, idade ou deficiência”, ressalta Carlos Brito, líder de RH da Monsanto na América do Sul.

Gamificação
O nome virou um modismo, mas, quando aplicado com um objetivo estratégico, a gamificação aumenta o engajamento e reduz o turnover de maneira sensível. É a aposta que a Microcity, empresa brasileira de outsourcing e TI premiada como a melhor de Minas Gerais no GPTW 2017 na categoria até 999 funcionários, vem fazendo nos últimos dois anos e obtendo bons resultados.

“É uma excelente estratégia para despertar o interesse e engajamento dos colaboradores com as metas corporativas, políticas de pessoas e também melhorar a experiência dos nossos clientes com a nossa empresa”, afirma Polianna Lopes, diretora de Gestão de Pessoas e de Marketing da Microcity.

A companhia criou um game de gestão chamado Liderix, que abrange indicadores estratégicos, programas de capacitação e desenvolvimento de equipes, políticas de pessoas e satisfação dos clientes. “O game traduz todos estes indicadores de forma clara, orientando-os muitas vezes no caminho que deve ser seguido”, conta Lopes.

Segundo a diretora, o programa aumenta o engajamento dos colaboradores e a compreensão dos líderes sobre os desafios cotidianos da gestão, “resultando em maior produtividade e entendimento da estratégia da empresa de onde estamos para onde queremos ir”.

Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/as-3-licoes-das-melhores-empresas-para-trabalhar/121053/



Loteamentos planejados da Cemara conquistam moradores por seus diferenciais

29 de agosto de 2017 | Por cemara

A loteadora tem vários empreendimentos implantados no interior do estado com habitação e bem-estar integrados, que reforçam seu compromisso com os clientes

Desde sua fundação, no final da década de 70, a Cemara Loteamentos já comercializou mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do Estado de São Paulo. São 37 empreendimentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas com todos os benefícios de um bairro planejado, como espaços de lazer, contato com o meio ambiente, segurança, além de áreas comerciais e de serviços próximos às residências, e que reforçam a expectativa de valorização acima da média do mercado.

Americana/SP e Nova Odessa/SP, por exemplo, somam mais de 12 mil lotes implantados e que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terrenos ou casa própria nos empreendimentos lançados pela Cemara. Esse é o caso de Alécio Rodrigues, que mora há 8 meses no Residencial Imigrantes, que fica em Nova Odessa. Lançado em 2007, com 306 lotes, o loteamento é fechado e tem toda a infraestrutura necessária de um bairro planejado. “É um empreendimento bem estruturado, com bastante segurança, infraestrutura e áreas de lazer. Não tive problemas para construir e em tudo que precisei sempre tive a ajuda da Cemara. É um local muito bacana para morar”, comentou.

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Jardim dos Ipês Amarelos

Tendo Paris como inspiração, com destaque para as perspectivas urbanas da Cidade Luz, o Jardim dos Ipês Amarelos, lançado em 2008, é outro case de sucesso da Cemara. É o único loteamento fechado de Americana com ruas projetadas em círculos. São 240 lotes com fiação subterrânea, áreas verdes e de lazer.
E foi exatamente essa concepção urbanística e a infraestrutura diferenciada que fizeram com que Antônio Olivato adquirisse um terreno para presentear sua filha, Mariana Olivato. Ela explicou que seu projeto está em fase final de construção. “O que me chama bastante atenção no loteamento é a infraestrutura e as opções de lazer, principalmente as praças. Já tem muita gente morando. Eu mudo para cá no final do ano”, disse.

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A Cemara também desenvolve praças urbanizadas e espaços de integração em todos os seus empreendimentos. Recentemente, a empresa implantou sua primeira praça urbanizada no Jardim Esplanada, loteamento aberto de Americana. A área de lazer já é sucesso entre os moradores do bairro, que está em pleno desenvolvimento.
“É muito legal ter essa praça aqui no bairro porque traz qualidade de vida aos que moram perto. Dá para aproveitar e fazer exercícios. É só atravessar a rua. É bom também para encontrar pessoas. Eu já encontrei vários amigos aqui”, disse a moradora Gabriela Galvão.

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As praças devem ser vistas como espaços de convivência social

29 de maio de 2017 | Por cemara

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Desde a primeira década dos anos 2000, a maioria das pessoas passaram a praticar atividades físicas regularmente, como forma de cuidar da saúde física e mental. Por isso, as praças públicas voltaram a ganhar o status de espaço de convivência social, mas com algumas releituras das antigas praças. É o antigo em formato de novo, onde as pessoas podem praticar uma atividade física, lúdica ou hobby, cuidando da saúde mental ou até mesmo aproveitar o tempo com a família, sem pagar por isso.

Como arquiteta e urbanista há mais de 15 anos, noto que as praças voltam com toda a força oferecendo um convívio social que gera melhor qualidade de vida, além de bem-estar físico e psíquico. Na loteadora fundada pelo meu pai, adotamos o modelo em nossos empreendimentos há 4 anos. No mais recente, localizado em Hortolândia, no interior do estado de São Paulo, estamos desenvolvendo a praça “Inspire-se”, que promove maior interação com os nossos cinco sentidos.

Ao passear pelo jardim de temperos, por exemplo, o morador terá o olfato e o paladar atiçados com aromas e sabores. Já o espaço tato será em formato de “mão” composto por diferentes tipos de pisos como: borracha, areia, cimento, dentre outros, para proporcionar diversas sensações ao toque.

Haverá também uma cortina de bambus que estará disposta em formato de uma “orelha” para percepção dos sons.

O desenvolvimento destes espaços não é uma tarefa fácil. Diversos fatores devem ser considerados ao montar um projeto desse tipo. Levamos em consideração aspectos como público – desde sua faixa etária até sua classe social –, clima da região, declividade do terreno e costumes regionais, já que cada lugar tem suas particularidades e carências.

Para buscar inspiração, viajo para diferentes lugares sempre que posso. É enriquecedor viajar com o olhar de arquiteto, já que consigo observar detalhes que, de outra forma, passariam despercebidos. Presto atenção em como os espaços estão sendo usados, o público frequentador, além de ver as cores dos equipamentos, o design dos mobiliários e os tipos de vegetação.

Há praças muito bem empregadas em inúmeros lugares, mas principalmente na Europa, onde os espaços são reduzidos e trazem o projeto para uma escala humana. São nos simples desenhos que se tem mais sucesso, como rampas gramadas para as crianças escorregarem, pisos de diferentes texturas, espaços para piqueniques, hortas e pomares comunitários.

Em outro empreendimento localizado em Americana, me inspirei em Paris para criação de uma ampla praça com ruas circulares e sistema viário concêntrico – que dá a percepção de infinito.

Há oportunidades para o desenvolvimento destas áreas em diversas regiões do Brasil. O público implora, cada vez mais, por melhorar a qualidade de vida em locais próximos de casa, sem pagar pelas horas de lazer. As praças, portanto, são mais do que uma fonte de respiro para os centros urbanos, ao mostrar seu potencial como espaço democrático para convivência entre famílias e amigos. As árvores e as plantas dividem espaço com uma infraestrutura que visa também o conforto e tranquilidade da população em meio a correria do dia a dia.

 

Raquel Dei Santi, arquiteta e urbanista da Cemara Loteamentos

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Novo loteamento em Hortolândia terá praça para estimular os sentidos

16 de março de 2017 | Por cemara

O Parque Bella Ville, novo empreendimento da Cemara Loteamentos, tem mais de 100 mil metros quadrados de áreas verdes e de lazer

A busca por uma casa nova não depende apenas das características do imóvel. Localização, serviços e lazer também são fatores determinantes na decisão por uma moradia. A Cemara Loteamentos, que atua como urbanizadora e desenvolvedora de loteamentos há mais de 38 anos no interior de São Paulo, já percebeu isso e leva o conceito para todos os seus loteamentos, em especial, o Parque Bella Ville, que será lançado em Hortolândia, no interior de São Paulo.

Em seus projetos, a empresa desenvolve praças com temáticas distintas para a integração dos moradores e resolveu inovar ainda mais com a Praça Inspire-se, que foi criada para estimular os sentidos por meio de cheiros, sabores, sons, imagens e texturas.

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“Criado pela equipe de arquitetura e urbanismo da Cemara, o espaço visa proporcionar a união entre os moradores e a natureza. A parte dedicada ao tato, por exemplo, consiste em uma área em formato de mão composta por diferentes tipos de piso, como borracha, areia e cimento”, explica Raquel Dei Santi, diretora e arquiteta e urbanista da empresa.

Para a audição, a equipe criou uma cortina de bambus disposta como uma orelha, que ajuda na percepção dos sons. Já o olfato e o paladar serão estimulados com um jardim de temperos, enquanto a visão será incentivada com um painel em formato de olho que apresentará imagens com ilusões de óticas.

A outra praça será a Movimente-se, um espaço dedicado à prática de atividades físicas e contará com equipamentos de ginástica ao ar livre e um playground com iluminação adequada para uso noturno.

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Com área total de mais de 517 mil metros quadrados, 20% do loteamento, o que consiste em mais de 100 mil metros quadrados, serão dedicados às áreas verdes e de lazer. Em todos os seus empreendimentos, a Cemara também entrega a infraestrutura completa como rede de abastecimento de água tratada, rede de energia elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, rede de esgoto e iluminação pública, além da pavimentação.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.

 Há 38 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

Economídia 

Tel.: (11) 2579-5404

Erica Martin – (11) 99637-9854
erica.martin@economidia.com.br

Talita Mônaco – (11) 98942-4946
talita.monaco@economidia.com.br

Iza França – (11) 97644-4496
iza.franca@economidia.com.br

 



Cemara investe R$ 25 milhões em novo bairro de Hortolândia

| Por cemara

Loteamento atenderá cerca de 5000 mil habitantes quando estiver totalmente implantado

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O sonho de morar na capital de São Paulo está ficando no passado para muita gente. De acordo com a pesquisa SP2030, realizada pela Câmara Municipal de São Paulo, 34,3% dos habitantes da cidade não pretendem morar nela pelo resto da vida. Destes, 41,7% desejam mudar-se para o interior do estado. E uma das cidades que está se preparando para o aumento de sua população é Hortolândia, o que já chama atenção de diferentes empresas, entre elas a Cemara Loteamentos.

Em 2005, uma série de obras de mobilidade urbana e sistemas viários começaram a ser feitas no município para facilitar o acesso a outras regiões. A novidade atraiu mais investidores ao longo dos anos e se transformou em um dos principais polos industriais de São Paulo abrigando empresas como as multinacionais Dell e IBM, entre outras.

De olho nos avanços de Hortolândia, que hoje tem um dos maiores PIB per capita do estado de São Paulo, a Cemara, que atua como urbanizadora e desenvolvedora de loteamentos há mais de 38 anos, lançará o Parque Bella Ville, seu primeiro empreendimento na cidade em parceria com a Incorporadora FA Gomes de Hortolândia. O bairro, que tem a previsão de iniciar as obras em 90 dias, será aberto, ou seja, funcionará como um bairro tradicional, com livre acesso para todas as pessoas.

O investimento estimado é de R$ 25 milhões no novo espaço com área total de mais de 517 mil metros quadrados. Segundo Marcos Dei Santi, vice-presidente e diretor de novos negócios da empresa, o objetivo é crescer junto com a cidade. “Acompanhamos o desenvolvimento do município nos últimos anos e vimos uma oportunidade de iniciar nosso trabalho lá. Queremos contribuir com a cidade, entregando bairros planejados com infraestrutura completa com lazer e bem-estar aos moradores”.

Os 1.231 lotes, que vão de 160 até 397,58 metros quadrados serão divididos entre comércios e residências e ocuparão 44% da área total do futuro bairro. O restante do espaço será ocupado por áreas verdes, áreas institucionais e sistema de lazer. A loteadora entregará ainda a infraestrutura completa com pavimentação asfáltica, rede de coleta de esgoto, rede de abastecimento de água tratada, rede elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, iluminação pública, além de guias, sarjetas e arborização de vias e áreas verdes, além da área de lazer que conta com duas praças temáticas que atendem diversas faixas etárias com esporte e lazer ao ar livre.

“A nossa razão de ser é urbanizar áreas e implantar bairros planejados com ocupação ordenada e sustentável e que propiciem melhorias ambientais e socioeconômicas nas cidades sempre valorizando o convívio e o bem estar das pessoas!”, afirma Dei Santi.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.

 Há 38 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

Economídia 

Tel.: (11) 2579-5404

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Talita Mônaco – (11) 98942-4946
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Busca por loteamentos cresce no interior

27 de janeiro de 2017 | Por cemara

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Apesar da dificuldade da população em obter liberações de crédito por meio dos bancos, o interior do estado de São Paulo tem encontrado uma alternativa interessante para que o setor imobiliário regional não deixe de crescer. Nos loteamentos, cidades como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Leme se depararam com uma forma de manter vivo o sonho da casa própria, mesmo em tempos de crise.

BUSCA POR LOTEAMENTOS CRESCE NO INTERIOR

Segundo dados do Graprohab, órgão ligado ao governo do estado, São José do Rio Preto lidera esse movimento como a cidade com o maior número de loteamentos aprovados de São Paulo – só em 2015 o montante de lotes foi de 5.472. Em segundo lugar está Franca, com 4.208 lotes e, na sequência, Leme, com 3.841.

A instituição também divulgou quais são as cidades com o maior número de lotes protocolados no estado, ou seja, empreendimentos que seguiram para aprovação, mas ainda estão em avaliação. As dez primeiras colocadas do ranking são na maioria cidades do interior, que sozinhas somam 41.108 lotes, representando 22% do total no ano. As cidades do ranking são Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Leme, Itápolis, Tupã, Franca, Mogi Mirim, Bady Bassitt, Votuporanga e Cotia.

O crescimento se deve ao fato do consumidor enfrentar barreiras para conseguir financiamentos junto às instituições financeiras, além das altas taxas de juros. “Portanto, a compra de um terreno é a saída encontrada por muitos consumidores que podem adquirir, muitas vezes, o parcelamento diretamente com a empresa loteadora, sem intermédio de bancos”, comenta Cesar Dei Santi, diretor da Cemara Loteamentos, com sede em Americana/SP.

O que também atrai brasileiros para a compra de terrenos é a possibilidade de diluir os gastos envolvendo a compra do imóvel. “Detectamos que a possibilidade de construir de acordo com as preferências; não ter a preocupação de desembolsar uma quantia em dinheiro de uma só vez e barganhar preços na compra dos materiais são grandes motivadores para quem busca um lote”, explica o executivo.

Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), existe um grande mercado em potencial no País, com espaço para expansão de aproximadamente 1,4 milhão de novos domicílios por ano até 2025. Além disso, de acordo com o Secovi (Sindicato da Habitação), há uma percepção de retomada gradativa da confiança dos consumidores, que devem voltar a consumir diante das melhoras no cenário econômico, como o maior controle da inflação.

Na visão de especialistas do segmento, a desaceleração do mercado imobiliário faz parte de um comportamento conjuntural do setor, e não estrutural, gerado em consequência da crise econômica. “Os números mostram como o segmento de imóveis está apto à expansão, indicando como ainda há uma fatia significante da população em busca da casa própria”, concluiu Dei Santi.

 



SEIS MOTIVOS PARA COMPRAR UM LOTE EMPRESARIAL

21 de dezembro de 2016 | Por cemara

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Já é consenso entre os empresários que, em tempos de retração econômica, minimizar custos deve ser um desafio diário. Diante deste cenário, novas alternativas têm surgido com o objetivo de manter vivo o sonho de expansão dos empresários. Foi pensando nisso que a Cemara Loteamentos desenvolveu o CEI Nove de Julho. Elaborado para atender empreendedores que querem ter sua primeira sede – ou, até mesmo, expandir fisicamente o negócio –, o espaço funciona como um “condomínio” corporativo, onde pequenos e médios empresários poderão compartilhar os custos com segurança, logística e estruturas de serviço. Conheça os seis motivos para adquirir um lote empresarial:

 

1 – Segurança: Com o loteamento fechado, o empresário tem a oportunidade de dividir a despesa com segurança com os demais condôminos.  O CEI Nove de Julho contará com duas portarias com vidraçaria blindada, possibilitando à associação de empreendedores estruturar o controle de acesso de uma sala de segurança monitorada.

 

2 – Investimento facilitado: Como os lotes podem ser parcelados diretamente com a loteadora, sem a intermediação de uma instituição financeira, muitos empresários se sentem atraídos pela ideia de ter uma sede própria. A Cemara, por exemplo, comercializa os seus lotes, com parcelas a partir de R$ 4.215*.

 

3 – Compartilhar é agregar: Com um projeto de loteamento fechado, o empresário tem a chance de compartilhar suas áreas comuns com outras empresas. O CEI Nove de Julho também tem a proposta de construir espaços para uso compartilhado dos colaboradores, como sala de descanso, campo de futebol society e churrasqueira.

 

4 – Boa localização: Com a proposta de se desenvolver em um local estratégico, o loteamento empresarial Nove de Julho foi estruturado para suprir adequadamente o trânsito de veículos de grande porte. Também está em uma região estratégica para o escoamento de cargas e proximidade com importantes rodovias, o que facilita o processo de logística das empresas.

 

5 – Público diversificado: O relacionamento com diferentes públicos para captação de novos clientes e negócios é essencial e facilmente aplicado em um condomínio empresarial. No CEI Nove de Julho estarão presentes empresas de segmentos bem diversificados. É uma oportunidade e tanto para fazer negócios com os próprios vizinhos.

 

6 – Maior capacitação em um menor período de tempo: A concentração física de empresas de diferentes setores no mesmo local é capaz de proporcionar vantagens que outros tipos de locações não oferecem. A principal delas é o desenvolvimento do capital humano, podendo atrair atividades focadas em programas de treinamento. Em lotes empresariais, escolas técnicas e escolas de negócios podem aumentar a capacitação técnica da equipe e gerar ganhos de tempo para as empresas envolvidas.

 

*Parcela referente ao lote 04 da quadra 07, com área total de 752,50 m2, entrada em 06 parcelas de R$ 6.521,67, 10 parcelas intermediárias anuais de R$ 10.000,00 e 114 parcelas de R$ 4.215,00 (Todas as parcelas serão corrigidas mensalmente pelo IGPM). Condições gerais para aquisição, consulte um corretor. Valor válido até 31/12/2016 ou até que referido lote seja vendido.  



DICAS PARA AS FESTAS DE FIM DE ANO

12 de dezembro de 2016 | Por cemara

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Dúvidas sobre regras de etiqueta e comportamento podem atrapalhar quem está se preparando para as comemorações de fim de ano das empresas ou das famílias. Com que roupa eu vou? Devo levar presente para o anfitrião mesmo que não o conheça? Posso beber? Com certeza essas são algumas das perguntas mais recorrentes e que muita gente não sabe responder. Para tirar essas dúvidas e evitar possíveis gafes no Natal e Réveillon, o Cemara Informa ouviu a consultora de imagem, moda e etiqueta Ana Vaz, autora do Pequeno Livro de Etiqueta – Guia para toda hora (Record) e  idealizadora da primeira Butique de Cursos do País nas áreas de moda, imagem pessoal, comportamento, artes, design, comunicação e negócios. Confira as principais dicas:

 

Cemara Informa – Qual a roupa mais adequada para festas de confraternização de empresa?

Ana Vaz – A roupa adequada é aquela que, mesmo num evento, representa o estilo da sua empresa, seu código de vestimenta e também quem a usa. As festas de fim de ano devem ser encaradas como eventos profissionais. Então, é imprescindível que você pense no seu visual como sua embalagem profissional também neste ambiente. Desleixo e sensualidade excessiva devem ficar completamente de fora – para homens e mulheres.

CI – Qual é o limite para comer, beber e dançar em eventos de fim de ano do trabalho? Tem a hora certa de sair?

AV – O limite é o da moderação. O álcool em excesso é um dos grandes vilões da boa conduta. A dica é nem de mais e nem de menos. Se você exagera, mostra que é ansioso. Se você faz tudo de menos, parece que não está gostando do que seu anfitrião preparou para você, e isso é bastante rude. Um bom momento para sair de uma festa é quando ela ainda não está vazia. Essa é a hora de ir até seu anfitrião (que pode ser sua chefia, mesmo numa festa grande para todos os funcionários da empresa), agradecer e se despedir.

CI – Se a festa de confraternização acontecer na casa do chefe, é necessário levar presente para o anfitrião?

AV – Quando vamos à casa de alguém, levar um mimo é sempre delicado. Não há necessidade de se presentear os filhos, basta levar algo para a casa, como um lindo arranjo de flores, uma caixa de chocolates ou doces. Aqui a ideia é mostrar apreço pelo convite e retribuir ofertando algo que todos desfrutem de alguma forma.

CI – Quais as dicas para não errar no presente de amigo secreto?

AV – A principal dica é seguir as regras do jogo. Mantenha-se no valor estipulado pelo grupo, presenteie de acordo com as indicações do presenteado (muitos grupos fazem uma lista do que cada membro quer ganhar), e caso você não saiba o que o outro deseja ou não o conhece bem, tente investigar com colegas mais próximos. Nada de comprar presente mais caro para o(a) chefe só porque ele(a) é chefe – pareceria bajulação!

CI – Se o convidado não conhece os anfitriões, como proceder na hora de lembranças e presentes?

AV – Neste caso, eu não fugiria dos presentes previsíveis, pois quando não se conhece o outro fica mais difícil surpreender positivamente. Vale mais algo “neutro” como um arranjo bem feito de flores ou um espumante de qualidade, do que algo inovador, mas que não tenha nada a ver com o estilo, gosto e/ou rotina do anfitrião.

CI – Nas comemorações em família e amigos, é necessário levar presentes para todos ou só para os donos da casa? E as crianças?

AV – Não há necessidade de levar presentes para todos. É possível levar um mimo apenas para os anfitriões, ou para anfitriões e crianças, por exemplo. Para presentear apenas alguns dos adultos, o melhor é fazê-lo discretamente, em outro momento, sem gerar a sensação de exclusão em quem não foi presenteado.

CI – O convidado pode levar uma companhia sem convite? Se isso ocorrer, como o anfitrião deve agir?

AV – De forma alguma um convidado deve levar um acompanhante sem convite. Isso é absolutamente deselegante e atrapalha a organização do anfitrião. Por outro lado, o anfitrião deverá receber com gentileza essa companhia, que pode ter sido convidada pelo outro sem saber que sua presença não havia sido comunicada; assim, os constrangimentos ficam menores.

CI – Pode-se recusar o convite da confraternização de fim de ano da empresa sem causar constrangimentos? E nas reuniões de amigos e família, como recusar?

AV – A recusa sempre causa uma certa frustração no anfitrião, então, deve ser feita de forma delicada, gentil (mil agradecimentos), e a partir de uma desculpa plausível – uma viagem, um outro evento cujo convite foi aceito anteriormente etc. Mas a festa da empresa deve ter uma certa prioridade na agenda profissional, pois é sempre melhor ir e aproveitar o momento para estreitar laços e criar novos.



Terrenos em loteamentos da Cemara têm valorização de até 800%

9 de dezembro de 2016 | Por cemara

Valorização é consequência do trabalho de urbanização realizado pela empresa nos loteamentos, como rede de água, energia elétrica, esgoto, pavimentação, entre outros

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Em tempos de incertezas na economia, realizar o sonho da casa própria se torna uma missão ainda mais difícil. Mas, para não ter que adiar ou deixar os seus objetivos de lado, é importante que o consumidor busque alternativas que proporcionem economia e vantagens no médio e longo prazo. Uma opção que vem ganhando cada vez mais espaço no setor imobiliário é o mercado de loteamentos, que traz benefícios como a possibilidade de não precisar desembolsar um valor alto de entrada e pagar parcelas que cabem no bolso.

Além da economia e das facilidades, um terreno na Cemara Loteamentos pode se tornar um investimento atrativo, já que alguns lotes chegam a valorizar até 800% em relação ao valor inicial de compra. Para Marcos Dei Santi, diretor da empresa, isso é consequência do trabalho de urbanização que a Cemara realiza nos bairros onde estão localizados os loteamentos.

A empresa entrega itens de infraestrutura como rede de abastecimento de água tratada, rede de energia elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, rede de esgoto, iluminação pública, pavimentação, além de arborização de vias e áreas verdes em todos os loteamentos. Há o desenvolvimento de praças urbanizadas e espaços de integração tanto em loteamentos fechados, que têm portaria com controle de acesso e funcionam como um condomínio, como nos abertos que funcionam como um bairro tradicional, com livre acesso para todas as pessoas.

“A nossa empresa tem como diferencial não focar somente nos empreendimentos, mas também em todo o seu entorno. Quando construímos bairros, assumimos compromissos, responsabilidades sociais, ambientais e econômicas. Está no nosso DNA proporcionar melhores condições de moradia, qualidade de vida e bem-estar para os clientes, sempre visando contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios”, afirmou Dei Santi.

Resultado – Em consequência do trabalho que a Cemara vem realizando há mais de trinta anos, muitos loteamentos têm apresentado uma alta valorização atingindo picos de até 800% do metro quadrado. É o caso do Parque Residencial Jaguari, empreendimento localizado em Americana, que, quando desenvolvido em 1999, teve seus lotes vendidos a R$ 100 o metro quadrado. Agora, a empresa calcula que o mesmo metro quadrado seja de R$ 800.

O mesmo aconteceu com o Residencial Pau-Brasil, também localizado em Americana, que foi lançado em 2013, com o metro quadrado por R$ 500. Neste ano, o valor chegou a R$ 680. “São apenas dois exemplos de vários que temos no nosso portfólio. É uma reação positiva do mercado, mostrando que investir em lote desse tipo vale a pena, tanto na acessibilidade do imóvel, quanto na sua valorização”, concluiu Dei Santi.

Confira abaixo a valorização dos imóveis com relação ao tempo:

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Base de dados de setembro/16. “A inflação referente aos períodos não foi descontada nos valores citados no texto.”

 



CINCO MOTIVOS PARA TRABALHAR EM UMA EMPRESA FAMILIAR

18 de fevereiro de 2016 | Por admin

Feedback rápido, comunicação direta e a flexibilidade são algumas das grandes vantagens das companhias familiares

As multinacionais são vistas como as melhores estruturas organizacionais para quem busca uma carreira promissora. Plano de carreira bem definido, programas de capacitação, participação nos lucros e planos de saúde com ampla cobertura são alguns dos benefícios inerentes a essas empresas e que fazem brilhar os olhos de profissionais das mais diversas áreas. Mas será que as empresas familiares podem oferecer vantagens que as possibilitem competir com grandes organizações? A resposta é sim. Estas companhias têm atributos interessantes e, além disso, têm evoluído ano a ano no quesito profissionalização.

Pesquisa realizada pela consultoria PWC, em 2014, com 121 empresas brasileiras familiares, aponta que 46% delas enxergam a necessidade de se profissionalizar, contra 40% da média mundial. Ao mesmo tempo, mesmo com uma gestão mais profissional, costumam manter as características do fundador. Outro levantamento, da mesma consultoria, mostra que 86% dos entrevistados brasileiros concordam que valores e cultura são mais fortes em uma organização familiar do que em outros tipos de negócio.

A Cemara Loteamentos, com atuação no interior de São Paulo, é uma empresa familiar que segue a tendência da profissionalização e está alinhada aos mais modernos padrões de gestão do mercado. A partir de 2009, a companhia fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), adotou diversas práticas estruturadas para valorizar o seu quadro funcional. “Praticamos o reembolso de 50% em cursos de graduação e pós-graduação, para funcionários que já completaram um ano de casa, e investimos permanentemente em treinamentos internos e externos, além de oferecermos aos nossos líderes total autonomia e independência na tomada de decisões”, contemporiza Marcos Dei Santi, diretor da empresa.

O executivo elenca agora mais cinco itens que podem motivar a atuação em uma empresa familiar. Confira:

– Feedback ágil
Esperar pela aprovação de um projeto, por exemplo, pode ser desgastante quando se trata de uma empresa com muitos departamentos e níveis hierárquicos. Em companhias familiares, em geral, os sócios e diretores têm relação mais direta no dia a dia das atividades e, por isso, o retorno de uma demanda, geralmente, é mais ágil. Vantagem: menos burocracia e desgastes nas relações de trabalho;

– Cultura visível
Por carregar as características do fundador, muitas vezes, o ambiente é naturalmente familiar. É possível identificar de forma mais rápida se você está alinhado ou não com a cultura da empresa. Vantagem: trabalhar em uma organização que tem tudo a ver com você;

– Amor pelo negócio
Diretamente ligados à construção do negócio, os fundadores buscam por resultado e crescimento contínuos. Eles enfrentaram dificuldades para que a empresa alcançasse o patamar atual e, claro, querem manter a saudabilidade dos negócios. Vantagem: poder crescer com a empresa e conquistar uma carreira promissora;

– Flexibilidade
Embora os benefícios nem sempre sejam robustos, como os oferecidos em grandes multinacionais, as empresas familiares têm um clima organizacional mais humanizado e buscam a flexibilidade. Na Cemara, as mamães, por exemplo, têm liberdade para amamentarem, levarem os filhos ao pediatra e acompanhá-los nos primeiros anos de escola. Vantagem: ter mais liberdade com a chefia para resolução de problemas pessoais, que, em médio ou longo prazo, podem interferir negativamente no desempenho do funcionário.

– Comunicação eficiente
A participação de fundadores ou sucessores na organização ajuda a manter uma comunicação mais clara e direta com os colaboradores. A relação com as equipes se torna mais próxima e a troca de informações mais recorrente. Vantagem: entender melhor os processos da companhia e identificar quando algo não vai bem.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.
Há 36 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.
www.cemara.com.br

Informações para a imprensa:

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Tel.: (11) 2579-5404

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CEMARA ESPERA REGISTRAR E LANÇAR CINCO NOVOS LOTEAMENTOS EM 2016

17 de fevereiro de 2016 | Por admin

Empresa do segmento imobiliário deverá investir até R$ 16 milhões em cada empreendimento

A Cemara Loteamentos, empresa do segmento imobiliário, que atua no interior de São Paulo, tem planos para registrar e lançar cinco loteamentos, ainda em 2016, nas cidades de Piracicaba, Várzea Paulista, São José do Rio Preto e Hortolândia. Os empreendimentos terão perfis distintos: quatro serão residenciais, três populares e outro de alto padrão, e um empresarial.

A companhia estima investir R$ 16 milhões em infraestrutura e obras de lazer em cada loteamento. A Cemara atua como desenvolvedora de bairros, ou seja, faz implantação de toda a infraestrutura necessária – como guias e sarjetas, pavimentação asfáltica, rede de coleta de esgoto, rede de distribuição de água, rede de drenagem e rede elétrica e terraplanagem. Após a preparação do empreendimento, a Cemara comercializa os terrenos aos consumidores finais e empresas para a construção de casas e espaços corporativos.

Em relação aos loteamentos apresentados ao mercado em 2015, a loteadora chegou a comercializar 74% dos terrenos. No fim do ano, por exemplo, o porcentual de vendas dos lotes do empreendimento Jardim Girassol, localizado na cidade de Mirassol, próxima a Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, chegou a 65% no primeiro dia de vendas. Sobre os lançamentos de 2016, a Cemara espera vender 50% dos terrenos até dezembro. Desde o início da sua atuação, em 1970, foram lançados 42 empreendimentos.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.
Há 36 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.
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CEMARA INVESTE EM FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO INTERNA PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE

16 de fevereiro de 2016 | Por admin

Práticas contribuem para a disseminação de informações homogêneas entre os colaboradores e integração das equipes

A Cemara Loteamentos, empresa com atuação no interior de São Paulo, adotou ferramentas simples, mas imprescindíveis para manter a comunicação entre os funcionários alinhada. De um e-mail marketing a um bate-papo entre colaboradores e a diretoria, as ações ajudaram a integrar as equipes e a reduzir os ruídos de comunicação. “Adotamos práticas que contribuíram para que as informações chegassem às pessoas de forma homogênea, independente do departamento em que o funcionário está ou o cargo que ele ocupa”, contemporiza Marcos Dei Santi, Diretor da Cemara Loteamentos.

Conheça agora abaixo as práticas adotas pela companhia:

E-mail marketing: Mensagens enviadas por e-mail para ajudar a dar suporte às campanhas de conscientização, como o uso racional da água e energia.
Objetivo: Tornar simples ações do dia a dia parte do cotidiano dos colaboradores.

E-mail informativo: Canal oficial de notícias para envio de comunicados importantes por e-mail.
Objetivo: Possibilitar que qualquer informação corporativa chegue de forma homogênea a todos os funcionários.

Jornal Mural Cemara & Você: Disponibilizado próximo ao relógio de ponto e à biblioteca da empresa, o espaço é voltado para divulgar informações sobre os colaboradores, seus hobbies e conquistas pessoais. Fotos com a família e filhos ou aniversariantes do mês são muito bem-vindas.
Objetivo: Aproximar as equipes e fazer com que os colaboradores passem a conhecer melhor os colegas de trabalho.

Papo com a diretoria: A empresa reserva 15 minutos de um dia, a definir estrategicamente, para que os diretores comuniquem informações institucionais sobre a empresa diretamente nas áreas de trabalho. É o famoso corpo a corpo, que humaniza os gestores e inclui o colaborador nas principais decisões da companha.
Objetivo: Desmistificar a ideia de que os diretores estão distantes do dia a dia dos colaboradores. O bate-papo também permite que os funcionários interajam com os executivos e tirem dúvidas, sem intermediários.

Comitê de imagem e reputação: O funcionário pode compartilhar processos que tenham sido adotados por ele ou pelo departamento onde trabalha;
Objetivo: Incentivar para que boas práticas já incorporadas em outros setores possam ser repercutidas em toda a empresa.

Sua ideia faz acontecer: Espaço para que os colaboradores possam sugerir ideias que ajudem a melhorar os produtos e os processos da empresa;
Objetivo: Valorizar as ideias dos funcionários e encontrar soluções que proporcionem economia de recursos naturais e financeiros.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.
Há 36 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

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LAZER COMPARTILHADO É OPÇÃO PARA EMPRESAS QUE QUEREM OFERECER BEM-ESTAR AOS FUNCIONÁRIOS

15 de fevereiro de 2016 | Por admin

Ter um espaço dedicado aos colaboradores ajuda a integrar equipes e aumentar a produtividade

Um espaço com quadras, piscinas, ambiente verde e muita diversão. Os antigos grêmios recreativos tinham como propósito incentivar os funcionários a praticarem esportes amadores, atividades sociais e culturais, além de integrá-los com colegas de trabalho e familiares.

Embora seja uma opção pouca usada pelas empresas nos dias de hoje, muitas vezes pelo elevado custo de manutenção, ter um espaço para o bem-estar dos funcionários ajuda a motivar equipes e aumentar a produtividade. E já é possível oferecer uma infraestrutura adequada sem que a empresa tenha de desembolsar grandes fortunas.

Um exemplo é um novo empreendimento empresarial, desenvolvido pela Cemara Loteamentos, em Americana, no interior de São Paulo. O CEI Nove de Julho (Centro Empresarial e Industrial), destinado a pequenos e médios empresários, que desejam montar a sua empresa em uma sede própria, contemplará áreas para integração e lazer dos profissionais no ambiente de trabalho.

A perspectiva é que o Centro Empresarial tenha espaços para o uso compartilhado dos colaboradores de todas as empresas lá estabelecidas, como sala de descanso, playground, espaço beleza, espaço kids, espaço fitness, espaço para caminhadas, além de lan house, jogos de mesa, campo de futebol society e churrasqueira, dentro de um salão multiuso que será construído pela loteadora.

“O objetivo é revisitar um benefício que existia dentro das grandes indústrias no passado, de uma forma moderna, mas sem onerar o orçamento do empreendedor”, complementa Raquel Dei Santi, Arquiteta e Urbanista da Cemara.

Endereço do loteamento:

Av. Nicolau João Abdalla, Americana, São Paulo.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.
Há 36 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

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CEMARA É RECONHECIDA POR ORGÃOS AMBIENTAIS E CONQUISTA SELO VERDE

27 de janeiro de 2016 | Por admin

Empresa recebeu certificado emitido pelo Jornal do Meio Ambiente por boas práticas socioambientais

 

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A Cemara Loteamentos, empresa especializada na implantação de loteamentos residenciais e empresariais, acaba de conquistar o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde – emitido pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

 

O veículo tem como propósito reconhecer, estimular e certificar o compromisso de empresas com boas práticas socioambientais, por meio da difusão de exemplos que tem como princípio a sustentabilidade, a justiça social e o respeito à vida.

 

A empresa atua como desenvolvedora de bairros e faz implantação de toda a infraestrutura necessária para construção de casas e espaços empresariais. “A Cemara está cada vez mais engajada em adotar iniciativas que contribuem para o meio ambiente. Passamos a usar, por exemplo, matéria-prima reciclada em algumas fases da pavimentação dos loteamentos, o que causa menos danos ao ecossistema, já que reutilizamos um material que seria descartado, muitas vezes, de forma errada na natureza”, comenta Marcos Dei Santi, diretor da companhia.

 

Por meio do Comitê Ambiental, formado por diversos órgãos ligados ao meio ambiente, dentre eles Secretaria Estadual de Meio Ambiente, CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) E CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), a Cemara obteve o reconhecimento por assumir o compromisso com o desenvolvimento sustentável, com licenciamentos em dia e boas práticas ambientais. Os critérios de avaliação usados foram: água e efluentes; energia; matérias-primas e resíduos; emissões atmosféricas e educação ambiental.

 

Área verde

A Cemara tem em seus loteamentos áreas de preservação ambiental. No CEI (Centro Empresarial Nove de Julho), empreendimento recém-lançado na cidade de Americana, no interior de São Paulo, são 154 mil m² de área verde preservada. Anexo ao loteamento, também há 180 mil m² de APP (Área de Preservação Permanente). Ao todo, o empreendimento tem 334 mil m² de área verde, o que corresponde, aproximadamente, a três Parques Ecológicos de Americana. O espaço já foi licenciado pela CETESB.

 

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Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.

 Há 36 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

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