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CILES São Lourenço: uma revitalização fundamental para Bragança Paulista

10 de maio de 2019 | Por cemara

A Cemara chegou para fazer a diferença em Bragança Paulista e trazer um conceito moderno de moradia e mais qualidade de vida aos bragantinos. Desde o anúncio do Residencial Sol Nascente, a cidade vem recebendo investimentos da empreendedora loteadora que tem beneficiado a população, além da credibilidade e tradição que são pontos fortes da empresa.

Um exemplo disso é a revitalização do CILES – Centro Integrado de Lazer e Esportes do Jardim São Lourenço, que desde 2018 tem proporcionado à Bragança Paulista mais momentos entre amigos e famílias, unindo pessoas por meio de brincadeiras e esportes e trazendo segurança às famílias. No local, é possível apreciar o novo playground, a nova quadra poliesportiva, bancos revitalizados e até atividades para que as crianças possam ter momentos lúdicos construindo lembranças de suas infâncias.

A Cemara evolui por você para que possa construir seus sonhos.

Confira abaixo como ficou o CILES após a revitalização:



São Paulo tem mais de 30 mil lotes em estoque

8 de novembro de 2018 | Por cemara

Especialista e profissionais do segmento dizem que o mercado está favorável ao investimento nesse tipo de produto imobiliário

 

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Americana. No interior, mercado de lote prospera. FOTO: CEMARA LOTEAMENTOS

O Estado de São Paulo tem 30,8 mil lotes novos para venda em estoque ante o total de 173,6 mil lançados de janeiro de 2012 a junho de 2018. Os dados são de pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) em parceria com a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (Aelo) e Brain – Bureau de Inteligência Corporativa.

A amostragem tem como base as 55 cidades que mais se destacam no segmento, representando 51% do total de projetos aprovados pelo Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab), de janeiro de 2013 a setembro de 2017.

No loteamento, a área total do terreno é subdividida em terrenos menores, os lotes. Eles devem ser entregues com todos os serviços básicos: rede de água potável, sistema de esgoto, pavimentação, eletrificação e iluminação pública.
“A infraestrutura é subterrânea. Além disso, fazemos todo o paisagismo e a conservação ambiental”, comenta Marcos Dei Santi, sócio-diretor da Cemara Loteamentos.

O presidente da Aelo e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, Caio Portugal, diz que os números do ano passado sugeriam que 2018 seria um ano de recuperação. “Essa projeção, entretanto, acabou não se cumprindo no primeiro semestre, em virtude da instabilidade política e da greve dos caminhoneiros.”

De acordo com o levantamento, no primeiro trimestre de 2017 foram colocados no mercado 7,7 mil novos lotes em 25 loteamentos. No trimestre seguinte, o número caiu para 4 mil unidades em 10 loteamentos. Os números se repetiram nos três meses posteriores. O último período do ano teve aumento: 15,1 mil novos lotes lançados em 35 loteamentos.

Em 2018, porém, o número caiu para 4,5 mil lotes em 13 loteamentos lançados até o final do primeiro trimestre. O índice, no entanto, subiu para 5,6 mil no final do segundo trimestre, com valor global de vendas (VGV) de R$ 641 milhões.

As cidades com maior quantidade de lotes lançados no primeiro semestre deste ano foram: São José dos Campos (2.128), Campinas (1.552), São José do Rio Preto (1.045), Sorocaba (968) e Ribeirão Preto (881). Campinas também se destacou pelo VGV mais alto: R$ 222 milhões.

“Há tendência de diminuição da instabilidade no cenário econômico e é um bom período para avaliar as oportunidades das ofertas de lotes urbanizados”, afirma Portugal.

Professor de Marketing, Estratégia de negócios e Problemas Econômicos da Fundação Getúlio Vargas, Alberto Ajzental concorda. “Quem não quebrou ou perdeu o emprego, é menos provável que perca nos próximos anos, pois agora há um ponto de inflexão para melhor. Se o comprador está estável, é um bom momento para a compra de lote”, diz ele, que também é engenheiro civil e executivo financeiro do mercado imobiliário.

“O que define o preço é sempre a oferta e a demanda. Se a tendência é de o estoque diminuir, o preço tende a se manter ou aumentar”, acrescenta. De acordo com o professor, um lote pode chegar a valer 20% do valor do imóvel. “É um passo menor. Se tenho o sonho de ter um imóvel, o lote é muito mais acessível. É fácil comprar um lote, difícil é construir em cima dele (leia texto abaixo).”

O advogado Daniel Nunes, de 38 anos, adquiriu dois lotes em Piracicaba como forma de investimento. Morador de um apartamento, ele não descarta a possibilidade de, um dia, construir uma casa no local. “Buscamos tranquilidade e segurança. Seria um refúgio.”

Além do investidor, outros perfis de comprador são o que compra para ter uma segunda residência em um local mais afastado, com verde e infraestrutura ao mesmo tempo, e o que vai morar no local.

Liberdade. A artesã Érica Corrêa, de 33 anos, comprou um lote de 390 metros quadrados de área em Itu para morar com os filhos de oito e 12 anos. “Sempre tive o sonho de morar em um lugar com área verde em que as crianças tivessem liberdade para brincar com segurança”, diz. Ela cita a localização tranquila, a infraestrutura de clube e o valor atrativo como motivos que a fizeram optar pela aquisição. “E, principalmente, para ter qualidade de vida melhor.”

Os loteamentos podem ser fechados ou abertos. O aberto é um bairro construído pelo empreendedor, em que não há infraestrutura de controle de acesso, portarias e muros. “É a nossa rua, nosso dia a dia. Quando fazemos um loteamento aberto é como uma extensão das ruas que já existem”, diz Fernando Albuquerque, sócio da Lote 5. Transportes públicos e veículos de visitantes têm acesso livre às ruas do loteamento.

O loteamento fechado, como o próprio nome diz, é mais restritivo. Possui infraestrutura física de controle de acesso, com portarias, muros e alambrados que protegem o perímetro. “Além disso, ele geralmente tem área de lazer e toda a estrutura de um clube”, conta Elias Zitune, diretor da Zitune Empreendimentos Imobiliários.

Neste caso, na implantação do loteamento, é formada uma associação de moradores, que será responsável pela administração do local. “Ela cuida da segurança, limpeza, jardinagem, portaria etc.”, diz Dei Santi. Os membros da associação pagam taxa mensal para a manutenção dos serviços. O loteamento aberto, em contrapartida, não pede contribuição financeira.

Segundo o estudo do Secovi-SP, a área média dos lotes em loteamentos abertos é de 209 m², enquanto nos fechados sobe para 364 m². O preço médio do m² de área privativa nos loteamentos fecha também é maior: R$ 558 ante R$ 415 nos abertos.

Comprador de lote deve arcar com a construção

Comprar um lote pode ser financeiramente mais vantajoso, mas o interessado deve se preparar para ser o responsável pela construção da casa. Isso envolve planejamento financeiro, escolher e se decidir por um projeto, comprar todo o material a ser utilizado, contratar profissionais para a execução da obra e fiscalizar se tudo está saindo de acordo com a previsão.

“Quando se compra uma casa pronta, já se tem acesso ao produto e não é preciso lidar com os percalços do caminho, porém paga-se mais caro. Quando você compra um lote e constrói, assume uma parte do ônus do processo de construção do dia a dia. Paga menos pela obra, mas se envolve mais”, afirma o professor o professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie Valter Caldana.

De acordo com ele, a construção de uma casa pode demorar 18 meses para ser concluída. “O profissional, arquiteto ou engenheiro, se certificará de que as qualidades imaginadas em conjunto com o cliente durante a fase de projeto sejam cumpridas”, ressalta. Caldana diz que as questões envolvendo gerenciamento, como prazo de entrega e controle do fluxo de uso dos materiais, são as que mais causam problemas e atrasos no processo de construção.

Apesar dos possíveis contratempos, o professor também cita vantagens. “Existe a certeza da qualidade dos materiais empregados, há mais segurança na manutenção futura e a certeza de ter um imóvel que se encaixe em suas necessidades, seu modo de vida e no seu orçamento, que será absolutamente respeitado. Portanto, você vai extrair mais por cada real investido.”

Um segundo ponto importante a se observar na compra de um lote diz respeito a verificar se o loteamento não é clandestino. “A primeira diferença escancarada e que o consumidor pode identificar é a falta da documentação regular. Outro sinal claro de que se trata de um lote clandestino é o preço de venda. Nesse sentido, como em qualquer compra, o consumidor deve pesquisar e desconfiar se o valor está muito abaixo do mercado”, diz o presidente da Aelo, Caio Portugal.

Esses loteamentos não cumprem os requisitos estabelecidos pela Prefeitura, como implantação de escoamento de águas da chuva, iluminação pública, tratamento de esgoto, abastecimento de água potável e eletricidade e iluminação pública. Além de enfrentar problemas de estrutura, o adquirente fica sujeito até a perder o lote, já que qualquer contrato de compra perde a sua validade quando seu objeto for ilícito.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/blogs/radar-imobiliario/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque/

Também foi publicado em:

https://www.abecip.org.br/imprensa/noticias/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque
https://blog.movingimoveis.com.br/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque

 

 



Vitória-Régia pelo céu de Piracicaba neste fim de semana!

14 de setembro de 2018 | Por cemara

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A Cemara Loteamentos preparou, para este fim de semana, uma surpresa para os moradores de Piracicaba, cidade conhecida, inclusive, pela prática do balonismo. Aqueles que olharem para o céu entre as 6h30 e 8h dos dias 15 e 16 de setembro poderão ver – diretamente de um balão – um anúncio sobre o mais novo lançamento da empresa na região: o Residencial Vitória-Régia.

O condomínio de alto padrão trará, dentre seus diferenciais, lazer completo e quatro praças inspiradas nos elementos da natureza: ar, água, terra e fogo. Além disso, o empreendimento – que será fechado –  contará com lotes que variam de 500 m² a 1.700 m². O Residencial Vitória-Régia também terá uma exclusividade: fiação subterrânea e fibra ótica.

Contaremos com uma equipe de apoio no local no sábado e domingo, das 08 às 18h. Estrada do Bongue, ao lado do Condomínio Reserva das Paineiras.

 



Conheça as mães e profissionais da equipe Cemara

11 de maio de 2018 | Por cemara

Em nosso quadro de colaboradores, 67% são mulheres e 60% delas exercem também o papel de mãe em suas vidas pessoais. Na semana em que comemoramos o “Dia das Mães” algumas dessas colaboradoras compartilharam suas experiências e como fazem para conciliar esses dois papéis tão importantes em suas vidas:

 

 

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Raquel Dei Santi, Diretora Arquiteta e Urbanista da empresa – mãe da Beatriz de 5 anos e do Tomaz de 8 anos  –  comenta que para administrar carreira e maternidade é fundamental saber dividir o tempo entre trabalho e filhos “acho importante para a mulher ter uma carreira profissional e igualmente importante é saber aproveitar o tempo que se passa com os filhos educando-os  sem culpa. Para garantir o bem estar dos nossos filhos é preciso que a mãe cuide de seu próprio bem estar, que envolve maternidade, realização profissional, relacionamentos e lazer.” A arquiteta ainda complementa que o fato de ser mãe contribuiu para seu desenvolvimento profissional “a maternidade nos faz querer melhorar a cada dia, ser um bom exemplo, nos faz evoluir emocionalmente, e isso com certeza reflete em nosso dia-a-dia no trabalho.” Finaliza Raquel.

 

gabriela

A Gabriela Vitarelli, do setor de Televendas, mãe de três filhos – Murilo de 8 anos, Heloisa de 5 anos e Helena de 1 ano e 8 meses – comenta que “ser uma profissional e mãe de três crianças é um grande desafio! A sociedade é muito exigente, cobra que das mulheres para que  estejam sempre bonitas, que as crianças estejam sempre bem cuidadas, que estejamos sempre disponíveis para acompanha-los e nem sempre é possível fazer tudo. Para mim, é uma conquista estar atuante no mercado de trabalho, procuro ser presente na vida de todos os meus filhos, e me dedico as minhas atividades profissionais. Sou muito feliz por estar trabalhando, é uma realização! E muito feliz por ser mãe de três crianças tão especiais!”

 

giuliane

A gestora da área de Marketing e Comunicação, Giuliane Trevizam, também nos contou um pouco de seu dia a dia com o filho Pietro de 6 anos “algo que funciona muito pra gente é envolvê-lo no cotidiano do trabalho…costumo levá-lo para conhecer as obras, mostro anúncios, vídeos que produzimos e assim ele reconhece como é importante pra mim a minha carreira. Outra coisa que fazemos é quando viajo a trabalho como alternativa para continuarmos juntos, vou enviando fotos do que encontro de interessante,  dos lugares que bonitos e do que estou fazendo para que ele se sinta importante e presente sempre.” Finaliza.

 

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Beatriz de Souza do setor financeiro, mãe de duas filhas – Larissa de 8 anos e Giovana de 5 anos, tem uma dica especial para estar presente no dia a dia das filhas, “as refeições em especial o jantar é fundamental para nossa família…preparamos todos juntos e sentamos à mesa para compartilhar nossas experiências. Esse momento se tornou tão especial para nós que hoje é quando definimos nossos planos, falamos sobre os nossos sonhos e assim tanto elas ficam por dentro do meu dia de trabalho quanto eu participo do dia delas na escola e com os amigos.”

 

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Danielle Alves assistente da Diretoria e mãe do Miguel de 03 anos e aguardando a chegada da Helena comenta que a decisão de ser mãe, profissional e esposa exige muito tempo e energia. “Mas, por outro lado, promove em sua rotina momentos de alegria e prazer com uma busca diária da harmonia entre as tarefas.  Uma das realizações em ser mãe é ver nossos filhos crescerem felizes e saudáveis e perceber que nossa escolha em continuar crescendo na carreira profissional não interfere no dia a dia e muito pelo contrário só nos faz sentir úteis e ainda nos permite proporcionar um bem estar melhor aos filhos” –  finaliza Danielle.

 

Esperamos que essas dicas e insights do dia a dia de nossas mães e profissionais inspirem outras mulheres.

Feliz Dia das Mães!

 

Equipe Cemara Loteamentos



Como o urbanismo garante qualidade de vida para os moradores de uma região

22 de fevereiro de 2018 | Por cemara

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“Desde a primeira década dos anos 2000, a maioria das pessoas passou a praticar atividades físicas regularmente como forma de cuidar da saúde física e mental. Por isso, as praças públicas voltaram a ganhar o status de espaço de convivência social, mas com algumas releituras das antigas praças. É o antigo em formato de novo, onde as pessoas podem praticar atividade física, lúdica ou hobby, cuidando da saúde mental ou até mesmo aproveitar o tempo com a família, sem pagar por isso. Como arquiteta e urbanista há mais de 15 anos, noto que as praças voltam com toda força, oferecendo um convívio social que gera melhor qualidade de vida, além de bem-estar físico e psíquico. Na loteadora fundada pelo meu pai, adotamos o modelo em nossos empreendimentos há 4 anos. No mais recente, localizado em Hortolândia, no interior do estado de São Paulo, uma das praças que estamos desenvolvendo é a “Inspire-se”, que promove maior interação com os nossos cinco sentidos.

Ao passear pelo jardim de temperos, por exemplo, o morador terá o olfato e o paladar estimulados com aromas e sabores. Já o espaço tato será em formato de “mão”, composto por diferentes tipos de pisos como: borracha, areia, cimento, dentre outros, para proporcionar diversas sensações ao toque. Haverá também uma cortina de bambus que estará disposta em formato de uma “orelha” para percepção dos sons. O desenvolvimento destes espaços não é uma tarefa fácil. Diversos fatores devem ser

considerados ao montar um projeto desse tipo. Levamos em consideração aspectos como público – desde sua faixa etária até sua classe social –, clima da região, decli- vidade do terreno e costumes regionais, já que cada lugar tem suas particularidades e carências. Para buscar inspiração, viajo para diferentes lugares sempre que posso. É enriquecedor viajar com o olhar de arquiteto, já que consigo observar detalhes que, de outra forma, passariam despercebidos. Presto atenção em como os espaços estão sendo usados, o público frequentador, além de ver as cores dos equipamentos, o design dos mobiliários e os tipos de vegetação. Há praças muito bem empregadas em inúmeros lugares, mas principalmente na Europa, onde os espaços são reduzidos e trazem o projeto para uma escala humana.

São nos simples desenhos que se tem mais sucesso, como rampas gramadas para as crianças escorregarem, pisos de diferentes texturas, espaços para piqueniques, hortas e pomares comunitários. Em outro empreendimento localizado em Americana, me inspirei em Paris para criação de uma ampla praça com ruas circulares e sistema viário concêntrico – que dá a percepção de infinito. Há oportunidades para o desenvolvimento destas áreas em diversas regiões do Brasil. O público pede, cada vez mais, por melhoria na qualidade de vida em locais próximos de casa, sem pagar pelas horas de lazer. As praças, portanto, são mais do que uma fonte de respiro para os centros urbanos, ao mostrar seu potencial como espaço democrático para convivência entre famílias e amigos. As árvores e as plantas dividem espaço com uma infraestrutura que visa também ao conforto e tranquilidade da população em meio à correria do dia a dia.”

 

Raquel Dei Santi
Arquiteta e Urbanista
da Cemara Loteamentos

 

 



Comitês de trabalho auxiliam na gestão da empresa e trazem resultados efetivos

19 de janeiro de 2018 | Por cemara

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Ferramenta com participação ativa de gestores e, recentemente, dos colaboradores, integra equipes, treina novos líderes e oferece conhecimento global da Cemara.

A Cemara Loteamentos tem investido constantemente em inovações e no uso de ferramentas de gestão no seu ambiente corporativo. Práticas baseadas em condutas que envolvem a transparência, equidade, prestação de contas e consequentemente o aumento da produtividade.

Uma das mais importantes iniciativas implantadas na Cemara são os Comitês de Trabalho que são responsáveis pela definição das estratégias e execução dos projetos da empresa. Eles começaram a ser implantados em abril de 2010 e desde então os resultados vêm sendo muito positivos.

Resultados

Segundo Marcos Dei Santi, vice-presidente da Cemara, o primeiro Comitê implantado na

empresa foi o de Inadimplência, em 2010, reunindo gestores das áreas de Relacionamento com o Cliente, Comercial, Jurídico, Financeiro e Diretoria. “No primeiro ano de atuação do Comitê, conseguimos reduzir a inadimplência em um terço se comparado ao período anterior do começo do trabalho”, disse.

Outro resultado importante, citado pelo executivo, foi o trabalho realizado pelo Comitê de Lançamentos para o lançamento do Jardim Girassol, em 2015. “Conseguimos em 14 dias preparar todo o processo do lançamento, que antes do Comitê demorava cerca de 4 meses.

Antecipamos todo o trabalho e envolvemos várias áreas. Isso acontece hoje em todos os nossos lançamentos”, destacou Dei Santi. A partir desse resultado expressivo, a empresa foi

criando novos comitês. Hoje, são 12 em atuação que abrangem todas as áreas da Cemara. A atuação dos Comitês de Trabalho também apresentam resultados no dia a dia da corporação como evitar desperdícios e ganhar tempo na execução das tarefas.

“Aumentamos a nossa produtividade, integramos nossas equipes, treinamos novas lideranças e demos a possibilidade de todos os nossos colaboradores terem uma visão holística do nosso negócio”, comentou.

Funcionamento

Os Comitês de Trabalho da Cemara possuem caráter técnico e consultivo e tomam decisões de acordo com as diretrizes de referência de cada setor. Cada comitê tem suas regras próprias, como a periodicidade das reuniões, eleição de seus gestores e integrantes e os objetivos a serem alcançados.

O gestor de cada comitê é responsável por marcar as reuniões, envolver os integrantes nas atividades, conduzir a elaboração dos planos de ação e definir com todos os envolvidos quais as atividades que serão desenvolvidas e quem serão os responsáveis por cada uma das tarefas.

Celso Ramos, Supervisor de TI, é membro do Comitê de Tecnologia da Informação. Ele destacou a importância da ferramenta na empresa. “O Comitê auxilia a tomada de decisão nas atividades e define ações estratégicas referentes aos assuntos discutidos nas reuniões. Já foram implantadas diversas melhorias que otimizaram tempo, reduziram custos e evitaram erros. Em cada assunto discutido, definimos uma diretriz para ver a viabilidade, prazo e os responsáveis até execução da melhoria. São nessas reuniões que definimos as ações e também apresentamos os resultados obtidos”, disse.

Colaboradores

No início do ano, a diretoria abriu a oportunidade para que colaboradores também pudessem participar das equipes dos Comitês. “Tivemos uma alta adesão de nossos colaboradores que já começaram a participar das reuniões. Eles vivenciam a experiência e saem com atividades para cumprir”, destacou Dei Santi.

Bruna Vaz Gallão Marconi, que trabalha no setor de Relacionamento com o Cliente, participou de uma das reuniões do Comitê de Pesquisa e Desenvolvimento. Segundo ela, participar do Comitê a ajudou a entender a atividade de outra área diferente da que ela atua. “Pude ver, por exemplo, onde começa o planejamento de um bairro. Agora sei que posso ter ideias, ajudar no trabalho do próximo e contribuir com outras áreas. No Comitê que acompanhei, tive abertura para dar sugestões e opinar sobre os assuntos discutidos. Foi uma ótima experiência”, analisou.

 



Cemara Loteamentos está no TOP 5 das “Melhores empresas para trabalhar” de Piracicaba e região.

1 de dezembro de 2017 | Por cemara

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A loteadora, que tem sede em Americana e atua em todo o interior de São Paulo, concorreu na categoria de pequenas empresas.
A Cemara Loteamentos ficou novamente entre as “Melhores Empresas Para Trabalhar” de Piracicaba e região, ranking organizado pelo Great Place to Work, na categoria “Pequenas Empresas”, voltada para lugares com até 99 funcionários. Este é o terceiro ano em que a empresa, que atua no desenvolvimento urbano de diversas cidades do interior de São Paulo, participa da avaliação e ficou entre os cinco primeiros lugares.
“Participar desse tipo de avaliação é muito importante para ações que proporcionem melhorias no ambiente de trabalho e no desenvolvimento profissional de nossos colaboradores”, diz Marcos Dei Santi, vice-presidente e diretor de novos negócios da Cemara.
Para garantir a satisfação de seus funcionários, a loteadora com sede em Americana, no interior de São Paulo, está sempre adotando novas práticas. Para o próximo ano, Dei Santi afirma que já está em planejamento a criação do “Comitê de Pessoas”, para gerenciar o desenvolvimento profissional dos colaboradores da empresa. “Temos o objetivo de convergir o direcionamento da carreira à aptidão pessoal de cada um”, explica.
Em 2016, por exemplo, foi incorporado o “Bate-papo com a diretoria”, que consiste em uma reunião entre os diretores da Cemara e seus colaboradores para abordar detalhes do planejamento estratégico e do clima organizacional.
Foi criado também o ‘Roda-Viva Cemara’, onde os funcionários, uma vez por mês, podem fazer perguntas diretamente ao vice-presidente. A Cemara também manteve diversas ferramentas organizacionais, como um manual que reúne todas as ações de comunicação interna, a elaboração de informativos e a realização de programas de incentivo à inovação.
“Estamos muito orgulhosos com o reconhecimento de nossa empresa, que disputa o prêmio ao lado de grandes companhias. Não temos o objetivo de ser a primeira, a segunda ou terceira, mas sim de melhorar a cada dia. Sabemos que esse prêmio valoriza a carreira de cada um de nossos colaboradores”, finaliza Dei Santi sobre o ranking do Great Place to Work.
SOBRE A CEMARA
Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios.

Há 38 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

 



Curiosidades sobre o Girassol

24 de novembro de 2017 | Por cemara

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O nome científico do girassol é Helianthus, Helia de sol e Anthus para a flor.
Girassol é uma ótima opção para o plantio de atrair pássaros para seu quintal.
Girassóis são flores que crescem muito mais rápido. Eles podem crescer 8 a 12 pés de altura em solo rico em seis meses.
Ele exige apenas de 90 a 100 dias do plantio até a maturidade.

Na antiga União Soviética cresce a maioria dos girassóis. O girassol é a flor nacional da Rússia.
O girassol é nativo da América do Norte e foi usada pelos índios para alimentos e petróleo. Alguns agricultores usá-lo para alimentar o gado.
Usamos sementes de girassol para fazer óleo de semente de pássaro e para beliscar. Eles têm muito cálcio e outros 11 minerais importantes. Eles têm 50% de gordura, mas é principalmente o ácido linoléico poliinsaturada.
Girassol selvagem é altamente ramificado com cabeças pequenas e sementes pequenas, em contraste com a cabeça de uma única semente.
Uma característica de girassol bem conhecido é que as inflorescências acompanhar o movimento do sol, um fenômeno conhecido como heliotropismo.

A orientação diária da flor para o sol é um resultado direto do crescimento diferencial do caule. Um regulador de crescimento das plantas, ou de auxina, acumula-se no lado sombreado de uma planta quando as condições de luz desigual prevalecer.

Devido a esse acúmulo, o lado mais escuro cresce mais rápido do que o lado iluminado. Assim, as curvas de haste em relação ao sol.

As sementes de girassol são ricas em óleo, que armazenam como uma fonte de energia e de alimentos.As sementes de girassol são esmagados para nos dar óleo. Podemos usar óleo de girassol para cozinhar.

Um girassol pode ter até 2000 sementes.
Existem dois tipos de sementes de girassol. O óleo é feito a partir de sementes pretas e snacks são feitas a partir de sementes listradas. As sementes de girassol são também utilizadas para alimentar as aves.

Fonte: https://universodasflores.wordpress.com/2013/01/24/curiosidades-sobre-o-girassol/

 



Como o urbanismo garante qualidade de vida para os moradores de uma região

8 de novembro de 2017 | Por cemara

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Antes mesmo da construção dos imóveis, o urbanista é o profissional encarregado de garantir um projeto que atenda as diferentes necessidades da população

 

Quando o assunto é a construção de casas, prédios e condomínios, dois profissionais são sempre lembrados: o arquiteto e o engenheiro. Nesse meio, uma participação é quase sempre esquecida, a do urbanista. “O papel desses profissionais é fundamental para termos qualidade do espaço onde vivemos. É nas cidades que acontece a mistura de ideias, valores e culturas, que não só amplia as fronteiras do conhecimento como nos torna mais empáticos, produtivos e criativos. Esse contato é muito melhor aproveitado quando os ambientes são planejados”, explica Raquel Dei Santi, arquiteta e urbanista da Cemara Loteamentos, empresa que atua na área de planejamento urbano no estado de São Paulo.

 

De acordo com Raquel, o posicionamento estratégico de bairros planejados como os desenvolvidos pela Cemara Loteamentos, empresa que desenvolve loteamentos no interior de São Paulo, dá valor ao investimento feito por seus moradores. “Apoiamos nossos projetos no propósito de melhorar a mobilidade dos habitantes daquela região, adequando os espaços ao perfil e interesse de cada um”, diz. Assim, é essencial que esses loteamentos tenham fácil acesso a escolas, hospitais e áreas de lazer. Para que isso seja feito com precisão, os urbanistas devem mapear também o cotidiano das pessoas que moram no entorno desse lugar e traçar seu perfil.

 

“Além de traçar o perfil da população, é preciso viver nas cidades para sentir seus problemas, assim encontramos as soluções para facilitar o nosso dia-a-dia”, afirma Raquel. De acordo com ela, para que isso seja feito, o urbanismo também deve estar aliado à tecnologia – que, apesar de permitir conexões à distância, não substitui o contato pessoal e nem conduz ao isolamento. “Podemos, por exemplo, oferecer internet livre e de alta velocidade em uma praça pública e, assim, reunir adolescentes com celulares na mão para jogar games e assistir séries.”

 

O futuro também deve estar sempre no radar destes profissionais. Isso porque hábitos mudam e, com o avanço da tecnologia, essas alterações acontecem cada vez mais rápido. Por exemplo, de acordo com dados do Instituto Parar, 62% dos jovens não veem necessidade de ter um carro próprio, número que mostra que é preciso pensar em novas estratégias de mobilidade, como aplicativos de trânsito, semáforos inteligentes. “Além dos aspectos tecnológicos, esse tipo de dado reforça que devemos respeitar cada vez mais a locomoção dos pedestres, com calçadas largas, sem buracos e um maior número de faixas de pedestre”, exemplifica Raquel.

 

Pensar em um bairro também significa estruturar um espaço com diversidade, ou seja, que possa receber moradores de diferentes perfis e que ofereça comodidade a todos. Para isso, é preciso oferecer não só espaço para residências, como também para comércios e serviços. “Além de dar mais conforto a população, essa variedade, aliada à uma boa iluminação pública, aumenta a segurança do local, que acaba por ter circulação de pessoas 24 horas por dia”, diz a Raquel. Ainda segundo ela, para que esse comércio seja bem-sucedido, o urbanista também deve buscar “uma forma de que as pessoas sejam estimuladas a caminharem pela cidade em um percurso mais interessante, sem monotonia”.

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Foto: Raquel Dei Santi – Arquiteta e Urbanista da Cemara Loteamentos

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios.

Há 38 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.



Dicas da Cemara para o mês das crianças

9 de outubro de 2017 | Por cemara

 

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Para fugir do tédio, fazer a alegria da criançada e aproveitar ao máximo o mês de outubro, destacamos algumas atrações imperdíveis nas cidades em que a Cemara está presente.

Confira, programe-se e divirta-se pra valer com toda a sua família!

PIRACICABA

  • Engenho Central

Salão de Humor – Encerra no dia 12/10

  •  Teatro Erotides de Campos

12/10, 15h – Vem dançar com a Nina

13/10, 15h – Fonzera

  •  Shopping Piracicaba

– Parque Emoji – O filme

Até 31/10.
Cine Araújo

Filmes em cartaz:

Pica-pau, o filme

My Little Pony: o filme

As aventuras do Capitão Cueca

Condorito, la película

Lego Ninjago – O filme

Thor 3 – Ragnarok

Missão Cegonha

 

  • SESC

Sempre Criança

Programação infantil com oficinas, peças de teatro, filmes, shows, contação de estórias, além da exposição ‘Arte à primeira vista’ durante todo o mês de outubro.

 

  • Rua do Porto

Passeio de trenzinho Maria Fumaça

Passeio de barco pelo Rio Piracicaba

Parquinho e passeio de pedalinho

 

  • 2ª Flipira – Festa Literária de Piracicaba

27 a 29/10

Casarão do Turismo

 

 

HORTOLÂNDIA

  • Centro Cultural Casa de Joana

12/10, às 16h – O Grande Mergulho

 

  • Shopping Hortolândia

– Era uma vez

12/10

16h e 18h: A Branca de Neve e os 7 anões – Contação de estória

15h e 17h – Oficina de Maçã do amor

 

14/10

16h e 18h: João e Maria – Contação de estória

15h e 17h – Oficina de Cupcake

 

15/10

16h e 18h: Pinóquio – Contação de estória

15h e 17h – Oficina de Fantoche

 

– Cinema

Filmes em cartaz:

Pica-pau, o filme

My Little Pony: o filme

Lego Ninjago: o filme

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

 

  • Riopreto Shopping

– Festival Infantil – O teatro vai ao Shopping

10/10, às 16h – Poesia para a Palhaça

11/10, às 16h – O Pequeno Príncipe

12/10, às 16h – A Mochila Amarela

Festival Gourmet Kids

Até 14/10

 

Experiências gastronômicas para crianças com oficinas fáceis, deliciosas e gratuitas. Nove dias e mais de 40 oficinas ministradas por chefs, confeiteiros profissionais e influencers digitais.

+ Informações no link: https://goo.gl/jBuFW5

 

  • Iguatemi Rio Preto

– Domingo é dia de teatro

15/10, às 16h – Shrek: O roubo do bolo

22/10, às 16h – A lenda de Scrooge

29/10, às 16h – Gostosuras ou Travessuras

– Playground Trampolim Parque

Funciona até 15/10.

Com 100 m², o parque possui camas elásticas de 5 metros de comprimento, cesta de basquete com espumas, safári da diversão, espaço para escalar e jogar bola queimada.

– Oficina de Minecraft

De 10 a 14/10. Turmas das 14h às 19h.

 

  • Cidade da Criança

Natureza e diversão com mais de 230 brinquedos. Funciona de terça a domingo, de 9h às 17h.

 

  • SESC

Dia das Crianças 

Programação infantil com sarau, brincadeiras, yoga, contação de estórias, teatro, música e circo durante todo o mês de outubro.

 

 

AMERICANA

  • Zoo Americana

12/10

09h30 – Lobo Túlio e as três porquinhas

10h30 – Coral infantil Villa Lobos

11h – O palhaço sou eu

 

  • Teatro Paulo Autran

22/10, às 16h – Doutora Brinquedo

 

  • Biblioteca Municipal

Cine Biblioteca

11/10, às 14 – O poderoso chefinho

 

  • Flamengo Futebol Clube

– Festa à fantasia Teen:11/10, a partir de 20h

– Dia das Crianças: 12/10, das 10h às 17h

 

SANTA BÁRBARA D´OESTE

  • Tivoli Shopping

– Cinema

Filmes em cartaz:

Pica-pau: o filme

My Little Pony: o filme

Lego Ninjago: o filme

Thor 3 – Ragnarok

 

  • Teatro Municipal Manoel Lyra

11/10, às 19 horas – Peter Pan e Wendy

27/10, às 20 horas – High School – O Musical

28/10, às 19h30 – Concerto de Primavera com a Orquestra Filarmônica Paulo Bellan

 

  • VIC Center

– Cinema

Filmes em cartaz:

Pica-pau, o filme

Lego Ninjago : o filme

Thor 3 – Ragnarok

 

Aproveite! 



Como escolher almofadas para o sofá

29 de setembro de 2017 | Por cemara

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Sabendo que a correta aplicação dos recursos da decoração pode mudar totalmente o clima do ambiente para melhor, vale a pena investir seu tempo caprichando na hora de escolher itens decorativos para a casa, pois até mesmo os menores detalhes fazem uma grande diferença no resultado final.

Nesse sentido, após a compra ou reforma de um sofá ou até mesmo da sala de estar inteira, uma das questões que mais preocupa quanto à decoração é como combinar as almofadas para que o ambiente ganhe um ar aconchegante e bonito sem que elas destoem do estilo do móvel.

E não é só nos sofás que as almofadas podem ter papel importante no quesito decorativo. A arquiteta Cristiane Schiavoni conta que além do sofá da sala de estar, ela gosta de incluir as almofadas à decoração de ambientes como o quarto – nas camas e no chão sobre tapetes e até mesmo em varandas, para deixar a decoração confortável e moderna.

Se você está planejando fazer uma mudança na decoração da sua casa ou ainda está precisando trocar as almofadas já antigas da sua sala, confira as dicas da especialista para fazer uma boa escolha e deixar o ambiente com a sua cara e muito bem decorado.

Como combinar as almofadas com a cor do sofá?

Segundo a arquiteta, um dos pontos principais a serem considerados em relaçãoàs almofadas é a cor: “Acho interessante harmonizar as cores das almofadas com o sofá, para que criem um conjunto uniforme.”

Mas, como fazer isso? A tarefa pode parecer mais complicada do que realmente é. Para combinar as cores entre si, você tem duas opções: usar tom sobre tom ou cores que se “casam” entre si. Para as mais ousadas, usar a mesma cor do sofá ou uma cor contrastante (preto x branco) também são boas opções, porém vale destacar que conferem ao ambiente um ar bem dramático e isso pode ser um pouco “cansativo”.

1. Combinando tom sobre tom

Por exemplo, um sofá roxo pode ser decorado com almofadas com estampa em tons de roxo e algumas em tons de lilás. Essa seria a técnica do tom sobre tom. É importante ressaltar, que nesse caso, dependendo das cores usadas e do restante da decoração, o ambiente pode ficar “monótono” – especialmente se o sofá for em cor neutra. Se você quiser adicionar um pouco de cor, vale adicionar um vaso com flores em cores bem vivas na mesa de centro.

2. Combinando cores complementares e análogas

A outra opção é encontrar uma cor que combine com a cor do sofá, mesmo que aparentemente ela não tenha “nada a ver” com o tom do móvel. Uma forma de descobrir essa cor é usando o círculo cromático.

Ao combinar as cores, você pode usar as seguintes combinações sugeridas:

1 cor complementar à do sofá;
1 cor análoga e 1 complementar à do sofá;
1 cor análoga e 2 complementares à do sofá.
Exemplificando, se o sofá for roxo, o lilás e o rosa são análogas e o amarelo é a cor complementar.

3. Combinando almofadas em sofás de cor neutra

Se o seu sofá for em uma cor neutra, como cinza ou bege, a boa notícia é que você poderá combinar com praticamente qualquer cor e estampa de almofada. As cores vibrantes são ótimas sugestões e dão vida ao ambiente. Por exemplo, para um sofá cinza, almofadas rosa claro e rosa pink, algumas estampadas e outras lisas.

Como combinar estampas

Uma das principais dúvidas quanto a estampas nas almofadas é se podemos misturá-las ou se devemos usar uma só?

Segundo a arquiteta, a mistura das estampas é bem vinda, mas elas têm que se complementar entre si. Uma estampa não pode brigar com a outra. Então, uma dica para quem não tem muita experiência é misturar estampas com as mesmas cores ou em tons similares, porém com desenhos diferentes.

A escolha do material e do tamanho da almofada

É importante também se atentar aos materiais escolhidos. Esqueça a ideia de que o material do sofá e da almofada deve ser o mesmo. Isso não é proibido, mas misturar materiais e texturas diferentes pode enriquecer ainda mais o ambiente, tornando-o muito mais moderno e arrojado.

Quanto ao tamanho, a especialista alerta que é importante manter uma proporção. “Um sofá com encosto baixo, por exemplo, fica desproporcional com almofadas muito grandes (exceto se elas fizerem o papel de um encosto adicional)”, afirma.

Almofadas divertidas

Outra opção para dar uma “cara nova” ao seu sofá e ao ambiente é apostar em almofadas divertidas, como as que possuem estampas de bandas, objetos, personagens ou remetem à filmes e outros temas que podem trazer ao seu lar um toque de personalidade e humor.

Onde comprar almofadas bonitas para o seu sofá?

Na internet é possível encontrar variados modelos de almofadas para decorar a sua casa.

Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/como-escolher-almofadas-para-o-sofa/



Empresa conquista Selo Verde pela segunda vez consecutiva

21 de setembro de 2017 | Por cemara

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A Cemara Loteamentos conquistou o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde – emitido pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, pela segunda vez consecutiva, por assumir o compromisso com o desenvolvimento sustentável, com o cumprimento dos licenciamentos ambientais dentro do cronograma e boas práticas ambientais.
Os critérios de avaliação usados foram: água e efluentes; energia; matérias-primas e resíduos; emissões atmosféricas e educação ambiental.

Em seus empreendimentos, a Cemara faz implantação de toda a infraestrutura necessária para construção de casas e espaços empresariais, e desenvolve projetos de recuperação ambiental, recomposição de vegetação desmatada, reaproveitamento de entulhos e manejo de áreas preservadas. “Alinhamos a sustentabilidade ambiental à nossa Razão de Ser. Estamos orgulhosos em receber novamente este importante reconhecimento e motivados a seguir buscando novas práticas sustentáveis”, comentou José Vitor Paiva, diretor da companhia.

O Programa Selo Verde tem como objetivo reconhecer, estimular e certificar o compromisso de empresas que estão sujeitas às licenças emitidas por órgãos ambientais. Além disso, são estimuladas as boas práticas socioambientais, com princípio de sustentabilidade, a justiça social e o respeito à vida, como também, a continuidade do uso de tecnologias de cunho sustentável.



Psicólogos explicam os benefícios de se fazer bolos, biscoitos ou pães para outras pessoas

15 de setembro de 2017 | Por cemara

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As pessoas que gostam de fazer bolos ou biscoitos aproveitam qualquer desculpa para esquentar seus fornos. Fazem um bolo para comemorar o aniversário de alguém, dedicam tempo assando biscoitos para um dia de festa e preparam brownies simplesmente porque todo o mundo adora chocolate.

Mas assar bolos e bolachas é muito mais do que apenas criar algo doce para comer. Especialmente quando é feito para outras pessoas, é um ato que traz toda uma série de benefícios psicológicos.

Às vezes não existem palavras para expressar o que você sente, e apenas a comida é capaz de transmitir o que você quer dizer ao outro. Whitbourne disse: “As pessoas que têm dificuldade para exprimir seus sentimentos em palavras podem demonstrar gratidão, apreciação ou condolências, oferecendo às outras um bolo ou uma travessa de biscoitinhos”.

Julie Ohana é assistente social médica e terapeuta que trabalha com artes culinárias. Ela disse:

“Em muitas sociedades, em muitos países, a comida realmente representa uma expressão de amor. Isso é belo, porque é algo que todos podemos entender. Acho que pode chegar a ser pouco sadio se a comida tomar o lugar da comunicação no sentido tradicional, mas, se ela é oferecida lado a lado com palavras, é uma coisa positiva e maravilhosa.”

Assar bolos ou pães para você mesmo ou para outras pessoas é uma forma de mindfulness

Todos nós já ouvimos falar nos benefícios da meditação e do mindfulness – para citar apenas dois benefícios, elas aumentam a felicidade e reduzem o estresse. Assar bolos e biscoitos pode proporcionar alguns dos mesmos benefícios a quem o faz.

“Para preparar bolos ou biscoitos é preciso prestar atenção plena ao que se faz. É preciso medir as quantidades e abrir a massa. Quando você concentra sua atenção nos aromas e sabores, em estar presente com aquilo que está criando, esse ato de mindfulness, de atenção consciente no momento presente, também pode reduzir seu estresse”, explica Pincus.

Essa ideia fundamentada é uma das razões porque a terapia com arte culinária está ganhando mais destaque, lado a lado com a terapia artística – as duas coisas se enquadram em um tipo de terapia conhecido como ativação comportamental.

Ohana conta que está sendo procurada por cada vez mais pessoas que querem recriar o modelo que ela adotou em suas próprias práticas terapêuticas.

“Assar pães, bolos ou bolachas requer pensar passo a passo e seguir as etapas específicas do aqui e agora, mas também exige que se pense nas receitas como um todo, no que você vai fazer com elas, em quem vai consumir aquele prato, o momento em que você vai compartilhá-lo com alguém. Por isso, preparar bolos é uma maneira muito boa de desenvolver aquela consciência equilibrada do momento e do contexto mais amplo”, diz Ohana.

E o mindfulness, além de ser uma habilidade muito boa de se dominar, também pode ajudar a suavizar pensamentos negativos. John Whaite, vencedor do programa de TV “The Great British Bake Off” em 2012, já disse publicamente que criar pães, doces e bolos o ajuda a controlar sua depressão maníaca.

Pincus disse que quando você está com a consciência voltada ao aqui e agora, como é o caso quando faz bolos, por exemplo, “você não está remoendo pensamentos na cabeça, algo que sabidamente conduz à depressão e aos pensamentos tristes – está fazendo algo produtivo. E o que é gostoso de assar bolos e bolachas é que ao final do processo você tem um resultado positivo muito concreto, algo que, além disso, pode ser muito benéfico para outras pessoas.”

Preparar pães ou bolos para outras pessoas é uma forma de altruísmo

O que está ao cerne de preparar bolos ou biscoitos para outra pessoa é o próprio ato de doar. O processo de preparo do quitute pode contribuir para um senso geral de bem-estar, e doar o que se criou intensifica essa sensação.

“Assar bolos para outros pode elevar o senso de bem-estar, contribuir para a redução do estresse e fazer você sentir que fez algo de bom para o mundo, o que pode intensificar sua ligação com outras pessoas e fazê-lo sentir que a vida tem mais sentido”, disse Pincus.

Preparar bolos e biscoitos com a intenção de dá-los a outras pessoas é uma forma de altruísmo – ou seja, é um sacrifício que você faz por outra pessoa –, e os benefícios desse ato de generosidade já foram fartamente estudados.

Mas, segundo Whitbourne, “preparar bolos para outras pessoas também possui um valor simbólico, porque o prato carrega um significado tanto físico quanto emocional. Os maiores benefícios advêm quando você assa biscoitos ou bolos não para chamar a atenção ou competir com outros, mas quando você simplesmente quer compartilhar os bolos com outras pessoas que você imagina que vão apreciá-los. Desde que você seja bom em fazer os bolos ou biscoitos.”

Se assar bolos é uma atividade que o deixa estressado, você não terá as mesmos resultados psicológicos positivos. “Se uma pessoa tem fobia de cozinhar ou assar, então não deve praticar essa atividade. Assar bolos ou biscoitos é bom para pessoas que já tenham um nível básico de familiaridade com a cozinha”, diz Ohana.

Pincus concorda: “Desde que não seja estressante nem uma obrigação, essa atividade pode ser benéfica para todos.”

“Acho que oferecer comida a outra pessoa é reconfortante tanto para a pessoa que recebe a comida quanto para aquela que a serve e oferece.”, disse Ohana.

Fonte:http://www.fasdapsicanalise.com.br/psicologos-explicam-os-beneficios-de-se-fazer-bolos-biscoitos-ou-paes-para-outras-pessoas/



SP terá dispersão industrial e mais cana, diz Seade

1 de setembro de 2017 | Por cemara

Regiões vizinhas à Grande São Paulo devem ser beneficiadas pela dispersão da atividade industrial nos próximos anos, assim como a tendência é que a cultura da cana de açúcar mantenha a expansão no interior do Estado. Esses dois movimentos vêm ganhando força há pelo uma década e meia e devem constituir as principais mudanças na geografia econômica do Estado no curto e médio prazos.

“A cana-de-açúcar chegou para ficar”, diz Vagner Bessa, gerente de indicadores econômicos da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), ligada ao governo estadual. “Também vai haver um contínuo processo de desconcentração de atividade industrial para fora da região metropolitana de São Paulo.”
A Seade divulgou ontem um estudo a respeito das mudanças na atividade econômica do Estado entre 2002 e 2014.

Nesse período, a participação da região metropolitana de São Paulo no Produto Interno Bruto (PIB) industrial paulista caiu de 46,7% para 42%. Enquanto isso, houve crescimento do PIB industrial em praticamente todas as divisões de municípios menores, com destaque para aquelas que têm entre 100 mil e 500 mil habitantes – salto de 32,4% para 37,5%. “Houve uma desconcentração forte da atividade industrial”, diz Bessa.

Os municípios mais beneficiados, segundo ele, foram os situados nas regiões de Campinas, Sorocaba, Jundiaí e São José dos Campos. De acordo com ele, uma série de fatores ajudou – e deve continuar ajudando – esses municípios a atraírem fábricas. Entre eles, estão: os gargalos de infraestrutura da capital, que tem menos espaços disponíveis para a instalação de indústrias; a infraestrutura “muito boa” dessas regiões adjacentes à capital; os incentivos oferecidos por algumas prefeituras; e a proximidade da região metropolitana de São Paulo.

Simultaneamente, o setor sucroalcooleiro avançou nas regiões Norte e Noroeste do Estado, próximas a municípios como Presidente Prudente, Araçatuba, Bauru e São José do Rio Preto. Antigas culturas de soja e algodão, além de pastos para a criação pecuária, foram substituídas pelas plantações de cana-de-açúcar, que acabou se tornando o principal produto da pauta exportadora do Estado. “A agropecuária vem mudando drasticamente seu perfil no Estado de São Paulo. Esse setor era muito mais diversificado do que é agora”, diz.

Parte desse movimento, diz Bessa, pode ser creditada a uma política deliberada do governo brasileiro na década passada de incentivar a produção de biocombustíveis derivados da cana. Recentemente, no entanto, com a alta dos preços no mercado internacional, o açúcar refinado também vem beneficiando a região. Isso levou à substituição de “indústrias mais tradicionais”, como a de couro e calçadista. “O complexo sucroalcooleiro chegou para ser a atividade hegemônica nessas regiões”, diz.

Pelo menos no ano passado, tamanha dependência foi benéfica para os municípios dominados pelo setor sucroalcooleiro. De acordo com dados da Seade, nas cidades que têm sido beneficiadas pelo êxodo industrial – como Campinas, Sorocaba e São José dos Campos – o PIB caiu em média 3,7% em 2016.

Já o PIB da região em que estão Araçatuba, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Bauru cresceu 1%. “Sob esse ponto de vista, eles já saíram da crise”, diz.

Fonte: http://www.valor.com.br/brasil/5062296/sp-tera-dispersao-industrial-e-mais-cana-diz-seade



As 5 lições das melhores empresas para trabalhar

| Por cemara

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Em agosto foi divulgada a edição 2017 do ranking Great Place to Work (GPTW), que certifica empresas que desenvolvem e implementam estratégias de valorização do ambiente de trabalho e dos colaboradores. Essa é a 21ª edição em que as companhias são reconhecidas por boas práticas e que beneficia sua reputação como empregadora.

Mas quais os benefícios da empresa em investir em um ambiente de trabalho agradável? É comum que alguns empresários e líderes se questionem a respeito do retorno sobre o gasto com um ambiente agradável e, ao mesmo tempo, desafiador – ainda que inúmeras pesquisas científicas demonstrem a importância desse fator para a criatividade e produtividade, como os trabalhos da psicóloga Teresa Amabile. Afinal, os profissionais precisam valer mais do que o próprio salário e os impostos da folha de pagamento?

A resposta é óbvia e o motivo é bastante claro: as empresas não estão colocando dinheiro numa causa filantrópica. Elas obtêm resultados perceptíveis.

“O público interno é o maior drive de reputação de uma empresa. O funcionário que se sente bem, recebe bem os clientes, atende com boa vontade e trabalha com prazer. Ele fala bem da empresa aos amigos e para a sua rede de contatos”, explica Tatiana Maia Lins, consultora de reputação organizacional e diretora da Makemake.”Um local onde as pessoas se sentem bem tem menos fofoca, menos ruído de comunicação, menos silêncio organizacional, tem mais confiança e melhor produtividade”, completa.

A consultora destaca ainda que as faíscas que estouram as grandes crises de imagem no varejo e em organizações de outros setores têm origem no ambiente de trabalho. “São os funcionários que se sentem oprimidos, desvalorizados e trabalhando em condições desfavoráveis que colocam a boca no trombone, expondo os problemas”, diz.

Para os funcionários, trabalhar em uma empresa que valoriza o ambiente de trabalho agrega benefícios diretos não apenas para o cotidiano, mas também para a carreira no longo prazo. Torna-se uma relação onde os dois lados ganham.

Já sabemos que investir nas pessoas é vantajoso e que não investir pode ser desastroso. Mas para onde devem ser direcionados esses investimentos e como saber se eles estão trazendo os resultados esperados? Como desenvolver e gerir uma estratégia de valorização do ambiente de trabalho?

Para responder a essas questões, falamos com os representantes de algumas empresas premiadas em edições locais e nacionais do GPTW. Dentre todos os fatores, estratégias e programas citados, destacamos as cinco principais.

Formação de novos líderes
Universidades corporativas, programas de trainee e treinamentos junto aos colaboradores são medidas fundamentais para preparar as gerações que irão assumir o comando da empresa. A Schmersal, empresa de segurança para máquinas industriais e a 4ª melhor empresa para se trabalhar no Brasil na categoria médio porte/multinacionais, trabalha em parceria com instituições de ensino.

“Este ano contratamos a Fundação Dom Cabral para um treinamento com todas as lideranças da empresa. A Schmersal também fornece bolsa de estudos de formação e línguas e a cada vaga que surge buscamos candidatos internamente”, afirma Cláudio José Rosa, gerente de recursos humanos da companhia.

Uma universidade corporativa é diferente de programas de treinamentos: sua função é direcionar o aprendizado em direção a objetivos estratégicos específicos da empresa. Apesar de os cursos terem nível de pós-graduação, o Ministério da Educação (MEC) deixou de reconhecer os programas de Universidades Corporativas em 2011. Desde então, tais cursos são classificados como “cursos livres” — à época, existiam cerca de 400 instituições não-educacionais credenciadas e outras 134 esperando autorização. Mesmo sem reconhecimento oficial, os cursos de universidades corporativas oferecem um ganho significativo de conhecimento para o colaborador e um ativo estratégico para a companhia.

Qualidade de vida como engajamento e satisfação
A 3M foi também uma das 150 melhores empresas também no ranking da GPTW, sendo destaque nos quesitos Ambiente e Qualidade de Vida. A companhia traz a inovação em seu DNA e é de lá que trazemos um exemplo muito interessante sobre esse aspecto. Mais precisamente de sua fábrica em Sumaré/SP, onde, em abril de 2016 foi, inaugurada a Alameda Saber Viver.

Trata-se de um espaço de serviços diversos dentro do complexo industrial que pode ser utilizado pelos funcionários a qualquer momento. Funcionam lá salão de beleza e barbearia, hortifrúti de produtos orgânicos, van com opções de açougue e outros alimentos congelados, pastelaria, lava rápido, produtos de papelaria entre outras ações frequentes, como os food trucks.

“A ideia veio da necessidade de trazer mais facilidades para os funcionários, de modo a melhorar a qualidade de vida e fazer com que eles tenham mais tempo de qualidade com suas famílias. Isso traz maior satisfação, maior engajamento dos funcionários com a empresa e consequentemente maior retenção”, explica Fernando Valle, diretor de Recursos Humanos da 3M Brasil.

Atenção à comunicação interna e transparência
Para evitar que a comunicação dentro da empresa fique ao sabor da espontaneidade e que os funcionários acabem irritados, mal informados, ineficientes e insatisfeitos, controlar o fluxo de informação é essencial. E esse controle deve ser fundamentado na transparência.

O plano adotado pela Cemara, empresa de loteamentos do interior de São Paulo que conta com 80 funcionários, foi a criação de comitês de trabalho sobre diversos assuntos. Marcos Dei Santi, vice-presidente de Novos Negócios e Operações da Cemara, explica que a ideia começou após a implantação do primeiro planejamento estratégico da empresa, em 2008.

“Decidimos criar comitês para dar mais transparência às informações, estratégias do rumo e negócios da empresa, delegar decisões e responsabilidades aos gestores. Essa é a espinha dorsal”, explica.

“Criamos também um manual da comunicação. Todas essas comunicações têm regras, normas, espaços definidos, o que e quando informar, tudo para manter nossa transparência para todos. Então houve um equilíbrio, todo mundo sabe o que se passa na Cemara”, conclui.

Atualmente, a empresa conta com 12 comitês de trabalho. O resultado foi um engajamento inédito dos colaboradores com os resultados da empresa, redução de turnover e maior produtividade. “Nos últimos dois anos, 18 funcionários pediram demissão ou foram desligados. Nossa produtividade e quantidade de clientes, os números continuam os mesmos com 20% a menos de colaboradores”, diz Dei Santi.

A Monsanto, que conquistou o 15º lugar no GPTW, utiliza a abordagem 70/20/10 — onde 70% do aprendizado vem das experiências no local de trabalho; 20% da aprendizagem é adquirida por meio de treinamentos e feedbacks; e 10% vêm através de treinamentos formais.

Apoio irrestrito à diversidade
Incluir a diversidade na pauta corporativa vai muito além de apenas adotar um discurso politicamente correto. Em primeiro lugar, porque a diversidade promove a criatividade, melhora o processo de tomada de decisões, a resolução de problemas, a inovação e a flexibilidade. Não existe argumento lógico contra isso — não por falta de tentativas.

Em segundo lugar, porque o convívio com pessoas oriundas de diversas realidades é um estímulo para o desenvolvimento de habilidades de inteligência emocional das pessoas que compartilham o ambiente de trabalho.

“Os ambientes de trabalho agradáveis são aqueles em que as pessoas se sintam acolhidas em suas diversidades, em que as não precisem vestir máscaras para trabalhar, em que elas se sintam respeitadas em suas opiniões e contribuições”, defende Tatiana Lins, da MakeMake.

Um dos quesitos que ajudaram a destacar a Monsanto entre as melhores empresas para trabalhar foi o apoio estratégico à diversidade. O programa conta com cinco pilares: Aliança LGBTA, PCDs Sem Fronteiras, Mulheres 360 e Raças e Gerações.

“Essa estratégia proporciona à Monsanto uma vantagem competitiva, pois acreditamos que é essencial ter diversidade de talentos e pontos de vista para se ter um ambiente mais inovador. É por isso que procuramos melhores talentos, independente da geografia, gênero, raça, crenças, orientação sexual, idade ou deficiência”, ressalta Carlos Brito, líder de RH da Monsanto na América do Sul.

Gamificação
O nome virou um modismo, mas, quando aplicado com um objetivo estratégico, a gamificação aumenta o engajamento e reduz o turnover de maneira sensível. É a aposta que a Microcity, empresa brasileira de outsourcing e TI premiada como a melhor de Minas Gerais no GPTW 2017 na categoria até 999 funcionários, vem fazendo nos últimos dois anos e obtendo bons resultados.

“É uma excelente estratégia para despertar o interesse e engajamento dos colaboradores com as metas corporativas, políticas de pessoas e também melhorar a experiência dos nossos clientes com a nossa empresa”, afirma Polianna Lopes, diretora de Gestão de Pessoas e de Marketing da Microcity.

A companhia criou um game de gestão chamado Liderix, que abrange indicadores estratégicos, programas de capacitação e desenvolvimento de equipes, políticas de pessoas e satisfação dos clientes. “O game traduz todos estes indicadores de forma clara, orientando-os muitas vezes no caminho que deve ser seguido”, conta Lopes.

Segundo a diretora, o programa aumenta o engajamento dos colaboradores e a compreensão dos líderes sobre os desafios cotidianos da gestão, “resultando em maior produtividade e entendimento da estratégia da empresa de onde estamos para onde queremos ir”.

Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/as-3-licoes-das-melhores-empresas-para-trabalhar/121053/



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