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‘Nada vai segurar o boom imobiliário’

14 de dezembro de 2018 | Por cemara

Sem surpresas negativas na economia em 2019, empresário espera um novo ciclo de crescimento para o setor
Entrevista com

Elie Horn, presidente do conselho de administração da Cyrela

Passada a fase mais dura da crise que derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, diz o fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn. Ele acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos. A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

O otimismo de Horn com o setor se estende ao futuro governo, cuja equipe econômica ele classifica como “sensacional”. O empresário é próximo do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com quem chegou a fazer negócios. Os dois investiram juntos, há cerca de dois anos, na criação da Hospital Care, empresa voltada para a compra e administração de hospitais no País. Os aportes foram feitos pelo fundo Abaporu, da família Horn, e pela gestora Bozano Investimentos, da qual Guedes era sócio e de onde agora está se desligando para assumir o cargo público a partir de janeiro.

Embora continue indo diariamente à Cyrela, Horn se afastou das tarefas executivas do dia a dia e passou o bastão da presidência para os filhos Raphael e Efraim. Ele está fazendo um tratamento contra o Mal de Parkinson, doença que o acomete há quase seis anos. Mas a maior parte do seu tempo está voltado para a prática do judaísmo, da filantropia e para reuniões com outros empresários em busca de doações para causas sociais.

Em parceria com Rubens Menin, controlador da MRV, Horn lançou neste mês a ONG Bem Maior, que atuará na conscientização e na mobilização da sociedade civil para fomentar ações sociais. A meta do movimento é dobrar a participação das doações empresariais em relação ao PIB brasileiro nos próximos dez anos, passando de 0,2% para 0,4%. O próprio empresário está puxando a fila, e já anunciou o compromisso de doar em vida 60% de sua fortuna estimada em R$ 3 bilhões para caridade. A seguir, trechos da entrevista.

Qual sua expectativa para o País em 2019?
Estou animadíssimo. A equipe técnica do governo é muito boa, a equipe econômica é sensacional. Acho que estamos vivendo uma virada. Nos últimos dois meses, temos visto muitos lançamentos e muitas vendas. Os números são muito bons. Tudo nos leva a crer que teremos ótimos quatro anos.

O sr. acredita que o governo tem capacidade de colocar em prática as reformas e acelerar o crescimento da economia?
O governo depende da economia. Ele não tem como se sustentar sem um bom resultado da economia. E como a equipe técnica é muito boa, acredito que vai dar certo.

A melhora esperada para o País vai chegar de modo relevante ao setor imobiliário?
Com certeza. O setor imobiliário depende do País. Se o País vai bem, o setor também irá.

O sr. planeja crescimento das operações da Cyrela no próximo ano?
Se Deus quiser, vai ter crescimento. O último bimestre está indo muito bem. Vendemos em torno de R$ 800 milhões neste bimestre de outubro a novembro. Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos.

E como estão os efeitos dos distratos?
O distrato é uma tristeza econômica, política e até moral, pois não é normal que o vendedor receba o apartamento de volta depois de vendido. O incorporador toca as obras com o valor recebido das vendas. Se tem de devolver o dinheiro do apartamento, como fica? A empresa morre. Só sobrevivemos por milagre. Temos um caixa sólido e bom planejamento, mas muitas empresas não sobreviveram.

O sr. ficou satisfeito com o teor da lei dos distratos? O projeto aprovado na semana passada no Senado, e que agora segue para a Câmara, prevê multa de até 50% para o comprador do imóvel que optar pela rescisão do negócio. Até então, a multa era decidida por juízes e oscilava entre 10% e 25%.
Se for aprovado, sim (risos).

Se a lei de distratos for mesmo aprovada, quais seriam as consequências imediatas para o setor?
Nós aumentaríamos os investimentos imobiliários. A regulamentação destrava decisões de investimento ao se gerar mais confiança e garantias. É uma virada de mesa. Daria início a um novo ciclo para o setor. Após superados anos de crise e com os distratos resolvidos, não tem mais nenhum problema que irá segurar o boom imobiliário. Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado. Nós crescemos 100% ao ano por dois anos seguidos lá trás. Isso foi muito indigesto.

Os problemas desse crescimento exagerado afetam o balanço da empresa ainda hoje. Isso está superado?
Infelizmente tivemos problemas do passado com sócios e empreendimentos locais (fora de São Paulo, local de origem da Cyrela), que mexeram com os resultados da empresa. Espero que não tenhamos mais surpresas negativas. E também tivemos muitos distratos, que afetaram os resultados. Foram R$ 9 bilhões de imóveis em distratos nos últimos cinco a seis anos, isso é uma fortuna. Uma empresa só aguenta isso se for muito bem preparada financeiramente. Acho que a partir de 2019, sem mais surpresas negativas, iremos entrar em resultados positivos por muito tempo.

Como a Cyrela vai se posicionar nesse potencial ciclo de crescimento?
Temos de vender bastante e aproveitar todas as faixas do mercado possíveis. Erramos ao atrasar a entrada no Minha Casa Minha Vida, mas finalmente entramos. Esse mercado é a cara do País. Até alguns poucos meses atrás, as únicas empresas do setor que ganhavam dinheiro eram aquelas que estavam no Minha Casa.

Há segurança de que o novo governo dará continuidade ao Minha Casa Minha Vida?
O Minha Casa e o Bolsa Família sustentam uma grande parte da população. São dois projetos que não devem cair. E quem não fizer o Minha Casa corre o risco de ficar alienado, porque o programa já responde por mais da metade do mercado. Olhando o futuro da Cyrela nos próximos cinco anos, acreditamos que os lançamentos do Minha Casa sejam em torno de 30%, enquanto os projetos de médio e alto padrão, 70%. Mas isso pode variar.

O sr. criou uma nova ONG. Qual o objetivo dela?
Ela se chama Bem Maior e engloba um conjunto de dez causas, como combate à pobreza, defesa do meio ambiente, ataque à corrupção na política, auxílio aos idosos, e assim por diante. A ideia é promover a cultura da doação e cutucar o povo brasileiro a doar mais. Nossa meta é multiplicar por dois o PIB social brasileiro, de 0,2% para 0,4%. Já temos uma presidente para a ONG, que é a Carola Matarazzo. Ela foi presidente da Liga das Senhoras Católicas por 18 anos, tem muita experiência. Quem não doa dinheiro, não doa dedicação de si, não doa o que puder, vai sofrer na alma. O dinheiro foi feito para gerar prosperidade. A lei de Deus é dar, não só guardar.

Fonte: Estadão



Smart Cities: mais qualidade de vida para o futuro

21 de novembro de 2018 | Por cemara

Neste mês, comemoramos o Dia Mundial do Urbanismo. Graças às novas tecnologias, as novidades que surgem ao redor do tema têm trazido benefícios a favor das pessoas e do modo como vivem.

Um dos assuntos do qual muito têm se falado são as cidades inteligentes. Você já ouviu falar sobre as smart cities? Elas utilizam energia limpa, reaproveitam a água, tratam o lixo, compartilham produtos, serviços e espaços, se deslocam com facilidade e usufruem de serviços públicos de qualidade. Além disso, as cidades inteligentes criam também laços culturais que unem seus habitantes, propiciam desenvolvimento econômico e melhoria da qualidade de vida.

Parece um futuro distante, mas ele pode estar mais próximo do que imaginamos! Em busca do conceito Smart City, cidades de todo o planeta irão investir entre US$ 930 bilhões e US$ 1,7 trilhões ao ano até 2025. Porém, mais do que investimentos, a cidade também irá precisar de iniciativas inteligentes do poder executivo e legislativo.

Fóruns mundiais, como o Smart City Business America, têm se reunido para apontar soluções e oportunidades de negócios no mercado. O objetivo é que as cidades promovam ideais como inclusão, aproximação, conectividade, relacionamento e compartilhamento. O conceito aborda, também, a verticalização das cidades, com práticas sustentáveis e encurtando distâncias com soluções inteligentes de transporte, com o carro deixando de ser sonho de consumo; e uma transformação legislativa.

As novas tecnologias vão permitir, ainda, que as pessoas possam trabalhar em casa, além de não precisarem se deslocar para adquirir o básico ou resolverem problemas burocráticos. Também terá o fim de prédios comerciais como conhecemos. Já os prédios residenciais ganharão novos conceitos e funcionalidades.

Assim, os próximos anos serão de transformações nos grandes centros urbanos. O conceito das Smart Cities tem ganhado força em todos os continentes e, em breve, seus benefícios estarão presentes em nossas vidas, apostando na inclusão, em soluções compartilhadas e em serviços públicos eficazes, e a oportunidade de viver em uma sociedade ideal.

FONTE: AECweb



Brazil GRI aborda cenário político e perspectivas para 2019

9 de novembro de 2018 | Por cemara

O segundo e último dia do Brazil GRI 2018 começou com um painel especial com o jornalista William Waack. Ele trouxe a sua perspectiva acerca do cenário político após o período eleitoral, marcado por forte polarização e indefinição, o que gerou instabilidade e incertezas nos mercados, incluindo o imobiliário.

“Estamos em um momento de profunda transformação”, ressaltou Waack ao abrir o segundo dia da 9ª edição do encontro. Entre outros pontos, ele fez uma análise dos recém-nomeados Sérgio Moro (futuro ministro da Justiça) e Onyx Lorenzoni (futuro titular da Casa Civil).

Nesta quarta-feira, o evento foi pautado por discussões sobre o mercado residencial para renda, o segmento de self-storage, o futuro dos shoppings, o que esperar para o ramo de loteamentos em 2019 e um dos principais desafios para a indústria como um todo, os distratos, além de outros importantes assuntos.

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Consolidado evento dos grandes líderes do setor imobiliário, o Brazil GRI reuniu cerca de 300 empresários, investidores e executivos de alto escalão que atuam nesse mercado no País. No total, foram analisadas 22 questões fundamentais para o direcionamento dos planos e estratégias de curto e médio prazos.

Realizado no hotel Grand Hyatt São Paulo, o encontro foi aberto por Christoph Schumacher, líder global da área imobiliária do Credit Suisse Asset Management. Entre outros pontos, ele abordou sua visão a respeito dos diferentes tipos de ativos imobiliários, os impactos da evolução tecnológica sobre o setor e tendências para os próximos anos.

Dados exclusivos

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Ainda no primeiro dia, foram apresentados, em primeira mão, os resultados do Termômetro do GRI Club Real Estate, que ouviu 175 players do setor após a corrida eleitoral. Mais de 82% dos 175 empresários, investidores e altos executivos de companhias do mercado imobiliário atuantes no País ouvidos pelo GRI Club entre 29 de outubro e 1º de novembro dizem nutrir expectativas boas ou excelentes quanto ao novo governo federal, a partir da posse de Jair Bolsonaro.

A pesquisa completa será disponibilizada, em breve, aqui no GRI Hub.

Sobre o Brazil GRI

O Brazil GRI chega à sua nona edição consagrado como o mais prestigiado evento do setor imobiliário em território nacional. As discussões seguem o tradicional formato do GRI, em que todos os presentes têm liberdade para dialogar e compartilhar experiências de igual para igual, podendo escolher se engajar nos assuntos que lhes sejam mais pertinentes.

Neste ano, estiveram presentes Adriano Mantesso (Ivanhoé Cambridge), Brian Finerty (Equity International), Carlos Martins (Kinea Investimentos), Karl Kreppner (Cadillac Fairview Corporation), Marcela Drigo (CPPIB), Marcelo Fedak (Blackstone), Max Lima (HSI), Ruy Kameyama (BR Malls), Ronald A. Rawald (Cerberus Global Investments), Patrick Mendes (AccorHotels) e Roberto Perroni (Brookfield Property Group), entre outros.

Já passaram pelo púlpito do Brazil GRI nomes como Ric Clark, senior managing partner e chairman do Brookfield Property Group e da Brookfield Property Partners; Jon Gray, então head global de Real Estate da Blackstone e hoje presidente da companhia; Sam Zell, chairman da Equity International; Barry Sternlicht, CEO da Starwood Capital; Henrique Meirelles, então presidente do Banco Central; Arminio Fraga, fundador da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central; e Joaquim Levy, diretor-geral e financeiro do Banco Mundial e ex-ministro da Fazenda.

No último ano, para a abertura, foi realizada uma sessão especial sobre a evolução da sociedade e seus potenciais impactos sobre o mercado imobiliário nos próximos anos, com a participação de Dora Kaufman, Nabil Bonduki (ambos da USP), Patricio Fuks (WeWork) e Rossana Pavanelli (FGV). No segundo dia, a agenda teve início com um painel sobre o cenário político nacional para 2018 conduzido por Christopher Garman, managing director do Eurasia Group para as Américas.

Fonte: hub.griclub



São Paulo tem mais de 30 mil lotes em estoque

8 de novembro de 2018 | Por cemara

Especialista e profissionais do segmento dizem que o mercado está favorável ao investimento nesse tipo de produto imobiliário

 

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Americana. No interior, mercado de lote prospera. FOTO: CEMARA LOTEAMENTOS

O Estado de São Paulo tem 30,8 mil lotes novos para venda em estoque ante o total de 173,6 mil lançados de janeiro de 2012 a junho de 2018. Os dados são de pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) em parceria com a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (Aelo) e Brain – Bureau de Inteligência Corporativa.

A amostragem tem como base as 55 cidades que mais se destacam no segmento, representando 51% do total de projetos aprovados pelo Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab), de janeiro de 2013 a setembro de 2017.

No loteamento, a área total do terreno é subdividida em terrenos menores, os lotes. Eles devem ser entregues com todos os serviços básicos: rede de água potável, sistema de esgoto, pavimentação, eletrificação e iluminação pública.
“A infraestrutura é subterrânea. Além disso, fazemos todo o paisagismo e a conservação ambiental”, comenta Marcos Dei Santi, sócio-diretor da Cemara Loteamentos.

O presidente da Aelo e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, Caio Portugal, diz que os números do ano passado sugeriam que 2018 seria um ano de recuperação. “Essa projeção, entretanto, acabou não se cumprindo no primeiro semestre, em virtude da instabilidade política e da greve dos caminhoneiros.”

De acordo com o levantamento, no primeiro trimestre de 2017 foram colocados no mercado 7,7 mil novos lotes em 25 loteamentos. No trimestre seguinte, o número caiu para 4 mil unidades em 10 loteamentos. Os números se repetiram nos três meses posteriores. O último período do ano teve aumento: 15,1 mil novos lotes lançados em 35 loteamentos.

Em 2018, porém, o número caiu para 4,5 mil lotes em 13 loteamentos lançados até o final do primeiro trimestre. O índice, no entanto, subiu para 5,6 mil no final do segundo trimestre, com valor global de vendas (VGV) de R$ 641 milhões.

As cidades com maior quantidade de lotes lançados no primeiro semestre deste ano foram: São José dos Campos (2.128), Campinas (1.552), São José do Rio Preto (1.045), Sorocaba (968) e Ribeirão Preto (881). Campinas também se destacou pelo VGV mais alto: R$ 222 milhões.

“Há tendência de diminuição da instabilidade no cenário econômico e é um bom período para avaliar as oportunidades das ofertas de lotes urbanizados”, afirma Portugal.

Professor de Marketing, Estratégia de negócios e Problemas Econômicos da Fundação Getúlio Vargas, Alberto Ajzental concorda. “Quem não quebrou ou perdeu o emprego, é menos provável que perca nos próximos anos, pois agora há um ponto de inflexão para melhor. Se o comprador está estável, é um bom momento para a compra de lote”, diz ele, que também é engenheiro civil e executivo financeiro do mercado imobiliário.

“O que define o preço é sempre a oferta e a demanda. Se a tendência é de o estoque diminuir, o preço tende a se manter ou aumentar”, acrescenta. De acordo com o professor, um lote pode chegar a valer 20% do valor do imóvel. “É um passo menor. Se tenho o sonho de ter um imóvel, o lote é muito mais acessível. É fácil comprar um lote, difícil é construir em cima dele (leia texto abaixo).”

O advogado Daniel Nunes, de 38 anos, adquiriu dois lotes em Piracicaba como forma de investimento. Morador de um apartamento, ele não descarta a possibilidade de, um dia, construir uma casa no local. “Buscamos tranquilidade e segurança. Seria um refúgio.”

Além do investidor, outros perfis de comprador são o que compra para ter uma segunda residência em um local mais afastado, com verde e infraestrutura ao mesmo tempo, e o que vai morar no local.

Liberdade. A artesã Érica Corrêa, de 33 anos, comprou um lote de 390 metros quadrados de área em Itu para morar com os filhos de oito e 12 anos. “Sempre tive o sonho de morar em um lugar com área verde em que as crianças tivessem liberdade para brincar com segurança”, diz. Ela cita a localização tranquila, a infraestrutura de clube e o valor atrativo como motivos que a fizeram optar pela aquisição. “E, principalmente, para ter qualidade de vida melhor.”

Os loteamentos podem ser fechados ou abertos. O aberto é um bairro construído pelo empreendedor, em que não há infraestrutura de controle de acesso, portarias e muros. “É a nossa rua, nosso dia a dia. Quando fazemos um loteamento aberto é como uma extensão das ruas que já existem”, diz Fernando Albuquerque, sócio da Lote 5. Transportes públicos e veículos de visitantes têm acesso livre às ruas do loteamento.

O loteamento fechado, como o próprio nome diz, é mais restritivo. Possui infraestrutura física de controle de acesso, com portarias, muros e alambrados que protegem o perímetro. “Além disso, ele geralmente tem área de lazer e toda a estrutura de um clube”, conta Elias Zitune, diretor da Zitune Empreendimentos Imobiliários.

Neste caso, na implantação do loteamento, é formada uma associação de moradores, que será responsável pela administração do local. “Ela cuida da segurança, limpeza, jardinagem, portaria etc.”, diz Dei Santi. Os membros da associação pagam taxa mensal para a manutenção dos serviços. O loteamento aberto, em contrapartida, não pede contribuição financeira.

Segundo o estudo do Secovi-SP, a área média dos lotes em loteamentos abertos é de 209 m², enquanto nos fechados sobe para 364 m². O preço médio do m² de área privativa nos loteamentos fecha também é maior: R$ 558 ante R$ 415 nos abertos.

Comprador de lote deve arcar com a construção

Comprar um lote pode ser financeiramente mais vantajoso, mas o interessado deve se preparar para ser o responsável pela construção da casa. Isso envolve planejamento financeiro, escolher e se decidir por um projeto, comprar todo o material a ser utilizado, contratar profissionais para a execução da obra e fiscalizar se tudo está saindo de acordo com a previsão.

“Quando se compra uma casa pronta, já se tem acesso ao produto e não é preciso lidar com os percalços do caminho, porém paga-se mais caro. Quando você compra um lote e constrói, assume uma parte do ônus do processo de construção do dia a dia. Paga menos pela obra, mas se envolve mais”, afirma o professor o professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie Valter Caldana.

De acordo com ele, a construção de uma casa pode demorar 18 meses para ser concluída. “O profissional, arquiteto ou engenheiro, se certificará de que as qualidades imaginadas em conjunto com o cliente durante a fase de projeto sejam cumpridas”, ressalta. Caldana diz que as questões envolvendo gerenciamento, como prazo de entrega e controle do fluxo de uso dos materiais, são as que mais causam problemas e atrasos no processo de construção.

Apesar dos possíveis contratempos, o professor também cita vantagens. “Existe a certeza da qualidade dos materiais empregados, há mais segurança na manutenção futura e a certeza de ter um imóvel que se encaixe em suas necessidades, seu modo de vida e no seu orçamento, que será absolutamente respeitado. Portanto, você vai extrair mais por cada real investido.”

Um segundo ponto importante a se observar na compra de um lote diz respeito a verificar se o loteamento não é clandestino. “A primeira diferença escancarada e que o consumidor pode identificar é a falta da documentação regular. Outro sinal claro de que se trata de um lote clandestino é o preço de venda. Nesse sentido, como em qualquer compra, o consumidor deve pesquisar e desconfiar se o valor está muito abaixo do mercado”, diz o presidente da Aelo, Caio Portugal.

Esses loteamentos não cumprem os requisitos estabelecidos pela Prefeitura, como implantação de escoamento de águas da chuva, iluminação pública, tratamento de esgoto, abastecimento de água potável e eletricidade e iluminação pública. Além de enfrentar problemas de estrutura, o adquirente fica sujeito até a perder o lote, já que qualquer contrato de compra perde a sua validade quando seu objeto for ilícito.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/blogs/radar-imobiliario/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque/

Também foi publicado em:

https://www.abecip.org.br/imprensa/noticias/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque
https://blog.movingimoveis.com.br/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque

 

 



Desafio dos lotes nos tempos atuais

19 de outubro de 2017 | Por cemara

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“Loteamento é bem de raiz”, destacou o título da reportagem de capa de Shirley Valentin na edição de junho da “Revista do Secovi-SP”, editada por Maria do Carmo Gregório, jornalistas da Assessoria de Comunicação do Secovi-SP. Em seu texto, que ocupou 10 páginas da revista, Shirley ressaltou na abertura que a terra sempre teve lugar de destaque na história da humanidade: “Foi protagonista na formação de pequenos povoados, vilarejos e cidades. A disputa por territórios resultou em guerras mundiais, civis e revoluções. Da sua divisão, nasceram os continentes. É da terra que brotam os alimentos que mantêm vivos os homens e animais e a sensação de pertencimento a este mundo.” Em seguida, a repórter explicou: “No decorrer do desenvolvimento mundial, foram criados regramentos legais para garantir a posse da terra, seu parcelamento e sua edificação. E é no processo formal de preparação e divisão em lotes para a venda que entra o desenvolvedor imobiliário o loteador.”

Aqui vão alguns trechos da reportagem: No Brasil, essa atividade econômica, a de loteador, é desempenhada por “fortes”. Afinal, como classificar empresários que usam recursos financeiros próprios e assumem os altos riscos de transformar terra bruta em espaços urbanos totalmente preparados para futuras edificações? Inevitável perguntar: por que, então, eles insistem em trabalhar com parcelamento do solo? Simplesmente porque, sem essa atividade, as cidades, como nós as conhecemos, e os bairros, principalmente, não existiriam. É uma das profissões mais antigas do mundo! O brasileiro tem, por raiz, o desejo de posse da terra, e o loteamento traduz e atende exatamente essa vontade, que é ancestral. A atividade de desenvolvimento urbano deve ser estimulada, contar com legislações adequadas e claras, livres de burocracia, e ter investimento financeiro. (Quando a revista já estava impressa, em 8 de agosto, a Caixa Econômica Federal lançou o Produlote, com a presença do presidente Michel Temer no Secovi-SP). O período da “espera sem fim” dá lugar a um novo sentimento. Caio Portugal relata: “Essa demanda é muito antiga e virou até motivo de brincadeira. O amigo e presidente do SecoviSP Flavio Amary diz que éramos crianças e os nossos pais já trabalhavam para criar linhas adequadas de financiamento às obras de infraestrutura de loteamentos.”

O trabalho é maior do que a crise

A reportagem de Shirley Valentin para a “Revista do Secovi-SP” leva à conclusão de que, “mesmo diante do golpe de uma das mais fortes e duradouras crises, o setor de loteamentos não apresentou, em 2016, desempenho tão ruim”. Os empreendedores nos municípios paulistas protocolaram, no ano passado, 741 projetos (644 loteamentos e 85 condomínios) para análise no Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab).

Apesar de o resultado ser 7% inferior aos projetos protocolados para análise em 2015, a quantidade de lotes foi praticamente a mesma: 186,4 mil em 2016, ante os 186,2 mil do ano anterior. O município de São José do Rio Preto, com 14 projetos de loteamentos e 7.902 lotes previstos, foi o que chegou ao maior número de lotes protocolados no Estado de São Paulo em 2016. Em seguida, surgem: Cotia, com 10 projetos e 5.358 lotes previstos; Campinas, com 8 projetos e 4.490 lotes; Mogi-Mirim, com 14 projetos e 3.979 lotes; e Limeira, com 10 projetos e 3.529 lotes previstos. Em aprovações, houve sinal verde para 460 projetos de loteamentos, 14% a menos que as provações de 2015 (537 novos projetos).

Estima-se que serão ofertados 133,2 mil lotes. Conforme o “Anuário do Mercado Imobiliário 2016”, do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, de 2010 a 2016, o Graprohab aprovou 3.258 projetos de loteamentos, que correspondem a 917,9 mil lotes previstos no Estado, ou a média de 465 projetos e 131,1 mil lotes por ano. O município de Ribeirão Preto liderou o ranking de aprovações no ano passado, com 9.023 lotes distribuídos em 6 projetos. O segundo lugar ficou com São José do Rio Preto, 5.855 lotes previstos em 8 projetos, seguido de Araraquara, 3.063 lotes em 8 projetos; Mogi-Mirim, 3.015 lotes em 6 projetos; e Votuporanga, 2.980 lotes previstos em 5 projetos.

No ano passado, 10 municípios concentraram 26% dos lotes aprovados em todo o Estado, com 57 projetos e um total de 35,2 mil lotes. A população brasileira já não é a mesma. Os diferentes arranjos familiares e a maior presença da mulher no mercado de trabalho, inclusive em cargos de liderança e de destaque, mudaram as relações de consumo, assim como os interesses. Os terrenos diminuíram em área. Agora, a média de um lote de alto padrão é de 420 m². Médio padrão, 320 m²; padrão mais econômico, 200 m².

Agradecemos à Shirley Valentim e à Maria do Carmo Gregório. A reportagem completa de Shirley Valentim é encontrada no portal do Secovi-SP, em que aparece o link da revista: www.secovi.com.br.

 

Fonte: http://www.aelo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/um-ceu-sem-nuvens.pdf

 



Trem de passageiros ligará Americana a São Paulo

4 de setembro de 2017 | Por cemara

O presidente da República Michel Temer garantiu na manhã desta terça-feira (28), em Brasília (DF), que o Trem Intercidades, que ligará São Paulo à Americana (SP), será incluído no programa de concessões da União. A informação foi confirmada durante audiência no Palácio do Planalto com o deputado federal Vandelei Macris (PSDB-SP), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), deputado Cauê Macris (PSDB), e o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado, Clodoaldo Pelissioni.

Temer também garantiu que o Governo Federal vai ceder a faixa de domínio da ferrovia, inclusive marcando a assinatura do documento que garante essa permissão para abril.

O uso da faixa de domínio do transporte de cargas era um dos entraves para a viabilidade do Trem Intercidades.

De acordo com Vanderlei Macris, Temer se mostrou entusiasmado com o projeto. “O presidente percebeu a importância do retorno do transporte ferroviário de passageiros e autorizou a inclusão do projeto que já se encontra na Secretaria Executiva do Programa de Parcerias para Investimentos”, ressaltou.

O segundo desafio vencido foi a concessão da linha férrea do transporte de cargas. “A estrutura já existe a partir da linha férrea do transporte de cargas, sem a necessidade de desapropriações ou licenças ambientais, faltava apenas o aval para que a as duas modalidades, carga e passageiros, pudessem compatibilizar”, completou Macris.

Fonte: https://portaldeamericana.com/2017/trem-de-passageiros-ligara-americana-sao-paulo/



As 5 lições das melhores empresas para trabalhar

1 de setembro de 2017 | Por cemara

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Em agosto foi divulgada a edição 2017 do ranking Great Place to Work (GPTW), que certifica empresas que desenvolvem e implementam estratégias de valorização do ambiente de trabalho e dos colaboradores. Essa é a 21ª edição em que as companhias são reconhecidas por boas práticas e que beneficia sua reputação como empregadora.

Mas quais os benefícios da empresa em investir em um ambiente de trabalho agradável? É comum que alguns empresários e líderes se questionem a respeito do retorno sobre o gasto com um ambiente agradável e, ao mesmo tempo, desafiador – ainda que inúmeras pesquisas científicas demonstrem a importância desse fator para a criatividade e produtividade, como os trabalhos da psicóloga Teresa Amabile. Afinal, os profissionais precisam valer mais do que o próprio salário e os impostos da folha de pagamento?

A resposta é óbvia e o motivo é bastante claro: as empresas não estão colocando dinheiro numa causa filantrópica. Elas obtêm resultados perceptíveis.

“O público interno é o maior drive de reputação de uma empresa. O funcionário que se sente bem, recebe bem os clientes, atende com boa vontade e trabalha com prazer. Ele fala bem da empresa aos amigos e para a sua rede de contatos”, explica Tatiana Maia Lins, consultora de reputação organizacional e diretora da Makemake.”Um local onde as pessoas se sentem bem tem menos fofoca, menos ruído de comunicação, menos silêncio organizacional, tem mais confiança e melhor produtividade”, completa.

A consultora destaca ainda que as faíscas que estouram as grandes crises de imagem no varejo e em organizações de outros setores têm origem no ambiente de trabalho. “São os funcionários que se sentem oprimidos, desvalorizados e trabalhando em condições desfavoráveis que colocam a boca no trombone, expondo os problemas”, diz.

Para os funcionários, trabalhar em uma empresa que valoriza o ambiente de trabalho agrega benefícios diretos não apenas para o cotidiano, mas também para a carreira no longo prazo. Torna-se uma relação onde os dois lados ganham.

Já sabemos que investir nas pessoas é vantajoso e que não investir pode ser desastroso. Mas para onde devem ser direcionados esses investimentos e como saber se eles estão trazendo os resultados esperados? Como desenvolver e gerir uma estratégia de valorização do ambiente de trabalho?

Para responder a essas questões, falamos com os representantes de algumas empresas premiadas em edições locais e nacionais do GPTW. Dentre todos os fatores, estratégias e programas citados, destacamos as cinco principais.

Formação de novos líderes
Universidades corporativas, programas de trainee e treinamentos junto aos colaboradores são medidas fundamentais para preparar as gerações que irão assumir o comando da empresa. A Schmersal, empresa de segurança para máquinas industriais e a 4ª melhor empresa para se trabalhar no Brasil na categoria médio porte/multinacionais, trabalha em parceria com instituições de ensino.

“Este ano contratamos a Fundação Dom Cabral para um treinamento com todas as lideranças da empresa. A Schmersal também fornece bolsa de estudos de formação e línguas e a cada vaga que surge buscamos candidatos internamente”, afirma Cláudio José Rosa, gerente de recursos humanos da companhia.

Uma universidade corporativa é diferente de programas de treinamentos: sua função é direcionar o aprendizado em direção a objetivos estratégicos específicos da empresa. Apesar de os cursos terem nível de pós-graduação, o Ministério da Educação (MEC) deixou de reconhecer os programas de Universidades Corporativas em 2011. Desde então, tais cursos são classificados como “cursos livres” — à época, existiam cerca de 400 instituições não-educacionais credenciadas e outras 134 esperando autorização. Mesmo sem reconhecimento oficial, os cursos de universidades corporativas oferecem um ganho significativo de conhecimento para o colaborador e um ativo estratégico para a companhia.

Qualidade de vida como engajamento e satisfação
A 3M foi também uma das 150 melhores empresas também no ranking da GPTW, sendo destaque nos quesitos Ambiente e Qualidade de Vida. A companhia traz a inovação em seu DNA e é de lá que trazemos um exemplo muito interessante sobre esse aspecto. Mais precisamente de sua fábrica em Sumaré/SP, onde, em abril de 2016 foi, inaugurada a Alameda Saber Viver.

Trata-se de um espaço de serviços diversos dentro do complexo industrial que pode ser utilizado pelos funcionários a qualquer momento. Funcionam lá salão de beleza e barbearia, hortifrúti de produtos orgânicos, van com opções de açougue e outros alimentos congelados, pastelaria, lava rápido, produtos de papelaria entre outras ações frequentes, como os food trucks.

“A ideia veio da necessidade de trazer mais facilidades para os funcionários, de modo a melhorar a qualidade de vida e fazer com que eles tenham mais tempo de qualidade com suas famílias. Isso traz maior satisfação, maior engajamento dos funcionários com a empresa e consequentemente maior retenção”, explica Fernando Valle, diretor de Recursos Humanos da 3M Brasil.

Atenção à comunicação interna e transparência
Para evitar que a comunicação dentro da empresa fique ao sabor da espontaneidade e que os funcionários acabem irritados, mal informados, ineficientes e insatisfeitos, controlar o fluxo de informação é essencial. E esse controle deve ser fundamentado na transparência.

O plano adotado pela Cemara, empresa de loteamentos do interior de São Paulo que conta com 80 funcionários, foi a criação de comitês de trabalho sobre diversos assuntos. Marcos Dei Santi, vice-presidente de Novos Negócios e Operações da Cemara, explica que a ideia começou após a implantação do primeiro planejamento estratégico da empresa, em 2008.

“Decidimos criar comitês para dar mais transparência às informações, estratégias do rumo e negócios da empresa, delegar decisões e responsabilidades aos gestores. Essa é a espinha dorsal”, explica.

“Criamos também um manual da comunicação. Todas essas comunicações têm regras, normas, espaços definidos, o que e quando informar, tudo para manter nossa transparência para todos. Então houve um equilíbrio, todo mundo sabe o que se passa na Cemara”, conclui.

Atualmente, a empresa conta com 12 comitês de trabalho. O resultado foi um engajamento inédito dos colaboradores com os resultados da empresa, redução de turnover e maior produtividade. “Nos últimos dois anos, 18 funcionários pediram demissão ou foram desligados. Nossa produtividade e quantidade de clientes, os números continuam os mesmos com 20% a menos de colaboradores”, diz Dei Santi.

A Monsanto, que conquistou o 15º lugar no GPTW, utiliza a abordagem 70/20/10 — onde 70% do aprendizado vem das experiências no local de trabalho; 20% da aprendizagem é adquirida por meio de treinamentos e feedbacks; e 10% vêm através de treinamentos formais.

Apoio irrestrito à diversidade
Incluir a diversidade na pauta corporativa vai muito além de apenas adotar um discurso politicamente correto. Em primeiro lugar, porque a diversidade promove a criatividade, melhora o processo de tomada de decisões, a resolução de problemas, a inovação e a flexibilidade. Não existe argumento lógico contra isso — não por falta de tentativas.

Em segundo lugar, porque o convívio com pessoas oriundas de diversas realidades é um estímulo para o desenvolvimento de habilidades de inteligência emocional das pessoas que compartilham o ambiente de trabalho.

“Os ambientes de trabalho agradáveis são aqueles em que as pessoas se sintam acolhidas em suas diversidades, em que as não precisem vestir máscaras para trabalhar, em que elas se sintam respeitadas em suas opiniões e contribuições”, defende Tatiana Lins, da MakeMake.

Um dos quesitos que ajudaram a destacar a Monsanto entre as melhores empresas para trabalhar foi o apoio estratégico à diversidade. O programa conta com cinco pilares: Aliança LGBTA, PCDs Sem Fronteiras, Mulheres 360 e Raças e Gerações.

“Essa estratégia proporciona à Monsanto uma vantagem competitiva, pois acreditamos que é essencial ter diversidade de talentos e pontos de vista para se ter um ambiente mais inovador. É por isso que procuramos melhores talentos, independente da geografia, gênero, raça, crenças, orientação sexual, idade ou deficiência”, ressalta Carlos Brito, líder de RH da Monsanto na América do Sul.

Gamificação
O nome virou um modismo, mas, quando aplicado com um objetivo estratégico, a gamificação aumenta o engajamento e reduz o turnover de maneira sensível. É a aposta que a Microcity, empresa brasileira de outsourcing e TI premiada como a melhor de Minas Gerais no GPTW 2017 na categoria até 999 funcionários, vem fazendo nos últimos dois anos e obtendo bons resultados.

“É uma excelente estratégia para despertar o interesse e engajamento dos colaboradores com as metas corporativas, políticas de pessoas e também melhorar a experiência dos nossos clientes com a nossa empresa”, afirma Polianna Lopes, diretora de Gestão de Pessoas e de Marketing da Microcity.

A companhia criou um game de gestão chamado Liderix, que abrange indicadores estratégicos, programas de capacitação e desenvolvimento de equipes, políticas de pessoas e satisfação dos clientes. “O game traduz todos estes indicadores de forma clara, orientando-os muitas vezes no caminho que deve ser seguido”, conta Lopes.

Segundo a diretora, o programa aumenta o engajamento dos colaboradores e a compreensão dos líderes sobre os desafios cotidianos da gestão, “resultando em maior produtividade e entendimento da estratégia da empresa de onde estamos para onde queremos ir”.

Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/as-3-licoes-das-melhores-empresas-para-trabalhar/121053/



Loteamentos planejados da Cemara conquistam moradores por seus diferenciais

29 de agosto de 2017 | Por cemara

A loteadora tem vários empreendimentos implantados no interior do estado com habitação e bem-estar integrados, que reforçam seu compromisso com os clientes

Desde sua fundação, no final da década de 70, a Cemara Loteamentos já comercializou mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do Estado de São Paulo. São 37 empreendimentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas com todos os benefícios de um bairro planejado, como espaços de lazer, contato com o meio ambiente, segurança, além de áreas comerciais e de serviços próximos às residências, e que reforçam a expectativa de valorização acima da média do mercado.

Americana/SP e Nova Odessa/SP, por exemplo, somam mais de 12 mil lotes implantados e que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terrenos ou casa própria nos empreendimentos lançados pela Cemara. Esse é o caso de Alécio Rodrigues, que mora há 8 meses no Residencial Imigrantes, que fica em Nova Odessa. Lançado em 2007, com 306 lotes, o loteamento é fechado e tem toda a infraestrutura necessária de um bairro planejado. “É um empreendimento bem estruturado, com bastante segurança, infraestrutura e áreas de lazer. Não tive problemas para construir e em tudo que precisei sempre tive a ajuda da Cemara. É um local muito bacana para morar”, comentou.

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Jardim dos Ipês Amarelos

Tendo Paris como inspiração, com destaque para as perspectivas urbanas da Cidade Luz, o Jardim dos Ipês Amarelos, lançado em 2008, é outro case de sucesso da Cemara. É o único loteamento fechado de Americana com ruas projetadas em círculos. São 240 lotes com fiação subterrânea, áreas verdes e de lazer.
E foi exatamente essa concepção urbanística e a infraestrutura diferenciada que fizeram com que Antônio Olivato adquirisse um terreno para presentear sua filha, Mariana Olivato. Ela explicou que seu projeto está em fase final de construção. “O que me chama bastante atenção no loteamento é a infraestrutura e as opções de lazer, principalmente as praças. Já tem muita gente morando. Eu mudo para cá no final do ano”, disse.

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A Cemara também desenvolve praças urbanizadas e espaços de integração em todos os seus empreendimentos. Recentemente, a empresa implantou sua primeira praça urbanizada no Jardim Esplanada, loteamento aberto de Americana. A área de lazer já é sucesso entre os moradores do bairro, que está em pleno desenvolvimento.
“É muito legal ter essa praça aqui no bairro porque traz qualidade de vida aos que moram perto. Dá para aproveitar e fazer exercícios. É só atravessar a rua. É bom também para encontrar pessoas. Eu já encontrei vários amigos aqui”, disse a moradora Gabriela Galvão.

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Empresas compartilham serviços e custos de imóvel para serem mais rentáveis

18 de julho de 2017 | Por cemara

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Com a crise econômica brasileira, muitas empresas ainda sofrem na busca de recursos para que consigam manter-se no mercado e buscam alternativas para este problema. Algumas delas encontraram uma solução para reduzir os gastos não só no processo de construção do espaço utilizado como também em sua manutenção: o compartilhamento de serviços.
Em um de seus empreendimentos, o CEI (Centro Empresarial e Industrial) Nove de Julho, em Americana, no interior de São Paulo, a Cemara Loteamentos decidiu apostar no modelo de compartilhamento de custos. Com 439 lotes e 750 m² cada, empresas de diferentes segmentos, que adquiriram os terrenos para construção de suas sedes, estão aproveitando a localização em comum para realizar negócios. Para dar apoio aos empresários, a empresa de loteamentos criou uma associação para o compartilhamento de serviços terceirizados, como recursos humanos, segurança, limpeza, empresa de alimentação, entre outros.
De acordo com Marcos Dei Santi, vice-presidente de Novos Negócios e Operações da Cemara, a ideia é que as empresas tenham uma redução nos custos de produtos e serviços de até 20%. Para que este número fosse alcançado, os empreendedores envolvidos no CEI também estão sendo incentivados a comprar seus suprimentos em conjunto, aumentando a escala de pedidos em busca de redução dos valores.
A proposta da Cemara é criar um cluster empresarial, entre os donos de empresas que vão compor o CEI Nove de Julho. “Um cluster como esse pode render uma série de vantagens para as empresas envolvidas. É um estímulo para buscar novos parceiros e gerar relações produtivas para o seu negócio”, completa Dei Santi.
A TRX, um dos principais players da área de real estate corporativo e industrial do Brasil, é também grande adepta do compartilhamento de serviços dentro de seus empreendimentos, para busca de eficiência e redução de custos operacionais. A empresa tem condomínios logísticos de galpões espalhados por todo o País que podem abrigar em um mesmo espaço empresas de diferentes segmentos de atuação.
Uma das empresas que decidiu alugar um de seus galpões é a Sestini. Especializada em malas e mochilas, a companhia estava em busca de redução de custo e um espaço que acomodasse melhor sua estrutura operacional e, por isso, locou 12 mil metros quadrados do condomínio logístico da TRX em Guarulhos, em São Paulo. O empreendimento selecionado é tudo o que buscavam: Triple A (de alto padrão) e possibilita o rateio de despesas mensais como segurança, limpeza, água, energia elétrica, seguro, telefonia e internet entre as outras empresas que ocuparem o espaço.
“O perfil dos ativos industriais e logísticos no Brasil, de maneira geral, ainda é muito obsoleto. A maioria dos que existem é isolada e ineficiente. Quando há oportunidade para se instalar em um espaço com toda a infraestrutura necessária para uma operação eficiente, as empresas enxergam grande valor agregado”, comenta José Alves Neto, um dos fundadores da TRX.

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/dino/empresas-compartilham-servicos-e-custos-de-imovel-para-serem-mais-rentaveis,0e8b62ca92fe9d7ed035a7d114180ce2r90hy8mc.html



Você conhece a região do Novo Campestre?

7 de julho de 2017 | Por cemara

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O Campestre é um dos bairros mais tradicionais da cidade, composto originalmente por fazendas agrícolas dos primeiros italianos que migraram para o Brasil no século passado.

Atualmente, a região é um dos focos de crescimento e desenvolvimento de Piracicaba e, entre seus principais diferenciais, estão:

Belezas naturais – Com amplas áreas verdes e espécies nativas ao redor;
Tranquilidade – Um bairro silencioso, sem trânsito tumultuado e o melhor de tudo: perto do centro;
Lazer – Diversas opções de lazer como pesqueiros próximos ao Jardim Piazza Itália.

Gostou? Aproveite para conhecer o Jardim Piazza Itália e, quem sabe, passar um dia de pescaria divertido com toda a sua família.



Lar doce lar: Com loteamentos planejados, Cemara leva conceito de mobilidade e bem-estar aos bairros

14 de junho de 2017 | Por cemara

A Razão de Ser da Cemara, que desenvolve loteamentos há mais de 35 anos, no interior de São Paulo, é aplicada, em detalhes, em cada um de seus loteamentos. Seus projetos estão apoiados no propósito de melhorar a mobilidade dos moradores adequando os espaços ao perfil e interesse de cada um, sempre levando em conta a qualidade de vida e o bem-estar.
Os estudos de urbanismo agregam valor a um empreendimento que será, para muita gente, a moradia de uma vida inteira. Portanto, tudo deve ser minimamente calculado. E basta planejamento e organização para alcançar o propósito de viver bem – sejam por 10, 20 ou 30 anos.
É por isso que a Cemara estuda a localização de cada loteamento, além do seu entorno, para que a mobilidade não seja útil somente hoje, mas no futuro. É preciso olhar para a frente e identificar as possíveis transformações dos bairros ao longo do tempo, para que os projetos estejam preparados para a modernidade. Será que em 20 anos vamos continuar usando os automóveis como principal meio de locomoção? O que faremos em nossos momentos de lazer, por exemplo?
De olho nestas transformações urbanísticas, cada item de um bairro é analisado com base nos raios de distância entre os pontos principais: como escolas, hospitais e áreas de lazer, por exemplo. A equipe da Cemara pesquisa e mapeia o cotidiano da vida das pessoas que vivem em regiões no entorno e planeja os usos dos lotes, conforme esse mapeamento.
Os primeiros loteamentos, o Pau Brasil e o Jardim dos Ipês Amarelos, ambos em Americana, e o Parque Bella Ville, em Hortolândia, consolidaram essa metodologia. O conceito da curta distância está sendo levado para todos os empreendimentos – sejam abertos, com livre acesso a população, ou fechados, com portaria.
O que também virou padrão é o desenvolvimento de praças urbanizadas e de espaços para integração entre os moradores e a população vizinha. Em um de seus loteamentos, por exemplo, foi criado um espaço para estimular os sentidos por meio de cheiros, sabores, sons, imagens e texturas.
O resultado do planejamento urbano levando em conta o bairro como um todo, e o perfil dos lotes aliado às características de0 cada morador, com qualidade de vida e bem-estar a todos, valorizam o espaço. Dentro de um único loteamento, é possível encontrar vários tipos de terrenos, com diferenciais e preços distintos, de acordo com a necessidade das pessoas.
Não é à toa que os projetos da Cemara estão ligados à Razão de Ser da empresa – ocupação ordenada, com a urbanização das áreas de forma planejada e sustentável, para o convívio e o bem-estar social. Para entender melhor essa metodologia, aplicada pela Cemara nos últimos 5 anos, reunimos os principais fundamentos que envolvem os loteamentos da empresa. Saiba quais são:

1. Mobilidade urbana
Além da proximidade de espaços públicos, as vagas de estacionamento estão próximas às áreas de lazer e áreas verdes, garantindo maior número de vagas públicas por lote. Para os ciclistas, os loteamentos oferecem bicicletários e vias com declividade confortável para o seu uso. Para os pedestres, calçadas largas e arborizadas, sinalização com faixas para travessia e rampas para acessibilidade.
2. Educação
A distância até os centros de ensino é uma das preocupações da empresa. No Piazza Itália, por exemplo, empreendimento localizado em Piracicaba, há mais 30 escolas em um raio de 2 km, entre unidades das redes municipal, estadual e privada.
3. Comércio
Além das escolas, é providencial que a região onde o empreendimento esteja localizado seja próxima aos supermercados, farmácias e outros tipos de estabelecimentos. Desta forma, a loteadora também incentiva a economia local e a geração de novos empregos com empreendimentos mistos, ou seja, com a presença de lotes comerciais e residenciais em um mesmo espaço.
4. Saúde
Os empreendimentos estão localizados em regiões com fácil acesso aos hospitais, pronto-socorro e outros serviços de saúde, seja por meio do uso de transporte público ou privado.
5. Cultura e lazer
Os estudos de urbanização também contemplam a análise dos espaços e áreas de cultura e lazer disponíveis ou planejados na cidade. Dentro de cada loteamento, a Cemara também desenvolve praças urbanizadas e espaços de integração, que incentivam a cultura e lazer local.
Recentemente a empresa entregou sua primeira praça urbanizada em um loteamento aberto. Foi em Americana, no Jardim Esplanada, que já está sendo usada diariamente para o lazer e o bem-estar. No espaço, famílias inteiras estão se exercitando, com crianças e animais de estimação. O senso de vizinhança do bairro está em pleno vapor. Além disso, os empreendimentos são mapeados próximos a shoppings, museus, restaurantes, parques, sempre visando o aumento da qualidade de vida dos moradores.
6. Especificações técnicas
Todo o trabalho técnico de infraestrutura de um loteamento pode passar despercebido aos olhos do comprador, que em geral só enxerga só a infraestrutura física, como o asfalto e as áreas verdes. Mas o planejamento e a execução dessa infraestrutura passam por diversos fatores, como estudos de solo, topografia, condições climáticas, ventos predominantes, insolação, zoneamento, uso e ocupação de solo, além do saneamento básico. O olhar atento a esses detalhes fazem toda diferença na vida do futuro morador, até para que ele saiba o que está comprando e o que pode, legalmente, ser construído no terreno.
7. Sustentabilidade
As práticas sustentáveis vão além de atender às normas e legislações. A empresa investe na recuperação ambiental, recomposição de vegetação desmatada, manejo de áreas preservadas e na arborização de vias, como melhoria no clima local, umidade e ventilação. O uso de matéria-prima reciclada na construção civil também é regularmente aplicado. Em virtude dessas ações ambientais, a empresa foi recompensada duas vezes consecutivas, em 2015 e 2016, com o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde.



As praças devem ser vistas como espaços de convivência social

29 de maio de 2017 | Por cemara

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Desde a primeira década dos anos 2000, a maioria das pessoas passaram a praticar atividades físicas regularmente, como forma de cuidar da saúde física e mental. Por isso, as praças públicas voltaram a ganhar o status de espaço de convivência social, mas com algumas releituras das antigas praças. É o antigo em formato de novo, onde as pessoas podem praticar uma atividade física, lúdica ou hobby, cuidando da saúde mental ou até mesmo aproveitar o tempo com a família, sem pagar por isso.

Como arquiteta e urbanista há mais de 15 anos, noto que as praças voltam com toda a força oferecendo um convívio social que gera melhor qualidade de vida, além de bem-estar físico e psíquico. Na loteadora fundada pelo meu pai, adotamos o modelo em nossos empreendimentos há 4 anos. No mais recente, localizado em Hortolândia, no interior do estado de São Paulo, estamos desenvolvendo a praça “Inspire-se”, que promove maior interação com os nossos cinco sentidos.

Ao passear pelo jardim de temperos, por exemplo, o morador terá o olfato e o paladar atiçados com aromas e sabores. Já o espaço tato será em formato de “mão” composto por diferentes tipos de pisos como: borracha, areia, cimento, dentre outros, para proporcionar diversas sensações ao toque.

Haverá também uma cortina de bambus que estará disposta em formato de uma “orelha” para percepção dos sons.

O desenvolvimento destes espaços não é uma tarefa fácil. Diversos fatores devem ser considerados ao montar um projeto desse tipo. Levamos em consideração aspectos como público – desde sua faixa etária até sua classe social –, clima da região, declividade do terreno e costumes regionais, já que cada lugar tem suas particularidades e carências.

Para buscar inspiração, viajo para diferentes lugares sempre que posso. É enriquecedor viajar com o olhar de arquiteto, já que consigo observar detalhes que, de outra forma, passariam despercebidos. Presto atenção em como os espaços estão sendo usados, o público frequentador, além de ver as cores dos equipamentos, o design dos mobiliários e os tipos de vegetação.

Há praças muito bem empregadas em inúmeros lugares, mas principalmente na Europa, onde os espaços são reduzidos e trazem o projeto para uma escala humana. São nos simples desenhos que se tem mais sucesso, como rampas gramadas para as crianças escorregarem, pisos de diferentes texturas, espaços para piqueniques, hortas e pomares comunitários.

Em outro empreendimento localizado em Americana, me inspirei em Paris para criação de uma ampla praça com ruas circulares e sistema viário concêntrico – que dá a percepção de infinito.

Há oportunidades para o desenvolvimento destas áreas em diversas regiões do Brasil. O público implora, cada vez mais, por melhorar a qualidade de vida em locais próximos de casa, sem pagar pelas horas de lazer. As praças, portanto, são mais do que uma fonte de respiro para os centros urbanos, ao mostrar seu potencial como espaço democrático para convivência entre famílias e amigos. As árvores e as plantas dividem espaço com uma infraestrutura que visa também o conforto e tranquilidade da população em meio a correria do dia a dia.

 

Raquel Dei Santi, arquiteta e urbanista da Cemara Loteamentos

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Cemara investe R$ 25 milhões em novo bairro de Hortolândia

16 de março de 2017 | Por cemara

Loteamento atenderá cerca de 5000 mil habitantes quando estiver totalmente implantado

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O sonho de morar na capital de São Paulo está ficando no passado para muita gente. De acordo com a pesquisa SP2030, realizada pela Câmara Municipal de São Paulo, 34,3% dos habitantes da cidade não pretendem morar nela pelo resto da vida. Destes, 41,7% desejam mudar-se para o interior do estado. E uma das cidades que está se preparando para o aumento de sua população é Hortolândia, o que já chama atenção de diferentes empresas, entre elas a Cemara Loteamentos.

Em 2005, uma série de obras de mobilidade urbana e sistemas viários começaram a ser feitas no município para facilitar o acesso a outras regiões. A novidade atraiu mais investidores ao longo dos anos e se transformou em um dos principais polos industriais de São Paulo abrigando empresas como as multinacionais Dell e IBM, entre outras.

De olho nos avanços de Hortolândia, que hoje tem um dos maiores PIB per capita do estado de São Paulo, a Cemara, que atua como urbanizadora e desenvolvedora de loteamentos há mais de 38 anos, lançará o Parque Bella Ville, seu primeiro empreendimento na cidade em parceria com a Incorporadora FA Gomes de Hortolândia. O bairro, que tem a previsão de iniciar as obras em 90 dias, será aberto, ou seja, funcionará como um bairro tradicional, com livre acesso para todas as pessoas.

O investimento estimado é de R$ 25 milhões no novo espaço com área total de mais de 517 mil metros quadrados. Segundo Marcos Dei Santi, vice-presidente e diretor de novos negócios da empresa, o objetivo é crescer junto com a cidade. “Acompanhamos o desenvolvimento do município nos últimos anos e vimos uma oportunidade de iniciar nosso trabalho lá. Queremos contribuir com a cidade, entregando bairros planejados com infraestrutura completa com lazer e bem-estar aos moradores”.

Os 1.231 lotes, que vão de 160 até 397,58 metros quadrados serão divididos entre comércios e residências e ocuparão 44% da área total do futuro bairro. O restante do espaço será ocupado por áreas verdes, áreas institucionais e sistema de lazer. A loteadora entregará ainda a infraestrutura completa com pavimentação asfáltica, rede de coleta de esgoto, rede de abastecimento de água tratada, rede elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, iluminação pública, além de guias, sarjetas e arborização de vias e áreas verdes, além da área de lazer que conta com duas praças temáticas que atendem diversas faixas etárias com esporte e lazer ao ar livre.

“A nossa razão de ser é urbanizar áreas e implantar bairros planejados com ocupação ordenada e sustentável e que propiciem melhorias ambientais e socioeconômicas nas cidades sempre valorizando o convívio e o bem estar das pessoas!”, afirma Dei Santi.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.

 Há 38 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

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