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Empresa em bairro residencial? Chegou a hora de mudar!

25 de março de 2020 | Por cemara

Diga adeus aos bairros residenciais, sua empresa precisa – e merece – um loteamento criado especificamente para atender as necessidades empresariais e industriais.

 

Para alcançar o sucesso empresarial são necessárias algumas medidas. Entre elas: ter estrutura, fazer planejamento detalhado e aumentar a logística de atuação. Contudo, nada disso pode ser realizado se a empresa está localizada em um bairro residencial. Entenda o motivo.

Com residências e prédios ao redor, as instalações seguem rigorosas regras que limitam o funcionamento. Algumas delas são: horário de produção; problema com vizinhos devido ao som dos maquinários, considerado poluição sonora; diminuição logística, já que divide o espaço entre moradores, carros e motocicletas que transitam constantemente nas vias públicas; dentre outros.

Acabe com as limitações que impedem a empresa de crescer! Invista em um empreendimento pensado, desde a criação, para atender todas as necessidades empresariais e industriais.

Esses espaços são destinados a empresas que desejam expandir a atuação ou atender melhor os clientes. Por exemplo, no Centro Empresarial e Industrial Vale dos Cedros, localizado em São José do Rio Preto, há espaço suficiente para ampliar a estrutura, além de possibilitar turnos ininterruptos, 24 horas por dia! Além disso, há o conceito de condomínio aplicado ao ambiente, tudo para garantir aos colaboradores que trabalham nas empresas mais conforto, bem-estar e tranquilidade. São praças, bancos, iluminação pública e opções de entretenimento – como quadra de vôlei, minicampo de futebol, playground e redário.

O empreendimento faz parte dos investimentos da Cemara Loteamentos, preocupada em oferecer o melhor para a sua empresa e, juntos, alcançar o sucesso tão almejado!

Pensando nisso, a Cemara oferece a você um ebook completo com dicas e formas de vencer os obstáculos e aumentar a presença, vendas e lucro da sua empresa. É gratuito: clique aqui e baixe agora!

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Até a próxima!



4 dicas essenciais para uma boa instalação elétrica

26 de setembro de 2019 | Por cemara

O que é feito de forma natural, no dia a dia, passa despercebido aos olhos. Do apertar o interruptor ao acender das luzes, um longo caminho é percorrido. Muitas vezes, não damos valor, mas basta ficar um minuto sem eletricidade que percebemos como somos dependentes dela. Por isso, a instalação elétrica é uma das partes que demanda de mais tempo e atenção na construção. Abaixo, destacamos 4 dicas essenciais que não podem ser ignoradas nesta etapa:

Crie uma planta descritiva

Essencial para a elaboração de um plano eficaz e de qualidade, a planta descritiva do projeto elétrico é o primeiro item da lista. Todos os pontos de luz, tomadas e interruptores devem ser previstos para a melhor execução do trabalho.

Procure ajuda profissional para fazer a instalação elétrica

Contar com ajuda especializada não é luxo, é inteligência e segurança. Uma boa execução do projeto e dos processos de instalação dispensa a necessidade de refazer o trabalho e diminui o risco de acidentes.

Escolha material de qualidade

Jantar à luz de velas? Apenas em ocasiões especiais. Toda a estrutura e execução tem que atender às mais altas exigências do mercado, para não “deixar você na mão” quando você mais precisa. Selecione apenas material de qualidade para garantir a durabilidade e funcionamento da instalação.

Dúvidas? Siga os padrões!

Não tem certeza de quantas tomadas colocar na planta descritiva? Utilize os padrões das normas brasileiras relativas ao assunto. O número de tomadas de uso geral deve ser fixado de acordo com o seguinte:

  • Banheiro: no mínimo, uma tomada junto ao lavatório;
  • Cozinhas, área de serviço e lavanderia: uma tomada a cada 3,5 metros;
  • Acima de bancada: uma tomada;
  • Corredor, subsolo, garagem, sótão e varanda: no mínimo, uma tomada.

VISITE SEMPRE O BLOG DA CEMARA!

Pretende construir ou reformar? A Cemara pode ajudar! Toda semana nós publicamos conteúdo novo e de qualidade para você, aqui em nosso blog. Não deixe de nos visitar!

Até a próxima semana!

Fonte: Casa do Construtor < https://info.casadoconstrutor.com.br >.



Regiões de Campinas e Sorocaba crescem em ritmo acelerado

30 de agosto de 2019 | Por cemara

Regiões de Campinas e Sorocaba crescem em ritmo acelerado

A facilidade, a segurança e o conforto das cidades do interior de São Paulo têm motivado empresários a investirem na construção de indústrias e residências na região.

Surfando nessa tendência, cidades como Campinas e Sorocaba têm apresentado aumento representativo em seu PIB e crescimento acelerado. Entre 2002 e 2018, as duas cidades lideraram a lista dos locais que mais evoluíram em todo o estado. O crescimento foi de, aproximadamente, 3% ao ano, enquanto que a cidade de São Paulo teve aumento de 1,8%.

Os números refletem a perda de dinamismo da economia na região metropolitana. O índice da grande São Paulo é inferior ao das demais regiões industrializadas (2,2% ao ano) e abaixo da média estadual (2,3%). No período 2002 a 2018, a cidade sofreu queda de 46 para 35% na participação na indústria; enquanto a região de Campinas consagrou-se como a segunda mais industrializada do país.

Os dados são da Fundação Seade.

Esses números representam, além da evolução de toda a região, a oportunidade de investimento seguro, principalmente nas áreas de construção e compra de terrenos em bairros planejados.

PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma, em valores monetários, de todos os bens produzidos em uma região durante um período determinado. Quanto maior o PIB que um município apresenta, maior será a qualidade de vida e o acesso a serviços proporcionados para toda a população.

Fonte: https://www.valor.com.br/brasil/6389807/regiao-metropolitana-perde-peso-na-industria-de-sao-paulo



Terrenos em bairros planejados são ótimas opções de investimento

12 de julho de 2019 | Por cemara

Conquistar o seu imóvel próprio é o objetivo de quase todo brasileiro que deseja ter um futuro tranquilo. Alguns compram para ser a moradia da família, enquanto outros adquirem casas, apartamentos e até mesmo terrenos como forma de investimento para garantir alguma renda extra no futuro.

Terrenos em bairros planejados: ótima opção de investimento!

Uma alternativa muito interessante para quem deseja ter lucratividade com seu investimento é a compra de terrenos em bairros que estão começando. Dentre as vantagens iniciais de fazer negócios nesse tipo de imóvel estão:

  • Valor de entrada mais baixo do que de casas prontas
  • Negociação direta com a loteadora
  • Facilidade na negociação das parcelas
  • Novos modelos de bairro já são multiuso

Esse último ponto citado é um que faz muita diferença e que deve estar na sua análise. Ao pesquisar um bairro planejado para investir em um terreno, avalie toda a infraestrutura proposta pela loteadora. Acesso às principais áreas da cidade, presença de escolas, hospitais, supermercados e possibilidade de novos comércios são pontos que vão ajudar na valorização do seu imóvel.

O conceito de empreendimentos multiuso e de bairros planejados, onde comércio e residências estão unidos, é uma tendência no mercado imobiliário brasileiro e internacional. Uma localização privilegiada atrai olhares de futuros investidores que buscam terrenos em bairros já estruturados.

Fatores que vão valorizar o seu terreno:

Você pode também avaliar como será o contato com a natureza no bairro que vai investir, já que arborização, além de embelezar o ambiente, é garantia de um ar mais puro aos moradores. Analise se a estrutura para realização de atividades físicas também será acessível: em tempos de cuidados com a saúde, é um fator que pode ajudar a valorizar seu imóvel.

Some todos esses fatores e coloque na ponta do lápis o quanto vale a pena investir em bairros planejados para garantir um retorno desse dinheiro no futuro. Procure especialistas que possam te ajudar nessa pesquisa e explicar detalhadamente como fazer essas avaliações. Caso precise, a Cemara está à disposição para te ajudar.

Até a próxima!



6 tipos de construções para você se inspirar

| Por cemara

Você conseguiu comprar o seu tão sonhado terreno em um bairro planejado e agora precisa começar a planejar a construção. Colocar em ordem as planilhas para calcular compra de materiais de construção, documentação, contratação de profissionais especializados e engenheiros, tudo isso faz parte do processo de construção.

Tipos de construções para você se inspirar!

Você sabia que existem diversas opções de construções que podem diferenciar e valorizar o seu imóvel? Vamos te mostrar a seguir 6 tipos de sistemas construtivos que podem ser colocados nos seus planos. Veja:

Alvenaria estrutural

Rápido e fácil de construir, a alvenaria estrutural reúne diversos benefícios e quem escolher por ela vai ter maior economia e qualidade na execução, além de menor desperdício de materiais. Sua construção exige uma mão de obra mais especializada, já que todas as paredes devem ficar niveladas.

A união da estrutura e a vedação da edificação podem ser feitas com blocos cerâmicos ou de concreto. E lembre-se de já fazer o projeto contando com as especificações elétricas e hidrossanitárias. Uma última dica: projete bem o espaço e a arquitetura da sua casa, pois esse tipo de construção não permite remoção de paredes sem recolocação de um elemento que sustente toda a carga.

Alvenaria de vedação ou convencional

Esse é o tipo de construção mais comum no Brasil. Todas as casas ou prédios feitos com esse tipo de material exigem profissionais qualificados, por ser composto por vigas, pilares e lajes de concretos. Ou seja, há muitas etapas que devem ser acompanhadas minuciosamente para evitar problemas no futuro.

Uma das vantagens dessa construção é a vasta disponibilidade de mão de obra e materiais e sua facilidade para fazer futuras reformas, ou caso você queira mudar algo no projeto original. Mas fique atento, pois o custo desse tipo de construção costuma ser alto, gera muitos resíduos e o seu tempo para ficar pronto é maior que outros disponíveis no mercado.

Steel frame

Ágil, estrutura leve, precisão na execução, bom isolamento acústico e térmico e um custo menor. Essas são as principais vantagens do Steel Frame, um sistema construtivo formado por perfis de aço galvanizado e com fechamento feito por meio de placas cimentícias, drywall ou madeira. Optar por esse modelo de casa vai garantir um canteiro de obras limpo e uma geração de resíduos pífia, além de não necessitar utilizar água.

Mas nem só de vantagens vive o steel frame: esse tipo de construção exige uma mão de obra muito especializada, e por não ser comum no Brasil, pode ser difícil de encontrar. Além disso, existe uma limitação de pavimentos que não permite edificações muito altas.

Paredes de concreto

Feito em paredes estruturais maciças de concreto armado, essa construção tem alta resistência ao fogo e pouco desperdício de materiais, mas tem alto custo para produção em pequena escala e um isolamento termoacústico não muito positivo. Nesse modelo, as instalações elétricas e hidráulicas ficam embutidas, sem necessidade de quebrar paredes.

Wood frame

Muito parecido com o já citado steel frame, a construção de casas nesse modelo utiliza madeira de reflorestamento para idealizar os seus perfis. Existem diversos cuidados que devem ser observados durante a obra, como os materiais utilizados para proteger a casa de cupins e umidade.

O baixo custo, o bom desempenho acústico e térmico, a construção ágil e a baixa geração de resíduos são pontos positivos para avaliar utilizar a wood frame. Mas avalie se você encontra mão de obra especializada próxima e que consiga entregar todos os cuidados desse tipo de construção. Analise também a quantidade de pavimentos e a impermeabilização: são fatores que podem limitar a construção da sua casa.

Container

Tornou-se o queridinho de quem busca modernidade, beleza e sustentabilidade. Utilizar containers na construção possibilita modularidade, rapidez na obra e um custo até 30% menor que as outras construções. Além disso, você pode desmontar e montar a casa em outro terreno, caso seja seu desejo.

Mas fique atento à mão de obra, que deve ser especializada, avalie a compra do container (se há ferrugem, histórico do que ele transportou) e veja se o terreno terá espaço suficiente para guindastes, fundamentais para levantar a casa.

E então, gostou das nossas dicas? Já imaginou construir a casa dos seus sonhos com essas dicas em algum loteamento da Cemara? Entre em contato com a gente e veja como!

Fonte: Homify



Por que a cidade de Mirassol merece sua atenção?

28 de junho de 2019 | Por cemara

Você já ouviu falar na cidade de Mirassol? Esse município do interior, localizado ao norte do estado de São Paulo, tem muitos motivos para chamar sua atenção. Cultura, economia, infraestrutura, educação, saúde e localização estratégica estão colocando Mirassol em ótimas posições nos principais rankings de qualidade de vida do país.

Para se ter uma ideia: um levantamento feito entre 348 municípios brasileiros com uma população entre 50.000 e 100.000 habitantes mostrou que Mirassol está entre as 100 cidades que dão um show de infraestrutura.

CIDADE DE MIRASSOL: DESTAQUE NACIONAL!

Vamos começar num princípio básico para todos nós: a educação. Em 2017, as escolas municipais de Mirassol atingiram as maiores notas da história da cidade no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). E reforçar o ensino com cultura só fortalece a cidade nos rankings, e os mirassolenses são muito beneficiados pela cultura local. O turismo é movimentado com as visitas à Grota (Parque Natural Municipal), à Casa da Cultura e ao Museu Municipal. E quem for a Mirassol ainda pode aproveitar a tradicional Festa de São Pedro e a Festa do Peão.

A economia local é movimentada pela localização estratégica da cidade e pela facilidade de chegar e sair de Mirassol. Cercada por importantes rodovias, como Washington Luís (SP-310) e a Transbrasiliana (BR-153), morar em Mirassol possibilita que você tenha acesso a outras cidades da região com facilidade. Localizada a apenas 12km de São José do Rio Preto, Mirassol é o destino ideal para quem busca aliar qualidade de vida e oferta de trabalho. Vale ressaltar que Rio Preto é a cidade sede de uma região administrativa composta por 96 municípios.

Todo esse desenvolvimento da cidade também é acompanhado no setor imobiliário. A Cemara acredita que toda essa infraestrutura de Mirassol merece um bairro planejado que potencialize a qualidade de vida dos moradores.

Por isso, está lançando o Jardim Girassol, um bairro planejado para quem quer morar bem. Praças, espaços para atividades físicas, segurança, conexão com o meio ambiente e com uma localização estratégica aos principais pontos de Mirassol.

Quer descansar? Vem para a cidade de Mirassol!

De acordo com o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade, elaborado pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em parceria com a FGV, Mirassol está entre as 40 cidades brasileiras com população entre 50 mil e 100 mil habitantes com as melhores condições de vida para pessoas com mais de 60 anos.

Mirassol vai colocar em prática o “Programa Viver, Envelhecimento Ativo e Saudável”, que proporcionará inclusão digital, educação, saúde preventiva e mobilidade física para terceira idade.

Com tantos benefícios e vantagens de Mirassol, fica difícil não resistir aos encantos da cidade, não é mesmo? Entre em contato com os nossos corretores e descubra o quanto vale a pena investir em Mirassol e conheça também nosso loteamento Jardim Girassol.

Fonte: Exame



Teatro Carlos Gomes de Bragança Paulista: conteúdo histórico e referência para o futuro

12 de abril de 2019 | Por cemara

A cultura é um dos principais pilares de desenvolvimento das cidades e fatos históricos ocorrem dentro e fora dos grandes teatros municipais. E em Bragança Paulista não seria diferente. Esse conteúdo fica em torno do Teatro Carlos Gomes, importante ponto turístico do município e tombado como patrimônio histórico.

Construído em estilo neoclássico, entre os anos de 1892 e 1894, o Teatro Carlos Gomes é um marco importante na história do país: foi o primeiro teatro do interior do Estados de São Paulo. Mas o período de funcionamento do local foi curto, de apenas dez anos, porém sempre trazendo grandes atrações culturais e peças importantes e renomadas para a época. Seu espaço tinha capacidade de receber até 1.200 pessoas em um dia de espetáculo.

Com isso, o prédio foi doado à Diocese de Bragança Paulista no ano de 1927,  tornando-se o Colégio Diocesano São Luiz, que funcionou até 1968. A atual edificação foi tombada em dezembro de 2000 e foi adquirida pelo município em 2005. O plano para o local é transformá-lo em Centro Cultural e Biblioteca Municipal, com um teatro de arena para 100 espectadores, galeria de arte, salões de exposições, salas para oficinas, workshops e cursos. O Carlos Gomes abrigará também um teatro para 284 espectadores com mezaninos e sala de apoio. A sede da Secretaria de Cultura e Turismo vai para o Teatro. O espaço contemplará ainda uma biblioteca adulta com acervo mais de 22 mil livros. Uma cidade que preserva sua história para criar referências às gerações futuras merece respeito, investimento e um público digno de aplaudir os espetáculos culturais que por ali passam. E a Cemara quer acompanhar essa evolução e, junto com Bragança Paulista, fazer história!



4 ÓTIMOS MOTIVOS PARA CONSTRUIR COM A CEMARA

11 de abril de 2019 | Por cemara

4 ÓTIMOS MOTIVOS PARA CONSTRUIR COM A CEMARA

Construir a casa de seus sonhos é muito mais fácil com a Cemara Loteamentos! Isso porque você pode ter tudo o que sempre sonhou com as facilidades que você deseja: um quintal que permite área com churrasqueira, piscina, jardim ou horta, pomar, espaço para os seus pets, lugar para os seus filhos brincarem e muito mais!

A seguir, confira 4 motivos porque você deve construir com a Cemara:

VOCÊ PODE BARGANHAR PREÇOS NA COMPRA DOS MATERIAIS

Ao construir a própria casa, o consumidor pode fazer uma pesquisa junto aos diversos estabelecimentos para identificar os produtos que serão usados na construção. Ele poderá alinhar custo com qualidade e ter a certeza que seu imóvel tem materiais de primeira linha.

VOCÊ PODE CONSTRUIR DE ACORDO COM AS PREFERÊNCIAS DO PROPRIETÁRIO

Para o consumidor que deseja ter uma casa que contemple os seus desejos, a compra de um terreno pode ser ideal. A disposição dos quartos, a área de lazer e os tamanhos dos banheiros ficam ao gosto do dono.

VOCÊ PODE PAGAR O TERRENO PARA DEPOIS CONSTRUIR

Para quem está com pouco dinheiro, uma opção é pagar primeiro as parcelas do terreno, para depois iniciar as obras. É uma forma de obter a casa própria sem comprometer o orçamento familiar.

VOCÊ NÃO VAI TER A PREOCUPAÇÃO DE DESEMBOLSAR UMA QUANTIA DE UMA SÓ VEZ

É possível fazer dois planejamentos, um para construir a casa – levantar as estruturas – e outro para colocação de materiais de acabamento – como pisos, azulejos, janelas e a pintura.

 

 



Terrenos comerciais: Empreenda com pequenos negócios e criatividade

7 de fevereiro de 2019 | Por cemara

Nos últimos anos, o empreendedorismo veio crescendo como alternativa para driblar a crise e, em 2018, aumentou sua visibilidade no Brasil. Trocar a estabilidade pela possibilidade de construir um projeto próprio é uma tendência que deve continuar predominando em 2019. Uma opção vantajosa para quem deseja empreender com pequenos negócios são os terrenos comerciais. Localizados em bairros planejados, eles proporcionam para o empreendedor uma clientela já bem definida e um ambiente que sempre estará em pleno crescimento.

Nesse cenário, especialistas apontam que, entre os segmentos mais favoráveis para quem quer empreender, estão o mercado pet, em constante crescimento, o de produtos orgânicos, brechós, consertos e reformas, alimentação alternativa, cervejaria, drones, realidade virtual e desospitalização.
No entanto, essas tendências não descartam o espaço para novas ideias e setores. Afinal, sempre há lugar para inovação. A seguir, confira quais tipos de negócios irão despontar:

Produtos orgânicos
Com a tendência da fitness lifestyle e a valorização da alimentação saudável perto de casa, as lojas especializadas em produtos orgânicos tendem a crescer.

– Pet
O mercado de pets no Brasil é o terceiro do mundo em faturamento. É um ponto positivo para quem deseja investir nesse segmento.

– Brechós
Essa é uma grande tendência, pois os brechós estão ligados à sustentabilidade e à economia compartilhada. Quem compra itens desse tipo de local tem a possibilidade de investir o que gastaria em uma roupa nova em outra aquisição.

– Consertos e reformas
Seguindo a mesma tendência de sustentabilidade dos brechós, o comportamento do consumidor também tem se voltado para o conserto de itens antigos. Nesse ramo, entram oficinas mecânicas, eletrônicas, ourives e até sapateiros.

– Alimentação alternativa
A demanda por produtos livres de glúten e lactose têm aumentado. Em 2018, esse setor apresentou uma fase de amadurecimento e deve alavancar em 2019.

– Cervejaria artesanal
Apesar de ser apontado como um mercado saturado, as oportunidades continuam crescendo com o surgimento de novos sabores e tipos de cervejas no mercado. Outro ponto positivo é que a cervejaria foi recentemente inclusa no Simples Nacional.

– Tecnologia
No setor de tecnologia, os drones e a realidade virtual têm ganhado notoriedade. O uso de drones pode auxiliar no agronegócio e baratear a irrigação dos plantios. Tem crescido o número de startups que oferecem esse serviço. Já a realidade virtual auxilia a produção de conteúdo relevante e campanhas interessantes de marketing.

– Saúde
O mercado está acompanhando o envelhecimento da população no País. Por isso a desospitalização será uma tendência que se estenderá além de 2019. Entram no conceito clínicas geriátricas, casas de repouso e negócios que proporcionam elementos para levar conforto ao paciente que troca o leito do hospital pelo quarto de casa.

Se você tem o interesse de abrir um comércio dentro desses setores, temos a solução que você precisa! Diversos lançamentos da Cemara Loteamentos oferecem lotes residenciais e comerciais, como o Parque Bella Ville, o Jardim Piazza Itália e o Jardim Girassol. Para saber mais, entre em contato com a nossa Central de Vendas pelo telefone (19) 3475-8004 ou pelo nosso WhatsApp (19) 99127-6419.

Fonte: Jornal do Comércio



‘Nada vai segurar o boom imobiliário’

14 de dezembro de 2018 | Por cemara

Sem surpresas negativas na economia em 2019, empresário espera um novo ciclo de crescimento para o setor
Entrevista com

Elie Horn, presidente do conselho de administração da Cyrela

Passada a fase mais dura da crise que derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, diz o fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn. Ele acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos. A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

O otimismo de Horn com o setor se estende ao futuro governo, cuja equipe econômica ele classifica como “sensacional”. O empresário é próximo do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com quem chegou a fazer negócios. Os dois investiram juntos, há cerca de dois anos, na criação da Hospital Care, empresa voltada para a compra e administração de hospitais no País. Os aportes foram feitos pelo fundo Abaporu, da família Horn, e pela gestora Bozano Investimentos, da qual Guedes era sócio e de onde agora está se desligando para assumir o cargo público a partir de janeiro.

Embora continue indo diariamente à Cyrela, Horn se afastou das tarefas executivas do dia a dia e passou o bastão da presidência para os filhos Raphael e Efraim. Ele está fazendo um tratamento contra o Mal de Parkinson, doença que o acomete há quase seis anos. Mas a maior parte do seu tempo está voltado para a prática do judaísmo, da filantropia e para reuniões com outros empresários em busca de doações para causas sociais.

Em parceria com Rubens Menin, controlador da MRV, Horn lançou neste mês a ONG Bem Maior, que atuará na conscientização e na mobilização da sociedade civil para fomentar ações sociais. A meta do movimento é dobrar a participação das doações empresariais em relação ao PIB brasileiro nos próximos dez anos, passando de 0,2% para 0,4%. O próprio empresário está puxando a fila, e já anunciou o compromisso de doar em vida 60% de sua fortuna estimada em R$ 3 bilhões para caridade. A seguir, trechos da entrevista.

Qual sua expectativa para o País em 2019?
Estou animadíssimo. A equipe técnica do governo é muito boa, a equipe econômica é sensacional. Acho que estamos vivendo uma virada. Nos últimos dois meses, temos visto muitos lançamentos e muitas vendas. Os números são muito bons. Tudo nos leva a crer que teremos ótimos quatro anos.

O sr. acredita que o governo tem capacidade de colocar em prática as reformas e acelerar o crescimento da economia?
O governo depende da economia. Ele não tem como se sustentar sem um bom resultado da economia. E como a equipe técnica é muito boa, acredito que vai dar certo.

A melhora esperada para o País vai chegar de modo relevante ao setor imobiliário?
Com certeza. O setor imobiliário depende do País. Se o País vai bem, o setor também irá.

O sr. planeja crescimento das operações da Cyrela no próximo ano?
Se Deus quiser, vai ter crescimento. O último bimestre está indo muito bem. Vendemos em torno de R$ 800 milhões neste bimestre de outubro a novembro. Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos.

E como estão os efeitos dos distratos?
O distrato é uma tristeza econômica, política e até moral, pois não é normal que o vendedor receba o apartamento de volta depois de vendido. O incorporador toca as obras com o valor recebido das vendas. Se tem de devolver o dinheiro do apartamento, como fica? A empresa morre. Só sobrevivemos por milagre. Temos um caixa sólido e bom planejamento, mas muitas empresas não sobreviveram.

O sr. ficou satisfeito com o teor da lei dos distratos? O projeto aprovado na semana passada no Senado, e que agora segue para a Câmara, prevê multa de até 50% para o comprador do imóvel que optar pela rescisão do negócio. Até então, a multa era decidida por juízes e oscilava entre 10% e 25%.
Se for aprovado, sim (risos).

Se a lei de distratos for mesmo aprovada, quais seriam as consequências imediatas para o setor?
Nós aumentaríamos os investimentos imobiliários. A regulamentação destrava decisões de investimento ao se gerar mais confiança e garantias. É uma virada de mesa. Daria início a um novo ciclo para o setor. Após superados anos de crise e com os distratos resolvidos, não tem mais nenhum problema que irá segurar o boom imobiliário. Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado. Nós crescemos 100% ao ano por dois anos seguidos lá trás. Isso foi muito indigesto.

Os problemas desse crescimento exagerado afetam o balanço da empresa ainda hoje. Isso está superado?
Infelizmente tivemos problemas do passado com sócios e empreendimentos locais (fora de São Paulo, local de origem da Cyrela), que mexeram com os resultados da empresa. Espero que não tenhamos mais surpresas negativas. E também tivemos muitos distratos, que afetaram os resultados. Foram R$ 9 bilhões de imóveis em distratos nos últimos cinco a seis anos, isso é uma fortuna. Uma empresa só aguenta isso se for muito bem preparada financeiramente. Acho que a partir de 2019, sem mais surpresas negativas, iremos entrar em resultados positivos por muito tempo.

Como a Cyrela vai se posicionar nesse potencial ciclo de crescimento?
Temos de vender bastante e aproveitar todas as faixas do mercado possíveis. Erramos ao atrasar a entrada no Minha Casa Minha Vida, mas finalmente entramos. Esse mercado é a cara do País. Até alguns poucos meses atrás, as únicas empresas do setor que ganhavam dinheiro eram aquelas que estavam no Minha Casa.

Há segurança de que o novo governo dará continuidade ao Minha Casa Minha Vida?
O Minha Casa e o Bolsa Família sustentam uma grande parte da população. São dois projetos que não devem cair. E quem não fizer o Minha Casa corre o risco de ficar alienado, porque o programa já responde por mais da metade do mercado. Olhando o futuro da Cyrela nos próximos cinco anos, acreditamos que os lançamentos do Minha Casa sejam em torno de 30%, enquanto os projetos de médio e alto padrão, 70%. Mas isso pode variar.

O sr. criou uma nova ONG. Qual o objetivo dela?
Ela se chama Bem Maior e engloba um conjunto de dez causas, como combate à pobreza, defesa do meio ambiente, ataque à corrupção na política, auxílio aos idosos, e assim por diante. A ideia é promover a cultura da doação e cutucar o povo brasileiro a doar mais. Nossa meta é multiplicar por dois o PIB social brasileiro, de 0,2% para 0,4%. Já temos uma presidente para a ONG, que é a Carola Matarazzo. Ela foi presidente da Liga das Senhoras Católicas por 18 anos, tem muita experiência. Quem não doa dinheiro, não doa dedicação de si, não doa o que puder, vai sofrer na alma. O dinheiro foi feito para gerar prosperidade. A lei de Deus é dar, não só guardar.

Fonte: Estadão



Smart Cities: mais qualidade de vida para o futuro

21 de novembro de 2018 | Por cemara

Neste mês, comemoramos o Dia Mundial do Urbanismo. Graças às novas tecnologias, as novidades que surgem ao redor do tema têm trazido benefícios a favor das pessoas e do modo como vivem.

Um dos assuntos do qual muito têm se falado são as cidades inteligentes. Você já ouviu falar sobre as smart cities? Elas utilizam energia limpa, reaproveitam a água, tratam o lixo, compartilham produtos, serviços e espaços, se deslocam com facilidade e usufruem de serviços públicos de qualidade. Além disso, as cidades inteligentes criam também laços culturais que unem seus habitantes, propiciam desenvolvimento econômico e melhoria da qualidade de vida.

Parece um futuro distante, mas ele pode estar mais próximo do que imaginamos! Em busca do conceito Smart City, cidades de todo o planeta irão investir entre US$ 930 bilhões e US$ 1,7 trilhões ao ano até 2025. Porém, mais do que investimentos, a cidade também irá precisar de iniciativas inteligentes do poder executivo e legislativo.

Fóruns mundiais, como o Smart City Business America, têm se reunido para apontar soluções e oportunidades de negócios no mercado. O objetivo é que as cidades promovam ideais como inclusão, aproximação, conectividade, relacionamento e compartilhamento. O conceito aborda, também, a verticalização das cidades, com práticas sustentáveis e encurtando distâncias com soluções inteligentes de transporte, com o carro deixando de ser sonho de consumo; e uma transformação legislativa.

As novas tecnologias vão permitir, ainda, que as pessoas possam trabalhar em casa, além de não precisarem se deslocar para adquirir o básico ou resolverem problemas burocráticos. Também terá o fim de prédios comerciais como conhecemos. Já os prédios residenciais ganharão novos conceitos e funcionalidades.

Assim, os próximos anos serão de transformações nos grandes centros urbanos. O conceito das Smart Cities tem ganhado força em todos os continentes e, em breve, seus benefícios estarão presentes em nossas vidas, apostando na inclusão, em soluções compartilhadas e em serviços públicos eficazes, e a oportunidade de viver em uma sociedade ideal.

FONTE: AECweb



Brazil GRI aborda cenário político e perspectivas para 2019

9 de novembro de 2018 | Por cemara

O segundo e último dia do Brazil GRI 2018 começou com um painel especial com o jornalista William Waack. Ele trouxe a sua perspectiva acerca do cenário político após o período eleitoral, marcado por forte polarização e indefinição, o que gerou instabilidade e incertezas nos mercados, incluindo o imobiliário.

“Estamos em um momento de profunda transformação”, ressaltou Waack ao abrir o segundo dia da 9ª edição do encontro. Entre outros pontos, ele fez uma análise dos recém-nomeados Sérgio Moro (futuro ministro da Justiça) e Onyx Lorenzoni (futuro titular da Casa Civil).

Nesta quarta-feira, o evento foi pautado por discussões sobre o mercado residencial para renda, o segmento de self-storage, o futuro dos shoppings, o que esperar para o ramo de loteamentos em 2019 e um dos principais desafios para a indústria como um todo, os distratos, além de outros importantes assuntos.

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Consolidado evento dos grandes líderes do setor imobiliário, o Brazil GRI reuniu cerca de 300 empresários, investidores e executivos de alto escalão que atuam nesse mercado no País. No total, foram analisadas 22 questões fundamentais para o direcionamento dos planos e estratégias de curto e médio prazos.

Realizado no hotel Grand Hyatt São Paulo, o encontro foi aberto por Christoph Schumacher, líder global da área imobiliária do Credit Suisse Asset Management. Entre outros pontos, ele abordou sua visão a respeito dos diferentes tipos de ativos imobiliários, os impactos da evolução tecnológica sobre o setor e tendências para os próximos anos.

Dados exclusivos

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Ainda no primeiro dia, foram apresentados, em primeira mão, os resultados do Termômetro do GRI Club Real Estate, que ouviu 175 players do setor após a corrida eleitoral. Mais de 82% dos 175 empresários, investidores e altos executivos de companhias do mercado imobiliário atuantes no País ouvidos pelo GRI Club entre 29 de outubro e 1º de novembro dizem nutrir expectativas boas ou excelentes quanto ao novo governo federal, a partir da posse de Jair Bolsonaro.

A pesquisa completa será disponibilizada, em breve, aqui no GRI Hub.

Sobre o Brazil GRI

O Brazil GRI chega à sua nona edição consagrado como o mais prestigiado evento do setor imobiliário em território nacional. As discussões seguem o tradicional formato do GRI, em que todos os presentes têm liberdade para dialogar e compartilhar experiências de igual para igual, podendo escolher se engajar nos assuntos que lhes sejam mais pertinentes.

Neste ano, estiveram presentes Adriano Mantesso (Ivanhoé Cambridge), Brian Finerty (Equity International), Carlos Martins (Kinea Investimentos), Karl Kreppner (Cadillac Fairview Corporation), Marcela Drigo (CPPIB), Marcelo Fedak (Blackstone), Max Lima (HSI), Ruy Kameyama (BR Malls), Ronald A. Rawald (Cerberus Global Investments), Patrick Mendes (AccorHotels) e Roberto Perroni (Brookfield Property Group), entre outros.

Já passaram pelo púlpito do Brazil GRI nomes como Ric Clark, senior managing partner e chairman do Brookfield Property Group e da Brookfield Property Partners; Jon Gray, então head global de Real Estate da Blackstone e hoje presidente da companhia; Sam Zell, chairman da Equity International; Barry Sternlicht, CEO da Starwood Capital; Henrique Meirelles, então presidente do Banco Central; Arminio Fraga, fundador da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central; e Joaquim Levy, diretor-geral e financeiro do Banco Mundial e ex-ministro da Fazenda.

No último ano, para a abertura, foi realizada uma sessão especial sobre a evolução da sociedade e seus potenciais impactos sobre o mercado imobiliário nos próximos anos, com a participação de Dora Kaufman, Nabil Bonduki (ambos da USP), Patricio Fuks (WeWork) e Rossana Pavanelli (FGV). No segundo dia, a agenda teve início com um painel sobre o cenário político nacional para 2018 conduzido por Christopher Garman, managing director do Eurasia Group para as Américas.

Fonte: hub.griclub



São Paulo tem mais de 30 mil lotes em estoque

8 de novembro de 2018 | Por cemara

Especialista e profissionais do segmento dizem que o mercado está favorável ao investimento nesse tipo de produto imobiliário

 

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Americana. No interior, mercado de lote prospera. FOTO: CEMARA LOTEAMENTOS

O Estado de São Paulo tem 30,8 mil lotes novos para venda em estoque ante o total de 173,6 mil lançados de janeiro de 2012 a junho de 2018. Os dados são de pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) em parceria com a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (Aelo) e Brain – Bureau de Inteligência Corporativa.

A amostragem tem como base as 55 cidades que mais se destacam no segmento, representando 51% do total de projetos aprovados pelo Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab), de janeiro de 2013 a setembro de 2017.

No loteamento, a área total do terreno é subdividida em terrenos menores, os lotes. Eles devem ser entregues com todos os serviços básicos: rede de água potável, sistema de esgoto, pavimentação, eletrificação e iluminação pública.
“A infraestrutura é subterrânea. Além disso, fazemos todo o paisagismo e a conservação ambiental”, comenta Marcos Dei Santi, sócio-diretor da Cemara Loteamentos.

O presidente da Aelo e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, Caio Portugal, diz que os números do ano passado sugeriam que 2018 seria um ano de recuperação. “Essa projeção, entretanto, acabou não se cumprindo no primeiro semestre, em virtude da instabilidade política e da greve dos caminhoneiros.”

De acordo com o levantamento, no primeiro trimestre de 2017 foram colocados no mercado 7,7 mil novos lotes em 25 loteamentos. No trimestre seguinte, o número caiu para 4 mil unidades em 10 loteamentos. Os números se repetiram nos três meses posteriores. O último período do ano teve aumento: 15,1 mil novos lotes lançados em 35 loteamentos.

Em 2018, porém, o número caiu para 4,5 mil lotes em 13 loteamentos lançados até o final do primeiro trimestre. O índice, no entanto, subiu para 5,6 mil no final do segundo trimestre, com valor global de vendas (VGV) de R$ 641 milhões.

As cidades com maior quantidade de lotes lançados no primeiro semestre deste ano foram: São José dos Campos (2.128), Campinas (1.552), São José do Rio Preto (1.045), Sorocaba (968) e Ribeirão Preto (881). Campinas também se destacou pelo VGV mais alto: R$ 222 milhões.

“Há tendência de diminuição da instabilidade no cenário econômico e é um bom período para avaliar as oportunidades das ofertas de lotes urbanizados”, afirma Portugal.

Professor de Marketing, Estratégia de negócios e Problemas Econômicos da Fundação Getúlio Vargas, Alberto Ajzental concorda. “Quem não quebrou ou perdeu o emprego, é menos provável que perca nos próximos anos, pois agora há um ponto de inflexão para melhor. Se o comprador está estável, é um bom momento para a compra de lote”, diz ele, que também é engenheiro civil e executivo financeiro do mercado imobiliário.

“O que define o preço é sempre a oferta e a demanda. Se a tendência é de o estoque diminuir, o preço tende a se manter ou aumentar”, acrescenta. De acordo com o professor, um lote pode chegar a valer 20% do valor do imóvel. “É um passo menor. Se tenho o sonho de ter um imóvel, o lote é muito mais acessível. É fácil comprar um lote, difícil é construir em cima dele (leia texto abaixo).”

O advogado Daniel Nunes, de 38 anos, adquiriu dois lotes em Piracicaba como forma de investimento. Morador de um apartamento, ele não descarta a possibilidade de, um dia, construir uma casa no local. “Buscamos tranquilidade e segurança. Seria um refúgio.”

Além do investidor, outros perfis de comprador são o que compra para ter uma segunda residência em um local mais afastado, com verde e infraestrutura ao mesmo tempo, e o que vai morar no local.

Liberdade. A artesã Érica Corrêa, de 33 anos, comprou um lote de 390 metros quadrados de área em Itu para morar com os filhos de oito e 12 anos. “Sempre tive o sonho de morar em um lugar com área verde em que as crianças tivessem liberdade para brincar com segurança”, diz. Ela cita a localização tranquila, a infraestrutura de clube e o valor atrativo como motivos que a fizeram optar pela aquisição. “E, principalmente, para ter qualidade de vida melhor.”

Os loteamentos podem ser fechados ou abertos. O aberto é um bairro construído pelo empreendedor, em que não há infraestrutura de controle de acesso, portarias e muros. “É a nossa rua, nosso dia a dia. Quando fazemos um loteamento aberto é como uma extensão das ruas que já existem”, diz Fernando Albuquerque, sócio da Lote 5. Transportes públicos e veículos de visitantes têm acesso livre às ruas do loteamento.

O loteamento fechado, como o próprio nome diz, é mais restritivo. Possui infraestrutura física de controle de acesso, com portarias, muros e alambrados que protegem o perímetro. “Além disso, ele geralmente tem área de lazer e toda a estrutura de um clube”, conta Elias Zitune, diretor da Zitune Empreendimentos Imobiliários.

Neste caso, na implantação do loteamento, é formada uma associação de moradores, que será responsável pela administração do local. “Ela cuida da segurança, limpeza, jardinagem, portaria etc.”, diz Dei Santi. Os membros da associação pagam taxa mensal para a manutenção dos serviços. O loteamento aberto, em contrapartida, não pede contribuição financeira.

Segundo o estudo do Secovi-SP, a área média dos lotes em loteamentos abertos é de 209 m², enquanto nos fechados sobe para 364 m². O preço médio do m² de área privativa nos loteamentos fecha também é maior: R$ 558 ante R$ 415 nos abertos.

Comprador de lote deve arcar com a construção

Comprar um lote pode ser financeiramente mais vantajoso, mas o interessado deve se preparar para ser o responsável pela construção da casa. Isso envolve planejamento financeiro, escolher e se decidir por um projeto, comprar todo o material a ser utilizado, contratar profissionais para a execução da obra e fiscalizar se tudo está saindo de acordo com a previsão.

“Quando se compra uma casa pronta, já se tem acesso ao produto e não é preciso lidar com os percalços do caminho, porém paga-se mais caro. Quando você compra um lote e constrói, assume uma parte do ônus do processo de construção do dia a dia. Paga menos pela obra, mas se envolve mais”, afirma o professor o professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie Valter Caldana.

De acordo com ele, a construção de uma casa pode demorar 18 meses para ser concluída. “O profissional, arquiteto ou engenheiro, se certificará de que as qualidades imaginadas em conjunto com o cliente durante a fase de projeto sejam cumpridas”, ressalta. Caldana diz que as questões envolvendo gerenciamento, como prazo de entrega e controle do fluxo de uso dos materiais, são as que mais causam problemas e atrasos no processo de construção.

Apesar dos possíveis contratempos, o professor também cita vantagens. “Existe a certeza da qualidade dos materiais empregados, há mais segurança na manutenção futura e a certeza de ter um imóvel que se encaixe em suas necessidades, seu modo de vida e no seu orçamento, que será absolutamente respeitado. Portanto, você vai extrair mais por cada real investido.”

Um segundo ponto importante a se observar na compra de um lote diz respeito a verificar se o loteamento não é clandestino. “A primeira diferença escancarada e que o consumidor pode identificar é a falta da documentação regular. Outro sinal claro de que se trata de um lote clandestino é o preço de venda. Nesse sentido, como em qualquer compra, o consumidor deve pesquisar e desconfiar se o valor está muito abaixo do mercado”, diz o presidente da Aelo, Caio Portugal.

Esses loteamentos não cumprem os requisitos estabelecidos pela Prefeitura, como implantação de escoamento de águas da chuva, iluminação pública, tratamento de esgoto, abastecimento de água potável e eletricidade e iluminação pública. Além de enfrentar problemas de estrutura, o adquirente fica sujeito até a perder o lote, já que qualquer contrato de compra perde a sua validade quando seu objeto for ilícito.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/blogs/radar-imobiliario/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque/

Também foi publicado em:

https://www.abecip.org.br/imprensa/noticias/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque
https://blog.movingimoveis.com.br/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque

 

 



Desafio dos lotes nos tempos atuais

19 de outubro de 2017 | Por cemara

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“Loteamento é bem de raiz”, destacou o título da reportagem de capa de Shirley Valentin na edição de junho da “Revista do Secovi-SP”, editada por Maria do Carmo Gregório, jornalistas da Assessoria de Comunicação do Secovi-SP. Em seu texto, que ocupou 10 páginas da revista, Shirley ressaltou na abertura que a terra sempre teve lugar de destaque na história da humanidade: “Foi protagonista na formação de pequenos povoados, vilarejos e cidades. A disputa por territórios resultou em guerras mundiais, civis e revoluções. Da sua divisão, nasceram os continentes. É da terra que brotam os alimentos que mantêm vivos os homens e animais e a sensação de pertencimento a este mundo.” Em seguida, a repórter explicou: “No decorrer do desenvolvimento mundial, foram criados regramentos legais para garantir a posse da terra, seu parcelamento e sua edificação. E é no processo formal de preparação e divisão em lotes para a venda que entra o desenvolvedor imobiliário o loteador.”

Aqui vão alguns trechos da reportagem: No Brasil, essa atividade econômica, a de loteador, é desempenhada por “fortes”. Afinal, como classificar empresários que usam recursos financeiros próprios e assumem os altos riscos de transformar terra bruta em espaços urbanos totalmente preparados para futuras edificações? Inevitável perguntar: por que, então, eles insistem em trabalhar com parcelamento do solo? Simplesmente porque, sem essa atividade, as cidades, como nós as conhecemos, e os bairros, principalmente, não existiriam. É uma das profissões mais antigas do mundo! O brasileiro tem, por raiz, o desejo de posse da terra, e o loteamento traduz e atende exatamente essa vontade, que é ancestral. A atividade de desenvolvimento urbano deve ser estimulada, contar com legislações adequadas e claras, livres de burocracia, e ter investimento financeiro. (Quando a revista já estava impressa, em 8 de agosto, a Caixa Econômica Federal lançou o Produlote, com a presença do presidente Michel Temer no Secovi-SP). O período da “espera sem fim” dá lugar a um novo sentimento. Caio Portugal relata: “Essa demanda é muito antiga e virou até motivo de brincadeira. O amigo e presidente do SecoviSP Flavio Amary diz que éramos crianças e os nossos pais já trabalhavam para criar linhas adequadas de financiamento às obras de infraestrutura de loteamentos.”

O trabalho é maior do que a crise

A reportagem de Shirley Valentin para a “Revista do Secovi-SP” leva à conclusão de que, “mesmo diante do golpe de uma das mais fortes e duradouras crises, o setor de loteamentos não apresentou, em 2016, desempenho tão ruim”. Os empreendedores nos municípios paulistas protocolaram, no ano passado, 741 projetos (644 loteamentos e 85 condomínios) para análise no Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab).

Apesar de o resultado ser 7% inferior aos projetos protocolados para análise em 2015, a quantidade de lotes foi praticamente a mesma: 186,4 mil em 2016, ante os 186,2 mil do ano anterior. O município de São José do Rio Preto, com 14 projetos de loteamentos e 7.902 lotes previstos, foi o que chegou ao maior número de lotes protocolados no Estado de São Paulo em 2016. Em seguida, surgem: Cotia, com 10 projetos e 5.358 lotes previstos; Campinas, com 8 projetos e 4.490 lotes; Mogi-Mirim, com 14 projetos e 3.979 lotes; e Limeira, com 10 projetos e 3.529 lotes previstos. Em aprovações, houve sinal verde para 460 projetos de loteamentos, 14% a menos que as provações de 2015 (537 novos projetos).

Estima-se que serão ofertados 133,2 mil lotes. Conforme o “Anuário do Mercado Imobiliário 2016”, do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, de 2010 a 2016, o Graprohab aprovou 3.258 projetos de loteamentos, que correspondem a 917,9 mil lotes previstos no Estado, ou a média de 465 projetos e 131,1 mil lotes por ano. O município de Ribeirão Preto liderou o ranking de aprovações no ano passado, com 9.023 lotes distribuídos em 6 projetos. O segundo lugar ficou com São José do Rio Preto, 5.855 lotes previstos em 8 projetos, seguido de Araraquara, 3.063 lotes em 8 projetos; Mogi-Mirim, 3.015 lotes em 6 projetos; e Votuporanga, 2.980 lotes previstos em 5 projetos.

No ano passado, 10 municípios concentraram 26% dos lotes aprovados em todo o Estado, com 57 projetos e um total de 35,2 mil lotes. A população brasileira já não é a mesma. Os diferentes arranjos familiares e a maior presença da mulher no mercado de trabalho, inclusive em cargos de liderança e de destaque, mudaram as relações de consumo, assim como os interesses. Os terrenos diminuíram em área. Agora, a média de um lote de alto padrão é de 420 m². Médio padrão, 320 m²; padrão mais econômico, 200 m².

Agradecemos à Shirley Valentim e à Maria do Carmo Gregório. A reportagem completa de Shirley Valentim é encontrada no portal do Secovi-SP, em que aparece o link da revista: www.secovi.com.br.

 

Fonte: http://www.aelo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/um-ceu-sem-nuvens.pdf

 



Trem de passageiros ligará Americana a São Paulo

4 de setembro de 2017 | Por cemara

O presidente da República Michel Temer garantiu na manhã desta terça-feira (28), em Brasília (DF), que o Trem Intercidades, que ligará São Paulo à Americana (SP), será incluído no programa de concessões da União. A informação foi confirmada durante audiência no Palácio do Planalto com o deputado federal Vandelei Macris (PSDB-SP), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), deputado Cauê Macris (PSDB), e o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado, Clodoaldo Pelissioni.

Temer também garantiu que o Governo Federal vai ceder a faixa de domínio da ferrovia, inclusive marcando a assinatura do documento que garante essa permissão para abril.

O uso da faixa de domínio do transporte de cargas era um dos entraves para a viabilidade do Trem Intercidades.

De acordo com Vanderlei Macris, Temer se mostrou entusiasmado com o projeto. “O presidente percebeu a importância do retorno do transporte ferroviário de passageiros e autorizou a inclusão do projeto que já se encontra na Secretaria Executiva do Programa de Parcerias para Investimentos”, ressaltou.

O segundo desafio vencido foi a concessão da linha férrea do transporte de cargas. “A estrutura já existe a partir da linha férrea do transporte de cargas, sem a necessidade de desapropriações ou licenças ambientais, faltava apenas o aval para que a as duas modalidades, carga e passageiros, pudessem compatibilizar”, completou Macris.

Fonte: https://portaldeamericana.com/2017/trem-de-passageiros-ligara-americana-sao-paulo/



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