Mostrando posts da categoria: Economia


Empresas compartilham serviços e custos de imóvel para serem mais rentáveis

18 de julho de 2017 | Por cemara

CEMARA_JOB_1326_17_POST_18_07_MATERIA

Com a crise econômica brasileira, muitas empresas ainda sofrem na busca de recursos para que consigam manter-se no mercado e buscam alternativas para este problema. Algumas delas encontraram uma solução para reduzir os gastos não só no processo de construção do espaço utilizado como também em sua manutenção: o compartilhamento de serviços.
Em um de seus empreendimentos, o CEI (Centro Empresarial e Industrial) Nove de Julho, em Americana, no interior de São Paulo, a Cemara Loteamentos decidiu apostar no modelo de compartilhamento de custos. Com 439 lotes e 750 m² cada, empresas de diferentes segmentos, que adquiriram os terrenos para construção de suas sedes, estão aproveitando a localização em comum para realizar negócios. Para dar apoio aos empresários, a empresa de loteamentos criou uma associação para o compartilhamento de serviços terceirizados, como recursos humanos, segurança, limpeza, empresa de alimentação, entre outros.
De acordo com Marcos Dei Santi, vice-presidente de Novos Negócios e Operações da Cemara, a ideia é que as empresas tenham uma redução nos custos de produtos e serviços de até 20%. Para que este número fosse alcançado, os empreendedores envolvidos no CEI também estão sendo incentivados a comprar seus suprimentos em conjunto, aumentando a escala de pedidos em busca de redução dos valores.
A proposta da Cemara é criar um cluster empresarial, entre os donos de empresas que vão compor o CEI Nove de Julho. “Um cluster como esse pode render uma série de vantagens para as empresas envolvidas. É um estímulo para buscar novos parceiros e gerar relações produtivas para o seu negócio”, completa Dei Santi.
A TRX, um dos principais players da área de real estate corporativo e industrial do Brasil, é também grande adepta do compartilhamento de serviços dentro de seus empreendimentos, para busca de eficiência e redução de custos operacionais. A empresa tem condomínios logísticos de galpões espalhados por todo o País que podem abrigar em um mesmo espaço empresas de diferentes segmentos de atuação.
Uma das empresas que decidiu alugar um de seus galpões é a Sestini. Especializada em malas e mochilas, a companhia estava em busca de redução de custo e um espaço que acomodasse melhor sua estrutura operacional e, por isso, locou 12 mil metros quadrados do condomínio logístico da TRX em Guarulhos, em São Paulo. O empreendimento selecionado é tudo o que buscavam: Triple A (de alto padrão) e possibilita o rateio de despesas mensais como segurança, limpeza, água, energia elétrica, seguro, telefonia e internet entre as outras empresas que ocuparem o espaço.
“O perfil dos ativos industriais e logísticos no Brasil, de maneira geral, ainda é muito obsoleto. A maioria dos que existem é isolada e ineficiente. Quando há oportunidade para se instalar em um espaço com toda a infraestrutura necessária para uma operação eficiente, as empresas enxergam grande valor agregado”, comenta José Alves Neto, um dos fundadores da TRX.

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/dino/empresas-compartilham-servicos-e-custos-de-imovel-para-serem-mais-rentaveis,0e8b62ca92fe9d7ed035a7d114180ce2r90hy8mc.html



ECONOMIA BRASILEIRA ESTÁ EM RECUPERAÇÃO E DEVE CRESCER 1% EM 2017

22 de dezembro de 2016 | Por cemara

CEMARA_JOB_2591_16_POSTS_09_01_ECONOMIA_BRASILEIRA_001

 

A economia brasileira já começa a dar sinais de recuperação e deve crescer 1% no Produto Interno Bruto (PIB), em 2017, e mais 2% em 2018, resultado da confiança que o mercado, investidores internacionais e população estão tendo nas medidas anunciadas pelo governo até agora. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 241 que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos é considerada um dos principais mecanismos para reequilibrar as contas.

Essa é a opinião de Paulo Cesar Adani, professor de Economia e Finanças da PUCCamp (Campinas/SP), diretor da Consultoria Quantum e do Corecon (Conselho Regional de Economia), e ouvido pelo Cemara Informa. Ele destacou que o setor imobiliário deve voltar a crescer e que esse é um bom momento para investir em imóveis. Além disso, o segmento é um dos maiores demandadores de mão de obra do mercado. Veja a seguir os principais trechos da entrevista:

 

 

Cemara Informa – Depois da turbulência do impeachment, quais são os desafios da economia do País para voltar a crescer?

Paulo Cesar Adani – Os desafios são muitos. Nós estamos vivendo uma época atípica na história do País. Faz três anos consecutivos que estamos tendo queda no PIB (Produto Interno Bruto), perdas significativas que chegam hoje a 9%. Essa queda não tem precedente, pelo menos na história recente do Brasil. Os resultados dessa situação, que se confirma gravíssima, são os mais de 12 milhões de desempregados e a recessão que afetou todas as atividades produtivas de alguma forma. Essa crise, que se agravou a partir de 2014, começou a ser gerada na crise de 2008, dos Estados Unidos. Diziam que não ia nos atingir, mas atingiu. Ela é tão severa quanto a crise de 1929, com desemprego e queda no PIB. Além disso, o problema do déficit público bastante agudo é um ingrediente poderoso para chegar aonde chegamos.

 

Cemara Informa – A PEC que limita o teto dos gastos públicos, controle da inflação e queda na taxa de juros faz parte de algumas das ações que o governo propõe para sairmos da crise. Elas são suficientes, mesmo sem as reformas previdenciária, tributária e política?

Paulo Cesar Adani – Sim, o começo dessa retomada depende dessas ações que o governo está implantando. Elas são necessárias. O teto nos gastos públicos, por exemplo, é sim bem desconfortável, mas é necessário e com certeza, vai repercutir positivamente no futuro. A dívida brasileira hoje é de mais de R$ 3 trilhões, só de juros são mais de R$ 400 bilhões por ano. Então, não tem outro caminho: tem que fazer os ajustes e reduzir a dívida pública para voltar ao crescimento. Claro que as reformas previdenciária, tributária e política são  fundamentais e também fazem parte desse conjunto de ações que pode ser desconfortável agora, mas será positivo no futuro.

 

Cemara Informa – Faltam ainda confiança e segurança dos empresários para investir no País?

Paulo Cesar Adani – Muitas empresas estrangeiras estão vindo investir no Brasil, mas ainda de forma tímida. Com certeza, com a aprovação dessas ações que citamos antes elas terão segurança em investir mais e consequentemente melhorar nosso desempenho econômico. A palavra de ordem nesse momento é confiança. As medidas do governo já aumentaram

a confiança não só nos empresários estrangeiros, mas no empresário brasileiro e na população brasileira que quer voltar a consumir, mas sem sustos.

 

Cemara Informa – Qual a expectativa para 2017 e para 2018?

Paulo Cesar Adani – A expectativa de crescimento em 2017 é de 1% no PIB e 2% em 2018. A previsão de crescimento é pequena, mas importante, porque reverte o quadro de queda consecutiva dos últimos três anos e, principalmente, pelo aumento da confiança. Os investimentos começam a retornar, mesmo que de forma tímida, e vão ajudar na diminuição da taxa de desemprego. Já se espera uma realocação de pessoas a partir do ano que vem. Se forem confirmadas as expectativas para 2017, em 2018 sairemos desse marasmo econômico.

 

Cemara Informa – O setor imobiliário também está sofrendo com a crise. Qual a perspectiva para o segmento nos próximos anos?

Paulo Cesar Adani – O setor imobiliário sofreu bastante com a crise. Mas acho que o setor vai ter condições de retomar seu crescimento a partir de 2017. O setor também contribuirá muito para diminuir a taxa de desemprego, já que ele é um grande demandador de mão de obra.

 

Cemara Informa – Então, vale a pena investir em imóveis hoje? É um bom momento para comprar?

Paulo Cesar Adani – Sim, é um bom momento, talvez o mais propício dos últimos anos. Com a confiança voltando, vale a pena comprar, porque o mercado está preparado para negociar e oferecendo boas oportunidades.

 

Acho que é um bom momento para as empresas expandirem suas áreas fabris e crescerem ou buscarem novos investimentos e se anteciparem à retomada de crescimento que vem por aí. Quem sai na frente sempre tem recuperação mais rápida. Vale investir sim.

 

Paulo Cesar AdaniProfessor de Economia e Diretor da Consultoria Quantum e do Corecon (Conselho Regional de Economia)

 

Matéria publicada em novembro de 2016.



Hortolândia é destaque como polo de desenvolvimento, turismo e cultura

9 de dezembro de 2016 | Por cemara

Cidade investe em parques socioambientais e está entre as 100 melhores cidades do País, com potencial para atrair novos negócios e gerar oportunidades de emprego

Hortolandia

Uma das cidades mais jovens do estado de São Paulo, com apenas 25 anos de fundação, Hortolândia/SP se destaca na Região Metropolitana de Campinas (RMC) pelo grande potencial de desenvolvimento econômico e investimento na qualidade de vida, turismo e cultura. Hoje, o município está em 56º lugar no Brasil entre as cidades mais promissoras para se fazer negócios,  segundo estudo da Urban Systems, publicado no final de outubro.

O ranking indica quais cidades têm maior potencial para atrair novas empresas e, assim, gerar oportunidades de empregos e renda para sua população e “reforçar” a arrecadação municipal. Hoje, Hortolândia tem mais de 500 indústrias instaladas, mais de 2 mil pontos comerciais e dois shopping centers. Além disso, a cidade, que tem mais de 210 mil habitantes, investe em cultura e turismo, com parques socioambientais, escolas, universidades, bibliotecas, bares, hotéis e restaurantes, garantindo qualidade de vida a seus habitantes e visitantes.

Localizada a cerca de 120 km de São Paulo, a cidade faz parte do chamado “Complexo Metropolitano Expandido”, com várias rodovias que ligam Hortolândia a diversas cidades paulistas e fica próxima do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas/SP, que atraíram e atraem importantes indústrias multinacionais, como Dell Computadores, EMS Medicamentos e Magneti Marelli.

Parques – Hortolândia – cujo nome é homenagem ao principal ponto turístico da cidade, o horto florestal se destaca na região pelo cuidado com o turismo e a cultura. Um dos principais atrativos da cidade é o Parque Socioambiental Irmã Dorothy Stang, que possui o Ginásio Poliesportivo ‘Victor Savala’, o Centro de Treinamento de Ginástica Artística ‘Yasmin Geovana Santos Bonfim’, o Centro de Arte e Cultura (CAC) e o Espaço Criança Ecológica com a maternidade da árvore e sala verde para a realização de atividades socioambientais e oficinas. O Parque Santa Clara (Centro de Referência Ambiental Parque Escola) possui o Museu de História Natural Iberaba com mais de 200 espécies de animais empalhados, e o projeto Reciclasa-IBM. O Parque Linear Chico Mendes é um dos espaços mais bonitos da cidade e também disponibiliza áreas de lazer para a prática de esportes.

A antiga Estação Ferroviária de Hortolândia, construção tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural em 2003, deu lugar ao Centro de Memória Prof. Leovigildo Duarte Júnior, que fica no centro da cidade. O local se transformou em importante ponto turístico com museus da linha férrea e da história de Hortolândia.

Além disso, Hortolândia conta com vários espaços dedicados à realização de eventos culturais das áreas teatral e musical, três pontos de cultura, que desenvolvem projetos de música instrumental, violão popular, teatro, vídeo e musicalização infantil. Destaque para a banda municipal que se apresenta nos eventos públicos realizados pela Prefeitura e oferecidos gratuitamente para a população.



Hora de investir em imóveis

26 de novembro de 2016 | Por cemara

CEMARA_JOB_2386_16_POSTS_26_11_INVESTIR_IMOVEIS

 

“Nos últimos meses, a confiança de empresários de todos os setores da economia e de consumidores têm subido de acordo com os indicadores da FGV, CNI, Fecomércio e outros.

Como detalhei em meu livro Depois da Tempestade, publicado recentemente, caso o governo Temer corte gastos públicos, colocando as contas públicas em ordem e afastando temores de risco de insolvência futura do setor público brasileiro – o que acredito que tem grande chance de acontecer – a recuperação econômica será muito mais rápida e forte do que a maioria acredita. Os impactos positivos da recuperação nos setores que mais sentiram a crise de confiança e a falta de oferta de crédito recente serão ainda maiores, capitaneados exatamente pelos setores imobiliário e automotivo.

Desde que publiquei o livro, as expectativas já começaram a melhorar. De acordo com o relatório Focus do Banco Central – que apresenta as expectativas de mais de 100 economistas – há poucos meses, eles projetavam, em média, que em 2017, o PIB brasileiro não cresceria nada. Hoje, os mesmos economistas já acreditam que o crescimento será superior a 1%. Salvo o governo Temer provar-se incapaz de fazer o ajuste fiscal ou ocorrer uma nova crise externa, estou convencido de que será muito superior a isso.

Os indicadores do próprio mercado imobiliário já têm refletido esta melhora de expectativas. O Índice IFIX da Bovespa, que mede o desempenho dos fundos imobiliários, teve uma alta de mais de 20% neste ano. Os 10 fundos imobiliários de melhor desempenho do mercado tiveram retornos entre 40% e 65%.

Se o cenário de recuperação econômica, queda de juros e expansão de crédito se concretizar, a demanda por imóveis deve crescer. Além disso, quando ajustado pela inflação, o IFIX ainda está cerca de 20% abaixo do seu nível de 4 anos atrás, sendo que as dificuldades financeiras de muitas incorporadoras e novos planos diretores de várias cidade devem limitar e encarecer novos lançamentos nos próximos anos. Assim, mesmo levando-se em consideração os amplos estoques que terão de ser desovados nos próximos dois anos e que devem inicialmente retardar e limitar a recuperação dos preços dos imóveis, as oportunidades para os interessados em investir em terrenos, galpões ou imóveis residenciais e comerciais agora parecem claras, particularmente para investidores de longo prazo.”

*Trechos de artigo publicado por Ricardo Amorim em seu LinkedIn.

Ricardo Amorim é autor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, presidente da Ricam Consultoria, o brasileiro mais influente no LinkedIn, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes.



TIPOS DE LÂMPADA PARA CADA AMBIENTE

9 de agosto de 2016 | Por admin

Fluorescentes

Lâmpadas fluorescentes

Divulgação LabLuz

Lâmpadas fluorescentes

Divulgação LabLuz

São as lâmpadas ideias para quem deseja unir qualidade à economia, pois consomem baixa energia comparada às incandescentes e halógenas, economizando até 80%.

Modelos

  • Tubulares: Lâmpadas que produzem luz pela passagem da corrente elétrica através de um gás ou vapor contido em seu interior, disponibilizadas em formato tubular. Destacam-se pela longa vida útil e altas potências e não esquenta proporcionando uma iluminação mais intensa e uniforme.
  • Compactas: Esse formato de lâmpada possui um reator integrado com dimensões reduzidas e, em sua maioria, é desenvolvido em forma de espiral ou tubular de 2 ou 3 voltas para facilitar o uso. Sua aplicação é muito comum em residências por sua praticidade, alta taxa de economia, que pode chegar a até 80%, e longa vida útil.

Vida útil

8000h

Temperatura de cor

Geralmente é branca, mas existem modelos amarelados – 3000 K (tubulares) e 6500 K (compactas).

Ambientes mais usados

Este tipo de lâmpada é indicado para abajures, luminárias, lustres, miniarandelas, além de ambientes residênciais e comerciais, como cozinhas, banheiros, escritórios, garagens, armazéns ou depósitos.

Incandescentes

Lâmpadas incandescentes

Divulgação LabLuz

É o tipo de luz mais comum. Suas vantagens são o baixo custo, boa reprodução de cores e não necessitam de equipamentos auxiliares. Mas, por dissiparem apenas 5% em luz e 95% em calor, consomem muita energia.

Os seus modelos estão em processo de banimento imposto pelo Governo Federal, com previsão para saída total até o final de 2016.

Temperatura de cor

Amarela – 2500 K

Vida útil

1000h

Ambientes mais usados

Utilizados em todos os ambientes no geral, com destaque para quartos, salas e locais que requerem uma iluminação mais dramática.

Halógenas

Lâmpadas Halógenas

Divulgação LabLuz/Philips/Gaya

As lâmpadas halógenas proporcionam uma iluminação difusa e brilhosa, além de possuírem o índice real de cor (IRC) de 100%. Por gastarem até 30% menos do que as lâmpadas incandescentes, possuem maior vida útil e eficiência energética.

Modelos

  • Palito (100w a 300w): conhecido como “lâmpada de duplo contato” por sua estrutura fina e a presença de duas bases, que conferem versatilidade de aplicações. Deve preferencialmente ser utilizada em posição horizontal.
  • PAR (20, 30 e 38w): Embutidas em um vidro que permite maior dispersão luminosa, as lâmpadas PAR possuem foco mais aberto e esquentam menos que os modelos AR.
  • Dicróica (20, 35 e 50w): Este modelo é utilizado quando se quer dar destaque a objetos ou a determinada área, pois possuem uma iluminação direta e focal.
  • AR (48, 70 E 111w): São lâmpadas de spot com foco fechado de 8 a 24 graus. Recomendadas para ambientes grandes, pela forma como esquentam e a amplitude da sua iluminação.

Temperatura de cor

Amarelada – 2.800 K a 3.100 K

Vida útil

1000 a 2000 h

Ambientes mais usados

Utilizados em todos os ambientes no geral, com destaque para quartos, salas e locais que requerem uma iluminação mais dramática.

LED

Lâmpadas LED

Divulgação LabLuz

É um componente eletrônico com a mesma tecnologia dos chips de computadores, pois transforma a energia elétrica em luz. Com as lâmpadas LED, praticamente 100% da energia é transformada em luminosidade, dessa forma, possui baixa emissão de calor.

Sua versatilidade decorativa permite inúmeras possibilidades de iluminação, podendo ser utilizadas como focos de luz.

Custo x Benefício

O investimento inicial das lâmpadas LED são superiores aos modelos incandescentes ou fluorescentes. No entanto, o consumidor terá um rápido retorno, uma vez que o baixo consumo de energia será refletido no valor da conta de luz.

Temperatura de cor

Há variedade de cores, mas a temperatura tradicional é 6.000 K em média.

Vida útil

25.000 horas (em média)

Ambientes mais utilizados

O LED é indicado para praticamente todos os tipos de projetos. Por possuir alta eficiência é indicado para locais que demandam grande gasto energético, como fábricas, shoppings centers e comércios em geral.

Néon

Lâmpadas Néon

Divulgação Nards

São lâmpadas de descarga em gás que contêm néon a baixa pressão. Apesar do nome, as luzes de néon nem sempre precisam conter neônio, outros gases nobres podem ser utilizados para dar tonalidades de cores diferentes, como o hélio, que resulta em uma luz amarela e branca, ou o argônio, que dá um tom azulado ou roxo.

Temperatura de cor

Difere-se das outras tecnologias com variedades de cores (à exceção do LED).

Vida útil

6000h.

Ambientes mais usados

Utilizado para iluminações decorativas, principalmente comerciais.

Fibra ótica

Lâmpadas de fibra ótica

FASA Fibra Ótica e Guido Iluminação & Design

É um filamento flexível e transparente utilizado como condutor elevado de luz. Este tipo de lâmpada é ideal para quem quer dar um efeito de céu estrelado. Seu sistema é capaz de gerar variados pontos de luz com uma única lâmpada, o que representa economia de energia.

Temperatura de cor

Está disponível em grande variedade de cores, mas um modelo tradicional é o de 5.000 K (azul).

Vida útil

Pode chegar a 100 mil horas.

Ambientes mais utilizados

Vitrines, contornos arquitetônicos, piscinas, fachadas e outros ambientes que demandam decoração específica com os efeitos característicos da fibra óptica.

Descarga

Lâmpadas de descaga

Divulgação LabLuz

É um dispositivo eletrônico que transforma energia elétrica em energia luminosa. Apresentam vida útil longa e uma economia de energia considerável.

Modelos

  • Vapor de mercúrio: Possui aparência branco-azulada e é utilizada na iluminação de ruas, jardins públicos, postos de gasolina e campos de futebol.
  • Vapor de sódio: Possui aparência alaranjada e é utilizada aeroportos ou estradas.
  • Mistas: Possui aparência branco-azulada e é a combinação das lâmpadas de mercúrio e incandescentes. Pode ser utilizada em jardins, armazéns, garagens, postos de gasolina e campos de futebol.

Vida útil

3.000 a 20.000 horas.

Temperatura de cor

Geralmente brancas, mas existem modelos amarelados.

Ambientes mais usados

Indicada para lugares onde objetos e produtos são expostos, como vitrines e interiores de grandes lojas, e onde o brilho e a vida longa são importantes, como fábricas, estádios e iluminação de ruas.

 

Fontes: O gerente de produtos da OSRAM, Marcos Santos; a arquiteta da LabLuz, Cristiane Veltri; e as empresas Lorenzetti, Telha Norte, Led Gold, e Gaya. (mais…)



Contenção em geotêxtil fica 50% mais econômica que gabião em obra de loteamento em São Paulo

15 de junho de 2016 | Por nwmidia

Tecnologia foi usada em 300 metros de extensão, com picos de até 6,30 metros, permitindo uso de solo ruim e numa execução de poucos meses.

O Loteamento 9 de Julho, da Cemara (veja reportagem sobre), previa áreas de contenção com uso de gabião convencional, mas Luan Siviero e sua equipe decidiram inovar adotando mantas de geotêxtil com aterro no lugar. E a aposta foi certa, gerando, segundo ele, economia superior a 50%.

“Fizemos duas contenções, que superam 300 metros de extensão e com altura de até 6,30 metros”, diz ele. A tecnologia consiste na aplicação de camadas, sendo que o geotêxtil é encapsulado para segurar a terra em cada uma delas (veja foto).

Projeto de urbanização no interior de São Paulo mostra forma diferenciada de investimento em infraestrutura e atendimento à geração Y

Nos trechos de solo mole é feita a melhoria com pedra de basalto, aplicadas por cima da camada de terra e antes do encapsulamento com o geotêxtil.

“Esse serviço foi executado pela Geoesp em 10 meses e o consideramos uma inovação no que tange contenção em obras de loteamentos”, diz Siviero. “A vantagem da tecnologia ante o gabião convencional, além do preço, é a possibilidade de usar solo ruim ou até mesmo material reciclado, em situações onde não houvesse terra nativa disponível”, conclui ele.

FONTE: http://infraroi.com.br/contencao-em-geotextil-fica-50-mais-economica-que-gabiao-em-obra-de-loteamento-em-sao-paulo/



Pé no Chão

14 de junho de 2016 | Por nwmidia

5 medidas que estão embasando a atuação de loteadores do segmento popular neste momento

 

Neste ambiente de retração da economia e esfriamento da demanda, loteadores focados no segmento popular têm trabalhado em diversas frentes paralelas para se manter em movimento e garantir resultados minimamente satisfatórios. A GRI Magazine conversou com empresas com forte atuação nesse mercado e identificou cinco conjuntos de medidas que vêm sendo tomadas para reduzir os efeitos do cenário adverso sobre o setor. Confira:

  1. Priorização de loteamentos menores ou faseados

Lançar loteamentos menores do que os usualmente praticados pelas companhias ou então dividir o lançamento em fases se tornou praticamente regra hoje em dia. “Miramos o desenvolvimento da economia local. Não adianta lançar mil lotes em cidade com população de 100 mil habitantes. Estamos fazendo lançamentos de, no máximo, 500 lotes, para que o nosso caixa tenha impacto mais suave”, descreve Frederico Gonçalves, diretor executivo da Colorado Empreendimentos”.

O movimento é motivado pela redução do volume de vendas nos últimos anos. Na Colorado, o VGV caiu de R$ 200 milhões em 2014 para R$ 150 milhões em 2015. Em 2016, a expectativa é de mais uma baixa, para aproximadamente R$ 100 milhões.

A estratégia é a mesma adotada pela Habitax Urbanismo e Desenvolvimento, que resolveu começar a lançar loteamentos menores, de 500 a mil lotes, em várias cidades com população de 50 mil a 100 mil habitantes. “A grande oportunidade atual está na soma desses municípios. Dá mais trabalho fazer isso, mas conseguimos criar um bom volume viajando mais e lançando empreendimentos mais longe da nossa sede”, explica Moisés Dantas, diretor presidente.

Já a Cemara Loteamentos preferiu não mexer no tamanho dos projetos, e sim implementá-los em fases. A companhia manteve seus planos de lançar dois ou três empreendimentos a cada 12 meses ao longo dos próximos anos. Até o momento, apenas um, no interior de São Paulo, foi cancelado devido à diminuição da demanda.

“Se lançamos um projeto com mil lotes e vendemos 300, isso cria um ambiente pessimista na empresa e deixa uma impressão ruim sobre o empreendimento na cidade”, afirma Marcos Dei Santi, vice-presidente do grupo. “O objetivo principal do faseamento é gerar um cenário mais positivo de vendas.” A estratégia também ajuda a equilibrar melhor o cronograma de investimentos e o fluxo de caixa.

  1. Flexibilização de prazos e condições de pagamento

Enquanto o alívio pela retomada da economia não vem, os desenvolvedores de loteamentos econômicos apostam no alongamento do prazo de pagamento das unidades e na flexibilização das negociações com os compradores. É o que tem feito a Cemara. A empresa estendeu em 20% os períodos de financiamento e reduziu os valores de entrada. Com isso, conseguiu manter no último ano o nível de visitação em seus estandes e elevar as taxas de finalização de negócios, conta Marcos.

Ele admite que a medida afetou a rentabilidade da companhia e alargou o tempo de retorno dos projetos, ampliando a necessidade de financiamento. No entanto, foi necessária para evitar uma queda mais brusca das vendas. “O que estamos tentando é conseguir crédito com prazos maiores junto às instituições financeiras, mas também tem sido difícil porque o cenário do crédito segue desafiador.”

A Colorado, por sua vez, além de dilatar prazos para clientes que precisam dessa facilidade, tem adotado uma política de descontos para pagamentos à vista ou para quem conseguir garantir a quitação da dívida em tempo menor que o previsto. “Tivemos de comprimir nossa margem em torno de 20%; porém, não adianta focar na margem se o produto não estiver adequado”, justifica Frederico.

  1. Identificação de cidades resilientes

Outra movimentação que se vê no mercado por parte dos players é a procura de cidades que andem na contramão da economia desacelerada do País, nas quais haja público para os empreendimentos. É o caso da Habitax. Apoiada nessa tática, a empresa pretende dobrar o tamanho do seu portfólio, lançando 5400 unidades até 2017.

Entre os municípios escolhidos pelo grupo para os novos projetos está Belo Jardim, em Pernambuco, com perfil industrial exportador e crescimento do PIB local a despeito da situação nacional. Outra eleita é Guarabira, na Paraíba, onde está localizado um polo de companhias que são grandes empregadoras e possibilitaram manter o padrão de vida das famílias do entorno.

“Fazendo estudos, acabamos identificando essas cidades. Elas são mais compradoras e têm demanda maior porque possuem algo de diferente”, analisa Moisés. De acordo com ele, algumas dessas pesquisas mostram a demanda por residências nos estados em que a Habitax atua (Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e, futuramente, Piauí) é dez vezes maior do que a capacidade da empresa lançar novos lotes.

  1. Foco no cliente final

Um dos efeitos da retratação da economia sobre o setor de loteamentos econômicos foi o escasseamento do comprador em perfil investidor. Nesse novo panorama, as companhias estão enfocando em seus lançamentos os clientes que vão utilizar o terreno para construir suas residências.

Esta ótica requer concentrar os empreendimentos em locais próximos de centros urbanos e facilitar os pagamentos para que o consumidor tenha em mãos mais recursos disponíveis para agilizar as obras da sua casa. “Por ter mais dificuldades financeiras e, muitas vezes, depender do aluguel, nosso consumidor é mais imediatista. Ele precisa de uma previsão de poder morar mais rápido”, explica Frederico.

  1. Aumento do rigor na seleção de terrenos e renegociação de permutas

No presente quadro complexo, os loteadores estão mais criteriosos na seleção dos terrenos a comprar e na negociação de permutas com terrenistas. Esta tem sido a postura, por exemplo, da Colorado, que também está aproveitando o momento para renegociar percentuais de permutas já realizadas.

Segundo Frederico, na fase de alta do mercado, houve uma enxurrada de players querendo investir em loteamentos populares, o que levou a um encarecimento da terra. Agora, diz ele, fica a oportunidade para buscar um equilíbrio melhor na relação com o proprietário.

Governo Paulista planeja novo programa de lotes para baixa renda

Após produzir mais de 2 mil lotes em conjunto com prefeituras e implementar Parcerias Público-Privadas na área de incorporação imobiliária para avançar na oferta de habitação de interesse social, o governo paulista prepara um novo programa que vai unir as duas experiências, com reflexos diretos para o segmento de loteamentos populares no Estado.

“A ideia em estudo é aproveitar loteamentos privados que existem no mercado, com estoques ainda não comercializados, e empoderar famílias de baixas renda com cartas de crédito para aquisição direta desses lotes”, anunciou Rodrigo Garcia, secretário de Habitação de SP, durante o GRI Loteamentos e Comunidades Planejadas 2016.

A intenção é privilegiar municípios com elevado déficit desse padrão de moradia e nos quais exista produção privada de lotes na faixa de preço entre R$ 20 mil e R$ 25 mil. “A aquisição via cartas de crédito não poderia passar de 50% do total de cada loteamento, pois há uma preocupação urbanística. Queremos que esses bairros caminhem com oferta e demanda local”, detalhou o secretário.

GRI Magazine

 



Economize! Dicas de como reduzir as despesas

13 de maio de 2016 | Por admin

Dicas para economizar e reduzir as despesas com roupas, casa, mobília, telefone, carro e muito mais

Há momentos em que nos vemos com a necessidade de apertar o cinto, e é justo nessas horas que percebemos a dificuldade de controlar certos impulsos e gastos do nosso dia-a-dia. Por isso fizemos uma lista com algumas dicas importantes para a hora em que é preciso fazer o seu dinheiro durar mais.

Considerando que cada um de nós tem estilos e ritmos diferentes de vida, escolha apenas aquelas dicas que se apliquem a você, pois apesar do esforço ser necessário, ninguém precisa fazer sacrifícios impossíveis para economizar.

Dicas Gerais

1. Se achar um item de necessidade constante em oferta ou por um preço excelente e tem local para estocar o produto, compre uma boa quantidade.
2. Procure ofertas em saldões/liquidações de lojas, outlets e lojas da fábrica.
3. Evite compras por impulso (não planejadas).
4. Evite parcelamentos longos, preferindo descontos à vista ou poucas parcelas.
5. Antes de comprar algo, pesquise junto a colegas ou familiares que têm e utilizam o produto.
6. Antecipe necessidades de datas temáticas, como Natal, Dia das Mães etc., e compre na baixa dos preços.
7. Guarde garantias e recibos para o caso de um produto precisar de reparos e ainda estar coberto pelo fabricante.

Roupas

1. Compre roupas que possam ser usadas em diversas ocasiões.
2. Estabeleça um esquema básico de cores para seu guarda-roupa, para aumentar as possibilidades de combinação.
3. Faça uma lista de suas prioridades de vestuário.
4. Pense no teste do tempo: avalie a costura, tecido, botões, zíperes, e compre itens que durem.
5. Evite trocar todo o guarda-roupa de uma vez: além de concentrar seus gastosdesnecessariamente no mês, você provavelmente vai desgastar todas as peças ao mesmo tempo.
6. Leia as etiquetas das roupas e antecipe possíveis gastos com tratamentos ou lavagens especiais exigidos pela peça.
7. Procure peças complementares ou acessórios para incrementar seu guarda-roupa, sem necessariamente mudá-lo.

Comida

1. Não faça compras quando estiver doente, com fome, deprimido ou aborrecido.
2. As marcas próprias de supermercado têm uma vantagem de custo e de qualidade, uma vez quesão fabricadas pelos seus principais fornecedores.
3. Evite levar crianças às compras com você: boa parte da compra de itens supérfluos vem delas.
4. Evite lojas de conveniência: elas servem somente para emergências, e ainda assim, existem supermercados 24 horas disponíveis em boa quantidade.
5. Não torne almoçar e jantar fora uma rotina: faça você mesmo suas refeições em casa e guarde restaurantes para ocasiões especiais ou necessidades de última hora.
6. Fique de olho nos cadernos de oferta dos principais supermercados (encartados em jornais, entregues na sua casa…); compare e aproveite ofertas se você sabe que vai ter necessidadedaquele produto.
7. Planeje seu cardápio antes de fazer compras.

Casa

1. Cheque sua mobília, aquecedor, ar condicionado e outros itens da casa, e antecipe necessidades como troca de filtros, lubrificação e outros; é melhor arcar com manutenção que com a compra de novo produto.
2. Tente poupar uma pequena quantia por mês, que será destinada a consertos da casa quando necessários.
3. Ao fazer a pintura da casa, considere a possibilidade de fazê-la você mesmo. Se você fizer a pintura em períodos regulares e não muito distantes, você reduz a dificuldade da tarefa e anecessidade de contratar um pintor.
4. Não se esqueça de checar mensalmente calhas, portas, piso, azulejos, carpete, janelas etc.; émais fácil fazer pequenos investimentos em manutenções periódicas do que um grande investimento para emergências.
5. Ao contratar um serviço de pedreiro, pintor, eletricista e afins tente fazer você a compra de material, de acordo com as especificações do profissional: assim, você tem chance de pesquisar e economizar na matéria-prima.
6. Tente sempre fazer os serviços da casa com o mesmo profissional: isso facilita futuras negociações de valor e parcelamento do serviço.
7. Tente agendar regularmente a visita de um eletricista e encanador (de confiança) para avaliar sua casa: como canos e fios elétricos não estão à vista, acabamos esquecendo deles até que eles dêem problema, e conseqüentemente grandes gastos.

Mobília

1. Faça sempre um plano antes de comprar, definindo quais as necessidades daquele espaço, ao invés de comprar antes e ir arrumando depois.
2. Prefira estilos clássicos de mobília, que não ficarão desatualizados tão rapidamente quanto estilos modernos.
3. Cheque a qualidade, não apenas a beleza do móvel.
4. Sobre o móvel, pergunte-se: como posso limpar? Quanto tempo vai levar para deteriorar? Vai quebrar fácil? Pode ser consertado? O tecido vai se desgastar em quanto tempo? Os padrões ou listras combinam com o resto do meu espaço?
5. Mantenha seus móveis polidos e limpos, para manterem o aspecto de novo e demorarem mais para depreciar.
6. Capas de sofá podem ser trocadas sem a necessidade da troca do móvel. Experimente combinações novas de tecido quando a capa mostrar desgaste.
7. Aproveite feiras e lojas de móveis antigos, que guardam grandes ofertas.

Eletrodomésticos

1. Sempre que possível, compre eletrodomésticos com mais de um uso, como liquidificadores multiuso.
2. Sempre descubra se o preço anunciado inclui entrega, instalação e outros custos que podem estar associados ao uso e colocação do produto.
3. Compare o consumo de diferentes marcas de chuveiro elétrico, máquinas de lavar prato e roupa e outros.
4. Cheque sempre seu freezer e geladeira, principalmente nas portas; se uma nota de R$1 conseguir deslizar pela porta fechada, o isolamento não está funcionando mais, e precisa ser trocado.
5. Evite deixar eletrodomésticos ligados quando não precisa deles.
6. Não esfrie o freezer ou geladeira mais que o necessário; além de consumir energia, pode lhe dar o trabalho de descongelar tudo depois.
7. Pergunte-se: qual o tempo de garantia? Ela pode ser estendida a um preço razoável? Estas perguntas evitam custos altos de manutenção no futuro.

Entretenimento
1. Aproveite ao máximo os descontos para filmes e espetáculos oferecidos por seu provedor de Internet, pelo jornal que você assina, por sua operadora de cartão de crédito e afins.
2. Algumas vezes, uma reunião em casa e mais descontraída e econômica que uma noite no restaurante.
3. Jornais sempre anunciam eventos gratuitos, como concertos, filmes, peças. Programe-se.
4. Assine as revistas que você lê regularmente e economize em cima do valor de banca.
5. Alugar filmes custa quase 50% menos do que vê-los no cinema.
6. Promova churrascos e festas comunitárias, com amigos e família contribuindo.
7. Aproveite dias de desconto em cinemas e eventos esportivos.

Telefone
1. Examine mensalmente sua conta de telefone para detectar possíveis erros na cobrança, que são mais comuns do que parece.
2. Aproveite pacotes de operadoras, assim como linhas econômicas, que oferecem valores menores de assinatura e restrições a ligações de alto custo.
3. Prefira fazer ligações DDD ou DDI em horários de preço reduzido.
4. Planeje suas ligações de longa distância antes de fazê-las. Salve tempo e dinheiro sendo mais direto.
5. Antes de fazer uma ligação de longa distância, pense: não existe outra maneira de me comunicar com esta pessoa ou empresa sem ser o telefone? Com os recursos de Internet disponíveis hoje em dia, muitas pessoas têm acesso a comunicadores instantâneos ou e-mail, que servem quase tão bem quanto o telefone.
6. Evite fazer a primeira ligação para celular. Tente localizar a pessoa em um telefone fixo e deixe recado, usando o celular apenas para urgências.
7. Cuidado com as promoções de companhias telefônicas: você precisa mesmo de um detector de chamadas, mesmo que o aparelho saia de graça? O custo da assinatura às vezes torna o serviço caro demais para a pouca necessidade.

Carro
1. Elimine do seu carro todo o peso desnecessário, pois ele só aumenta o consumo; leve carga somente quando necessário.
2. Se o carro puder ser substituído por transporte público ou uma caminhada, faça-o.
3. Fique sempre alerta ao consumo de combustível para antecipar problemas.
4. Faça todas as revisões periódicas de seu carro, e poupe o dinheiro de grandes consertos, amortizando-o em pequenos.
5. Ao comprar um carro, cheque o consumo de combustível e aditivos; muitas revistas de carro publicam avaliações completas, especialmente no quesito economia.
6. Fique atento às oportunidades e compre óleo em promoções; não espere a necessidadeaparecer.
7. Mantenha seu carro sempre limpo e encerado, evitando assim a ferrugem.

Seguros
1. Cheque sempre mais de uma seguradora e mais de um corretor; diferentes corretores têm diferentes vantagens em diferentes seguradoras.
2. Pague sempre as parcelas em dia para evitar problemas quando precisar acionar o seguro.
3. Atenção às coberturas: muitas vezes um preço atraente esconde armadilhas na proposta.
4. Evite acúmulos de lixo, papéis e inflamáveis em casa.
5. Invista em alarmes e trancas para casa e carro; o custo gerado por sinistro é maior que esses investimentos.
6. Os serviços gratuitos da seguradora são realmente gratuitos; cuidado com cobranças indevidas de profissionais terceirizados.
7. Mantenha extintores em locais de fácil acesso e sempre em ordem.

Fonte: Organize 

 



IPTU VERDE

24 de abril de 2015 | Por admin

universo-jatoba-iptuverde

Práticas sustentáveis estão deixando de ser novidade no nosso cotidiano e tem se fortalecido em todos os setores da sociedade. E uma prova disso é o IPTU verde, uma iniciativa de várias prefeituras em nosso país, cujo objetivo é oferecer desconto na taxa do imposto predial e territorial urbano para quem adotar alguma medida sustentável em seus imóveis.

Cada prefeitura tem sua forma de implantar o programa de descontos. Em Salvador, por exemplo, o imóvel tem que ser certificado para ter acesso ao abatimento – o de bronze (mínimo de 50 pontos), o de prata (70 pontos) e o de ouro (100 pontos).Dessa forma, atitudes como redução no consumo de água através de descarga com duplo comando e aproveitamento de águas pluviais, uso da energia solar, etc., servem de ponto. O proprietário que obtiver 100 pontos consegue desconto de 10% na taxa.

Já no município de Guarulhos, em São Paulo, dependendo das açoes  sustentáveis que o contribuinte adotar no imóvel, o desconto no IPTU pode chegar  a 20%. O programa leva em conta a acessibilidade nas calçadas, coleta seletiva de lixo, sistema de captação e aproveitamento da água da chuva, telhado verde, arborização do terreno e utilização de energia solar ou eólica.

Em Curitiba, a preservação de área verde do imóvel é o que conta para a redução no valor do IPTU. Para isso, segundo a prefeitura, o imóvel precisa ter sido analisado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente. O desconto pode ser de 10%, no caso de uma araucária adulta, mas pode chegar a até 100% se for um grande bosque preservado.

Manaus, Camaçari (BA), São Carlos (SP), Maringá (PR) são exemplos de cidades que também concedem este tipo debenefício fiscal. Procure saber se o seu município também está entre os que estão seguindo esta forte tendência É bom saber que a conservação do meio ambiente vem ganhando destaque frente à esfera pública no Brasil, o que representa um gande incentivo para que todos nós cuidemos da nossa “casa” chamada Terra.

Fonte: Universo Jatobá



PORQUINHO CHEIO: 6 DICAS PARA GUARDAR DINHEIRO

10 de abril de 2015 | Por admin

Talvez seja verdade que o dinheiro não traz felicidade. Porém, também não podemos negar que ele traz tranquilidade. Ele é necessário para pagar as contas e está ali, no nosso dia-a-dia, mostrando sua importância.

E não fiquei triste se você faz parte da população que está sempre a procura de mais dinheiro para realizar seus sonhos e fazer os pagamentos necessários. Você não está sozinho nessa batalha.

Unidos nessa busca eterna para poupar dinheiro, o Universo Jatobá reuniu seis dicas preciosas para sua conta nunca ficar no vermelho.

1 – Prefira pagar as compras com dinheiro vivo e evite os cartões ou cheques. Quando usamos notas, sentimos mais aquela dorzinha no bolso. Dessa forma acabamos por economizar.Universo_Jatoba_dinheiro1

2 – Procure pagar todas as dívidas logo no início do mês. Assim será possível ter maior controle dos gastos ao longo dos dias.

Universo_Jatoba_dinheiro2

3 – Saia menos. Mas isso não significa que não deva sair. Procure programas gratuitos e determine dias no mês para isso.

Universo_Jatoba_dinheiro3

4 – Comer fora é um gasto enorme. Por isso, prefira levar comida de casa para o trabalho.

Universo_Jatoba_dinheiro4

5 – Leia mais sobre investimentos, como Poupança, e veja qual é a melhor opção para você.

Universo_Jatoba_dinheiro5

6 – Sempre que receber algum dinheiro que você não esperava, guarde. Ele não estava nos planos, então não tem o porquê ser usado.

Universo_Jatoba_dinheiro6

Fonte: Universo Jatobá 



TORNEIRAS AUTOMÁTICAS SÃO MAIS ECONÔMICAS

10 de fevereiro de 2015 | Por admin

Ujatoba_torneira

Você é um consumidor que se preocupa com a economia de água? Se não, devia. Não é por acaso que a ONU declarou que 2013 é o Ano Internacional da Cooperação pela Água. Ela é um dos recursos mais escassos do planeta. 11% das pessoas no mundo não têm água potável e 37% não têm rede de esgoto. Pense.

O consumidor consciente pode fazer a sua parte. Basta mudar pequenas atitudes como fechar a torneira na hora de ensaboar o cabelo durante o banho ou mesmo quando estiver escovando os dentes e lavando a louça.

Reaproveite também a água da lavagem de roupa para lavar a calçada, enfim, use a imaginação. O que não dá é pensar que essa escassez nunca vai chegar aqui.

Quer mais uma dica? Troque as torneiras de casa pelas automáticas. Elas são mais caras, sim, mas a economia de água chega a até 70%. Isso porque ela possui um mecanismo que controla o tempo de fluxo de água, que geralmente não passa de dez segundos.

Algumas delas funcionam pela pressão na própria torneira e outras, por detectores de presença. Para ver mais, clique aqui.

Agora, se ainda não cabe no orçamento, dá para instalar um restritor de vazão ou arejador nas torneiras e chuveiros.  Ambos diminuem a quantidade de água que sai pela torneira, pois aumenta a entrada de ar junto com a água, o que dá a impressão de estar utilizando mais água com um jato mais forte. Clique aqui e conheça.

Não “lave as mãos”!

Fonte: Universo Jatobá 



Páginas:«123

Certificados e Prêmios



Realizações Cemara
Realizações Cemara
Realizações Cemara
Realizações Cemara