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5 PASSOS PARA ECONOMIZAR ÁGUA NO SEU CONDOMÍNIO

18 de abril de 2019 | Por cemara

A água é um bem universal e cuidar desse recurso, que cada dia está mais escasso, é dever de todos pensar em forma de economizar. Quando vivemos coletivamente, essa preocupação deve ser maior ainda, já que não temos como avaliar quem utiliza mais e se está utilizando de maneira correta.

Com isso, é preciso adotar uma série de atitudes para evitar o desperdício de água e, consequentemente, diminuir os danos financeiros e ambientais. Para isso, trazemos aqui cinco dicas que você pode aplicar no seu condomínio para melhorar a convivência de todos e ampliar a conscientização sobre o uso correto da água.

Veja:

Compartilhe ideias com seus vizinhos

Práticas sustentáveis devem ser compartilhadas com todos ao nosso redor, e no condomínio não é diferente. Faça boletins informativos e coloque nas áreas comuns, crie um grupo no WhatsApp e explore a comunicação com muitas imagens, para que todos entendam. Seja solidário e, em reuniões presenciais, engaje os vizinhos a darem novas ideias para o bem-estar de todos.

Hidrômetros individuais podem ajudar na economia

Hidrômetros individuais são uma ótima medida para a economia de água do condomínio. Neste modelo, cada apartamento paga apenas o que consumir e aumenta a motivação para que os moradores adotem hábitos que diminuam o uso de água, além de deixar o valor da conta mais justo para todos.

Faça revisões e manutenções periódicas

Muitas vezes, vazamentos passam despercebidos e acabam gerando um prejuízo ambiental e financeiro para todos. Com isso, elabore com seus vizinhos uma estratégia de verificação e manutenção periódicas nos sistemas hidráulicos. Ressaltamos que uma revisão preventiva sai mais barata e ágil do que uma corretiva.

Reutilize a água

Sabe aquela água que a máquina de lavar roupas solta na hora do enxágue e que vai direto para o ralo? Ela pode servir para lavar banheiros e/ou passar pano no chão para tirar poeira. Essa é uma maneira muito eficiente de economizar água e ajudar o meio ambiente. Outra forma de diminuir o consumo é reaproveitar a água da chuva, construindo reservatórios que armazenam a água das chuvas e utilizar para regar jardins e limpar as áreas comuns.

Cuidar da piscina também ajuda

Condomínios que contam com piscinas na área externa estão suscetíveis a evaporação da água. Por isso, é indicado que o condomínio tenha uma capa ou lona para  cobrir a piscina. Essa atitude pode reduzir o problema em até 50%. Essa medida simples ajudará a economizar água e também a manter a piscina mais limpa.

Fique ligado no blog da Cemara que vamos continuar trazendo dicas para que o seu lar seja mais ambiental e eficiente!



Teatro Carlos Gomes de Bragança Paulista: conteúdo histórico e referência para o futuro

12 de abril de 2019 | Por cemara

A cultura é um dos principais pilares de desenvolvimento das cidades e fatos históricos ocorrem dentro e fora dos grandes teatros municipais. E em Bragança Paulista não seria diferente. Esse conteúdo fica em torno do Teatro Carlos Gomes, importante ponto turístico do município e tombado como patrimônio histórico.

Construído em estilo neoclássico, entre os anos de 1892 e 1894, o Teatro Carlos Gomes é um marco importante na história do país: foi o primeiro teatro do interior do Estados de São Paulo. Mas o período de funcionamento do local foi curto, de apenas dez anos, porém sempre trazendo grandes atrações culturais e peças importantes e renomadas para a época. Seu espaço tinha capacidade de receber até 1.200 pessoas em um dia de espetáculo.

Com isso, o prédio foi doado à Diocese de Bragança Paulista no ano de 1927,  tornando-se o Colégio Diocesano São Luiz, que funcionou até 1968. A atual edificação foi tombada em dezembro de 2000 e foi adquirida pelo município em 2005. O plano para o local é transformá-lo em Centro Cultural e Biblioteca Municipal, com um teatro de arena para 100 espectadores, galeria de arte, salões de exposições, salas para oficinas, workshops e cursos. O Carlos Gomes abrigará também um teatro para 284 espectadores com mezaninos e sala de apoio. A sede da Secretaria de Cultura e Turismo vai para o Teatro. O espaço contemplará ainda uma biblioteca adulta com acervo mais de 22 mil livros. Uma cidade que preserva sua história para criar referências às gerações futuras merece respeito, investimento e um público digno de aplaudir os espetáculos culturais que por ali passam. E a Cemara quer acompanhar essa evolução e, junto com Bragança Paulista, fazer história!



4 ÓTIMOS MOTIVOS PARA CONSTRUIR COM A CEMARA

11 de abril de 2019 | Por cemara

4 ÓTIMOS MOTIVOS PARA CONSTRUIR COM A CEMARA

Construir a casa de seus sonhos é muito mais fácil com a Cemara Loteamentos! Isso porque você pode ter tudo o que sempre sonhou com as facilidades que você deseja: um quintal que permite área com churrasqueira, piscina, jardim ou horta, pomar, espaço para os seus pets, lugar para os seus filhos brincarem e muito mais!

A seguir, confira 4 motivos porque você deve construir com a Cemara:

VOCÊ PODE BARGANHAR PREÇOS NA COMPRA DOS MATERIAIS

Ao construir a própria casa, o consumidor pode fazer uma pesquisa junto aos diversos estabelecimentos para identificar os produtos que serão usados na construção. Ele poderá alinhar custo com qualidade e ter a certeza que seu imóvel tem materiais de primeira linha.

VOCÊ PODE CONSTRUIR DE ACORDO COM AS PREFERÊNCIAS DO PROPRIETÁRIO

Para o consumidor que deseja ter uma casa que contemple os seus desejos, a compra de um terreno pode ser ideal. A disposição dos quartos, a área de lazer e os tamanhos dos banheiros ficam ao gosto do dono.

VOCÊ PODE PAGAR O TERRENO PARA DEPOIS CONSTRUIR

Para quem está com pouco dinheiro, uma opção é pagar primeiro as parcelas do terreno, para depois iniciar as obras. É uma forma de obter a casa própria sem comprometer o orçamento familiar.

VOCÊ NÃO VAI TER A PREOCUPAÇÃO DE DESEMBOLSAR UMA QUANTIA DE UMA SÓ VEZ

É possível fazer dois planejamentos, um para construir a casa – levantar as estruturas – e outro para colocação de materiais de acabamento – como pisos, azulejos, janelas e a pintura.

 

 



2019: HORA DE INVESTIR EM IMÓVEIS

10 de abril de 2019 | Por cemara

Segundo especialistas, a recessão do setor imobiliário chegou ao fim em 2019. Recentes levantamentos do setor indicam um viés de alta do investimento em imóveis nos últimos meses de 2018. Os economistas preveem um aumento do preço do metro quadrado e recuperação ao longo dos próximos anos.

Segundo dados de um relatório de expectativas do núcleo de Real Estate, da Poli-USP, tanto o investidor do mercado residencial como do comercial e quem quer vender, comprar ou investir em imóveis terão oportunidades em 2019. No mercado de imóveis residenciais, por exemplo, estima-se que o número de lançamentos aumente acima da média dos últimos 10 anos.

Além disso, o crédito imobiliário também está em expansão e deve caminhar para uma retomada mais forte em 2019.  Especialistas apontam que o protagonista dessa alta são os bancos privados, que mudaram a postura em relação ao crédito imobiliário e apresentaram juros mais baixos, concorrendo com a Caixa Econômica. O interesse dos bancos também será crucial para o desempenho do setor, pois evidencia um interesse do mercado nos novos projetos imobiliários.

Algumas dicas ajudam a avaliar um investimento em um imóvel e saber quais oportunidades valem a pena. As principais são: verificar o preço unitário por metro quadrado de área útil, conferir quantas vagas de garagem o imóvel possui (os que têm mais trazem retorno maior) e observar a localização, fazendo uma pesquisa de campo no mercado de locação ao redor da cidade.

Em breve, a Cemara Loteamentos irá apresentar um novo empreendimento em uma região que está em constante desenvolvimento econômico e social, que será uma grande oportunidade de investimento em 2019. Aguardem!



VANTAGENS DE MORAR EM UM BAIRRO PLANEJADO COM COMÉRCIO E SERVIÇOS

22 de fevereiro de 2019 | Por cemara

Empreendimentos multiúsos, que reúnem moradia e comércio, são tendência no mercado imobiliário internacional e nacional. Essa alternativa oferece uma vasta gama de serviços aos moradores e até a possibilidade de morar e trabalhar em um mesmo lugar em um bairro planejado.

De acordo com pesquisas recentes, a procura por esse tipo de empreendimento tem crescido. Para pequenos empresários, a principal vantagem de ter um negócio num condomínio é a de estar bem perto dos clientes e estar localizado em um ambiente sempre em crescimento. Já para os moradores, as vantagens são:

Conveniência
Com a conveniência, as pessoas economizam tempo. Não precisar ir muito longe para fazer as compras básicas e para usufruir de serviços como salão de beleza, por exemplo, é uma das grandes vantagens. Para pessoas que moram sozinhas e casais que trabalham fora o dia todo, é algo que interessa muito.

Esses empreendimentos podem ter desde serviços de motoboy, serviços de pequenos consertos, área de snacks, salão de beleza, personal trainer, lavanderia e até serviço de arrumação. Quase a totalidade de serviços pode ser usada para a área residencial.

Morar a poucos metros do trabalho
Para quem convive diariamente com o trânsito das grandes cidades, morar ao lado do trabalho se tornou um sonho. Permanecer menos tempo no trânsito vem a ser um luxo maior do que morar em um imóvel muito espaçoso nos dias de hoje.

Além disso, alguns moradores podem optar por ter o terreno comercial e residencial no mesmo local ou trabalhar nessas unidades comerciais.

Economia no deslocamento
Além da comodidade, com o menor deslocamento também é possível reduzir os gastos com a manutenção do carro, com combustível e estacionamento, sobretudo se o morador também trabalhar no empreendimento.



VÁRZEA PAULISTA É RECONHECIDA COMO A “CIDADE DAS ORQUÍDEAS”

18 de fevereiro de 2019 | Por cemara

Em dezembro de 2018, o Governo Estadual reconheceu a cidade de Várzea Paulista como a Cidade das Orquídeas. De acordo com o autor da propositura, o deputado estadual Junior Aprillanti (PSB), essa nova Lei vai contribuir, inclusive, para o desenvolvimento da atividade turística no município, principalmente no que se refere à produção de orquídeas.

O município abriga quatro grandes orquidários e um deles é o maior laboratório de mudas da América Latina, o Biorchids. Com milhares de espécies, os produtores varzinos possuem estufas que encantam os visitantes. No Biorchids, é possível informar-se sobre as espécies em extinção reproduzidas em seus laboratórios.

Além disso, o Flores Vivas expõe a beleza das Vandas, orquídeas tailandesas, que ficam suspensas sob um lago artificial. Enquanto isso, o orquidário Emanuel destaca os diversos tipos de Bulbophilum e o Fioresi, as orquídeas raríssimas como Cathleyas e Laelias Shillerianas.

Na cidade também ocorre a OrquiVárzea, a mais tradicional festa local que celebra essas lindas flores. Privilegiando um conceito intimista e acolhedor, o recinto da festa é decorado com peças que remetem a um passeio num ambiente natural e expõe centenas de espécies de orquídeas num ambiente preparado exclusivamente para que os visitantes possam apreciar a beleza sem igual dessas flores como parte dessa decoração.

O evento é realizado em parceria entre a Prefeitura e a Associação Orquidófila de Várzea Paulista e conta também com a participação das principais entidades assistenciais do município.
Se você deseja conhecer de perto a beleza dos orquidários de Várzea Paulista, entre em contato com os locais da lista abaixo:

Fioresi
Contato: Visitas podem ser agendadas pelo telefone (11) 4606-1719

Biorchids
Contato: (11) 4606-3703
Endereço: Estrada do Mursa, 620, Bairro do Mursa

Flores Vivas
Contato: (11) 4595-5942
Endereço: Av. Arariva, 715, Bairro Portal

Emanuel
Contato: (11) 4596-7194
Endereço: Rua Celestino Catroviejo, Vila Paraíso

Parque das Orquídeas
Uma boa opção para os fãs de esportes como futsal, vôlei, basquete e também tênis de campo. O Parque das Orquídeas fica localizado no antigo aterro sanitário da cidade e conta com 2 quadras de areia, 2 de futsal, 1 de vôlei e basquete e 1 de tênis. Além de opções esportivas, o parque tem uma estrutura para churrasco, com churrasqueira e um salão.

Horário e dias de funcionamento: De segunda a segunda, das 8h às 17h30.
Endereço: Rua Francisco José Santana, 140 – Jardim América IV
Telefone: (11) 4606-0342

OrquiVárzea
Informações: PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA PAULISTA – Avenida Fernão Dias Paes Leme, 284 Centro Várzea Paulista – SP – Tel/Fax 11 4596-9600



2019, HORA DE INVESTIR EM IMÓVEIS

| Por cemara

Segundo especialistas, a recessão do setor imobiliário chegou ao fim em 2019. Recentes levantamentos do setor indicam um viés de alta nos últimos meses de 2018. Os economistas preveem um aumento do preço do metro quadrado e recuperação ao longo dos próximos anos.

Segundo dados de um relatório de expectativas do núcleo de Real Estate, da Poli-USP, tanto o investidor do mercado residencial como do comercial e quem quer vender ou comprar imóveis terão oportunidades em 2019. No mercado de imóveis residenciais, por exemplo, estima-se que o número de lançamentos aumente acima da média dos últimos 10 anos.

Além disso, o crédito imobiliário também está em expansão e deve caminhar para uma retomada mais forte em 2019. Especialistas apontam que o protagonista dessa alta são os bancos privados, que mudaram a postura em relação ao crédito imobiliário e apresentaram juros mais baixos, concorrendo com a Caixa Econômica. O interesse dos bancos também será crucial para o desempenho do setor, pois evidencia um interesse do mercado nos novos projetos imobiliários.

Algumas dicas ajudam a avaliar um investimento em um imóvel e saber quais oportunidades valem a pena. As principais são: verificar o preço unitário por metro quadrado de área útil, conferir quantas vagas de garagem o imóvel possui (os que têm mais trazem retorno maior) e observar a localização, fazendo uma pesquisa de campo no mercado de locação ao redor da cidade.

Em breve, a Cemara Loteamentos irá apresentar um novo empreendimento em uma região que está em constante desenvolvimento econômico e social, que será uma grande oportunidade de investimento em 2019. A grande vantagem de adquirir um terreno é construir de acordo com sua preferência e até alinhar seu projeto às dicas de especialistas para conseguir maior valorização no seu imóvel no futuro.

Faça seu cadastro e fique por dentro dos futuros lançamentos da Cemara Loteamentos!



JUNDIAÍ E REGIÃO: DESENVOLVIMENTO QUE ATRAI INVESTIMENTO

| Por cemara

A Aglomeração Urbana de Jundiaí (AUJ), formada pelos municípios de Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Jarinu, Jundiaí, Louveira e Várzea Paulista, é uma região em constante crescimento e desenvolvimento. Hoje, destaca-se no estado de São Paulo pela sua importância na logística de distribuição e potencial industrial, o que tem atraído investimento.

De acordo com um ranking anual realizado pela Urban Systems, o Ranking Connected Smart Cities, Jundiaí é a 3ª cidade do Brasil com maior desenvolvimento social, o que significa que o município é um excelente lugar para investir e viver. Foram analisados 70 indicadores em cidades com mais de 50 mil habitantes, identificando as cidades mais inteligentes em setores como mobilidade, empreendedorismo, urbanismo, economia, saúde e educação, entre outros. O objetivo do ranking é mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no país através de indicadores que retratam inteligência, conexão e sustentabilidade.

No último ano, novas empresas se instalaram na região, que vem recebendo melhorias do Governo do Estado, como o Complexo Viário de Jundiaí, realizado pela concessionária CCR Autoban, com acompanhamento e fiscalização da ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo). O viaduto tem quatro faixas de rolamento, passagem para pedestre e ciclovia, e conta com investimento total de R$ 230 milhões. A obra melhora a mobilidade urbana e a logística, além de atrair investimento, novas empresas e promover o desenvolvimento da região.

Dentre as novas empresas que se instalaram na região, estão a GL Foods, do setor alimentício, e a Wago, empresa alemã especializada em conexões elétricas e automação. Alguns dos motivos da preferência na hora de investir nas cidades da região são as condições favoráveis de infraestrutura e o aspecto logístico.

Diante dessas vantagens, a região tem se tornado cada vez mais atrativa não apenas para investidores como também para aqueles que buscam um local pra morar que prioriza a qualidade de vida da população. Em breve, a Cemara chega à região, com seu futuro lançamento em Várzea Paulista, a cidade das Orquídeas e com enorme potencial de crescimento.



Terrenos comerciais: Empreenda com pequenos negócios e criatividade

7 de fevereiro de 2019 | Por cemara

Nos últimos anos, o empreendedorismo veio crescendo como alternativa para driblar a crise e, em 2018, aumentou sua visibilidade no Brasil. Trocar a estabilidade pela possibilidade de construir um projeto próprio é uma tendência que deve continuar predominando em 2019. Uma opção vantajosa para quem deseja empreender com pequenos negócios são os terrenos comerciais. Localizados em bairros planejados, eles proporcionam para o empreendedor uma clientela já bem definida e um ambiente que sempre estará em pleno crescimento.

Nesse cenário, especialistas apontam que, entre os segmentos mais favoráveis para quem quer empreender, estão o mercado pet, em constante crescimento, o de produtos orgânicos, brechós, consertos e reformas, alimentação alternativa, cervejaria, drones, realidade virtual e desospitalização.
No entanto, essas tendências não descartam o espaço para novas ideias e setores. Afinal, sempre há lugar para inovação. A seguir, confira quais tipos de negócios irão despontar:

Produtos orgânicos
Com a tendência da fitness lifestyle e a valorização da alimentação saudável perto de casa, as lojas especializadas em produtos orgânicos tendem a crescer.

– Pet
O mercado de pets no Brasil é o terceiro do mundo em faturamento. É um ponto positivo para quem deseja investir nesse segmento.

– Brechós
Essa é uma grande tendência, pois os brechós estão ligados à sustentabilidade e à economia compartilhada. Quem compra itens desse tipo de local tem a possibilidade de investir o que gastaria em uma roupa nova em outra aquisição.

– Consertos e reformas
Seguindo a mesma tendência de sustentabilidade dos brechós, o comportamento do consumidor também tem se voltado para o conserto de itens antigos. Nesse ramo, entram oficinas mecânicas, eletrônicas, ourives e até sapateiros.

– Alimentação alternativa
A demanda por produtos livres de glúten e lactose têm aumentado. Em 2018, esse setor apresentou uma fase de amadurecimento e deve alavancar em 2019.

– Cervejaria artesanal
Apesar de ser apontado como um mercado saturado, as oportunidades continuam crescendo com o surgimento de novos sabores e tipos de cervejas no mercado. Outro ponto positivo é que a cervejaria foi recentemente inclusa no Simples Nacional.

– Tecnologia
No setor de tecnologia, os drones e a realidade virtual têm ganhado notoriedade. O uso de drones pode auxiliar no agronegócio e baratear a irrigação dos plantios. Tem crescido o número de startups que oferecem esse serviço. Já a realidade virtual auxilia a produção de conteúdo relevante e campanhas interessantes de marketing.

– Saúde
O mercado está acompanhando o envelhecimento da população no País. Por isso a desospitalização será uma tendência que se estenderá além de 2019. Entram no conceito clínicas geriátricas, casas de repouso e negócios que proporcionam elementos para levar conforto ao paciente que troca o leito do hospital pelo quarto de casa.

Se você tem o interesse de abrir um comércio dentro desses setores, temos a solução que você precisa! Diversos lançamentos da Cemara Loteamentos oferecem lotes residenciais e comerciais, como o Parque Bella Ville, o Jardim Piazza Itália e o Jardim Girassol. Para saber mais, entre em contato com a nossa Central de Vendas pelo telefone (19) 3475-8004 ou pelo nosso WhatsApp (19) 99127-6419.

Fonte: Jornal do Comércio



‘Nada vai segurar o boom imobiliário’

14 de dezembro de 2018 | Por cemara

Sem surpresas negativas na economia em 2019, empresário espera um novo ciclo de crescimento para o setor
Entrevista com

Elie Horn, presidente do conselho de administração da Cyrela

Passada a fase mais dura da crise que derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, diz o fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn. Ele acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos. A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

O otimismo de Horn com o setor se estende ao futuro governo, cuja equipe econômica ele classifica como “sensacional”. O empresário é próximo do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com quem chegou a fazer negócios. Os dois investiram juntos, há cerca de dois anos, na criação da Hospital Care, empresa voltada para a compra e administração de hospitais no País. Os aportes foram feitos pelo fundo Abaporu, da família Horn, e pela gestora Bozano Investimentos, da qual Guedes era sócio e de onde agora está se desligando para assumir o cargo público a partir de janeiro.

Embora continue indo diariamente à Cyrela, Horn se afastou das tarefas executivas do dia a dia e passou o bastão da presidência para os filhos Raphael e Efraim. Ele está fazendo um tratamento contra o Mal de Parkinson, doença que o acomete há quase seis anos. Mas a maior parte do seu tempo está voltado para a prática do judaísmo, da filantropia e para reuniões com outros empresários em busca de doações para causas sociais.

Em parceria com Rubens Menin, controlador da MRV, Horn lançou neste mês a ONG Bem Maior, que atuará na conscientização e na mobilização da sociedade civil para fomentar ações sociais. A meta do movimento é dobrar a participação das doações empresariais em relação ao PIB brasileiro nos próximos dez anos, passando de 0,2% para 0,4%. O próprio empresário está puxando a fila, e já anunciou o compromisso de doar em vida 60% de sua fortuna estimada em R$ 3 bilhões para caridade. A seguir, trechos da entrevista.

Qual sua expectativa para o País em 2019?
Estou animadíssimo. A equipe técnica do governo é muito boa, a equipe econômica é sensacional. Acho que estamos vivendo uma virada. Nos últimos dois meses, temos visto muitos lançamentos e muitas vendas. Os números são muito bons. Tudo nos leva a crer que teremos ótimos quatro anos.

O sr. acredita que o governo tem capacidade de colocar em prática as reformas e acelerar o crescimento da economia?
O governo depende da economia. Ele não tem como se sustentar sem um bom resultado da economia. E como a equipe técnica é muito boa, acredito que vai dar certo.

A melhora esperada para o País vai chegar de modo relevante ao setor imobiliário?
Com certeza. O setor imobiliário depende do País. Se o País vai bem, o setor também irá.

O sr. planeja crescimento das operações da Cyrela no próximo ano?
Se Deus quiser, vai ter crescimento. O último bimestre está indo muito bem. Vendemos em torno de R$ 800 milhões neste bimestre de outubro a novembro. Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos.

E como estão os efeitos dos distratos?
O distrato é uma tristeza econômica, política e até moral, pois não é normal que o vendedor receba o apartamento de volta depois de vendido. O incorporador toca as obras com o valor recebido das vendas. Se tem de devolver o dinheiro do apartamento, como fica? A empresa morre. Só sobrevivemos por milagre. Temos um caixa sólido e bom planejamento, mas muitas empresas não sobreviveram.

O sr. ficou satisfeito com o teor da lei dos distratos? O projeto aprovado na semana passada no Senado, e que agora segue para a Câmara, prevê multa de até 50% para o comprador do imóvel que optar pela rescisão do negócio. Até então, a multa era decidida por juízes e oscilava entre 10% e 25%.
Se for aprovado, sim (risos).

Se a lei de distratos for mesmo aprovada, quais seriam as consequências imediatas para o setor?
Nós aumentaríamos os investimentos imobiliários. A regulamentação destrava decisões de investimento ao se gerar mais confiança e garantias. É uma virada de mesa. Daria início a um novo ciclo para o setor. Após superados anos de crise e com os distratos resolvidos, não tem mais nenhum problema que irá segurar o boom imobiliário. Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado. Nós crescemos 100% ao ano por dois anos seguidos lá trás. Isso foi muito indigesto.

Os problemas desse crescimento exagerado afetam o balanço da empresa ainda hoje. Isso está superado?
Infelizmente tivemos problemas do passado com sócios e empreendimentos locais (fora de São Paulo, local de origem da Cyrela), que mexeram com os resultados da empresa. Espero que não tenhamos mais surpresas negativas. E também tivemos muitos distratos, que afetaram os resultados. Foram R$ 9 bilhões de imóveis em distratos nos últimos cinco a seis anos, isso é uma fortuna. Uma empresa só aguenta isso se for muito bem preparada financeiramente. Acho que a partir de 2019, sem mais surpresas negativas, iremos entrar em resultados positivos por muito tempo.

Como a Cyrela vai se posicionar nesse potencial ciclo de crescimento?
Temos de vender bastante e aproveitar todas as faixas do mercado possíveis. Erramos ao atrasar a entrada no Minha Casa Minha Vida, mas finalmente entramos. Esse mercado é a cara do País. Até alguns poucos meses atrás, as únicas empresas do setor que ganhavam dinheiro eram aquelas que estavam no Minha Casa.

Há segurança de que o novo governo dará continuidade ao Minha Casa Minha Vida?
O Minha Casa e o Bolsa Família sustentam uma grande parte da população. São dois projetos que não devem cair. E quem não fizer o Minha Casa corre o risco de ficar alienado, porque o programa já responde por mais da metade do mercado. Olhando o futuro da Cyrela nos próximos cinco anos, acreditamos que os lançamentos do Minha Casa sejam em torno de 30%, enquanto os projetos de médio e alto padrão, 70%. Mas isso pode variar.

O sr. criou uma nova ONG. Qual o objetivo dela?
Ela se chama Bem Maior e engloba um conjunto de dez causas, como combate à pobreza, defesa do meio ambiente, ataque à corrupção na política, auxílio aos idosos, e assim por diante. A ideia é promover a cultura da doação e cutucar o povo brasileiro a doar mais. Nossa meta é multiplicar por dois o PIB social brasileiro, de 0,2% para 0,4%. Já temos uma presidente para a ONG, que é a Carola Matarazzo. Ela foi presidente da Liga das Senhoras Católicas por 18 anos, tem muita experiência. Quem não doa dinheiro, não doa dedicação de si, não doa o que puder, vai sofrer na alma. O dinheiro foi feito para gerar prosperidade. A lei de Deus é dar, não só guardar.

Fonte: Estadão



Smart Cities: mais qualidade de vida para o futuro

21 de novembro de 2018 | Por cemara

Neste mês, comemoramos o Dia Mundial do Urbanismo. Graças às novas tecnologias, as novidades que surgem ao redor do tema têm trazido benefícios a favor das pessoas e do modo como vivem.

Um dos assuntos do qual muito têm se falado são as cidades inteligentes. Você já ouviu falar sobre as smart cities? Elas utilizam energia limpa, reaproveitam a água, tratam o lixo, compartilham produtos, serviços e espaços, se deslocam com facilidade e usufruem de serviços públicos de qualidade. Além disso, as cidades inteligentes criam também laços culturais que unem seus habitantes, propiciam desenvolvimento econômico e melhoria da qualidade de vida.

Parece um futuro distante, mas ele pode estar mais próximo do que imaginamos! Em busca do conceito Smart City, cidades de todo o planeta irão investir entre US$ 930 bilhões e US$ 1,7 trilhões ao ano até 2025. Porém, mais do que investimentos, a cidade também irá precisar de iniciativas inteligentes do poder executivo e legislativo.

Fóruns mundiais, como o Smart City Business America, têm se reunido para apontar soluções e oportunidades de negócios no mercado. O objetivo é que as cidades promovam ideais como inclusão, aproximação, conectividade, relacionamento e compartilhamento. O conceito aborda, também, a verticalização das cidades, com práticas sustentáveis e encurtando distâncias com soluções inteligentes de transporte, com o carro deixando de ser sonho de consumo; e uma transformação legislativa.

As novas tecnologias vão permitir, ainda, que as pessoas possam trabalhar em casa, além de não precisarem se deslocar para adquirir o básico ou resolverem problemas burocráticos. Também terá o fim de prédios comerciais como conhecemos. Já os prédios residenciais ganharão novos conceitos e funcionalidades.

Assim, os próximos anos serão de transformações nos grandes centros urbanos. O conceito das Smart Cities tem ganhado força em todos os continentes e, em breve, seus benefícios estarão presentes em nossas vidas, apostando na inclusão, em soluções compartilhadas e em serviços públicos eficazes, e a oportunidade de viver em uma sociedade ideal.

FONTE: AECweb



Brazil GRI aborda cenário político e perspectivas para 2019

9 de novembro de 2018 | Por cemara

O segundo e último dia do Brazil GRI 2018 começou com um painel especial com o jornalista William Waack. Ele trouxe a sua perspectiva acerca do cenário político após o período eleitoral, marcado por forte polarização e indefinição, o que gerou instabilidade e incertezas nos mercados, incluindo o imobiliário.

“Estamos em um momento de profunda transformação”, ressaltou Waack ao abrir o segundo dia da 9ª edição do encontro. Entre outros pontos, ele fez uma análise dos recém-nomeados Sérgio Moro (futuro ministro da Justiça) e Onyx Lorenzoni (futuro titular da Casa Civil).

Nesta quarta-feira, o evento foi pautado por discussões sobre o mercado residencial para renda, o segmento de self-storage, o futuro dos shoppings, o que esperar para o ramo de loteamentos em 2019 e um dos principais desafios para a indústria como um todo, os distratos, além de outros importantes assuntos.

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Consolidado evento dos grandes líderes do setor imobiliário, o Brazil GRI reuniu cerca de 300 empresários, investidores e executivos de alto escalão que atuam nesse mercado no País. No total, foram analisadas 22 questões fundamentais para o direcionamento dos planos e estratégias de curto e médio prazos.

Realizado no hotel Grand Hyatt São Paulo, o encontro foi aberto por Christoph Schumacher, líder global da área imobiliária do Credit Suisse Asset Management. Entre outros pontos, ele abordou sua visão a respeito dos diferentes tipos de ativos imobiliários, os impactos da evolução tecnológica sobre o setor e tendências para os próximos anos.

Dados exclusivos

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Ainda no primeiro dia, foram apresentados, em primeira mão, os resultados do Termômetro do GRI Club Real Estate, que ouviu 175 players do setor após a corrida eleitoral. Mais de 82% dos 175 empresários, investidores e altos executivos de companhias do mercado imobiliário atuantes no País ouvidos pelo GRI Club entre 29 de outubro e 1º de novembro dizem nutrir expectativas boas ou excelentes quanto ao novo governo federal, a partir da posse de Jair Bolsonaro.

A pesquisa completa será disponibilizada, em breve, aqui no GRI Hub.

Sobre o Brazil GRI

O Brazil GRI chega à sua nona edição consagrado como o mais prestigiado evento do setor imobiliário em território nacional. As discussões seguem o tradicional formato do GRI, em que todos os presentes têm liberdade para dialogar e compartilhar experiências de igual para igual, podendo escolher se engajar nos assuntos que lhes sejam mais pertinentes.

Neste ano, estiveram presentes Adriano Mantesso (Ivanhoé Cambridge), Brian Finerty (Equity International), Carlos Martins (Kinea Investimentos), Karl Kreppner (Cadillac Fairview Corporation), Marcela Drigo (CPPIB), Marcelo Fedak (Blackstone), Max Lima (HSI), Ruy Kameyama (BR Malls), Ronald A. Rawald (Cerberus Global Investments), Patrick Mendes (AccorHotels) e Roberto Perroni (Brookfield Property Group), entre outros.

Já passaram pelo púlpito do Brazil GRI nomes como Ric Clark, senior managing partner e chairman do Brookfield Property Group e da Brookfield Property Partners; Jon Gray, então head global de Real Estate da Blackstone e hoje presidente da companhia; Sam Zell, chairman da Equity International; Barry Sternlicht, CEO da Starwood Capital; Henrique Meirelles, então presidente do Banco Central; Arminio Fraga, fundador da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central; e Joaquim Levy, diretor-geral e financeiro do Banco Mundial e ex-ministro da Fazenda.

No último ano, para a abertura, foi realizada uma sessão especial sobre a evolução da sociedade e seus potenciais impactos sobre o mercado imobiliário nos próximos anos, com a participação de Dora Kaufman, Nabil Bonduki (ambos da USP), Patricio Fuks (WeWork) e Rossana Pavanelli (FGV). No segundo dia, a agenda teve início com um painel sobre o cenário político nacional para 2018 conduzido por Christopher Garman, managing director do Eurasia Group para as Américas.

Fonte: hub.griclub



São Paulo tem mais de 30 mil lotes em estoque

8 de novembro de 2018 | Por cemara

Especialista e profissionais do segmento dizem que o mercado está favorável ao investimento nesse tipo de produto imobiliário

 

loteamento em Americana

Americana. No interior, mercado de lote prospera. FOTO: CEMARA LOTEAMENTOS

O Estado de São Paulo tem 30,8 mil lotes novos para venda em estoque ante o total de 173,6 mil lançados de janeiro de 2012 a junho de 2018. Os dados são de pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) em parceria com a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (Aelo) e Brain – Bureau de Inteligência Corporativa.

A amostragem tem como base as 55 cidades que mais se destacam no segmento, representando 51% do total de projetos aprovados pelo Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab), de janeiro de 2013 a setembro de 2017.

No loteamento, a área total do terreno é subdividida em terrenos menores, os lotes. Eles devem ser entregues com todos os serviços básicos: rede de água potável, sistema de esgoto, pavimentação, eletrificação e iluminação pública.
“A infraestrutura é subterrânea. Além disso, fazemos todo o paisagismo e a conservação ambiental”, comenta Marcos Dei Santi, sócio-diretor da Cemara Loteamentos.

O presidente da Aelo e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, Caio Portugal, diz que os números do ano passado sugeriam que 2018 seria um ano de recuperação. “Essa projeção, entretanto, acabou não se cumprindo no primeiro semestre, em virtude da instabilidade política e da greve dos caminhoneiros.”

De acordo com o levantamento, no primeiro trimestre de 2017 foram colocados no mercado 7,7 mil novos lotes em 25 loteamentos. No trimestre seguinte, o número caiu para 4 mil unidades em 10 loteamentos. Os números se repetiram nos três meses posteriores. O último período do ano teve aumento: 15,1 mil novos lotes lançados em 35 loteamentos.

Em 2018, porém, o número caiu para 4,5 mil lotes em 13 loteamentos lançados até o final do primeiro trimestre. O índice, no entanto, subiu para 5,6 mil no final do segundo trimestre, com valor global de vendas (VGV) de R$ 641 milhões.

As cidades com maior quantidade de lotes lançados no primeiro semestre deste ano foram: São José dos Campos (2.128), Campinas (1.552), São José do Rio Preto (1.045), Sorocaba (968) e Ribeirão Preto (881). Campinas também se destacou pelo VGV mais alto: R$ 222 milhões.

“Há tendência de diminuição da instabilidade no cenário econômico e é um bom período para avaliar as oportunidades das ofertas de lotes urbanizados”, afirma Portugal.

Professor de Marketing, Estratégia de negócios e Problemas Econômicos da Fundação Getúlio Vargas, Alberto Ajzental concorda. “Quem não quebrou ou perdeu o emprego, é menos provável que perca nos próximos anos, pois agora há um ponto de inflexão para melhor. Se o comprador está estável, é um bom momento para a compra de lote”, diz ele, que também é engenheiro civil e executivo financeiro do mercado imobiliário.

“O que define o preço é sempre a oferta e a demanda. Se a tendência é de o estoque diminuir, o preço tende a se manter ou aumentar”, acrescenta. De acordo com o professor, um lote pode chegar a valer 20% do valor do imóvel. “É um passo menor. Se tenho o sonho de ter um imóvel, o lote é muito mais acessível. É fácil comprar um lote, difícil é construir em cima dele (leia texto abaixo).”

O advogado Daniel Nunes, de 38 anos, adquiriu dois lotes em Piracicaba como forma de investimento. Morador de um apartamento, ele não descarta a possibilidade de, um dia, construir uma casa no local. “Buscamos tranquilidade e segurança. Seria um refúgio.”

Além do investidor, outros perfis de comprador são o que compra para ter uma segunda residência em um local mais afastado, com verde e infraestrutura ao mesmo tempo, e o que vai morar no local.

Liberdade. A artesã Érica Corrêa, de 33 anos, comprou um lote de 390 metros quadrados de área em Itu para morar com os filhos de oito e 12 anos. “Sempre tive o sonho de morar em um lugar com área verde em que as crianças tivessem liberdade para brincar com segurança”, diz. Ela cita a localização tranquila, a infraestrutura de clube e o valor atrativo como motivos que a fizeram optar pela aquisição. “E, principalmente, para ter qualidade de vida melhor.”

Os loteamentos podem ser fechados ou abertos. O aberto é um bairro construído pelo empreendedor, em que não há infraestrutura de controle de acesso, portarias e muros. “É a nossa rua, nosso dia a dia. Quando fazemos um loteamento aberto é como uma extensão das ruas que já existem”, diz Fernando Albuquerque, sócio da Lote 5. Transportes públicos e veículos de visitantes têm acesso livre às ruas do loteamento.

O loteamento fechado, como o próprio nome diz, é mais restritivo. Possui infraestrutura física de controle de acesso, com portarias, muros e alambrados que protegem o perímetro. “Além disso, ele geralmente tem área de lazer e toda a estrutura de um clube”, conta Elias Zitune, diretor da Zitune Empreendimentos Imobiliários.

Neste caso, na implantação do loteamento, é formada uma associação de moradores, que será responsável pela administração do local. “Ela cuida da segurança, limpeza, jardinagem, portaria etc.”, diz Dei Santi. Os membros da associação pagam taxa mensal para a manutenção dos serviços. O loteamento aberto, em contrapartida, não pede contribuição financeira.

Segundo o estudo do Secovi-SP, a área média dos lotes em loteamentos abertos é de 209 m², enquanto nos fechados sobe para 364 m². O preço médio do m² de área privativa nos loteamentos fecha também é maior: R$ 558 ante R$ 415 nos abertos.

Comprador de lote deve arcar com a construção

Comprar um lote pode ser financeiramente mais vantajoso, mas o interessado deve se preparar para ser o responsável pela construção da casa. Isso envolve planejamento financeiro, escolher e se decidir por um projeto, comprar todo o material a ser utilizado, contratar profissionais para a execução da obra e fiscalizar se tudo está saindo de acordo com a previsão.

“Quando se compra uma casa pronta, já se tem acesso ao produto e não é preciso lidar com os percalços do caminho, porém paga-se mais caro. Quando você compra um lote e constrói, assume uma parte do ônus do processo de construção do dia a dia. Paga menos pela obra, mas se envolve mais”, afirma o professor o professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie Valter Caldana.

De acordo com ele, a construção de uma casa pode demorar 18 meses para ser concluída. “O profissional, arquiteto ou engenheiro, se certificará de que as qualidades imaginadas em conjunto com o cliente durante a fase de projeto sejam cumpridas”, ressalta. Caldana diz que as questões envolvendo gerenciamento, como prazo de entrega e controle do fluxo de uso dos materiais, são as que mais causam problemas e atrasos no processo de construção.

Apesar dos possíveis contratempos, o professor também cita vantagens. “Existe a certeza da qualidade dos materiais empregados, há mais segurança na manutenção futura e a certeza de ter um imóvel que se encaixe em suas necessidades, seu modo de vida e no seu orçamento, que será absolutamente respeitado. Portanto, você vai extrair mais por cada real investido.”

Um segundo ponto importante a se observar na compra de um lote diz respeito a verificar se o loteamento não é clandestino. “A primeira diferença escancarada e que o consumidor pode identificar é a falta da documentação regular. Outro sinal claro de que se trata de um lote clandestino é o preço de venda. Nesse sentido, como em qualquer compra, o consumidor deve pesquisar e desconfiar se o valor está muito abaixo do mercado”, diz o presidente da Aelo, Caio Portugal.

Esses loteamentos não cumprem os requisitos estabelecidos pela Prefeitura, como implantação de escoamento de águas da chuva, iluminação pública, tratamento de esgoto, abastecimento de água potável e eletricidade e iluminação pública. Além de enfrentar problemas de estrutura, o adquirente fica sujeito até a perder o lote, já que qualquer contrato de compra perde a sua validade quando seu objeto for ilícito.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/blogs/radar-imobiliario/sao-paulo-tem-mais-de-30-mil-lotes-em-estoque/

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Municípios médios podem superar mais rápido a crise

7 de dezembro de 2017 | Por cemara

O Índice de Cidades Empreendedoras (ICE 2017), elaborado pela Endeavor, aponta que a saída da crise econômica começa pelo interior. Os dados mostram alta capacidade de reação dos municípios de médio porte, cujo papel deve ser fundamental na retomada. Um dos exemplos é Sorocaba (SP), líder no ranking de mercado.

Uma das principais economias municipais, quando analisado o Produto Interno Bruto (PIB), Sorocaba registrou crescimento de 5,18% no PIB entre 2012 e 2014. No mesmo período, a média brasileira ficou em 2,25%. O município apresenta ainda bom PIB per capita (R$ 51,26 mil em comparação a R$ 37,16 mil de média nacional, segundo o IBGE) e considerável volume de compras públicas – indicadores da potência do mercado consumidor.

Outro destaque vem de Blumenau (SC), com crescimento de 7,75% do PIB no período. A base de empresas exportadoras residentes no município dá musculatura à economia local. A lista inclui ainda São José dos Campos (SP), Campinas (SP) e Joinville (SC). “Notamos um processo de descentralização e interiorização da economia, o que é bom para o país”, destaca Marcello Baird, gerente de mobilização da Endeavor em São Paulo e professor de relações governamentais em cursos da Fundação Getulio Vargas (FGV) e na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Segundo ele, o fortalecimento da economia em cidades do interior e até mesmo em capitais de menor porte traz robustez para o ambiente de negócios no Brasil. “No interior há excelentes centros de formação de mão de obra, boa infraestrutura e qualidade de vida. Fatores que atraem os empreendedores”, destaca. A fixação de companhias no interior também é reflexo, lembra Baird, da mudança da vocação econômica dos grandes centros. São Paulo, por exemplo, avança em segmentos como a economia criativa. “A atividade industrial na capital paulista tornou-se custosa, incentivando a migração das fábricas”, exemplifica.

Polos de tecnologia – como os de Florianópolis (SC), Campinas (SP) e São José dos Campos (SP) – são berços para empresas da nova economia e oferecem uma combinação poderosa na atração de empreendimentos: mão de obra qualificada e custo de vida mais baixo. “Também estão próximas da capital paulista, o que facilita acesso ao mercado financeiro”, adiciona Baird. Segundo o especialista, ainda é preciso fortalecer o acesso ao capital no interior para ampliar o dinamismo das cidades.

Já o Nordeste, explica Pedro Almeida, o coordenador da Endeavor na região, tem trabalhado para eliminar a burocracia. A meta é promover o nascimento de companhias e reduzir a informalidade. “É preciso criar condições para o empreendedor atuar nas cidades nordestinas, que apresentam inúmeras oportunidades”, diz.

Segundo o ICE 2017, dentre as dez cidades mais bem colocadas no quesito tempo de processos, seis são capitais da região Nordeste. O indicador considera o tempo gasto na abertura de empresas e na regularização de imóveis, além da taxa de congestionamento de tribunais. Aracaju (SE) manteve a primeira posição da lista, seguida por Fortaleza, que ficou com a 32ª posição no ano passado. “Foi grande a evolução da capital cearense”, reforça Almeida. Natal, também subiu no ranking de tempo de processos, passando de 14ª para quinta colocada.

Entre as demandas para atrair mais empreendedores, Almeida aponta o desenho de políticas públicas capazes de garantir a continuidade e a sustentabilidade dos negócios na região. Na última década, o Nordeste foi destino para importantes investimentos em infraestrutura, o que promoveu polos econômicos como Recife (PE), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). Além de cidades interioranas como Campina Grande (PB), Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), estas duas últimas no Vale do Rio São Francisco. “Os investimentos em infraestrutura melhoram o escoamento da produção, demonstrando que atuar no Nordeste é uma boa opção”, afirma.

Fonte: Valor Econômico



Energia solar é alternativa econômica e sustentável para quem está construindo

16 de novembro de 2017 | Por cemara

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A CPFL Energia lançou a Envo, empresa voltada para a atuação no mercado de geração distribuída solar para clientes residenciais e comércios de pequeno porte.

Investir em um projeto de geração solar para residência ou para o pequeno comércio é uma das alternativas energéticas mais promissoras para enfrentar os desafios do setor elétrico nos próximos anos. Uma ótima opção para quem tem projetos para construir sua casa própria. Ainda mais no Brasil, onde os índices de insolação são maiores do que outros países.

Pensando nisso, a CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, anunciou neste ano, a criação de uma nova empresa, a Envo, que significa “Energia para você”, voltada para a atuação no mercado de geração distribuída solar para clientes residenciais e comércios de pequeno porte.

“A geração e distribuição de energia solar é um dos mercados mais promissores do setor elétrico brasileiro e a aposta neste segmento está em linha com os esforços do Grupo CPFL em desenvolver novos negócios voltados para a economia de baixo carbono, como investimentos em energia renovável, eficiência energética e a digitalização da rede elétrica, além das pesquisas na área de mobilidade elétrica e armazenamento”, disse o presidente da CPFL Energia, Andre Dorf.

Com a Envo, a CPFL Energia amplia o porfólio de produtos e serviços energéticos oferecidos aos consumidores e consolida uma nova etapa no relacionamento do Grupo com este novo consumidor cada vez mais consciente e exigente. O foco inicial de atuação da Envo será nos municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Com isso, o ser- viço estará disponível para Jundiaí, Sorocaba, Vinhedo, Hortolândia, Indaiatuba, Valinhos, Paulínia, Americana, Itatiba, Jaguariúna, Piracicaba, Sumaré e Pedreira, além de Campinas e outras regiões.

Economia

Com a energia solar, o consumidor passa a produzir a sua própria energia, e reduz em até 95% o valor da conta de luz. Quando o consumo é menor do que o volume gerado, a diferença se torna um crédito que é usado para reduzir a fatura da conta de energia elétrica, que ainda é necessária para atender ao consumidor na falta de energia solar.

Além da economia para o bolso do cliente, a geração solar também contribui para o meio ambiente, por ser uma energia limpa e renovável, reduzindo a demanda pela ener- gia das fontes mais caras e poluentes. Os outros benefícios da geração distribuída são: aumento da segurança energética, redução das perdas de energia e diminuição do custo global de operação do sistema.

O modelo de negócio prevê que a companhia seja responsável por todas as etapas de um projeto para o cliente. A Envo atuará desde a concepção técnica (avaliando itens como consumo de energia, condições estruturais do imóvel, níveis de irradiação solar e de som- breamento no local), passando pela revenda e instalação da solução completa, até a homo- logação do consumidor junto à distribuidora, intermediando, ainda, o processo de instalação do medidor digital.

Clientes interessados em desenvolver um projeto de geração distribuída solar têm à disposição um simulador no site da Envo (www.envo.com.br), que – a partir da inserção das informações do consumo mensal de energia e do local do imóvel – sugere uma referência de projeto para a unidade consumidora.

A simulação aponta o tamanho do projeto, a quantidade de placas solares, a área mínima necessária para colocação dos painéis, a produção de energia em 12 meses e o investimento total.



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Certificados e Prêmios



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