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Como valorizar o imóvel antes de vender

25 de fevereiro de 2013 | Por admin

Por Bruna Bessi,

Fazer reformas básicas é tão importante quanto caprichar na decoração dos ambientes. Confira outras dicas.

Deixar a casa em ordem na hora de vender deve ser uma das preocupações de quem quer fazer um bom negócio. Algumas reformas, como substituir telhas e vidros quebrados são básicas e devem ser realizadas o quanto antes para valorizar a venda. Além disso, mudanças simples e uma decoração caprichada também podem fazer diferença . “O importante é mostrar o potencial do imóvel. Deixe a casa arrumada e elimine móveis que prejudiquem a circulação. Enfeites e itens muito personalizados afastam o interesse e dificultam o entendimento da estrutura do local”, afirma Cristina Barbara, designer de interiores.

 
Deixe a pia da cozinha arrumada, se estiver morando no imóvel, e aposte em plantas na decoração.

A valorização do imóvel ainda pode ser conseguida na identificação dos pontos de destaque dos ambientes. Uma sala de estar com janelas amplas ou uma bonita varanda gourmet têm potencial para chamar a atenção dos compradores e, por isso, devem ser exploradas durante a visita. Caprichar na arrumação do ambiente também é fundamental. Itens como obras de arte, plantas e flores ressaltam a beleza do local e causam boa impressão.

“Vale a pena investir em aromatizadores que tragam frescor, nada muito forte, talvez algo como lavanda. Flores são ótimas , mas cuidado com buquês, por serem extremamente pessoais”, afirma Marília Mendes Castilho, arquiteta. “Além disso, a hora da visita deve ser um momento separado da rotina da casa. Evite deixar comida no fogo para não transmitir a ideia de que o comprador está atrapalhando.”

Tantos detalhes acabam transformando a venda do imóvel em uma verdadeira maratona e nem sempre o resultado é positivo. Para facilitar o processo, o empresário Wanderley Revert montou neste ano a Revert Realce Imobiliário – uma empresa especializada na preparação de imóveis para venda. As alterações mais comuns feitas pelos profissionais são: despersonalizar os ambientes (retirando fotos de família e outros itens pessoais), eliminar móveis que diminuam o espaço e organizar o local. O preço da consultoria varia entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, já o da decoração chega a 5% do valor final do imóvel.

“Aqui no Brasil ainda não existe uma ideia muito clara da importância de se preparar a casa antes de colocar o anúncio de venda. É preciso entender o imóvel como um produto e encantar o comprador durante a visita”, afirma Revert. “Pesquisas já mostraram o impacto dos primeiros trinta segundos na venda. Logo, se os compradores não gostarem do que virem na chegada, só se lembrarão dos pontos negativos.”

A preocupação com o aspecto final da casa assemelha-se à importância dos decorados para acompra de um imóvel . Com o objetivo de encantar o visitante, os espaços decorados assumem o papel de trazer vida aos projetos. A Marques Construtora buscou no showroom a possibilidade de vender melhor seus empreendimentos. A empresa montou no bairro Vila Andrade, zona Sul de São Paulo, um local com várias decorações juntas. “Na hora de criar os espaços, buscamos identificar o perfil dos compradores, sempre considerando limites e evitando itens pessoais. Cores fortes limitam gostos e, por isso, o ideal é escolher tons neutros”, diz Marília Mendes Castilho, arquiteta.

Tudo arrumado

Apostar somente na decoração da casa, entretanto, não é garantia de venda. O comprador sentirá mais interesse quando a estrutura do imóvel também estiver em ordem. Por isso, nada de telhas quebradas, ladrilhos soltos, rachaduras na parede ou falta de pintura. Revise ainda os sistemas hidráulico e elétrico para evitar problemas futuros. “Não entregue a casa com portas e janelas emperradas, fechaduras defeituosas, torneiras pingando ou válvulas de descarga vazando. Tudo isso atrapalha e desvaloriza o imóvel”, diz Luis Antonio Amaral, proprietário da empresa Manutenção de Sua Casa. “O custo de uma revisão geral varia entre R$ 1 mil a R$ 2 mil e deve ser pensada, no mínimo, um mês antes do início do processo de venda.”

Fonte: Delas IG



Banheiro com banheira cabe em qualquer estilo e metragem

23 de fevereiro de 2013 | Por admin

Banheira em suíte com piso de madeira

Divulgação

Esta banheira de estilo  vitoriano é a peça responsável por integrar banheiro e quarto nesta suíte. O espaço foi projeto pela arquiteta Marize Guiotto para um casal que queria uma suíte impactante e surpreendente. As banheiras vitorianas têm design retrô, já que elas são inspiradas no estilo que marcou a Inglaterra durante o reinado da rainha Vitória, no século 19.

Suíte com paredes pretas e banheira retrô

Divulgação

Para este projeto, a arquiteta usou o modelo Hampshire, da Doka Bath Works. As linhas curvas e o desenho elegante fazem da banheira uma peça de decoração e permitem que a transição entre os dois espaços ganhe leveza. Outra característica das banheiras vitorianas é que elas têm pezinhos e são móveis, ou seja, não precisam de alvenaria ou outras formas de fixação.   Nesta suíte, o preto que reveste as paredes e o vidro do home theater completa o estilo marcante do ambiente.

 Banheira de alvenaria para pequenos espaços

Este banheiro tem 3,53 m² de área e a saída encontrada para dar um ar mais sofisticado para o espaço reduzido foi a construção de uma banheira diretamente na parede. Toda a estrutura é de alvenaria, a entrada de água é feita pelo chuveiro e a saída por um ralo comum de escoamento.

Segundo a arquiteta responsável pelo projeto, Adriana Victorelli, da Neo Arq Arquitetura, a vantagem deste tipo de banheira é sua apresentação estética e o tamanho, que pode ser adaptado a qualquer espaço. “A vedação precisa ser muito bem feita e a anatomia não é tão boa quanto a das outras banheiras”, adverte Adriana.

Banheira redonda com hidromassagem

Divulgação

O modelos spa são banheiras para mais de duas pessoas que podem ser equipadas com diversos aparatos tecnológicos como cromoterapia, entradas USB, aúdio e vídeo, por exemplo. Neste projeto, a banheira conta com hidromassagem e ocupa 4,55 m² dos 11 m² de área do banheiro. O espaço foi elaborado pela empresa Candusso Arquitetos e pela decorada Jóia Bergamo para o empreendimento Scena Santana da Gafisa.

Para a instalação, foi preciso um ponto de eletricidade para ligar o motor, um ponto de água para abastecer a banheira e um ponto de escoamento para o esgoto. Também não foi preciso assentar a banheira em alvenaria.  Este modelo, Vena, da Pretty Jet, pode ser colocado diretamente sobre o piso e possui pés para regular a altura quando necessário.

Banheiro com banheira preta e bancada amarela

Divulgação

A arquiteta Cíntia Aguiar, que projetou este ambiente, o define como uma sala de banho  e não simplesmente um banheiro. A ideia era criar um local confortável e intimista para os moradores, por isso, além da banheira, o ambiente conta com cromoterapia e uma TV de plasma.

Ao todo, são 10 m² de área. A banheira é do tipo de imersão e freestanding, ou seja, pode ou não funcionar com sistema de aquecimento e é móvel. A cor preta e o design em forma de trapézio tornam o modelo, Ravello, da Doka Bath Works, bem diferente das banheiras tradicionais e deixam a sala de banho com estilo mais contemporâneo.

Banheiro com banheira e piso de mandeira

Divulgação

Este banheiro integra a casa de campo de um executivo, projetada pelo arquiteto Maurício Queiróz. “O banheiro foi desenvolvido com base no perfil do cliente, um executivo que precisa relaxar na casa de campo, sem perder a praticidade e as linhas retas e firmes do dia a dia. Precisava de um lugar contemporâneo, sem deixar de lado o aconchego que uma casa de campo tem que ter”, comenta o arquiteto.

A banheira, modelo Ciprea, da Jacuzzi, foi escolhida pelas suas dimensões generosas, são 66 cm de profundidade, e itens de conforto, como hidromassagem, aquecedor, cascata, apoio de cabeça e ducha. Para a instalação, o segredo foi acertar o tamanho exato do nicho onde a banheira fica fixada.

Banheira redonda em banheiro branco

Divulgação

A banheira redonda com hidromassagem foi mantida no espaço após a reforma conduzida pela arquitetas Andrea Teixeira e Fernanda Negrelli. O banheiro tem 6m² e a banheira economizou espaço e gerou conforto, na opinião das arquitetas. Assentada em alvenaria e com acabamento em mármore, o ponto principal deste tipo de instalação é garantir uma boa impermeabilização.

Para Andrea e Fernanda, embora mais confortáveis, a desvantagem dos modelos redondos é na hora de fazer o acabamento. “O acabamento do mármore redondo foi muito difícil fazer, as quadradas são mais fáceis de trabalhar”, argumentam.

Fonte: BBEL



Economize na reforma. Saiba como!

22 de fevereiro de 2013 | Por admin

Limitar o uso de azulejos à parte de baixo da parede e reduzir as opções de revestimento são saídas simples para mudar o visual da casa sem extrapolar o orçamento.

Conciliar os custos de uma reforma com o orçamento doméstico é um grande dilema. E, quase sempre, o projeto inicial precisa ser revisto. Algumas medidas simples, entretanto, ajudam a tornar a obra mais barata, prevenindo instabilidades financeiras. “Com um projeto bem elaborado é possível descobrir, por exemplo, que, mesmo havendo a necessidade de se rebaixar o forro, os spots ficam mais baratos do que os lustres”, afirma Andréa Parreira, arquiteta. Reduzir as opções de revestimentos e evitar a instalação de peças de cerâmica e porcelanato na diagonal são outras dicas que ajudam a ter menos sobras e, consequentemente, a poupar.

Saiba mais: Quanto custa uma reforma

Usar pastilhas somente em áreas molhadas (e pintar o resto do ambiente) diminui os gastos

Decidir apostar em revestimentos simples e básicos não significa perder o glamour da mudança . A ideia é investir em modelos diferentes (e mais caros) apenas quando se tratar dos detalhes. Uma alternativa para economizar na cozinha é usar pastilhas somente nas áreas entre armários, e não na parede toda, além de sempre instalar os móveis primeiro. Outra saída na redução de custos é revestir apenas áreas molhadas e que precisem ser limpas com frequência – espaços com chuveiro, fogões, pias etc. O restante dos ambientes pode receber tintas adaptadas à umidade como acabamento final.

“A escolha da pintura é ainda uma alternativa interessante para o caso de mudanças na estética de azulejos. Pintar as peças significa reduzir tempo, material, mão-de-obra e gastos”, afirma Andreza Baroni, arquiteta.

A recuperação de pisos é outro caminho que funciona quando o assunto é economia. Modelos antigos em madeira ficam novos com técnicas de raspagens e, os de linha pronta, ainda têm a vantagem de poderem ser substituídos. Até mesmo o inconveniente das manchas apresenta fácil solução. No geral, a mancha afeta somente a camada de verniz e, por isso, a saída é lixar o local e aplicar uma nova resina (tendo como desvantagem uma possível diferença de cor entre as peças).

Opacidade e marcas de arranhões também conseguem ser remediadas . A restauração do brilho em peças cerâmicas inclui revitalizar a textura por meio de resinas ou ceras, cujos gastos somam R$ 3 por m², ou aplicações de polimentos (algo definitivo que custa R$ 30 o m²). Arranhões em porcelanatos, mármores e granitos são resolvidos com a ajuda de polidores químicos ou procedimentos especializados – quando o risco for sensível ao toque.

Pisos muito escorregadios podem ser remediados com a aplicação de produtos antiderrapantes

Outro aspecto que pode impulsionar a troca do piso é a constatação de que o modelo é muito escorregadio. “Mas a aplicação de determinados produtos líquidos, vendidos a R$ 7 o m², têm a capacidade de tornar os revestimentos antiderrapantes, exceto os sintéticos e em madeira”, diz Rodrigo Barone, diretor da Pisoclean.

O planejamento da obra deve abranger também aspectos hidráulicos e elétricos. É recomendável agrupar ambientes de áreas molhadas (como banheiro e lavanderia) para economizar caminhos de tubulação. Pensar na infraestrutura de equipamentos eletrônicos, antes de fazer o acabamento do ambiente, é outro ponto decisivo. “Pintar a parede e depois ter de ‘rasgá-la’ para incluir conduítes é algo que representará gastos. O mesmo problema acontecerá quando existir a necessidade de instalar tomadas, após o término do projeto”, diz Ana Donadio, arquiteta.

Na decoração, uma ideia na hora de baratear a obra é aproveitar a estética rústica e abusar de tijolos aparentes ou acabamentos em concreto. Além disso, reformas básicas são estratégicas neste momento. Armários podem ser revestidos por fórmica somente no lado externo, móveis reformados, peças de dupla função (pufes que viram mesa de centro) incluídas nos ambientes, assim como adesivos, que irão ressaltar os detalhes decorativos dos ambientes.

Fonte: Delas IG



Dicas úteis sobre economia doméstica

19 de fevereiro de 2013 | Por admin

E para que não hajam gastos desnecessários, aí vão algumas dicas de simples aplicação, que todos podem incorporar em seu dia a dia.

Defina prioridades: é a compra do carro, o financiamento da casa própria, o plano de seguro médico e odontológico…. o colégio, a faculdade, a mesada, o plano de previdência privada, a viagem para o exterior, o intercâmbio… quem dera fosse possível atender a todos os nossos desejos e o de nossas famílias, não é mesmo? Mas, na maioria dos casos, isso não é possível. E para não se embaralhar em meio a tantas demandas orçamentárias, é fundamental definir as prioridades de gastos para cada momento, o que pode esperar e o que tem de ser agora. Caso contrário, vai todo o dinheiro pelos ares.

Evite excessos e desperdícios: planejar as compras antes de realiza-las pode resultar em uma bela economia aos nossos bolsos. Não é difícil: faça uma lista com tudo o que precisa, evitando exageros. Dessa maneira evita-se comprar produtos que ainda não haviam sido consumidos. O ideal, se possível, é substituir a compra do mês por compras semanais. Hábito que o brasileiro perdeu durante os anos de recessão, quando a inflação alta não deixava outra opção se não comprar tudo de uma vez logo após o dia do pagamento.

Compartilhe responsabilidades com a família (inclusive filhos): é muito difícil administrar a pressão familiar pelo provimento de bens e serviços, sobretudo quando há apenas a um membro provedor. Uma maneira de relativizar a pressão é compartilhar a responsabilidade, envolvendo todos membros, inclusive os filhos, nas decisões de compras do lar. É uma forma de educação financeira.

Faça pesquisa de preços: bem, este item dispensa comentários. A probabilidade de se fazer um mal negócio ao comprar produtos sem pesquisa prévia de preços é gigantesca. E olha que a redução de preços, em muitos casos, é significativa. A internet, nesse sentido, tem sido uma parceira e tanto dos consumidores, através de sites especializados em cotação de preços (mecanismos que varrem a web e listam as principais ofertas de determinado produto). Até o setor público já entrou na onda, por meio das plataformas eletrônicas e compras.

Não faça supermercado com fome: experimente ir ao supermercado depois de ter malhado por duas horas na academia: o carrinho vai chegar ao caixa com o dobro de produtos do que o usual. Com fome, compramos pelo instinto de sacia-la, levando produtos que não são necessários. Se possível, evite.

Fonte: Empresas e Finanças



Multas: aprenda a lidar com elas

18 de fevereiro de 2013 | Por admin

Basta ter um momento de descuido, pressa, ansiedade com radar eletrônico, usar o carro no dia do rodízio, entre outros. Pronto! O cenário, por mais simples que seja, já é o suficiente para acarretar uma multa.

Um peso na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e também no bolso. De acordo com o artigo 258 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as infrações punidas com multa classificam-se em:

– Natureza gravíssima (7 pontos): R$ 191,54
– Natureza grave (5 pontos): R$ 127,69
– Natureza média (4 pontos): R$ 85,13
– Natureza leve (3 pontos): R$ 53,20

Lembrando que, para algumas infrações, o CTB ainda prevê a multiplicação do valor cobrado pela multa em três ou cinco vezes. Ou seja: um pagamento que podedesequilibrar mesmo o mais organizado dos bolsos.

CNH limpa o ano todo

Para evitar esse tipo de susto, a primeira atitude é prestar atenção no seucomportamento que tem quando está no trânsito.

Com atenção às outras pessoas que transitam nas vias, várias situações podem ser evitadas. Além disso, manter a documentação e a manutenção do carro ou motocicletaem dia pode ajudar muito em um dia a dia mais pacífico e seguro para todos.

Agindo com consciência no dia a dia, você evita acidentes, sustos de radares eletrônicose multas desnecessárias.


Essas foram as infrações mais frequentes em 2011, autuadas pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito) em todo o Estado de São Paulo (sem segmentação por município):
Leve (R$ 53,20)
– Conduzir veículo sem documentos de porte obrigatório

Média (R$ 85,13)
– Dirigir com fones de ouvido ou celular

Grave (R$ 127,69)
– Não registrar veículo no prazo (trinta dias)
– Veículo sem registro/licenciamento
– Não usar cinto de segurança
– Veículo sem equipamento obrigatório
– Veículo em mau estado de conservação

Grave 3x (R$ 374,07)
– Dirigir sem possuir CNH ou permissão para dirigir

Gravíssima (R$ 191,54)
– Não usar capacete de segurança
– Dirigir com CNH vencida há mais de trinta dias

Lembrando que o Detran é um órgão executivo de trânsito estadual responsável pelas autuações aplicadas apenas pela Polícia Militar, que geralmente dependem de abordagem. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) existem infrações cuja competência de autuação cabe aos órgãos estaduais e, outras, apenas aos órgãos municipais.

Multou? Hora de pagar

Caso você tenha sido multado, a Notificação de Autuação (o documento explica quando você foi multado e porquê) deve chegar à sua casa em até trinta dias após a infração.

Ao recebê-la, você tem o prazo que consta no documento para fazer alguns procedimentos (se necessário), como indicar o condutor infrator na hora da multa ou fazer a Defesa Prévia (contestando algum erro formal, como marca/cor do veículo, descrição da placa, local da infração, etc.).

Depois disso, você irá receber a Notificação de Imposição de Penalidade, geralmente umboleto bancário. No caso de multas emitidas pelo Detran do Estado de São Paulo, se forem pagas até a data vencimento prevista na notificação o cidadão pode receberdescontos de até 80%.

Como não é possível parcelar uma multa, programe o seu orçamento para que esse gasto extra caiba sem prejudicar os outros pagamentos.

Licenciamento e Multas

Para conseguir licenciar um carro, é necessário que se pague todas as multasrelacionadas a ele. Caso você não saiba se há alguma pendência nesse sentido em relação ao seu carro, basta consultar a situação no site do DETRAN da sua região usando a placa e o número do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores, presente no documento) do seu carro.

 

Em São Paulo existe o Controlar, uma inspeção ambiental que visa controlar a emissão de gases poluentes liberados pelos escapamentos dos veículos. É obrigatório para todos os carros do município e, portanto, passível de multa. Por isso, é importante ficar atento aos prazos para cada final de placa e agendar a inspeção, que pode ser feita no próprio site do programa. Informe-se!

 
CNH suspensa

Quando se acumula multas dentro de um período de 12 meses, totalizando vinte pontosou mais, a CNH pode ser suspensa. O tempo de suspensão do condutor varia de acordo com a gravidade das infrações e pode variar de um até 12 meses. Além disso, também é preciso fazer um curso de reciclagem de 30 horas para poder voltar a dirigir.
Serviço
Controlar | http://www.controlar.com.br
Detran São Paulo | http://www.detran.sp.gov.br

Fonte: Meu Bolso em Dia



Horário de verão termina à 0h de domingo, 17

16 de fevereiro de 2013 | Por admin

No Sul, Sudeste e Centro-Oeste, relógio deve ser atrasado em uma hora. Medida é adotada desde 1931 para economizar energia elétrica.

O horário de verão termina à 0h de domingo (17). Com isso, no início da madrugada de sábado (16) para domingo, moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, além de Distrito Federal e de Tocantins, terão de atrasar em uma hora os seus relógios.

Horário de verão chega ao fim (Foto: Reprodução Globo News)

Horário de verão chega ao fim à 0h de domingo
(Foto: Reprodução Globo News)

Segundo o Observatório Nacional, o horário de verão, que começou em 21 de outubro de 2012,  teve 88 dias. De acordo com o decreto 7.826, os estados que o adotaram foram Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná,São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo,Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e  Distrito Federal.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ainda trabalha no fechamento dos dados sobre quanto o país economizou, tanto em reais quanto em megawatts (MW), durante o período.

O horário de verão foi criado em 1º de outubro de 1931, com o decreto 20.466. Desde  2008, o horário de verão se inicia no terceiro domingo de outubro e vai até o terceiro domingo de fevereiro.

Segundo a determinação, quando houver coincidência entre o domingo de carnaval e o término da medida, o encerramento se dará no domingo seguinte.

O objetivo do horário de verão é aproveitar os dias mais longos do verão, com mais tempo de luz solar, para economizar energia.

Fonte: Globo 



Aprenda a usar o vermelho na decoração

15 de fevereiro de 2013 | Por admin

Use com moderação

Sala de estar decorada por Jóia Bergamo

Martin Szmick

A simbologia e o impacto visual  do vermelho levam muitos arquitetos a abusar da cor como conceito em mostras de decoração e, quando é do desejo do cliente, aplicá-la em projetos residenciais. Mas, assim como no vestuário, nada em excesso cai bem. O tom vibrante deve ser usado na medida certa para que chame a atenção sem perturbar os sentidos de quem está no ambiente.

A arquiteta Jóia Bergamo declara o gosto pelo vermelho, principalmente por significar prosperidade e exercer a função de “esquentar” o espaço. Contudo, coloca algumas restrições. “Sempre uso no social, para dar um toque diferente e sofisticado. Já no quarto e banheiro não gosto de usar, a não ser no lavabo, onde as pessoas não ficam muito tempo”, comenta.

O arquiteto Fabrício Forg também prefere o vermelho nas áreas sociais, em que as atividades não requerem muita concentração e as pessoas não ficam olhando para a cor por muito tempo. “Para quartos e banheiros, é melhor utilizar em detalhesdecorativos menores”.

Martin Szmick

Quanto à harmonização da cor com outras igualmente vibrantes como o amarelo, Bergamo é taxativa: “Nunca, só uso o vermelho quando o ambiente é monocromático para o branco, cru ou preto”. Um exemplo disso está na sala de estar acima assinada pela arquiteta que contrapôs a monotonia do ambiente com um sofá vermelho. “O vermelho nunca deve ser puro, deve puxar para o cereja ou tomate e ser usado com muito discernimento e cuidado”, acrescenta.

Embora considere que é mais fácil combinar o vermelho com cores neutras, Forg admite mesclas cromáticas. “Outras cores podem sim conviver bem com o vermelho, como o azul e o amarelo, tendo cuidado com os tons, é claro. O problema é que acertar esses pontos nem sempre é uma tarefa tão fácil, por isso aconselho para decorações mais vibrantes a consultoria de um especialista em cor”, recomenda.

Vermelho na sala, cozinha e biblioteca

Vermelho na sala de estar

Simone Goltcher Arquitetura

A arquiteta Simone Goltcher adotou a mesma linha de Bergamo, inserindo a cor em um ambiente neutro. Pinceladas de vermelho são dadas com almofadas e objetos de decoração.

A união de vermelho e branco foi a aposta da arquiteta Adriana Fontana para acozinha do apartamento na imagem acima. O piso com listras de pastilhas vermelhas alongou o espaço e combinou com as portas vermelhas do armário.

Biblioteca

Fabrício Forg diz que a cor pode fazer parte de uma decoração temática, logo o uso do vermelho deve acompanhar elementos da mesma linguagem, como temas chineses e étnicos, caso do projeto ilustrado na imagem acima. A biblioteca de uma residência decorada por Forg foi inspirada no continente africano, em que as pitadas de vermelho ornam com as estampas de animais.

Fonte: BBEL



Gaste 5 minutos por dia para organizar a casa

14 de fevereiro de 2013 | Por admin

Mulher arrumando a cama

Shutterstock/Diego Cervo

Para você que não gosta nem um pouco de passar horas e horas arrumando elimpando a casa, e mesmo contanto com ajuda de uma diarista gosta de manter a casa com aquele aspecto organizado, o Portal Bbel reuniu uma série de dicas de tarefas que podem ser inseridas em sua rotina diária e não levam mais do que cinco minutos para serem feitas.

Arrume a cama ao levantar

Essa é clássica! Não ocupa nem cinco minutos e deixa o quarto com um aspecto muito mais organizado. “Acostume-se a arrumar a cama logo quando levantar. Uma cama limpa e bem arrumada deixa o quarto muito mais bonito  e confortável, depois é só chegar em casa e se jogar”, comenta Rafaela Oliveira, organizadoraprofissional.

Quarto bagunçado

Shutterstock/art&design

Coloque as roupas no lugar certo ao se despir

Mais uma tarefa que pode ser feita em cinco minutinhos. Depois de trocar de roupa ao chegar em casa, dobre e guarde no lugar certo as peças que forem voltar ao guarda-roupa e coloque direto no cesto de roupa suja aquelas que precisam ser lavadas. Aliás, dentro do cesto, e não em cima. Muito melhor do que acordar nofim de semana e ter uma pilha de roupa na poltrona para arrumar ou chegar em casa e descobrir que aquela blusa que você experimentou, mas não usou, acabou indo para a lavadora só porque estava fora do lugar.

Lave o vaso sanitário rapidamente enquanto escova os dentes

Você também pode aproveitar o tempo que gasta no banheiro pela manhã para limpar o vaso sanitário e evitar que o banheiro fique espalhando odores desagradáveis de urina para o resto da casa. Lucimeire Fonseca explica que basta aplicar o produto de limpeza e deixar de molho enquanto você escova os dentes ou toma banho, e depois enxaguar. Isso também vale para a pia e para o espelho do banheiro, que podem ser limpos depois de você escovar os dentes ou pentearos cabelos.

Antes de sair do banheiro

E antes de sair do banheiro, abra as janelas e guarde os recipientes de xampus e tudo o que você usou no lugar. E ao sair já pendure no varal as tolhas que precisarem secar.

Mulher carregando caixa verde

Shutterstock/April Cat

Recolha a bagunça em uma caixa

Tenha uma caixa ou um cesto organizador posicionado de forma estratégica em casa ou em cada ambiente da residência. Seja pela manhã ou à noite, adote o hábito de passar recolhendo todos os objetos que foram sendo deixados fora do lugar ao longo do dia. Quando a caixa estiver cheia, o que pode demorar alguns dias dependendo do perfil de sua casa e de sua família, coloque os objetos no lugar correto.

Vá arrumando os espaços enquanto passa por eles

“Aproveite enquanto estiver passando de um cômodo para o outro e coloque alguma coisa em ordem: recolha jornais velhos, endireite os quadros, feche portas do armário e gavetas, recolha e lave as louças que encontrar”, ensina Rafaela Oliveira.

Mulher lavando louça

Shutterstock/ Andrea Michele Piacquadio

Ao recolher a louça, arrume a mesa

Depois da refeição, recolha a louça, coloque na pia, retire a toalha ou os lugares americanos e guarde no lugar. Além disso, aproveite para passar um pano na mesa se for necessário e colocar de volta a toalha e itens decorativos que fiquem sobre a mesa.

Coloque no lugar depois de usar

Da mesma forma, se você terminou de ver um filme com a família na sala, devolva travesseiros e cobertores ao armário, recolha e lave a louça que foi usada, ponha controles remotos e almofadas no lugar. “A melhor forma de manter a organização é executar hoje as tarefas de hoje“, argumenta Rafaela Oliveira.

Lave a louça

Diariamente. “Isso pode parecer básico, mas muita gente deixa juntar a louça de vários dias para então lavar e isso dá a impressão de uma casa bem suja”, observa Lucimeire Fonseca.

Fonte: BBEL



Ideias para deixar a casa linda com objetos e materiais reciclados

13 de fevereiro de 2013 | Por admin

Por Bruna Bessi,

Sair do óbvio é essencial na hora de personalizar móveis e deixar os ambientes do seu jeito.

Mudar o visual da casa não significa necessariamente comprar tudo novo. Quando a proposta é economizar, nada melhor do que investir em soluções viáveis e aproveitar o que já tem em casa. O que muita gente imagina ser loucura – como transformar escadas em estantes – pode dar certo e ainda resultar em uma decoração sustentável. “A ideia é fugir do óbvio e trazer novidade para coisas que já possuímos. O reaproveitamento de materiais e a bricolagem (o popular ‘faça você mesmo’) permitem que a reforma se torne mais acessível”, diz Gustavo Calazans, arquiteto.

E o uso de móveis improvisados não está restrito somente a soluções alternativas. Reaproveitar está na moda e peças artesanais ganham cada vez mais reconhecimento nas mostras de decoração. “Ao improvisar existe a possibilidade de diminuir o consumo e ainda criar móveis exclusivos, deixando os ambientes com o jeito do morador”, afirma a designer de interiores Cátia Maiello.

A dica para não errar na hora de transformar o caixote de frutas em porta-trecos é evitar exageros. É que esses objetos se destacam muito e podem deixar os ambientes sobrecarregados. “Tal mobiliário precisa de harmonia. Critérios como texturas, cores, relevos e volumes devem ser analisados” diz a decoradora Magna Lara. Segundo ela, misturar tudo pode ser uma escolha errada.

A personalização também conta com a ajuda de novas pinturas e possíveis trocas de tecidos para ser concretizada. Entretanto, caso a ideia seja causar impacto, é interessante deixar o material reaproveitado em estado bruto.

Fonte: DELAS IG

 



Até que idade é normal usar fantasia?

12 de fevereiro de 2013 | Por admin

Elas são uma expressão saudável da fase do faz-de-conta. Mas saiba o que fazer quando seu filho não quer tirar a fantasia nem para tomar banho.

Por Renata Losso,

Sofia, hoje com cinco anos e meio, viveu muitos dias de princesa em 2011. Às sextas-feiras principalmente, quando a escola promovia o dia da fantasia e a menina não queria faltar. A mãe, a designer de acessórios Anna Boogie, 33 anos, que o diga. “Acabamos criando um acervo de fantasias aqui em casa, de tanto que ela gosta de se fantasiar”, diz.

Tricia Vieira / Fotoarena

Sofia e a mãe, Anna, com fantasias da menina: pais devem ser parceiros na transição entre o real e o imaginário

Sofia é louca pela fantasia da Cinderela. De vez em quando, a mãe até deixa a menina sair de casa como uma princesinha. Anna acha bem melhor a filha gostar de se fantasiar de princesa do que querer se vestir como uma miniadulta. Mas existe um limite para permitir o uso das fantasias infantis?

A comerciante Priscilla Gardelha Giovannetti, 27 anos, é mãe do Cauê, 5. Ele sempre gostou de se fantasiar e, quando o fazia, entrava em um mundo fantástico do qual dificilmente era tirado. “Era uma luta constante fazê-lo tirar a roupa de ‘Power Ranger’, por exemplo, para tomar banho. Ele queria ficar 24 horas vestido com aquela fantasia”.

“Algumas crianças entram nesta fase com maior intensidade mesmo, independentemente do sexo”, diz a psicóloga Ana Felice, orientadora da Escola Carlitos, em São Paulo. A fantasia ajuda os pequenos a elaborar um papel diferente do habitual para entender o novo.

Esta fase de faz-de-conta costuma se extinguir naturalmente. A pedagoga Maria Ângela Barbato Carneiro, professora e coordenadora do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar e da Educação Infantil da PUC-SP, afirma que as fantasias e os espaços fantásticos criados pela criança são bastante cabíveis entre dois e cinco anos, com variações de acordo com o desenvolvimento da criança.

Criar um mundo de fantasia é importante para a criança aprender a se relacionar com o mundo real. Para a psicóloga Ceres de Araújo, especialista em crianças e adolescentes, a fantasia é uma forma de compensação da fragilidade, seja ela uma roupa de princesa ou de super-herói.

Transições entre o imaginário e o real

O gosto pelas fantasias de super-heróis e princesas é típico da pré-escola e começa a se esvanecer na entrada no Ensino Fundamental. “A criança acaba entendendo as situações em que deve ficar sem a fantasia e, com o tempo, acaba deixando-a de lado”, diz Maria Ângela.

Mas os pais podem respeitar os momentos da vida da criança, acompanhando-a na transição do imaginário para o real. Se a criança não quer tirar a fantasia de Homem Morcego nem para tomar banho, Ana Felice sugere aos pais entrarem na brincadeira. Eles podem dizer ao “Batman” que estão com saudade do filho e querem brincar de vida real.

Quando a criança não quer tirar a fantasia para dormir, os pais podem comprar pijamas com desenhos do personagem ou fazer uma camiseta para dormir com o objetivo de que a criança continue fantasiando. “As crianças são facilmente convencidas, só é preciso ter criatividade. Cortar a fantasia dela é que não vale”, diz Ceres.

A observação dos pequenos nestes dias de faz-de-conta é fundamental. Principalmente daqueles fantasiados de heróis e ainda incapazes de distinguir claramente realidade e fantasia. Eles podem tentar sair voando de cima de um armário ou realizar outras proezas. Com os pais à vista, os problemas podem ser evitados.

Arquivo pessoal

Maria Luisa de Branca de Neve: ela pode usar suas fantasias de princesa em festas e dias especiais

Meninos de princesa, meninas de super-herói

Um menino vestir-se de Branca de Neve e uma menina de Super-Homem, ao contrário do que muitos pais pensam, não é um problema. “Muitas famílias ficam preocupadas com a fantasia de heróis do sexo oposto, mas não é por isso que o filho será gay”, diz a pedagoga Maria Ângela.

Crianças gostam de experimentar diferentes situações. Se seu filho ou filha quer se fantasiar de um personagem do sexo oposto, cuide para que ele o faça em um contexto adequado e seja parceiro. “Uma interrupção abrupta pode criar problemas e deixar a criança encucada com algo em que ela nem pensaria anteriormente”, completa.

A única regra é usar o bom senso para não deixar a fantasia ultrapassar os limites. Carol Meireles, 32 anos, é diretora criativa de uma marca infantil e mãe da Maria Luisa, quatro anos e fã de roupas de princesas. “Imponho os limites que considero importantes para ela”, diz. Maria Luisa pode usar roupas de princesa em festinhas ou no dia da fantasia na escola.

Quando não acha que a ocasião é apropriada para o uso de fantasias, ela explica para a filha. Nem sempre é fácil. “A Maria Luisa pode até me desgastar, mas eu assumo o ‘não’ até o final”, diz. Como em tudo, cabe aos pais, parceiros mais experientes da relação, embarcar junto – mas dizer a hora de voltar.

FONTE: DELAS IG

 



Cromoterapia, tratamento através das cores

11 de fevereiro de 2013 | Por admin

Montagem com flores e mulheres felizes>

Shutterstock

A medicina está tão avançada que hoje é possível encontrar remédio para todo tipo de patologia, desde o estresse até o câncer. Mas ainda há tratamentos naturais que atuam como um complemento da medicina tradicional. Um desses métodos é a cromoterapia, que consiste em um tratamento terapêutico através das cores e possui mais de mil anos de história. “O ser humano sempre utilizou as cores intuitivamente pelos resultados que elas proporcionam. Não é à toa que vestimos preto em velórios e branco em hospitais”, explica Lucila Turrini, terapeuta holística e diretora do Instituto Escola em Terapia Holística (IET/modle).

Há quem enxergue a terapia com reservas, mas não há porque se preocupar. “Algumas pessoas associam a cromoterapia a esoterismo e espiritualidade, mas não é isso. É uma atividade da saúde usada e estudada também por médicos, psicólogos e outros especialistas. Atua como medicina complementar e auxilia na prevenção de problemas de saúde”, esclarece Lucila.

A cromoterapia traz diversos benefícios à saúde. “Estimular o subconsciente a reagir de forma positiva a determinadas patologias e equilibrar o indivíduo energeticamente é um deles”, afirma Thabata Martins, aromaterapeuta e massoterapeuta do Zahra Spa & Estética. “Dependendo da cor utilizada, a terapia vai oferecer reequilíbrio bioenergético e diminuição das patologias. Além disso, o paciente vai ter uma mudança de comportamento, tornando-se mais calmo e tranquilo. O resultado do tratamento é sempre positivo”, comenta Lucila.

Diversos problemas de saúde podem ser tratados através da cromoterapia. “Entre eles, depressão, desânimo, síndrome do pânico, enxaqueca crônica e outros malefícios de cunho emocional”, avisa Thabata. “Crises de hipertensão, anemia, anorexia, transtornos da mente, gastrite, TPM e problemas pulmonares são outras patologias que a cromoterapiacomplementa o tratamento. É também utilizada em gestantes, para ativar as glândulas mamárias e auxiliar na hora do parto”, ressalta Lucila.

Cabide com diversas roupas coloridas<>

Shutterstock

A aplicação da cromoterapia é feita de diversas formas. “Pode ser em um ambiente colorido, onde o paciente é deixado por um determinado tempo. Também pode ser feita por iluminação focada através de lâminas coloridas ou então por um bastão chamado cromopuntura, que estimula alguns pontos da coluna com cores”, explica Lucila. Ademais, o paciente pode usar as cores em seu dia a dia incluindo-as em ambientes dentro de casa, na alimentação, na vestimenta e também ao beber uma água colorida preparada pelo terapeuta.

A duração do tratamento depende do quadro do paciente. “Pode ser até uma hora de atendimento em sala, uma vez por semana, a princípio dez sessões. Neste período, é verificada a melhora da pessoa. Por ser um tratamento complementar, caso haja necessidade o paciente deve procurar um psicólogo ou médico para tratamento ou medicação e também outras técnicas de bem-estar, tais como massagem, atividade física, yoga ou acupuntura”, indica Thabata.

Durante o tratamento algumas reações adversas são esperadas. “É normal o paciente apresentar sono ou enjoo”, afirma Lucila. Além disso, há algumas contraindicações. “Por exemplo, é importante evitar a cor vermelha para um paciente hipertenso ou estressado, pois essa cor aumenta a pressão arterial e deixa a pessoa agitada”, adverte a terapeuta.

Para saber se a clínica e o profissional são confiáveis, basta ficar atento. “Por ser uma medicina complementar, a cromoterapia não é regulamentada. Portanto, observe se o terapeuta possui registro em um órgão competente, se é associado a sindicatos e associações e pesquise bastante sobre o profissional, inclusive na internet. Além disso, não acredite em promessas de cura ou em pessoas que falam para abandonar a medicina tradicional. A cromoterapia é um complemento e não se deve descartar os tratamentos tradicionais“, alerta Lucila. “Existem diversos cursos no mercado, mas nenhum especializado somente em cromoterapia que seja certificado pelo MEC. Porém, os técnicos profissionalizantes de massoterapia ou ayurvédica reconhecidos pelo MEC dão base em cromoterapia aplicada e habilitam o profissional a utilizar a técnica”, avisa Thabata.

Espectro de cores<

Shutterstock

Na cromoterapia, cada cor possui um significado e age de forma diferente no organismo. “São várias cores usadas no tratamento, mas normalmente utilizamos as primárias, como verde, azul, amarelo, vermelho, branco e algumas não-primárias, como lilás ou roxo, rosa, laranja, prata e dourado. As cores agem pelos chacras, que são canais de energia situados em determinadas áreas do corpo e por eles penetram a energia de cada cor”, esclarece Thabata Martins. “As cores possuem frequências, vibrações e ondas que estimulam uma mudança da célula. Foi provado que cada cor é uma luz e que cada luz emite uma frequência. As cores influenciam em nosso comportamento e nossa biologia”, comenta Lucila.

Para conhecer mais sobre acromoterapia, a terapeuta holística Lucila Turrini fez uma lista onde explica como agem algumas cores no tratamento.

Vermelho: Cor quente que estimula o sangue, dá mais vitalidade e atividade ao paciente. Utilizada em casos de anemia, baixa de energia vital, bronquite, tuberculose, pneumonia, prisão de ventre, entre outras. O excesso pode conduzir à irritabilidade, insônia e hipertensão. Também usada em crise de identidade, medo, remorso, reserva, timidez, tormento, inferioridade, agressividade, impaciência, intolerância e mais. É possível também vestir roupas vermelhas em casos de depressão, impotência sexual e insuficiência cardíaca. Não é aconselhável para quem tem pressão alta.

Verde: Trata exaustão, taquicardia, ataque de pânico, cólicas, doenças venéreas, hemorroidas, insônia, laringite, sinusite, úlcera e mais. Usada também em casos de extrema sensibilidade emocional e pânico

Azul celeste: Utilizada para tratar infecções bacterianas, resfriados, coqueluche, febres, dor de cabeça, catarata, icterícia, insônia, herpes, queimaduras e outras patologias. Também usada para tratar ausência de concentração criativa, desperdício de energia criativa,frustração e mágoa oculta ou reprimida.

Violeta: É usada para tratar desordens no sistema nervoso, insônia, histeria, inquietação, gagueira, câimbras, desarranjos da bexiga, doenças do couro cabeludo, epilepsia, perturbações nervosas, tumores e outras. Auxilia também em casos de ataque psíquico, desorientação, pensamentos negativos, fobias e paranoias.

Branco: Representa pureza, paz e virtude. É o somatório de todas as cores. É usada para a limpeza da mente e do campo energético. O organismo, ao receber a luz branca, afasta as vibrações pesadas que o órgão doente emana.

Preto: Indicados nos estados extremos de exaustão e desgaste psicossomático. O excesso atrai vibrações e influências negativas, levando à negação da vida, ao caos e à destruição.

Fonte: BBEL



Pets participam de momentos marcantes no casamento de seus donos

9 de fevereiro de 2013 | Por admin

Casais contam as histórias com seus bichos de estimação e as emoções de vê-los participando do grande dia.

Por Giovanna Tavares

Há quem diga que o casamento é uma grande celebração que envolve familiares, amigos de infância, colegas de trabalho e todos que, de alguma maneira, são significativas na vida dos noivos. Por que não incluir os bichos de estimação em um dia tão importante como o casamento, então?

Não existe uma regra específica: o casal pode contar com um treinamento específico ou pedir a ajuda de padrinhos e madrinhas para a condução do bichinho. O importante é que eles façam parte deste momento especial.

Bem natural
Adriana Telles e Christopher Finney sequer consideraram deixar Maggie, uma golden retriever, fora da cerimônia e festa de casamento, realizadas em março de 2009. “Ela era muito companheira, estava com a gente em todos os lugares”, conta a médica. O local escolhido para o casamento foi uma chácara e Maggie estaria apenas presente, sem participar da cerimônia.

Quando Adriana, acompanhada de seu avô, começou a andar em direção ao altar, Maggie sentiu-se na obrigação de caminhar ao lado de sua dona. “Não foi nada planejado, foi ela que escolheu andar ao meu lado”, conta Adriana. Maggie curtiu a festa com seus donos e todas as fases que se seguiram, até setembro deste ano, quando faleceu.

ANNA QUAST FABIO LAUB Fotografia
Monstrinha participou do casamento de seus donos, porque participa de tudo na vida deles

Lambida de parabéns
A vira-lata Monstrinha também tem um papel importante na vida do casal Marina e Davi Duchovni. O irmão da noiva encontrou a cadelinha na rua e levou para casa, quando Marina decidiu adotá-la. “Desde então, ela faz tudo com a gente, até dizemos que ela é nossa filha”, diverte-se a empresária.

Para o casamento, que aconteceu em setembro de 2011, Marina e Davi cogitaram um adestramento prévio para Monstrinha, mas mudaram de ideia e a “ursinha”, como o casal a chama, entrou acompanhada por dois pajens. “Ela nos viu e ficou muito tranquila, se concentrou em chegar até nós”, lembra Marina. No altar, Monstrinha ficou sobre duas patas e deu uma lambidinha carinhosa no noivo.

Uma paradinha antes do altar
Quando os arquitetos Leticia Irikuchi e Alfredo Ramos voltaram da Europa, decidiram que o próximo passo seria comprar um cachorro. Foi aí que a história deles com o shih tzu Teru começou, que foi o “portador” das alianças do casal em abril de 2011.

“No altar, eu queria que o Teru estivesse com algo que lembrasse o meu noivo”, diz Leticia. Com as sobras da calça de Alfredo, ela costurou uma roupinha social para o cachorro, que entrou acompanhado de um primo da noiva. Antes de chegar ao altar, porém, Teru agiu como todo bom cachorro: viu um poste, “marcou” o território e seguiu em frente.

Thiago Teophilo e Henrique Ribas

A schnauzer Mina acompanhou Barbara desde o cabelo e maquiagem até o fim da cerimônia

Lembrança para a eternidade
Barbara Gatti e Bruno Fernandes são os donos da schnauzer Mina, que sempre participou de tudo na vida do casal. Quanto à cerimônia, não poderia ser diferente. “Eu sempre tive vontade de vê-la entrar com as alianças no nosso casamento, mas tinha receio de não ser permitido”, conta a noiva, que se casou em uma capela particular, em setembro de 2011.

A prima de Barbara entrou com Mina no colo, que estava bem tranquila e com as alianças presas em seu pescoço. “A participação dela naquele dia vai ficar para sempre em mim. Foi uma maneira de eternizar a Mina”, afirma a empresária.

Frida, a inglesinha
Carol Nóbrega e Antônio Jotta também não pensaram duas vezes e Frida, a buldogue inglesa do casal, carregou as alianças até o altar. “Adotamos ela em 2010, quando já estávamos noivos e ela se tornou um membro da família”, comenta Carol.

Os noivos tiveram a preocupação que Frida ficasse assustada e acabasse desviando da rota até o altar, sem que o pajem conseguisse segurá-la. A solução foi chamar uma madrinha para acompanhá-los na trajetória. “Achamos legal por descontrair um pouco a cerimônia, que é sempre cheia de protocolos”, afirma Carol.

Fonte: DELAS IG



Adaptações em casa ajudam a garantir velhice saudável

8 de fevereiro de 2013 | Por admin

Por Carina Martins,

O segredo da juventude eterna não é fingir que a velhice nunca chega. Chega para nós, para nossos familiares e para quem mais tiver sorte. Fazer vista cansada para a última e cada vez mais longa fase da vida pode fazer com que ela não seja aproveitada em sua plenitude. Da mesma forma que a desinformação e a falta de cuidado atrapalham na infância, adolescência e vida adulta, também podem prejudicar os idosos. Mas muitas vezes a simples aceitação da necessidade de adaptações cotidianas pode ser dolorosa para toda a família. “Ajuda precisamos todos, sempre, em qualquer fase da vida. Então, não é uma coisa estranha que alguém precise de alguma colaboração em alguma coisa”, lembra a psicanalista Délia Goldfarb, diretora da organização Ger-Ações. Não é estranho, mas reconhecer e aceitar as novas necessidades costuma ser difícil.

Perceber que adaptações simples, como ver que o tapetinho da sala pode estar se tornando uma ameaça à segurança de um familiar – ou à sua própria – é um processo doloroso, que mexe com a dinâmica dos relacionamentos. Mas é o primeiro e importante passo para realizar adaptações para evitar acidentes e promover qualidade de vida. A mortalidade de idosos com 60 anos ou mais por quedas, no Estado de São Paulo, aumentou quatro vezes nesta década, segundo balanço da Secretaria de Estado da Saúde. O índice passou de 7,6 óbitos por 100 mil idosos em 2000, para 28,4 mil em 2008. As quedas, por definição, são causas evitáveis. E a maior parte delas acontece em casa.

Mesmo as quedas mais leves podem ter consequências. “Quem cai fica com medo e vergonha de cair de novo. Isso leva a um círculo vicioso, porque a pessoa começa a se restringir em termos de atividades. A inatividade gera imobilidade, que por sua vez diminui a força, a massa e o tônus, e aí, vai cair de novo”, diz Sérgio Paschoal, coordenador do programa de prevenção de quedas do Hospital das Clínicas, em São Paulo. “Aí a família superprotege, começa a só deixar sair acompanhado. Além de tudo leva a isolamento social, depressão e até institucionalização”.

Banheiro

Tricia Vieira / Fotoarena

Banheiro adaptado na Vila Dignidade, em Avaré (SP)

“O banheiro é um local em que se cai muito. As pessoas molham o piso e vira um verdadeiro sabão. Às vezes não tem como trocar o piso, mas há alguns tapetes de borracha que grudam no chão – não pode ser qualquer um, porque se for um que escorregue é pior”, explica Sérgio Paschoal, coordenador do Programa de Prevenção de Queda. “Mesmo se o piso for antiderrapante, você tem que ter barras de apoio sólidas. No mínimo, a velocidade e a energia da queda serão menores”, completa. Segundo ele, as barras são importantes também para evitar que as pessoas usem alternativas de apoio, como a torneira, que podem agravar a queda. “Existem adaptações muito legais, que são cadeiras pregadas na parede, cujo assento é dobrável para a parede. A pessoa desdobra, senta e toma banho mais tranqüilo”, diz.

Ainda no banheiro, é fundamental que o vaso sanitário seja elevado e tenha barras laterais ou apoio para os braços. “Se a pessoa não tiver força no quadríceps, ela desaba, pode até quebrar o vaso e se machucar mais ainda”, diz Sérgio. As antigas adaptações de alvenaria para elevar o vaso sanitário causavam má-impressão e era evitadas em muitos casos em que eram necessárias. Hoje, é possível encontrar assentos removíveis em casas de materiais cirúrgicos: causam menos impacto visual e permitem que o banheiro seja usado também por quem dispensa a adaptação. Mesmo que haja uma resistência inicial a essas adaptações, o coordenador do Programa de Prevenção de Quedas explica que, em sua experiência, elas acabam sendo aprovadas pelos idosos, porque permitem que eles dispensem ajuda.

Corredor

Um dos lugares mais perigosos de uma casa, segundo Sérgio Paschoal, é o caminho do quarto para o banheiro. E isso tem muito a ver com a iluminação. Ao mesmo tempo em que é melhor evitar superfícies e lâmpadas muito brilhantes porque os olhos já não se adaptam com tanta rapidez à claridade, é fundamental que exista uma iluminação acessível. “Tem que ter iluminação fácil. Ou se deixa uma luz permanentemente acesa ou algo que não é preciso procurar muito, como os abajures que acendem com um toque. Não adianta ter uma luminária em que é preciso procurar o interruptor. Esse problema de sair do escuro para o claro é muito sério”, explica.

Uma regra que vale para a casa toda é especialmente importante neste trajeto: o caminho tem que estar sempre completamente livre. “O tapetinho é o grande vilão. Mas também tacos soltos, carpetes com sobras e dobras, fio de telefone, brinquedos, móveis baixos e com pontas, animais de estimação pequenos, tudo isso é um prato cheio para quem tem um andar mais arrastado sofrer um acidente.”

Escada

Tricia Vieira / Fotoarena

As casas adaptadas da Vila Dignidade são térreas e com espaços amplos e sem obstáculos

As escadas completam o trio crítico de áreas da casa no que diz respeito a quedas. O pior tipo é a escada tradicional de sobrado, com janela no topo e iluminação frontal. “A luz bate de frente e quem olha para baixo não vê o degrau”, explica Sérgio. O ideal é que os carpetes sejam evitados. Se houver, devem ser sem estampas – que enganam o olhar – e perfeitamente lisos e esticados. Além disso, é bom que exista uma sinalização de cor contrastante na ponta do degrau. O corrimão deve ser firme, ficar dos dois lados, começar antes da escada e terminar um pouco depois. A altura do degrau também não pode variar. “Não pode ter altura de degrau variada. Seu corpo se acostuma com aquela altura e não precisa nem ser idoso para tropeçar.”

O melhor ponto de partida é diferenciar autonomia e independência. Depender de apoio para realizar atividades diárias, como fazer a própria higiene e se vestir tira um pouco da independência, mas não nos tira a autonomia de decidir sobre a própria vida. Falta de autonomia é quando já não se pode decidir sobre coisas essenciais de sua vida. À medida que o tempo passa, vamos perdendo primeiro essa independência relativa, e depois a autonomia. Não conseguir fazer as atividades da vida diária não significa que a pessoa está doente, significa uma fragilidade.

Chegando lá

A parte prática das adaptações pode ser muito mais simples do que a conversa familiar necessária para chegar lá. “À medida que o tempo passar, você vai precisando de mais recursos para fazer as coisas com segurança. A questão é se você tem ou não consciência desses recursos. Se a pessoa é consciente e com bom senso, vai construindo essas adaptações. E se existe um bom diálogo familiar, vai construindo essas adaptações com a família”, explica Délia. “Agora, se é uma família altamente conflitiva – porque um pouco todas são –, onde nunca houve diálogo sobre as necessidades de qualquer um de seus membros, e as necessidades não foram respeitadas, aí o diálogo vai ser mais difícil e o processo de criar adaptações também.”

Se a conversa em casa estiver muito complicada, a saída é procurar a ajuda de profissionais. “Se a família sozinha não consegue produzir essa mudança ou a produz com um custo emocional alto demais, se alguém está sofrendo muito por isso, existem profissionais que orientam, que ajudam, que apóiam. Hoje em dia na gerontologia tem muitos profissionais que se dedicam exatamente a essas intervenções familiares de acompanhar essa mudança, que vão construindo caminhos para esse diálogo que falta”, orienta Délia.

Fonte: DELAS IG



Evite acidentes com fogo dentro de casa

7 de fevereiro de 2013 | Por admin

Por Bruna Bessi,

Uso de benjamins e validade da mangueira do gás são itens que merecem atenção para aumentar a segurança.

A ausência de infraestrutura adequada para o combate do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, foi uma das causas do elevado número de vítimas. A preocupação com a segurança, entretanto, não deve ficar restrita somente a estabelecimentos comerciais. Em casa, atitudes simples como não conectar vários equipamentos em uma única tomada pode evitar a formação de faíscas e chamas. Fazer revisões elétricas e conferir a validade da mangueira do gás encanado são outras medidas que ajudam a deixar a casa mais segura.

Ficar atento com a manutenção do sistema elétrico é importante porque curtos-circuitos são causas frequentes de incêndios domiciliares. Nesse sentido, garantir a presença de bons conduítes nas instalações é fundamental. O modelo de plástico não é certificada pelo Inmetro, porém, não apresenta riscos caso tenha espessura e largura suficientes para não quebrar ou amassar com facilidade quando colocado sob pressão. “Além disso, modelos muito estreitos favorecem o aquecimento dos fios e aumentam o risco de fogo”, diz Hilton Moreno, engenheiro elétrico e consultor da Casa Segura.

Incêndios domiciliares podem ser evitados com cuidados simples como não instalar tomadas atrás de fogões.

O perigo de incêndio gerado por curto-circuito fica ainda maior quando existem fios desencapados, tomadas atrás de fogões e poucos disjuntores na residência . “O ideal é ter um quadro de luz bem localizado e circuitos identificados conforme os pontos correspondentes (um disjuntor específico para o chuveiro, outro para a iluminação dos quartos etc)”, afirma Rafael Vizeu, engenheiro elétrico. Tantas especificações reforçam a necessidade de um planejamento elétrico, o que chega a representar 20% do custo total da obra.

O encanamento a gás é mais um ponto que merece destaque na prevenção de incêndios. A segurança aumenta quando a tubulação (feita preferencialmente em cobre) é instalada nas paredes. “Passar os canos no chão é ruim porque ao trocar o piso sempre haverá a possibilidade de perfuramento. Se não houver outra maneira, o indicado é tirar fotos da posição dos tubos”, diz Isa Rosete, professora de arquitetura do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

A mangueira que conecta os tubos de gás aos equipamentos também deve ser motivo de atenção periódica . Ela deve ser certificada pelo Inmetro, ter prazo de validade definido e não ter qualquer tipo de ranhura. “A conexão precisa estar dentro das normas técnicas e longe de ‘paredes’ de fornos e fogões”, afirma Sávio Souza Venâncio Vianna, professor de engenharia química da Unicamp. “No caso de botijões, a preocupação é semelhante e a transmissão deve ser interrompida assim que cheiro de gás for sentido.”

Cuidados ao decorar

Garantir que o fogo não se espalhe pelos ambientes da casa é uma tarefa que exige também cuidados na hora de decorar. O ideal é evitar produtos inflamáveis como pisos vinílicos, papéis de parede, forrações em tecido e texturas plásticas. Cortinas pesadas e livros em estantes oferecem bastante material à queima, logo, contribuem para o aumento de um incêndio – assim como tintas e solventes estocados de forma inapropriada.

Quem gosta da estética de tetos rebaixados precisa redobrar os cuidados. O fogo gerado em casos de curtos na fiação escondida no forro terá sua intensidade ampliada se alcançar estruturas em madeira ou atingir materiais inflamáveis esquecidos no local. A atenção deve ainda ser dirigida para o uso de reatores de lâmpadas no forro. O equipamento, quando defeituoso, pode atingir temperaturas superiores a 100º C e causar danos.

A receita contra acidentes envolvendo o fogo implica ainda cuidados com aquecedores. Os especialistas ressaltam a necessidade do envio dos gases emitidos pelo equipamento para fora da casa. No caso de apartamentos, as principais medidas de segurança são: conferir a existência de um seguro contra incêndio e de itens como hidrantes, sensores de fumaça e escadas de emergência com iluminação apropriada e portas corta-fogo no condomínio. “O hall dos andares deve possuir extintores na validade e de fácil acesso. Os moradores devem sempre conferir a carga dos equipamentos nos marcadores”, diz Vizeu.

Fonte: DELAS IG



Organize o cantinho de estudo dos filhos

6 de fevereiro de 2013 | Por admin

A época é ideal para descartar materiais e planejar o ambiente usando caixas e prateleiras.

Por Bruna Bessi,

A volta às aulas se aproxima e não há melhor momento para arrumar o cantinho de estudos das crianças. A organização começa com o descarte de materiais e brinquedos antigos. “É preciso que os itens novos caibam nos espaços. Portanto, o ideal é guardar ou doar os brinquedos que estiverem nas prateleiras. Isso ajuda a não sobrecarregar a escrivaninha”, afirma Cintia Covre, personal organizer.

Espaço limpo e disponível, hora de planejar a arrumação. O principal objetivo deve ser valorizar o quesito praticidade – em especial nos itens usados no dia a dia. Elementos como nichos, caixas organizadoras, arquivos de plástico e até cabideiros podem ajudar a deixar tudo em ordem. O essencial é que tais locais permitam boa visualização dos materiais e sejam de fácil acesso (lembre-se de que os itens devem estar na altura da criança). A estante é outro móvel que também melhora aorganização , mas apresenta controvérsias, já que ocupa muito espaço e pode ser substituída por prateleiras. Independente de sua escolha, guarde na parte de cima os itens que não serão usados com frequência, como coleções de livros, DVDs e jogos de tabuleiro.

Separar os materiais de maneira correta é o segredo para encontrá-los mais facilmente quando necessário. Agrupar de acordo com o tipo ou o dia da semana em que o uso costuma ocorrer são algumas das possibilidades de organização. Deixar sobre a mesa de estudos apenas o que for necessário no dia a dia – como porta-canetas e bloco de anotações – é outra forma simples de acabar com a bagunça.

Um erro comum da maioria das arrumações, segundo o arquiteto Leonardo Junqueira, é guardar os materiais em locais fechados. “As pessoas querem esconder a bagunça, ou impedir o acúmulo de sujeira quando recorrem a gavetas e armários. Mas não percebem que dificultando o acesso, tornam os guardados esquecidos e inúteis”, diz. Uma boa ideia para impedir tamanho ostracismo é buscar a vantagem da setorização. Provas em uma gaveta e itens eletrônicos em outra, por exemplo, funciona bastante, mas quando bem identificados. “Evitar o acúmulo desnecessário também ajuda a eliminar a desordem, assim como deixar os itens sempre no mesmo lugar favorece a memorização”, afirma o arquiteto.

Instalar painéis magnéticos próximos à área de trabalho é mais um recurso que facilita os estudos e permite aumentar a ordem do local. Quanto aos móveis, nada melhor do que posicionar a bancada ou mesa de estudos em um espaço perto da janela, valorizando a iluminação natural, e preferir cadeiras com rodízios e regulagem de altura. “Posicione a mesa de costas para a porta, de modo a evitar que a circulação de pessoas atrapalhe a concentração do estudante”, diz Junqueira.

Fonte: DELAS IG



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