Mostrando posts da categoria: Atitudes Sustentáveis


Entenda por que pilhas e baterias não podem ser descartadas nos lixos comuns

9 de abril de 2013 | Por admin

Consumidor deve ser informado sobre a importância do descarte correto de pilhas e baterias usadas

A desatenção no descarte de pilhas e baterias pode resultar em diversas complicações, desde contaminação do solo e da água até doenças que podem afetar quem entrar em contato com um local onde esses materiais foram descartados incorretamente.

A participação do comércio na questão é fundamental, oferecendo postos de coleta para as pilhas e baterias usadas. Vale lembrar que a legislação brasileira, por meio da resolução nº 257 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), determina que os fabricantes devem inserir, na rotulagem dos produtos, informações sobre o perigo do descarte incorreto das pilhas e baterias automotivas e de celular no lixo comum.

Além disso, a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), sancionada em 2010, estabelece o incentivo à chamada logística reversa, que constitui em incentivos para que as empresas, governos e consumidores estejam comprometidos em viabilizar a coleta e restituição dos resíduos sólidos à empresas fabricantes, além da participação de cooperativas ou ou outras formas de associação de catadores de materiais recicláveis.

Conscientização

O perigo no descarte das pilhas e baterias está no fato de que, se descartadas incorretamente, elas podem ser amassadas, ou estourarem, deixando vazar o líquido tóxico de seus interiores. Essa substância se acumula na natureza e, por não ser biodegradável, – o que significa que ele não se decompõe – pode contaminar o solo.

Algumas práticas podem ajudar a aumentar a vida útil das pilhas. Uma delas é nunca guardá-las em locais expostos ao calor e à umidade. Isso evita o vazamento de seu conteúdo. Além disso, é preferível a utilização de pilhas e baterias recarregáveis, pois têm maior durabilidade. É importante também retirar as pilhas do equipamento se ele for permanecer muito tempo sem uso.

Como descartar?

A responsabilidade por recolher e encaminhar adequadamente as pilhas após o uso é do fabricante. Portanto, os materiais usados devem ser entregues aos estabelecimentos que comercializam ou às assistências técnicas autorizadas, para que eles repassem os resíduos aos fabricantes ou importadoras. As pilhas e baterias podem ser recicladas, reutilizadas, ou podem passar por algum tipo de tratamento que possibilite um descarte não nocivo ao meio ambiente.

Outro cuidado que deve ser tomado é com relação às pilhas “piratas”. De procedência duvidosa, elas podem conter materiais muito mais tóxicos do que as regularizadas. É importante também observar a rotulagem do produto. Veja se na embalagem consta que a pilha pode ser descartada no lixo comum. As pilhas do tipo alcalinas não contém metais pesados em sua composição. Já as pilhas comuns, como as recarregáveis, possuem mercúrio, cádmio e chumbo, e devem ser devolvidas ao fabricante.

Projeto de Lei

Um maior envolvimento do consumidor na reciclagem e no combate à pirataria de pilhas e baterias foi mote de convocação do participantes da audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal. A audiência que aconteceu no final de agosto foi destinada a debater o PLS (Projeto de Lei do Senado) nº 714/07, que trata da destinação correta de pilhas e baterias usadas.

O PLS propõe que fabricantes, importadores, estabelecimentos comerciais e consumidores possam ser responsabilizados pelo descarte ambientalmente adequado de pilhas e baterias.

Fonte: IDEC



Guia: Aprenda a reutilizar seu lápis

14 de janeiro de 2013 | Por admin

No mundo atual há ainda que prefira o bom e velho lápis de madeira. O único problema é que a fabricação se baseia na extração de madeira da mata. A boa notícia é que já é possível encontrar lápis feito a partir de madeiras reflorestadas, como a linha “Ecolápis” da Faber-Castell, assim como reutilizá-los no final da vida útil.

Quem utiliza lápis sabe que, com o uso, ele se torna curto até o ponto de ser impossível escrever. Com isso, muitos “pedacinhos” em perfeito estado (apesar de muito pequenos) são jogados fora. Existem algumas soluções para evitar o acúmulo desse material no meio ambiente, conheça alguns exemplos de boas ideias que o EcoD selecionou para você.

De volta à natureza

Chamado de “sprout”, o tradicional lápis de madeira, surpreende. No lugar da borracha, ele possui uma cápsula com semente. Quando o material chega ao ponto que não dá mais para ser usado, ele pode ser plantado em casa, no escritório, ou em sala de aula. Em algumas semanas o seu toco de lápis se transforma em uma planta. (mais…)



Aprenda a montar uma casa sustentável sem gastar muito

1 de dezembro de 2011 | Por cemara

Atitudes simples fazem a diferença no bolso e no meio ambiente

Na hora de construir ou reformar um imóvel, não é preciso lançar mão de ideias mirabolantes para evitar o impacto ambiental. Escolhas simples e pequenas ações podem fazer toda a diferença e contribuir significativamente para a preservação do meio ambiente.

E quando falamos em construção sustentável, não nos referimos apenas aos grandes empreendimentos. Segundo especialistas ouvidos pelo R7, qualquer um pode ter uma casa sustentável. E melhor, sem grandes investimentos. Trocar o vaso sanitário comum por um com acionamento duplo (que utiliza menos água para resíduos líquidos e mais para sólidos), por exemplo, pode significar uma economia de até 36 litros de água por dia em uma casa com três pessoas.

Substituir o ar condicionado por ventilador, consertar vazamentos, comprar eletrodomésticos com o selo A do procel (que gastam menos energia) e evitar desperdícios durante uma obra também são atitudes simples que fazem a diferença no bolso e no meio ambiente.

Segundo Vanderley John, professor associado da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), sustentabilidade é tudo o que é viável.

– Quando falamos em sustentabilidade, devemos levar em conta os lados econômico, social e ambiental. Temos de buscar solução que englobe esse tripé.

Para John, a primeira alternativa a ser considerada é a reforma.

– Mais sustentável do que construir casa nova é reformar a antiga. Preserva aquilo que está bom, não gera muito resíduo e custa menos. O passo seguinte é respeitar a legalidade. (mais…)



Transforme seu guarda chuva quebrado em uma almofada

29 de novembro de 2011 | Por cemara

Já parou pra pensar em quantas vezes você jogou fora um guarda chuva que não resistiu a um vento forte?
O site Coletivo Verde deu uma boa dica para reaproveitar seu guarda chuva quebrado e incrementar a decoração da sua casa! Siga os passos abaixo e transforme-o em uma almofada fuxico linda e exclusiva! A idéia é da designer Juliana Foz que cria roupas mais sustentáveis para a sua marca, Lírio Lê.

 

Além do guarda-chuva quebrado você vai precisar de:
– manta acrílica (ou enchimento de algum travesseiro antigo, afinal… a idéia é reaproveitar!);
– dois círculos de retalho de tecido com 50 cm de diâmetro;
– um botão grande;
– linha e agulha.
(mais…)



Sustentabilidade Ambiental

21 de agosto de 2011 | Por cemara

A sustentabilidade é um ideal sistemático que se perfaz principalmente pela ação, e pela constante busca entre desenvolvimento econômico e ao mesmo tempo preservação do ecossistema. Podem-se citar medidas que estão no centro da questão da sustentabilidade ambiental: a aquisição de medidas que sejam realistas para os setores das atividades humanas.

Os pontos elementares da sustentabilidade visam à própria sobrevivência no planeta, tanto no presente quanto no futuro. Esses princípios são: utilização de fontes energéticas que sejam renováveis, em detrimento das não renováveis.
Pode-se exemplificar esse conceito com a medida e com o investimento que vem sido adotado no Brasil com relação ao biocombustível, que por mais que não tenha mínina autonomia para substituir o petróleo, ao menos visa reduzir seus usos.

O segundo princípio refere-se ao uso moderado de toda e qualquer fonte renovável, nunca extrapolando o que ela pode render. Em um quadro mais geral, pode-se fundamentar a sustentabilidade ambiental como um meio de amenizar (a curto e longo prazo simultaneamente) os danos provocados no passado. A sustentabilidade ambiental também se correlaciona com os outros diversos setores da atividade humana, como o industrial, por exemplo. (mais…)



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