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Dicas para ter uma casa ecologicamente correta

5 de agosto de 2014 | Por admin

Mesclando tecnologia, funcionalidade, estética e sustentabilidade, o arquiteto Giuseppe Cafasso sugere soluções para ter uma casa sustentável.

Como o uso desequilibrado de recursos naturais, o ser humano tem buscado outras formas e práticas para construção de moradias. E é nesse cenário que as casas sustentáveis e a conscientização do comportamento humano ganham cada vez mais espaço. Para o arquiteto Giuseppe Cafasso, especialista no assunto, “uma casa estruturada com roliços de eucalipto tratado, por exemplo, evita o desmatamento de árvores nativas, uma vez que utiliza uma espécie exótica de reflorestamento, que apresenta rápido crescimento, tornando-se uma opção muito prática”. Ele próprio, inclusive, utiliza o pinho de riga e o roliço de eucalipto em seus projetos.

Para quem quer construir uma casa sustentável, Cafasso sugere começar desde a escolha dos materiais, que preferencialmente devem ser reciclados. Outro exemplo é a utilização de madeira de demolição, que tem se tornado tendência para a fabricação de portas e janelas, uma vez que essa técnica evita a extinção de novas árvores. Alguns outros itens a serem levados em consideração para as casas ecológicas são o aquecimento solar, que diminui o consumo de eletricidade e ainda pode servir para obter energia elétrica, através de painéis fotovoltaicos; a captação de água de chuvas para reaproveitamento em diversos outros locais da casa; a utilização de tijolos de demolição para paginação de pisos; o uso de iluminação artificial através da zenital e panos de vidro em diversos ambientes para intensificar a iluminação natural.

“A interação do homem com a natureza, em um contexto de respeito, gera ações nobres que, reunidas, resultarão em uma transformação verdadeira, na qual haverá equilíbrio entre a preservação e a utilização dos recursos naturais”, afirma o arquiteto.

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Sala de jantar: estrutura de eucalipto tratado; mesa e cadeiras de peroba de demolição; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; porta-balcão em pinho de riga restaurada.

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Sala de lareira: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de riga restauradas; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; tijolo de demolição ornamentando a lareira.

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Sala de lareira e parte da sala de estar vistas do mezanino: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de riga restaurada; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; tijolo de demolição ornamentando a lareira; berço interrompendo saída para pátio interno.

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Vista do hall, parte do mezanino e sala de estar em profundidade: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de riga restaurada; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; tijolo de demolição ornamentando a lareira; hall de entrada com vitral em ferro; gradil em ferro; piso do hall em ladrilho hidráulico.

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Fachada fundos: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de Riga restauradas; piso da área gourmet em cerâmica Lepri 11 x 11; deck em cruzetas sustentado com dormentes de trilho de trem; escada em dormentes.

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Fachada principal: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em peroba de demolição restauradas; piso da entrada principal com tijolão; revestimento parte com tijolão de demolição e parte com reboco e pintura em látex acrílico; porta principal em peroba de demolição; piso da garagem com cacos da Lepri.

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Sala de estar e varanda: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; portas de correr em peroba de demolição restaurado; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; piso da varanda com cacos da Lepri.

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Cozinha integrada com sala de jantar: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em peroba de demolição restauradas; piso de pastilha 5 x 5 da Jatobá; móveis em peroba de demolição: revestimento de paredes com cimento queimado nos tons azul e terracota; balcão ilha e pia com tampo de granito; balcão refeição com azulejos da Azulejaria Brasil requadrado com peroba; parede do fogão com azulejos da Azulejaria Brasil; porta da despensa com batente em cruzeta.

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Banho casal: gabinete de pia em peroba de demolição restaurada; cuba de semi-encaixe da Deca; vitral em ferro; azulejo da Antiqua; piso da Antiqua; requadração do espelho em peroba de demolição.

Fonte: Casa Abril 



20 DICAS FÁCEIS PARA ECONOMIZAR ENERGIA EM CASA

3 de junho de 2014 | Por admin

Ujatoba_ferro

Eles são “uma mão na roda”, mas adoram sugar energia. Cuidado com a escolha e a manutenção dos eletrodomésticos. Se forem mal utilizados, representam alto desperdício na tarifa energética e de água. Podem encarecer sua conta em até 50%! Então, veja como evitar gastos.

1 . Quando for comprar uma geladeira, um freezer, um chuveiro, um forno, um fogão ou uma máquina de lavar, dê uma olhada na etiqueta que detalha o grau de eficiência energética do produto, que vai de A (pouco desperdício) a G (muito desperdício).

2 . Instale sua geladeira ou seu freezer longe do fogão e verifique se a vedação das portas está funcionando bem.

3 . Se for viajar, esvazie a geladeira e o freezer e desligue-os da tomada.

4 . Agora no inverno, regule o termostato da sua geladeira para não resfriar demais os alimentos e economizar energia.

5 . Se a comida ainda está quente, deixe que ela esfrie antes de guardá-la na geladeira. Caso contrário, o motor do equipamento tem que trabalhar dobrado para resfriar o ambiente interno, gastando muito mais energia.

6 . Nem pense em forrar as prateleiras da sua geladeira antiga com plástico ou vidro. Esses materiais dificultam a passagem do ar no ambiente interno, o que aumenta o consumo de energia.

7 . Nunca deixe a porta muito tempo aberta porque o frio “escapa” e o motor da geladeira é muito exigido para baixar a temperatura novamente.

8 . Tome cuidado ao manipular geladeiras velhas. Algumas delas contêm CFC, que pode ameaçar a camada de ozônio. Se for o caso, troque-as, mas descartando-as corretamente.

9 . Quando for usar máquina de lavar louça, só ligue-a quando estiver cheia.

10 . Antes de sair comprando máquinas de lavar roupa ou louça, sempre verifique o nível de consumo de água do produto e opte pelo mais eficiente.

11 . Não exagere na dose do sabão quando for usar a máquina de lavar. Evitando outro enxague, você gasta menos energia, sabão e água. Confira a quantidade máxima permitida no manual do equipamento.

12 . Só utilize a secadora quando ela estiver com a capacidade máxima de roupas, evitando o desperdício de energia.

13 . É difícil ver televisão e não dormir? Então não deixe o aparelho programado para desligar sozinho.

14 . Toda vez que o ferro de passar roupa é ligado, ele gasta uma alta quantia de energia. Acumule uma quantidade razoável de peças e passe tudo de uma vez.

15 . Passe as roupas mais delicadas no começo, pois elas precisam de menos calor. Assim que desligar o ferro, aproveite o calor para alisar outras roupas leves.

16 . O ferro de passar gasta muita energia, então use-o nos horários em que outros aparelhos não estejam ligados, já que ele pode sobrecarregar a rede elétrica.

17 . Se o calor está te matando e você vai comprar um ar-condicionado, seja coerente. Não adquira um aparelho com enorme potência para instalar em um lugar pequeno.

18 . Você sabia que o aparelho de ar-condicionado só perde para o aquecedor de água elétrico em termos de gasto de energia de uma residência? Portanto, use-o com moderação.

19 . Se o ar-condicionado estiver ligado, não abra portas, janelas e cortinas, pois o sol vai esquentar o ambiente e exigir mais trabalho do aparelho. Quando não houver ninguém no ambiente, desligue-o.

20 . Só ponha a máquina de lavar para funcionar quando a capacidade máxima dela estiver completa. Assim você evita gastos desnecessários com água e com energia.

Fonte: Universo Jatobá



TELHAS ECOLÓGICAS

27 de maio de 2014 | Por admin

Ujatoba_telhas

Quem já pensou em adquirir telha ecológica para reforma ou construção, sabe que a oferta de tipos e preços no mercado é crescente e variada. Eis que seguem informações que servem como guia para fazer a melhor escolha. Vale ressaltar que, apesar de assim serem conhecidas no mercado, tais telhas não são verdadeiramente ecológicas, pois algumas ainda utilizam materiais tóxicos na fabricação, mas com certeza têm menor impacto no meio ambiente, comparadas com as telhas tradicionais, especialmente as que usam materiais recicláveis.

Quais são os tipos de telhas ecológicas disponíveis no mercado?

Telhas de fibras vegetais – feitas com fibras vegetais (especialmente o eucalipto, mas também podem ser de sisal, bananeira e coco) impregnadas de betume, pigmentadas e com uma camada de resina protetora. Características: Exige maior estrutura de sustentação para ser instalada, já que se trata de um material mais flexível e pesado.

Telhas feitas com tubo de creme dental – são compostas por 25% de alumínio e 75% de plástico. “Quando a matéria-prima chega, vai direto para o triturador. Não é preciso fazer nenhuma triagem. Tudo é aproveitado. Depois de moído, o material é colocado em bandejas e prensado a uma temperatura de 180º C. Por último, o produto é cortado”, diz o fabricante. “Na fábrica, tudo é reaproveitado: as rebarbas das telhas, das placas e até o pó gerado no corte dos produtos. Toda sobra volta para a máquina de prensa e é transformada em novas telhas e placas ecológicas”. Características: deixam o interior do ambiente mais fresco, são mais leves (em torno de 6,5 kg o metro quadrado), daí a estrutura de sustentação é leve também. Podem ser utilizadas em garagens, áreas de serviço, áreas de lazer, quadra poliesportiva, etc.

Telhas de papel, asfalto e resina – São feitas de uma combinação de papel reciclado, asfalto e resina. Características: A resina oferece proteção contra raios UV que evita a descamação de sua superfície. Elas são mais resistentes a cargas dinâmicas, como chuvas de granizo.

Podem-se encontrar também as telhas produzidas a partir de plástico de PET (um ótimo exemplo de aproveitamento deste material reciclável). Características: são translúcidas, como as de policarbonato – aproveita a luz solar. De baixo custo, são impermeáveis e resistentes. Não acumulam mofo nem lodo e sua gama de cores disponíveis é muito grande.

Quais as vantagens das telhas ecológicas?

– Fácil manuseio e instalação, pois são mais flexíveis e menos sujeitas a quebras, evitando desperdício e perdas;

– Economia de tempo e custo, especialmente para os tipos mais leves;

– É um material resistente;

– A maioria não propaga chamas;

– São impermeáveis: absorvem muito menos água do que as telhas convencionais e geralmente seu acabamento evita a proliferação de limo;

– Promovem o conforto térmico: alguns tipos ajudam a criar um ambiente interno mais confortável (menos quente);

– Design: é possível encontrá-las em vários formatos e cores (inclusive pigmentada dos dois lados permitindo ser instalada sem forro). Além disso, é possível pintá-las com tintas a base de água;

– São sustentáveis: geralmente produzidas com fibras e resinas, materiais reciclados (como papel) e não contém amianto (o qual é tóxico);

– Valor: o custo das telhas ecológicas é muito semelhante ao das convencionais, mas considerando o conjunto (estrutura e tempo de mão-de-obra) seu valor é inferior.

Fonte: Universo Jatobá



Recicle e decore

1 de maio de 2014 | Por admin

Decorar a casa com originalidade nem sempre é tarefa fácil, precisa de criatividade e dedicação e mesmo assim ainda não encontramos o que tanto queríamos para nossa decoração. Uma saída para este dilema é criar a própria decoração de casa.

Claro! Assim não tem como não ser do jeitinho que você gosta, afinal quem melhor que você mesma para saber o que vai ser perfeito para sua casa?!

Muitas pessoas já aderiram a essa ideia de colocar a mão na massa e fazer a própria decoração. Então separamos algumas ideias super bacanas para quem está pronta para planejar a própria decoração e, que de tão lindas, vai ter gente que vai querer igualzinho pro seu lar. E não tem problema não! Essas inspirações são pra vocês também!

Depois de restaurados, os caixotes de madeira viram artigo de luxo! Você pode adequar a qualquer ambiente que o charme vai estar sempre junto. Os lados rústico e delicado conversam muito bem como nessa caixa de decoração para flores.

Caixote de flores | Prendare Presentes

Com algumas tintas coloridas e pequenos ganchos, você pode transformar um simples pallet em porta acessórios. Fica muito bem tanto na entrada de casa, quanto nos quartos. Ta aí uma ótima ideia!

Porta bolsas e cintos de pallets | Pra-decorarte

Mais uma vez os caixotes dando o ar da graça na decoração, mas agora como um móvel! Além de decorativo é super útil para você guardar utensílios de cozinha 🙂

Caixote | Pra-Decorarte

Para quem tem consultório, escritório ou até mesmo no quarto dos filhos os revisteiros não podem faltar! Uma ideia original e que todos vão gostar.

Revisteiro de caixote | Pra-decorarte

Fonte: Solidarium



Aprenda a fazer uma horta orgânica dentro de casa

11 de abril de 2014 | Por admin

Horta orgânica: comida saborosa, saudável e sustentável.

Cultivar uma horta orgânica, independente do tamanho e da variedade de alimentos plantados, é sempre bom. Bom para a saúde e o bem-estar da família, que irá ingerir alimentos mais saudáveis e livres e agrotóxicos, e também para o meio ambiente, que deixará de receber produtos químicos e ter seus recursos naturais, como solo e água, explorados de forma insustentável. Fazer uma horta em casa aumenta o seu contato com a natureza e economiza nas feiras e supermercados.

É preciso ficar atento e tomar alguns cuidados na hora de montar a sua horta. Elas podem ser feitas em todos os tipos de casa e apartamentos, só precisam ser adaptadas ao espaço e aos recursos disponíveis.

Preparativos

Confira o clima, o solo, o local de plantio e as espécies antes de começar sua horta/Foto: Almargem

Antes de iniciar sua horta, fique atento aos seguintes fatores:

Clima – ele é determinante na adaptação de certas culturas e deve ser levado em consideração na seleção de variedades. As diferenças entre estações, quanto à temperatura e volume de chuva devem ser verificados, servindo como base para um calendário de épocas de plantio.

Solo – muita atenção ao tipo e cuidado do solo. O solo é considerado um organismo vivo, que interage com a vegetação em todas as fases de seu ciclo de vida. Devem ser analisados em seus aspectos físico (textura e estrutura), químico (nutrientes) e biológico (organismos vivos existentes no solo).

Local – o lugar da instalação da horta tem de ser de fácil acesso, maior insolação possível, água disponível em quantidade e próxima ao local. Não devem ser usados terrenos encharcados. Os canteiros devem ser feitos na direção norte-sul, ou voltados para o norte para aproveitar melhor o sol. No local da horta não é aconselhavel a entrada de galinhas, cachorros ou coelhos.

Espécies – escolha com cuidado o tipo de vegetal que você irá plantar. Cada espécie precisa de um tipo de tratamento e possui um ciclo de crescimento próprio. Informe-se na hora de comprar as mudas e sementes e verifique se aquele tipo irá se adequar à sua horta.

Dentro de casa

Dentro de casa, prefira os vasos e as espécies menores, como temperos/Foto: Drang

Para montar uma horta em espaços pequenos, como apartamentos, prefira os vasos. Eles podem ser de qualquer tamanho, apenas assegure-se de só plantar espécies que irão se adaptar ali.

Passo a passo:

1. Escolha um vaso com furos;

2. Encha um terço do vaso com brita ou pó de brita, para a drenagem;

3. Coloque uma mistura de duas partes de terra, uma parte de composto orgânico e uma parte de húmus até a borda do vaso;

4. Espalhe um pouco de areia;

5. Plante as mudas;

Em espaços médios

Use sempre adubos orgânicos, como os compostos/Foto: terracotabolsas

Se você dispõe de um espaço um pouco maior, pode plantar as espécies diretamente na terra, em um canteiro. Você pode cultivar os mesmo alimentos indicados para os vasos, além de outros, que precisam de mais espaço.

Passo a passo:

1. Revolver o solo com enxada ou pá, deixando a terra bem solta e fofa;

2. Misturar o composto orgânico;

3. Deixar o canteiro 20 centímetros acima do nível do terreno;

4. A largura do canteiro deve ser de no máximo 1,20 m;

5. Marcar os espaçamentos (exemplo: os pés de alface devem ficar a dois palmos um do outro);

6. Posicionar as mudas de maneira intercalada, em forma de triângulo, para evitar a erosão;

7. Misturar as sementes com areia e espalhar com a mão sobre o canteiro de maneira mais uniforme possível;

8. Regar pelo menos uma vez ao dia. Em regiões quentes, duas vezes ao dia até as mudas emergirem. Regar nas horas frescas, de preferência pela manhã.

Em espaços grandes

Hortas grandes exigem mais cuidados, mas a recompensa pode ser grande/Foto: blog visão

Se você possui uma área maior, como um terreno ou um amplo quintal, pode fazer uma horta mais estruturada e com maior variedade de alimentos. Essas dão mais trabalho, mas certamente você será compensado.

Passo a passo:

1. Monte a sua horta orgânica em uma área sem muito movimento. Se você tiver animais, coloque uma cerca de bambu, madeira ou outro material para que eles não entrem. Escolha um lugar que receba muito sol. Se você mora em uma região seca, é preciso ter uma fonte de água próxima.

2. Limpe a área que será plantada. Você precisa tirar as ervas, o capim, as plantas velhas e as pedras. Aproveite esses resíduos naturais para produzir seu próprio adubo natural.

3. Are a terra quando tiver limpado o terreno. Use enxada ou arado para remover bem. A terra deve estar úmida para ser arada.

4. Coloque o composto orgânico na terra para que ela seja mais fértil e as frutas, verduras e legumes cresçam facilmente. Espalhe uma camada de 4 cm de adubo e misture bem com a terra da superfície.

5. Para plantar, faça um desenho da sua horta. Informe-se sobre como cresce cada fruta, verdura e legume que você pretende plantar, como eles devem ser agrupados e qual é a distância necessária entre eles para um bom crescimento.

6. Faça sulcos a cada 30 cm, que atravessem a horta inteira. Isso organizará suas frutas e verduras e permitirá que você se desloque sem problemas pela plantação. Coloque tijolos, pedras ou madeiras dentro desses sulcos para poder andar sem pisar nas plantas.

7. Siga as instruções das embalagens das sementes. Informe-se sobre o crescimento e agrupe-as de acordo com as informações que você obteve ou as indicações de um especialista.

8. Proteja a sua horta contra pragas e insetos. Remova as ervas-daninhas que crescerem entre as plantas, já que elas absorvem a água que a sua horta precisa para crescer.

Dicas:

– Se o seu terreno é muito argiloso, acrescente areia junto com o adubo, para ele ficar mais permeável à água.
– A irrigação é fundamental para um bom crescimento. O sistema por gotejamento é o ideal.
– Você pode colocar palha nos sulcos para evitar o crescimento de ervas-daninhas.
– Os tempos de crescimento de cada verdura, cada fruta e cada legume são diferentes, assim como as estações do ano em que cada um deve ser plantado. Informe-se bem a respeito e confira a tabela abaixo para saber quando plantar cada muda.

Com informações do www.jardimdeflores.com.br, www.wiki.bemsimples.com e www.planetaorganico.com.br

Fonte: Eco Desenvolvimento



Embalagens: lavar ou não lavar?

25 de março de 2014 | Por admin

Afonso Capelas Jr.

Você lava as embalagens dos produtos consumidos em casa antes de jogá-las na lata de lixo com a boa intenção de viabilizar a reciclagem?

Se respondeu afirmativamente saiba que esta pode não ser uma atitude tão sustentável quanto se imagina. Você certamente está desperdiçando muita água potável e, de quebra, aumentando a quantidade de esgotos despejados nos sistemas de coletas da sua cidade.

Por outro lado, a prática da lavagem desses recipientes – de plástico, alumínio, aço, papelão ou vidro – evita, sim, a infestação por formigas, baratas, moscas e ratos. O que fazer?

“Não existe resposta pronta, nem fácil”, afirma Sandro Mancini, especialista em reciclagem de resíduos sólidos e professor do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Mancini deixa claro que lavar as embalagens não facilita em nada a reciclagem desses materiais, porque eles serão derretidos a altíssimas temperaturas. “Esses materiais vão cair em fornos com temperaturas altíssimas. Ou seja, um pouco de refrigerante, leite condensado ou vinho que estiver dentro de suas embalagens de alumínio, aço e vidro não fará diferença alguma. Vai virar fumaça que será neutralizada pelo sistema de tratamento de efluentes gasosos da empresa recicladora”, informa o especialista da Unesp.

De acordo com Mancini, o alumínio é derretido a 700 graus, em média, o aço a quase 2 000 graus e o vidro a 1 000 graus. Já o material plástico é derretido a temperaturas em torno de 200 a 300 graus. “Por terem temperaturas de fusão bem mais baixas os plásticos, ao contrário dos outros materiais, somente são derretidos depois de uma lavagem para retirar impurezas”.

Mesmo no caso dos plásticos, contudo, lavá-los em casa também pode ser considerado desperdício de água potável, de esforço e de tempo, de acordo com Mancini.

Ele toma como exemplo um frasco de maionese feito de PET, todo lambuzado. “Na indústria de reciclagem esse frasco vai ser moído, antes de tudo. Os flocos vão cair numa banheira com água de reuso, não potável. Por estar moído, essa lavagem será bem mais eficiente e a água será mais uma vez reutilizada até ficar nojenta. Depois ela será tratada e, provavelmente, voltará ao processo novamente, sem desperdícios”.

Mas e os problemas com os perigos da contaminação e com os bichos atraídos pelos restos de alimentos nas embalagens? “Por enquanto não há solução mágica para esse impasse”, reconhece o professor da Unesp. Em casa, tampar adequadamente o cesto de lixo pode resolver a questão. Em um depósito ou em uma cooperativa a situação se complica.

“Imagine uma cooperativa com milhares de latas de leite condensado com potencial de contaminação. É possível refletir, com razão, que uma lavagem feita em casa antes do descarte ajudaria. Mas também se pode pensar – e novamente com razão – que para o processo de reciclagem em si essa lavagem é desnecessária, pois essa lata vai ser derretida a 2 000 graus”.

Então, na dúvida, a recomendação é que se evite lavar as embalagens usadas para economizar água. Melhor ainda é perguntar ao catador que passa na sua rua que nível de limpeza é suficiente para a manipulação posterior. Ele saberá responder com precisão.

Fonte: Planeta Sustentável



Renove a decoração da casa sem gastar muito e com criatividade

29 de janeiro de 2014 | Por admin

Reciclar materiais, repaginar móveis e personalizar objetos são saídas para dar um novo toque aos ambientes. Veja ideias para fazer, você mesma, a transformação, passo a passo

Deixar a casa com o jeito dos moradores é uma maneira de trazer a sensação de aconchego aos ambientes. Personalizar móveis, objetos decorativos e até mesmo as luminárias da casa são algumas das formas usadas para conseguir tal efeito. Reunimos abaixo matérias que ensinam, passo a passo, todos os truques para renovar a gasa sem gastar muito. Confira os detalhes e bom trabalho!

– Reaproveite o pisca de Natal na decoração do ano inteiro. Veja três formas
Presente na decoração natalina, o pisca geralmente acaba sendo esquecido depois das festas de fim de ano. Um desperdício! O cordão de luzes que tradicionalmente enfeita a árvore de Natal pode trazer brilho a alguns objetos antes deixados de lado. E o mais bacana é poder dizer: “Fui eu que fiz”.

Crie um lixinho e uma pazinha de jornal usado

A proposta de reaproveitar jornais antigos pode ir muito além de revestir o cantinho do cachorro. Folhas velhas servem também para montar uma lixeira, um embrulho e uma pazinha de lixo. Fomos atrás da ajuda de Irene Tanabe, origamista e contadora de histórias, para mostrar como fazer tais objetos por meio de criativas dobraduras.

Faça móveis com caixas de feira recicladas

A ideia de bricolagem em móveis, o popular “faça você mesmo”, é uma alternativa interessante na hora de reduzir custos e conseguir itens personalizados. Com esta ideia, procuramos o arquiteto Fernando Nacarato para construir uma estante, uma mesa e um banco multiuso a partir de caixas de feira usadas. O resultado ficou superbacana e você ainda pode abusar de criatividade na escolha dos acabamentos, indo do verniz à tintas coloridas, texturas e adesivos.

Personalize luminárias e garrafas com filtros de papel usados

Reforme o móvel de casa

Às vezes não imaginamos que uma simples pintura tem o poder de transformar um móvel antigo em uma peça de destaque. A artesã Carol Blandino reformou um móvel com a ajuda de tinta e papéis de parede, trazendo um novo visual para o gaveteiro de madeira. “Quem fizer o processo em casa deve se lembrar de que cores fortes demoram até chegar no tom desejado, por isso, requerem mais demãos. O importante é molhar todo o rolinho na tinta e não deixar marcas durante a pintura”, diz.

Transforme o abajur velho com fitas e botões

Uma boa ideia para quem procurar trazer mais personalidade à decoração da casa é apostar em técnicas artesanais. Trabalhos com tecido, por exemplo, conseguem alcançar o objetivo e mudar o visual dos objetos. Buscamos a ajuda da artesã Lu Rosa para deixar a cúpula de um abajur tradicional mais charmosa com botões e fitas. O resultado foi uma peça romântica e personalizada.

Faça caixas organizadoras de carpete ou feltro para brinquedos e objetos infantis

Faça arranjos florais para embelezar a casa

Criar belos arranjos é a especialidade do designer floral Marcel van Dijk. Famoso por atender a nobreza europeia, Marcel já montou arranjos e decorações para cerimônias da corte espanhola e neo-zelandesa. O destaque do seu trabalho é a mistura harmoniosa de materiais como galhos e cascas, com flores de grande beleza . Veja aqui alguns truques para reproduzir o trabalho em casa.

 

Fonte: Delas IG



Faça você mesmo: 5 ideias criativas para fazer uma decoração com livros

21 de novembro de 2013 | Por admin

Uma vez li uma frase que dizia assim: “Uma casa cheia de livros é um jardim cheio de flores.”. O autor dela, Andrew Long, acertou em cheio e eu não encontro outro definição melhor para expressar o que eu sinto ao ver os meus livros espalhados pela casa =D.

Mas para quem tem um caso de amor com os livros, uma grande dificuldade é quando a coleção começa a ficar muito grande e a estante fica pequena! Parar de ler? Essa opção está fora de cogitação, então o que resta é organizar a casa de forma criativa e criar uma decoração com livros. Confira algumas dicas:

Mesa de centro

Para criar a uma mesa de centro exclusiva e intelectual, basta você escolher um tampo, que pode ser de vidro ou madeira, e fazer pilhas de livros para que sirvam de pés. Para mudar a altura é só colocar ou tirar alguns livros.

Arte para parede

Livros já são obras de arte, mas a ideia de ter alguns na parede não é para perdê-los, mas sim para que eles estejam bem próximos. Que tal fazer com que os livros mais legais fiquem presos com velcro na parede?

Mesa lateral

Para a mesa lateral você só precisa empilhar alguns livros que podem ficam ao lado do sofá. Caso você ache interessante pode colocar um tampo.

Cabeceira

Para fazer uma cabeceira com livros, você pode optar por ter alguns exemplares atrás da cama e que serão lidos durante o tempo ou caçar em sebos livros velhos e montar uma maravilhosa cabeceira com livros abertos e presos em um suporte de madeira.

Estante na escada

Você tem um espacinho debaixo dos degraus da escada? Aproveite para criar a sua estante!

Viu como os livros ficam lindos espalhados pela decoração da casa? Então pegue sua coleção e fuja do básico!

Fonte: Lojas KD



3 UTENSÍLIOS DE GARRAFA PET PARA A COZINHA

13 de novembro de 2013 | Por admin

Olá, amigas e amigos! Eu estava passeando pela página Reciclagem Criativa, do Facebook (#adoro), e encontrei três utensílios de garrafas PET para a cozinha. Improvisos simples, úteis e fáceis de fazer. Assim é moleza reutilizar materiais que iriam para o lixo… O meio ambiente e seu bolso agradecem. #sustentabilidade 😉 Vejam só!

Recipiente para mantimentos

Recipiente protetor de doces (ou outros alimentos que caibam na circunferência da garrafa)

Fecho de embalagens

Bem criativos, né, gente?

Curtiram? Deixem seus comentários!

Fonte: Cantinho da Bbel



Veja atitudes que ajudam a economizar ainda mais no horário de verão

30 de outubro de 2013 | Por admin

SÃO PAULO – Desde a zero hora do último domingo (20), os moradores das regiões Sul, Sudeste e do Centro-Oeste adiantaram o relógio em 1 hora. O Horário de Verão vai até o dia 16 de fevereiro de 2013 e, mais do que um ambiente agradável para o happy hour, ele ainda pode proporcionar redução na conta de luz.

A primeira atitude econômica é aproveitar o maior tempo de luminosidade abrindo janelas, cortinas e persianas, adiando o horário de acender as lâmpadas de casa. No caso do consumidor que quiser ler um livro ou precisar estudar, a dica é usar a iluminação dirigida (spots) que, de acordo com a Eletrobrás, torna o ambiente mais agradável e gera economia.

O chuveiro elétrico é um dos grandes vilões do consumo de energia. Segundo dados da Eletrobrás, o aparelho responde por cerca de 24% da conta de luz de uma residência. Com as temperaturas mais altas, coloque a chave na posição verão e evite usá-lo entre 18h e 21h, a medida pode significar uma economia na casa dos 30% em relação ao uso do chuveiro no modo inverno.

Outro grande consumidor de energia é o aparelho de ar condicionado, responsável por 20% do consumo. Entretanto, como no Verão seu uso aumenta consideravelmente, este percentual pode aumentar, chegando a representar um terço do valor da conta de energia elétrica.

Mudança de atitude

Veja outras dicas para evitar o desperdício:

1 – Geladeira e freezer não devem ficar perto de fogão nem de outras fontes de calor, pois isso faz com que eles consumam mais energia para compensar o ganho de temperatura. Além disso, mantenha-os afastados pelo menos 15 centímetros das paredes para evitar o superaquecimento;

2 – Roupas e tênis não devem ser colocados atrás da geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia;

3 – Se você desligar o chuveiro enquanto ensaboa o corpo e o cabelo, isso reduzirá o consumo de energia (no caso de chuveiro elétrico) ou de gás (quando o sistema for a gás) e também de água;

4 – Ao utilizar o ferro, passe de uma só vez o maior número de peças possível e deixe o aparelho na temperatura indicada pelo fabricante para cada tipo de tecido;

5 – Quando for jantar ou fazer um lanche, retire todos os ingredientes de uma única vez da geladeira. O abre-e-fecha faz com que o aparelho trabalhe mais para manter a temperatura e aumente o consumo de energia;

6 – Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, as quais gastam 60% menos energia;

7 – Utilizar monitor e TV do tipo LCD também ajuda bastante na economia;

8 – O standby é carrasco da conta de luz, pois ele utiliza entre 15% e 40% de energia. Por isso, a dica é desligar diretamente os aparelhos da tomada quando não estiverem em uso;

9 – Por fim, antes de comprar um equipamento, escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético.

O Horário de Verão é um recurso adotado por diversos países no Hemisfério Norte (de março a outubro) e no Hemisfério Sul (outubro a março), entre eles Estados Unidos, Rússia, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Paraguai, Uruguai e grande parte da Europa.

Fonte: Economia Uol



Cozinha verde

9 de outubro de 2013 | Por admin

Se você pensou que este texto é sobre vegetais, se enganou. Estamos falando de dicas para poupar seu tempo, sua grana e o planeta

ESCOLHA SEMPRE O ‘A’

Um dos principais fatores que você deve avaliar ao comprar um eletrodoméstico é a classificação energética do produto. “O ideal é que ele tenha uma etiqueta indicativa A, que representa o menor gasto de energia elétrica”, explica Fabio Machado, gerente de produtos da Electrolux do Brasil.

OLHE O TERMOSTATO

Segundo Machado, os refrigeradores modernos possuem tecnologias que controlam automaticamente a temperatura interna, de acordo com o ambiente externo. Ou seja, se está um calor danado, ele gela mais; se está frio, alivia o trabalho. “Isso evita que o refrigerador gaste energia desnecessariamente”, diz. Além de usar esse recurso, fique de olho nas instruções dos fabricantes para dispor os alimentos de forma adequada nos compartimentos. “Essas divisões são pensadas para melhorar a conservação e prolongar a durabilidade do que está na geladeira.

NÃO LAVE A LOUÇA

É isso mesmo! Um eletrodoméstico que ajuda na economia de água é a lava-louças. Em um ciclo do aparelho, o gasto é de, em média, 8,4 litros. “Se compararmos com a lavagem manual do mesmo tanto de louça, o gasto sobe para até 60 litros”, diz.

FECHE A PORTA

“Gastar menos energia no refrigerador depende de quantas vezes você o abre.” Você é do tipo que esquece de fechar a porta? Procure geladeiras com um sensor que dispara um alarme sonoro a cada vez que a porta não é bem fechada.

NÃO ABUSE DO ELÉTRICO

Se trocar o fogão por um forno elétrico, fique atento a algumas funções que dão um up na economia. “Ele deve ter vidro triplo na porta. O material retém o calor mais efetivamente dentro do aparelho, o que diminui o gasto de energia”, orienta Machado. Outro ponto importante é o uso do timer. “Ele é bastante útil para que você controle com precisão o tempo de cozimento, evitando que o forno fique ligado por mais tempo que o necessário e que seu jantar passe do ponto”, completa.

Fonte: Planeta Sustentável



Ajude o meio ambiente: dicas sobre consumo responsável

17 de julho de 2013 | Por admin

Você é daqueles que pegam muitas sacolas ao passar com as compras por um caixa de supermercado? O que você faz com as pilhas usadas e as baterias de celulares sem serventia? Por falar nisso, vive trocando de celular a cada novidade lançada? Então preste atenção nas dicas abaixo preparadas pela WWF-Brasil e mude alguns hábitos bastante prejudiciais ao nosso planeta. Toda semana, O Globo Online publicará uma lista com atitudes que podem fazer de você um membro ativo neste clube que cresce a cada dia e que luta para fazer da Terra um melhor lugar para se viver. Na primeira parte, dicas sobre consumo responsável.

– Dê preferência a produtos de madeira com o selo FSC (Conselho Brasileiro do Manejo Florestal). Esta é a garantia de que a madeira foi retirada corretamente. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa. Ao comprarmos produtos sustentáveis, diminuem os incentivos para desmatar a floresta.

– Consuma alimentos da estação e dê preferência aos orgânicos, que não utilizam agrotóxicos. Assim, você cuida da sua saúde e do meio ambiente.

– Evite pegar sacolas plásticas desnecessariamente. Carregue uma sacola ou uma mochila com você quando for fazer compras. Assim estará gerando menos lixo.

– Dê preferência a produtos com pouca embalagem ou embalagem econômica que geram menos lixo.

– Procure comprar produtos perto de onde são fabricados. Desta maneira, os produtos não precisam ser transportados por longas distâncias e, conseqüentemente, não há emissões desnecessárias de gases causadores do aquecimento global.

– Use pilhas recarregáveis. Assim, você evita poluir o meio ambiente e gasta menos.

– Descarte as pilhas em locais apropriados de coleta e não no lixo comum.

– Leve as baterias usadas de celulares para as revendedoras. Elas não devem ser jogadas no lixo comum, pois contêm metais pesados altamente tóxicos para a saúde humana e o meio ambiente.

– Evite substituir seu aparelho celular desnecessariamente. Além de gastar dinheiro, você estará contribuindo para uma maior poluição do planeta.

– Evite comprar o que você não precisa para não gerar mais lixo. Para facilitar, faça uma lista prévia. Além de economia, terá menos lixo.

– Procure melhorar seu computador ao invés de comprar um novo. Anualmente, mais de 20 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartados. A maioria ainda não é reciclada.

– Prefira comprar em lojas que adotem práticas socioambientais corretas.

– Use tintas a base de água para pintar sua casa. Elas são menos tóxicas e menos poluentes.

– Dê preferência a guardanapos e toalhas de pano ao invés de descartáveis.

– Imprima e-mails e documentos somente quando necessário.

– Use os dois lados da folha de papel.

– Não pegue panfletos entregues na rua a não ser que esteja interessado nas informações. Se pegar, não jogue na rua depois de lê-lo.

– Utilize calculadoras e lanternas que possam funcionar com energia solar ou dínamo. Desta maneira não é necessário usar pilhas.

Fonte: Fazenda Velha



Entenda por que pilhas e baterias não podem ser descartadas nos lixos comuns

9 de abril de 2013 | Por admin

Consumidor deve ser informado sobre a importância do descarte correto de pilhas e baterias usadas

A desatenção no descarte de pilhas e baterias pode resultar em diversas complicações, desde contaminação do solo e da água até doenças que podem afetar quem entrar em contato com um local onde esses materiais foram descartados incorretamente.

A participação do comércio na questão é fundamental, oferecendo postos de coleta para as pilhas e baterias usadas. Vale lembrar que a legislação brasileira, por meio da resolução nº 257 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), determina que os fabricantes devem inserir, na rotulagem dos produtos, informações sobre o perigo do descarte incorreto das pilhas e baterias automotivas e de celular no lixo comum.

Além disso, a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), sancionada em 2010, estabelece o incentivo à chamada logística reversa, que constitui em incentivos para que as empresas, governos e consumidores estejam comprometidos em viabilizar a coleta e restituição dos resíduos sólidos à empresas fabricantes, além da participação de cooperativas ou ou outras formas de associação de catadores de materiais recicláveis.

Conscientização

O perigo no descarte das pilhas e baterias está no fato de que, se descartadas incorretamente, elas podem ser amassadas, ou estourarem, deixando vazar o líquido tóxico de seus interiores. Essa substância se acumula na natureza e, por não ser biodegradável, – o que significa que ele não se decompõe – pode contaminar o solo.

Algumas práticas podem ajudar a aumentar a vida útil das pilhas. Uma delas é nunca guardá-las em locais expostos ao calor e à umidade. Isso evita o vazamento de seu conteúdo. Além disso, é preferível a utilização de pilhas e baterias recarregáveis, pois têm maior durabilidade. É importante também retirar as pilhas do equipamento se ele for permanecer muito tempo sem uso.

Como descartar?

A responsabilidade por recolher e encaminhar adequadamente as pilhas após o uso é do fabricante. Portanto, os materiais usados devem ser entregues aos estabelecimentos que comercializam ou às assistências técnicas autorizadas, para que eles repassem os resíduos aos fabricantes ou importadoras. As pilhas e baterias podem ser recicladas, reutilizadas, ou podem passar por algum tipo de tratamento que possibilite um descarte não nocivo ao meio ambiente.

Outro cuidado que deve ser tomado é com relação às pilhas “piratas”. De procedência duvidosa, elas podem conter materiais muito mais tóxicos do que as regularizadas. É importante também observar a rotulagem do produto. Veja se na embalagem consta que a pilha pode ser descartada no lixo comum. As pilhas do tipo alcalinas não contém metais pesados em sua composição. Já as pilhas comuns, como as recarregáveis, possuem mercúrio, cádmio e chumbo, e devem ser devolvidas ao fabricante.

Projeto de Lei

Um maior envolvimento do consumidor na reciclagem e no combate à pirataria de pilhas e baterias foi mote de convocação do participantes da audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal. A audiência que aconteceu no final de agosto foi destinada a debater o PLS (Projeto de Lei do Senado) nº 714/07, que trata da destinação correta de pilhas e baterias usadas.

O PLS propõe que fabricantes, importadores, estabelecimentos comerciais e consumidores possam ser responsabilizados pelo descarte ambientalmente adequado de pilhas e baterias.

Fonte: IDEC



Guia: Aprenda a reutilizar seu lápis

14 de janeiro de 2013 | Por admin

No mundo atual há ainda que prefira o bom e velho lápis de madeira. O único problema é que a fabricação se baseia na extração de madeira da mata. A boa notícia é que já é possível encontrar lápis feito a partir de madeiras reflorestadas, como a linha “Ecolápis” da Faber-Castell, assim como reutilizá-los no final da vida útil.

Quem utiliza lápis sabe que, com o uso, ele se torna curto até o ponto de ser impossível escrever. Com isso, muitos “pedacinhos” em perfeito estado (apesar de muito pequenos) são jogados fora. Existem algumas soluções para evitar o acúmulo desse material no meio ambiente, conheça alguns exemplos de boas ideias que o EcoD selecionou para você.

De volta à natureza

Chamado de “sprout”, o tradicional lápis de madeira, surpreende. No lugar da borracha, ele possui uma cápsula com semente. Quando o material chega ao ponto que não dá mais para ser usado, ele pode ser plantado em casa, no escritório, ou em sala de aula. Em algumas semanas o seu toco de lápis se transforma em uma planta. (mais…)



Aprenda a montar uma casa sustentável sem gastar muito

1 de dezembro de 2011 | Por cemara

Atitudes simples fazem a diferença no bolso e no meio ambiente

Na hora de construir ou reformar um imóvel, não é preciso lançar mão de ideias mirabolantes para evitar o impacto ambiental. Escolhas simples e pequenas ações podem fazer toda a diferença e contribuir significativamente para a preservação do meio ambiente.

E quando falamos em construção sustentável, não nos referimos apenas aos grandes empreendimentos. Segundo especialistas ouvidos pelo R7, qualquer um pode ter uma casa sustentável. E melhor, sem grandes investimentos. Trocar o vaso sanitário comum por um com acionamento duplo (que utiliza menos água para resíduos líquidos e mais para sólidos), por exemplo, pode significar uma economia de até 36 litros de água por dia em uma casa com três pessoas.

Substituir o ar condicionado por ventilador, consertar vazamentos, comprar eletrodomésticos com o selo A do procel (que gastam menos energia) e evitar desperdícios durante uma obra também são atitudes simples que fazem a diferença no bolso e no meio ambiente.

Segundo Vanderley John, professor associado da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e membro do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), sustentabilidade é tudo o que é viável.

– Quando falamos em sustentabilidade, devemos levar em conta os lados econômico, social e ambiental. Temos de buscar solução que englobe esse tripé.

Para John, a primeira alternativa a ser considerada é a reforma.

– Mais sustentável do que construir casa nova é reformar a antiga. Preserva aquilo que está bom, não gera muito resíduo e custa menos. O passo seguinte é respeitar a legalidade. (mais…)



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