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Poluição plástica é tema do Dia Mundial do Meio Ambiente 2018

8 de junho de 2018 | Por cemara

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O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho, teve como tema este ano #AcabeComAPoluiçãoPlástica. O objetivo da ONU Meio Ambiente foi chamar a atenção da sociedade para reduzir a produção e o consumo excessivo de produtos plásticos descartáveis.

Em 2018, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a data soma esforços à campanha #MaresLimpos (http://cleanseas.org), para combater o lixo marinho e mobilizar todos os setores da sociedade global no enfrentamento deste problema, que se não for solucionado poderá resultar em mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050.

Segundo as Nações Unidas, a poluição plástica é considerada uma das principais causas atuais de danos ao meio ambiente e à saúde. Por ano, são consumidas até 5 trilhões de sacolas plásticas em todo o planeta.

Ainda segundo a ONU Meio Ambiente, a cada minuto, são compradas 1 milhão de garrafas plásticas e 90% da água engarrafada contêm microplásticos. De acordo com o organismo internacional, metade do plástico consumido no mundo é descartável e pelo menos 13 milhões de toneladas vão parar nos oceanos anualmente, afetando 600 espécies marinhas, das quais 15% estão ameaçadas de extinção.

Mais de 100 países se uniram sob o slogan do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano e se comprometeram com atividades, como mutirões de limpeza de praias e florestas, e anúncios de políticas públicas voltadas ao descarte e consumo responsável do plástico.

Para o diretor executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, este é um momento crucial para reverter a maré de poluição global. “Precisamos encontrar soluções melhores e mais rápidas do que nunca. Desistir não é uma opção para nós. Agora é a hora de agir juntos – independentemente da nossa idade – pelo bem do nosso planeta”, disse, em nota.

Lixo Zero

Este ano, Brasília sediou o 1º Congresso Internacional Cidades Lixo Zero. O evento reuniu especialistas estrangeiros e brasileiros para apresentar e debater as melhoras práticas e tecnologias usadas para o gerenciamento de resíduos sólidos.

O presidente do Instituto Lixo Zero Brasil e coordenador do evento, Rodrigo Sabatini, disse que o objetivo do congresso é mostrar para as prefeituras que podem adotar uma política de lixo zero. “Lixo zero quer dizer que vamos fazer de tudo para que os resíduos não sejam enviados para aterros. Vamos reciclar, compostar, reduzir”.

Fonte: Agência Brasil



Traga o verde para dentro de casa com os jardins verticais

4 de abril de 2018 | Por cemara

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Opção é perfeita para quem não dispõe de espaço para plantar ervas, suculentas ou flores e vale também para grandes paredes, sem deixar a natureza de lado

Trazer o verde para dentro de casa pode proporcionar muita alegria e vivacidade para os moradores e refletir positivamente na saúde física e mental. As plantas nos ambientes internos ajudam a purificar o ar e criar um clima mais relaxante. Nesse caso, o jardim vertical, também conhecido como jardim suspenso, é uma ótima alternativa. Nem só quem mora em casas pode aderir a esse tipo de projeto. O jardim vertical cabe em qualquer lugar. Mesmo quem vive em pequenos espaços pode e deve ter uma área dedicada ao verde. Claro que as grandes paredes, como muros e fachadas de prédios, não ficam de fora. O que vale é não deixar a natureza de lado. As plantas para um jardim vertical, bem como a sua estrutura, podem ser colocadas em todas as áreas comuns da casa. Elas ficam ótimas em salas de jantar e chamam muita atenção nas salas de estar. A cozinha também é um bom cômodo para colocar plantas para jardim vertical, principalmente se você plantar ervas e temperos na estrutura. As plantas para jardim vertical em áreas externas ficam perfeitas nos muros de quintais, nas varandas, nas paredes de entrada da casa ou dos edifícios. Caso a estrutura vertical e os vasos do jardim fiquem à mostra, eles podem combinar com a decoração do ambiente onde ficarão. Plantas – Para montar um jardim vertical de qualquer tamanho, é preciso alguns cuidados. Como ele fica na vertical e não tem como suporte o solo, a escolha das plantas é fundamental, assim como a quantidade. Uma das principais dicas é evitar aquelas que possuem raízes grandes ou agressivas, pois no suporte vertical elas não têm espaço para crescer e geralmente pesam demais. Também deve ser considerado, na hora da escolha, o local onde ficará a vegetação, analisando a incidência de vento e de luz no lugar. De maneira geral, plantas epífitas (espécies que se desenvolvem sobre outras plantas sem lhes causar nenhum prejuízo, como orquídeas e samambaias) ou rupícolas (plantas que vivem sobre paredes, muros, rochedos ou afloramentos rochosos) são ideais para jardins verticais, pois se adaptam muito bem às condições adversas, como a falta de vento, luz e o pouco substrato. As opções para um jardim vertical que fica no sol podem ser as plantas colar-de-pérolas, flor-canhota, hera-inglesa, jiboia e aspargo. Para dentro de casa ou áreas com sombra, o melhor é escolher entre as samambaias, antúrio, véu-de-noiva, liríope, flor-de-maio, rabo-de-gato e babosa-de-pau. As suculentas, plantas que estão em alta, ficam perfeitas em jardins verticais.

 

ESTRUTURA

Comumente, o jardim vertical é fixado em muros ou suspenso por suportes criando painéis verdes com plantas de diferentes espécies ou ainda com suportes apoiando vasos de plantas suspensos verticalmente. A estrutura deve ser analisada com atenção. Ela sempre deve estar bem firme e fixada, com furos para que a água escorra e com um sistema de dreno para essa água excedente em ambientes internos.As treliças de bambu ou madeira e calhas de PVC suspensas podem ser alguns dos materiais pra montar o jardim, além das feitas em concreto, plástico, cerâmicas ou placas de fibra de coco. Existem várias opções no mercado. Outra ideia mais simples é utilizar vasos de barro dispostos verticalmente na parede. Eles são capazes de absorver melhor a água e ficam bem bonitos.



Captação da Água da Chuva pelo Telhado em Cisternas

22 de novembro de 2017 | Por cemara

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O Telhado e a Captação de Água da Chuva

Normalmente é utilizado o próprio telhado das moradias; porém, deve-se observar que, além do tamanho necessário, ele seja regular para captar toda a água da chuva.

Os diversos tipos de instalações para captação de água da chuva até aqui descritos normalmente são abastecidos com a água que escorre do telhado da casa.

Em cerca de 90% dos casos a área do telhado é grande o suficiente para garantir uma quantidade de água potável suficiente para todos que moram debaixo desse telhado.

Porém também é possível usar uma área no chão, que seja cimentada ou coberta com pedras, como área de captação.

 

Materiais Utilizados na Captação de Água da Chuva

As calhas e bicas para captar a água do telhado podem ser de vários tipos de material: são usados canos de PVC cortados no meio, folhas de zinco, até latas de óleo ou madeira.

As calhas devem ficar imediatamente embaixo das telhas para não desperdiçar a chuva forte das trovoadas.

Uma maneira de como captar a água é usar uma folha de zinco de 60 cm de largura, dobrar o zinco pelo cumprimento em forma de um ele (“L”) e coloca-la diretamente embaixo da última fileira de caibros no telhado.

 

Filtragem e Utilização da Água da Chuva

Entre o cano que transporta a chuva coletada e a cisterna deve ser instalado um filtro, que limpará as impurezas da água antes de ser armazenada.

Você também pode adicionar uma peneira no acesso da água à cisterna. Ela fará uma filtragem macro da água, separando folhas e matéria orgânica.

Há, ainda, a opção da instalação de um filtro interno na cisterna, mais eficiente quando da maior incidência de folhas de árvores no telhado.

É importante notar que a água da chuva não é potável.

Para manter a água coletada limpa, adicione uma pastilha de cloro orgânico à cisterna.

Sistema de Captação de Água da Chuva

Veja algumas observações antes de iniciar a construção:

Devemos analisar a área do telhado (área de captação de água);
Quanto chove em nossa região (potencial de volumen de água para o reservatorio);
Tipo de telha existente, evitando as de amianto (Eternit, Brasilit e similares);
Quantidade de água que necessita (demanda familiar);
Dimensionamento do volume da cisterna.
Vejamos um exemplo:

Área do telhado 120 m2
Quantidade de chuva 100 mm/ mês
Considerando que 1 mm de chuva em 1 metro quadrado de telhado é igual a 1 litro, logo teremos disponível no mês 12 mil litros para serem armazenado.

Então projetamos uma cisterna com capacidade de armazenar 12m3 (1m3 = 1000 litros), tendo assim 400 litros disponível por dia.

 

Localização da Cisterna para Água da Chuva

Quando for construir cisternas, é preciso prestar atenção à altura entre o telhado e a cisterna. O telhado deve ser mais alto que a cisterna, para permitir que a água desça de todos os lados por gravidade.

telhado chuvaO local da construção da cisterna deve estar situado longe de lixões, currais, fossas ou outros pontos de poluição que possam colocar em risco a qualidade da água e/ou comprometer a estrutura da cisterna.

A distância mínima entre a cisterna e esses locais deve ser de 10 a 15 metros.

É importante que a construção seja feita próxima da cozinha, para facilitar o abastecimento da casa, a colocação das calhas, tubos da área de captação e o próprio acesso à água.

Não é recomendável construir a cisterna em local próximo a árvores e arbusto com raízes fortes, como juazeiro, barriguda e outras, pois essas plantas podem quebrar as paredes da cisternas, provocando vazamentos.

 

Fonte:  http://www.fazfacil.com.br/reforma-construcao/cisternas-captacao-agua-chuva/

 



Empresa conquista Selo Verde pela segunda vez consecutiva

21 de setembro de 2017 | Por cemara

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A Cemara Loteamentos conquistou o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde – emitido pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, pela segunda vez consecutiva, por assumir o compromisso com o desenvolvimento sustentável, com o cumprimento dos licenciamentos ambientais dentro do cronograma e boas práticas ambientais.
Os critérios de avaliação usados foram: água e efluentes; energia; matérias-primas e resíduos; emissões atmosféricas e educação ambiental.

Em seus empreendimentos, a Cemara faz implantação de toda a infraestrutura necessária para construção de casas e espaços empresariais, e desenvolve projetos de recuperação ambiental, recomposição de vegetação desmatada, reaproveitamento de entulhos e manejo de áreas preservadas. “Alinhamos a sustentabilidade ambiental à nossa Razão de Ser. Estamos orgulhosos em receber novamente este importante reconhecimento e motivados a seguir buscando novas práticas sustentáveis”, comentou José Vitor Paiva, diretor da companhia.

O Programa Selo Verde tem como objetivo reconhecer, estimular e certificar o compromisso de empresas que estão sujeitas às licenças emitidas por órgãos ambientais. Além disso, são estimuladas as boas práticas socioambientais, com princípio de sustentabilidade, a justiça social e o respeito à vida, como também, a continuidade do uso de tecnologias de cunho sustentável.



Novo loteamento em Hortolândia terá praça para estimular os sentidos

16 de março de 2017 | Por cemara

O Parque Bella Ville, novo empreendimento da Cemara Loteamentos, tem mais de 100 mil metros quadrados de áreas verdes e de lazer

A busca por uma casa nova não depende apenas das características do imóvel. Localização, serviços e lazer também são fatores determinantes na decisão por uma moradia. A Cemara Loteamentos, que atua como urbanizadora e desenvolvedora de loteamentos há mais de 38 anos no interior de São Paulo, já percebeu isso e leva o conceito para todos os seus loteamentos, em especial, o Parque Bella Ville, que será lançado em Hortolândia, no interior de São Paulo.

Em seus projetos, a empresa desenvolve praças com temáticas distintas para a integração dos moradores e resolveu inovar ainda mais com a Praça Inspire-se, que foi criada para estimular os sentidos por meio de cheiros, sabores, sons, imagens e texturas.

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“Criado pela equipe de arquitetura e urbanismo da Cemara, o espaço visa proporcionar a união entre os moradores e a natureza. A parte dedicada ao tato, por exemplo, consiste em uma área em formato de mão composta por diferentes tipos de piso, como borracha, areia e cimento”, explica Raquel Dei Santi, diretora e arquiteta e urbanista da empresa.

Para a audição, a equipe criou uma cortina de bambus disposta como uma orelha, que ajuda na percepção dos sons. Já o olfato e o paladar serão estimulados com um jardim de temperos, enquanto a visão será incentivada com um painel em formato de olho que apresentará imagens com ilusões de óticas.

A outra praça será a Movimente-se, um espaço dedicado à prática de atividades físicas e contará com equipamentos de ginástica ao ar livre e um playground com iluminação adequada para uso noturno.

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Com área total de mais de 517 mil metros quadrados, 20% do loteamento, o que consiste em mais de 100 mil metros quadrados, serão dedicados às áreas verdes e de lazer. Em todos os seus empreendimentos, a Cemara também entrega a infraestrutura completa como rede de abastecimento de água tratada, rede de energia elétrica, rede de drenagem de águas pluviais, rede de esgoto e iluminação pública, além da pavimentação.

SOBRE A CEMARA

Fundada no final da década de 1970, em Americana (SP), a Cemara Loteamentos iniciou a trajetória no mercado imobiliário para contribuir de forma direta no desenvolvimento social e urbano de diferentes municípios. A cidade de origem da empresa, por exemplo, é um de seus principais cases de sucesso, com 16 projetos realizados e 12 mil lotes implantados, que ajudaram a realizar o sonho de mais de 60 mil pessoas que hoje possuem terreno ou casa própria, representando 26% da população atual de Americana.

 Há 38 anos no mercado e com uma filial em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, já vendeu mais de 21 mil terrenos em diversas cidades do interior do estado de São Paulo. Desde então, já foram realizados 37 loteamentos que geraram mais de 12 milhões de metros quadrados de áreas urbanizadas.

Economídia 

Tel.: (11) 2579-5404

Erica Martin – (11) 99637-9854
erica.martin@economidia.com.br

Talita Mônaco – (11) 98942-4946
talita.monaco@economidia.com.br

Iza França – (11) 97644-4496
iza.franca@economidia.com.br

 



TIPOS DE LÂMPADA PARA CADA AMBIENTE

9 de agosto de 2016 | Por admin

Fluorescentes

Lâmpadas fluorescentes

Divulgação LabLuz

Lâmpadas fluorescentes

Divulgação LabLuz

São as lâmpadas ideias para quem deseja unir qualidade à economia, pois consomem baixa energia comparada às incandescentes e halógenas, economizando até 80%.

Modelos

  • Tubulares: Lâmpadas que produzem luz pela passagem da corrente elétrica através de um gás ou vapor contido em seu interior, disponibilizadas em formato tubular. Destacam-se pela longa vida útil e altas potências e não esquenta proporcionando uma iluminação mais intensa e uniforme.
  • Compactas: Esse formato de lâmpada possui um reator integrado com dimensões reduzidas e, em sua maioria, é desenvolvido em forma de espiral ou tubular de 2 ou 3 voltas para facilitar o uso. Sua aplicação é muito comum em residências por sua praticidade, alta taxa de economia, que pode chegar a até 80%, e longa vida útil.

Vida útil

8000h

Temperatura de cor

Geralmente é branca, mas existem modelos amarelados – 3000 K (tubulares) e 6500 K (compactas).

Ambientes mais usados

Este tipo de lâmpada é indicado para abajures, luminárias, lustres, miniarandelas, além de ambientes residênciais e comerciais, como cozinhas, banheiros, escritórios, garagens, armazéns ou depósitos.

Incandescentes

Lâmpadas incandescentes

Divulgação LabLuz

É o tipo de luz mais comum. Suas vantagens são o baixo custo, boa reprodução de cores e não necessitam de equipamentos auxiliares. Mas, por dissiparem apenas 5% em luz e 95% em calor, consomem muita energia.

Os seus modelos estão em processo de banimento imposto pelo Governo Federal, com previsão para saída total até o final de 2016.

Temperatura de cor

Amarela – 2500 K

Vida útil

1000h

Ambientes mais usados

Utilizados em todos os ambientes no geral, com destaque para quartos, salas e locais que requerem uma iluminação mais dramática.

Halógenas

Lâmpadas Halógenas

Divulgação LabLuz/Philips/Gaya

As lâmpadas halógenas proporcionam uma iluminação difusa e brilhosa, além de possuírem o índice real de cor (IRC) de 100%. Por gastarem até 30% menos do que as lâmpadas incandescentes, possuem maior vida útil e eficiência energética.

Modelos

  • Palito (100w a 300w): conhecido como “lâmpada de duplo contato” por sua estrutura fina e a presença de duas bases, que conferem versatilidade de aplicações. Deve preferencialmente ser utilizada em posição horizontal.
  • PAR (20, 30 e 38w): Embutidas em um vidro que permite maior dispersão luminosa, as lâmpadas PAR possuem foco mais aberto e esquentam menos que os modelos AR.
  • Dicróica (20, 35 e 50w): Este modelo é utilizado quando se quer dar destaque a objetos ou a determinada área, pois possuem uma iluminação direta e focal.
  • AR (48, 70 E 111w): São lâmpadas de spot com foco fechado de 8 a 24 graus. Recomendadas para ambientes grandes, pela forma como esquentam e a amplitude da sua iluminação.

Temperatura de cor

Amarelada – 2.800 K a 3.100 K

Vida útil

1000 a 2000 h

Ambientes mais usados

Utilizados em todos os ambientes no geral, com destaque para quartos, salas e locais que requerem uma iluminação mais dramática.

LED

Lâmpadas LED

Divulgação LabLuz

É um componente eletrônico com a mesma tecnologia dos chips de computadores, pois transforma a energia elétrica em luz. Com as lâmpadas LED, praticamente 100% da energia é transformada em luminosidade, dessa forma, possui baixa emissão de calor.

Sua versatilidade decorativa permite inúmeras possibilidades de iluminação, podendo ser utilizadas como focos de luz.

Custo x Benefício

O investimento inicial das lâmpadas LED são superiores aos modelos incandescentes ou fluorescentes. No entanto, o consumidor terá um rápido retorno, uma vez que o baixo consumo de energia será refletido no valor da conta de luz.

Temperatura de cor

Há variedade de cores, mas a temperatura tradicional é 6.000 K em média.

Vida útil

25.000 horas (em média)

Ambientes mais utilizados

O LED é indicado para praticamente todos os tipos de projetos. Por possuir alta eficiência é indicado para locais que demandam grande gasto energético, como fábricas, shoppings centers e comércios em geral.

Néon

Lâmpadas Néon

Divulgação Nards

São lâmpadas de descarga em gás que contêm néon a baixa pressão. Apesar do nome, as luzes de néon nem sempre precisam conter neônio, outros gases nobres podem ser utilizados para dar tonalidades de cores diferentes, como o hélio, que resulta em uma luz amarela e branca, ou o argônio, que dá um tom azulado ou roxo.

Temperatura de cor

Difere-se das outras tecnologias com variedades de cores (à exceção do LED).

Vida útil

6000h.

Ambientes mais usados

Utilizado para iluminações decorativas, principalmente comerciais.

Fibra ótica

Lâmpadas de fibra ótica

FASA Fibra Ótica e Guido Iluminação & Design

É um filamento flexível e transparente utilizado como condutor elevado de luz. Este tipo de lâmpada é ideal para quem quer dar um efeito de céu estrelado. Seu sistema é capaz de gerar variados pontos de luz com uma única lâmpada, o que representa economia de energia.

Temperatura de cor

Está disponível em grande variedade de cores, mas um modelo tradicional é o de 5.000 K (azul).

Vida útil

Pode chegar a 100 mil horas.

Ambientes mais utilizados

Vitrines, contornos arquitetônicos, piscinas, fachadas e outros ambientes que demandam decoração específica com os efeitos característicos da fibra óptica.

Descarga

Lâmpadas de descaga

Divulgação LabLuz

É um dispositivo eletrônico que transforma energia elétrica em energia luminosa. Apresentam vida útil longa e uma economia de energia considerável.

Modelos

  • Vapor de mercúrio: Possui aparência branco-azulada e é utilizada na iluminação de ruas, jardins públicos, postos de gasolina e campos de futebol.
  • Vapor de sódio: Possui aparência alaranjada e é utilizada aeroportos ou estradas.
  • Mistas: Possui aparência branco-azulada e é a combinação das lâmpadas de mercúrio e incandescentes. Pode ser utilizada em jardins, armazéns, garagens, postos de gasolina e campos de futebol.

Vida útil

3.000 a 20.000 horas.

Temperatura de cor

Geralmente brancas, mas existem modelos amarelados.

Ambientes mais usados

Indicada para lugares onde objetos e produtos são expostos, como vitrines e interiores de grandes lojas, e onde o brilho e a vida longa são importantes, como fábricas, estádios e iluminação de ruas.

 

Fontes: O gerente de produtos da OSRAM, Marcos Santos; a arquiteta da LabLuz, Cristiane Veltri; e as empresas Lorenzetti, Telha Norte, Led Gold, e Gaya. (mais…)



Empresas miram ‘Vale do Silício’ da agricultura e mudam para Piracicaba

1 de julho de 2016 | Por nwmidia

Projeto de polo tecnológico atraiu centro logístico e loteamentos imobiliários.
Economista conversou com o G1 e falou em atenção para os investimentos.

 

O projeto de transformar Piracicaba (SP) em uma espécie de “Vale do Silício” do agronegócio, para integrar pesquisas e empreendimentos ligados à agricultura, tem atraído empresas de vários segmentos para a cidade. Apesar da crise e do momento econômico do país, as companhias enxergaram no AgtechValley, também chamado de Vale de Piracicaba, uma oportunidade para crescer. A Prefeitura não informou o número exato de novas companhias que se instalaram na cidade após o anúncio do projeto, mas um balanço da administração aponta que o aumento foi de 30%.

A iniciativa foi apresentada em abril durante reunião no Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia (CMCT) e terá a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), campus da USP em Piracicaba, como polo para o desenvolvimento das inovações na área. O projeto vai reunir empreendimentos tecnológicos e algumas das empresas que já atuam na cidade.

O presidente do conselho deliberativo da incubadora EsalqTec, Mateus Mondin, apontou o Vale do Silício, nos Estados Unidos, como modelo para a nova estrutura no interior de São Paulo. Segundo ele, os empreendimentos envolvidos com inovação tecnológica para o agronegócio serão levantados em um raio de até 500 quilômetros. O ecossistema será apresentado em um portal na internet.

Segundo Mondin, a ideia da incubadora é reunir empresas ligadas ao agronegócio para utilizar tecnologias e desenvolver novos produtos. “Isso fará com que os investidores enxerguem Piracicaba a partir de um viés bem interessante devido a existência da Esalq. Assim como é no Vale do Silício, nos EUA, que é enxergado a partir da Universidade de Stanford, que atua como o centro de irradiação de conhecimento e tecnologia por lá”, explicou.

Complexo logístico
Um dos exemplos de empresa que decidiu iniciar operações em Piracicaba é um condomínio logístico com 68 mil metros quadrados e capacidade para receber até 24 empresas. Com investimento de R$ 100 milhões, a TRX Incorporadora está com 20% dos galpões locados e espera que o projeto do AgtechValley atraia companhias ligadas ao agronegócio.

De acordo com o diretor do empreendimento, Roni Katalan, a estratégia para conseguir alugar todos os galpões em pleno período de crise econômica é abrigar operações de empresas que lidam com o agronegócio de maneira indireta, como por exemplo fabricantes de tratores e fertilizantes para o cultivo da cana-de-açúcar, além de companhias que trabalham diretamente na agricultura.
“Com a retração do mercado automobilístico, essa será nossa grande aposta para o centro logístico ser totalmente ocupado”, afirmou.
Menor concorrência
Katalan ainda afirmou que, além de apostar no projeto do “Vale do Silício” do agronegócio para conseguir ter sucesso, a ideia de se instalar em Piracicaba surgiu porque o município ainda não possui tanta concorrência na área de empreendimentos logísticos. O centro está localizado no Anel Viário Comendador Leopoldo Dedini, no bairro Unileste.

“Piracicaba tem 3,2 mil empresas de vários seguimentos e agora com esse projeto da instalação de uma incubadora de empresas no campus da USP vai atrair muitas companhias. Estamos apostando nisso para conseguir ter 100% dos nossos galpões locados. O agronegócio não é um mercado tão óbvio, mas com o cenário que está se apresentando em Piracicaba, ele pode nos ajudar muito”, disse.
Aposta em moradia
Outro empreendimento que decidiu se instalar no município com o foco no agronegócio foi um conjunto de três loteamentos residenciais – dois populares e um de alto padrão. De acordo com Marcos Del Santi, vice-presidente da Cemara, empresa responsável pelas obras, os residenciais começaram a ser construídos em 2009, mas apenas foi um lançado e está com 65% dos lotes vendidos.

Por conta da crise econômica, a previsão de lançamento dos outros dois loteamentos era para 2018. No entanto, a empresa decidiu antecipar para 2017 por causa do lançamento do projeto do AgtechValley. Segundo Del Santi, o polo tecnológico sediado na Esalq vai atrair, além de novas companhias, muitas pessoas de outras cidades para Piracicaba e a intenção é vender os terrenos para estes novos moradores.
“O agronegócio já estava no nosso radar. Estávamos monitorando essa situação em Piracicaba. Existe uma previsão de economistas no Brasil de que o agronegócio é uma maneira real de salvar a economia no país. E para a gente isso foi ótimo. Estávamos com dois loteamentos para serem lançados em 2018 por conta da crise, e antecipamos porque sabemos que vamos ter demanda de novas moradias com a instalação desse polo de agricultura aqui”, explicou o vice-presidente.

Os três empreendimentos ficam nos bairros do Campestre e Bongue. Dos dois loteamentos que serão lançados em 2017 visando a implantação do “Vale do Silício” da agricultura, o Santa Clara tem 570 lotes, com tamanho mínimo de 200 metros quadrados. Já o Vitória Régia tem 307 lotes com tamanho mínimo de 50 m².
Otimismo com ressalva
O professor de economia da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep) e coordenador do banco de dados socioeconômicos do município, Francisco Constantino Crocomo, afirmou que o AgtechValley também pode agrupar outros centros de pesquisas presentes na cidade e não ficar apenas no universo da Esalq. Sobre as instalações dos novos empreendimentos no município, o especialista se mostrou otimista, mas fez um alerta quanto ao período dos investimentos.
“É claro que existe campo para isso. Piracicaba é uma cidade com muitas possibilidades, principalmente agora com esse projeto do Vale do Piracicaba, mas é preciso pensar no momento. Estamos em recessão, em plena crise econômica. Apesar de ter demanda para novos empreendimentos aqui, os investimentos precisam ser pensados por conta do momento ruim do país”, contou o professor.

FONTE: http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2016/06/empresas-miram-vale-do-silicio-da-agricultura-e-mudam-para-piracicaba.html 



Projeto de urbanização no interior de São Paulo mostra forma diferenciada de investimento em infraestrutura e atendimento à geração Y

15 de junho de 2016 | Por nwmidia

Com investimento total próximo a R$ 150 milhões, Plano de Urbanização Carioba, na cidade de Americana, aposta em conceitos de compartilhamento para atender ensejos da geração Millennium e gerar infraestrutura complementar aos investimentos públicos tradicionais. 

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Vista Aérea do Loteamento loteamento 9 de Julho. Nas extremidades, estão as outras fases de investimento, com residencias de padrão popular e alto padrão.

 

No momento em que o país discute formas de financiar investimento em infraestrutura, a ideia de núcleos completos, que mesclam habitações e empresas em grandes áreas comuns, pode ser uma estratégia que vai além de investimentos isolados e particulares. Em Americana, cidade do interior de São Paulo, uma área de 5 milhões de m² é exemplo disso. Trabalhada desde 1999 pela loteadora Cemara, o plano de urbanização Carioba entra em nova fase com o loteamento industrial e empresarial 9 de julho, cujo investimento com infraestrutura básica (terraplanagem, eletricidade, água e esgoto, pavimentação, etc.) chegou a R$ 20 milhões.

No momento em que o país discute formas de financiar investimento em infraestrutura, a ideia de núcleos completos, que mesclam habitações e empresas em grandes áreas comuns, pode ser uma estratégia que vai além de investimentos isolados e particulares. Em Americana, cidade do interior de São Paulo, uma área de 5 milhões de m² é exemplo disso. Trabalhada desde 1999 pela loteadora Cemara, o plano de urbanização Carioba entra em nova fase com o loteamento industrial e empresarial 9 de julho, cujo investimento com infraestrutura básica (terraplanagem, eletricidade, água e esgoto, pavimentação, etc.) chegou a R$ 20 milhões.

Esse projeto inclui uma área de 1 milhão de m², com mais de 430 lotes medindo cerca de 750 m² cada. Marcos Dei Santi, diretor da Cemara, explica, contudo, que outros 3 milhões de m² já foram loteados para residências do padrão econômico popular e mais 1 milhão de m² para residências de alto padrão. Todos esses investimentos completam uma cifra próxima a R$ 150 milhões. “A área empresarial e industrial fecha o circuito, formatando um bairro completo com emprego e moradia num raio médio de 1 km de distância”, diz ele.

A ideia da geração y é do compartilhamento, avalia o executivo. Segundo ele, em poucos anos essa geração estará no comando dos processos, se isso já não ocorre, e planos de urbanização como o Carioba atendem a esse ensejo. “Quando se concentra um grupo de empresas num loteamento como o 9 de julho, se permite a ideia do compartilhamento em várias esferas, incluindo serviços de RH, logística, segurança, alimentação, etc.”, diz ele.

Revolução imobiliária: geração y quer comodidade e não quer casa própria, mostra especialista norte-americano

Como exemplo, Dei Santi lembra que a locação de um ônibus fretado para transportar funcionários de uma média ou pequena empresa é cara e dificilmente viável, até pela dificuldade de preencher as cadeiras disponíveis. “Num centro empresarial, as empresas podem compartilhar esse recurso”, diz. Outro exemplo é o de alimentação, permitindo com que um dos condôminos, ou até uma empresa terceira, ofereça serviço de refeitório em massa a custos competitivos aos conseguidos por grandes indústrias. “E esse compartilhamento pode ser estendido a serviços de marketing, advocacia, etc.”.

O executivo da Cemara também reflete sobre o problema enfrentado pelas empresas de médio e pequeno porte nos centros urbanos atualmente. Ele diz que as cidades do interior paulista, como a maioria das pequenas cidades do país, foram pensadas de maneira tradicional, com um centro onde há a igreja e a proximidade do comércio, e com bairros com vocações pré-determinadas para indústria, comércio e moradia. “Com o crescimento dos últimos anos, as residências invadiram áreas industriais, os comércios as áreas residenciais e vice-e-versa. Conclusão: muitas das empresas, que ocuparam os espaços primeiro, hoje estão sitiadas, se tornando um estorvo para a população, quando não, tendo de obedecer às regras gerais de horário de funcionamento, dificuldade logística causada pelas ruas estreitas, etc.”, diz. “A proposta de um cluster, como é esse centro de urbanização, elimina essa problemática, permitindo que as empresas fiquem onde estão por quanto tempo desejarem e ainda possam contar com mão de obra próxima”, completa.

A Obra
O loteamento está prestes a ser entregue, com as obras de infraestrutura em fase final de execução. E elas, como detalha Luan Siviero, engenheiro da Cemara, envolveram uma tropa de 25 equipamentos pesados, entre caminhões basculantes, trator de esteiras, retroescavadeiras, escavadeiras e tratores agrícolas. Todos terceirizados. “Nas pavimentações, usamos 42 mil toneladas de resíduos de materiais de construção (RCD) britados na forma de bica graduada simples em uma usina de reciclagem pertencente ao mesmo grupo empresarial da Cemara”, detalha ele.

O loteamento tem ruas largas, com avenidas principais que chegam a 25 metros de largura, o que deve facilitar a movimentação de carretas posteriormente. Para isso, as pavimentações ocorreram de modo tradicional a partir da base de RCD – recebendo brita 2 na sub-base, seguindo com emulsão asfáltica e ligante antes do concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) – em uma área total de 127 mil ². “Ainda na terraplanagem, realizamos mais de 8 km de drenagem e aplicamos uma técnica de contenção de solo diferenciada, que reduziu o nosso custo em mais de 50% nessa etapa, se compararmos com a aplicação de gabiões convencionais”, explica Siviero (veja notícia sobre essa aplicação).

A contenção foi necessária em pontos de elevação ou declínio topográficos porque o solo da região onde está o loteamento 9 de Julho tem trechos moles, onde poucos golpes são necessários para perfura-lo.

Voltando à infraestrutura, redes de esgoto (um total de 11,5) km também integram o local e as tubulações de cimento foram implantadas por escavadeiras e retroescavadeiras. Soma-se a isso outros 10,8 km de redes de água e o detalhe de que cada unidade está prevista com um reservatório para captação de água pluvial, o que deverá ajudar no abastecimento quando as empresas lá instaladas estiverem em plena operação.

Contenção em geotêxtil fica 50% mais econômica que gabião em obra de loteamento em São Paulo

O espaço conta ainda com 11,5 km de rede aérea de eletricidade, algo que está sedo entregue para a administração da CPFL – concessionária que atende a região. O mesmo ocorrerá com as vias do loteamento, que passarão a ser administradas pela prefeitura de Americana tão logo o loteamento passe a ser habitado.

Futuro
Na perspectiva de Marcos Dei Santi, a ocupação integral do 9 de Julho deverá ocorrer em 10 ou 15 anos e as ações de compartilhamento citadas no começo da reportagem estão sendo sugeridas pela Cemara – que instalou parte das áreas comuns, como salas de reuniões compartilhadas, salas de descanso para motoristas e portaria –, mas quem as aplicará será a associação dos proprietários, que deve ser constituída tão logo iniciem as ocupações. “A perspectiva é que haja áreas compartilhadas como sala de descanso, espaços de beleza, kids, fitness, caminhadas e jogos de mesa, além de lan house, campo de futebol society e churrasqueira dentro de um salão multiuso que estamos entregando construído”, diz ele.

Também em cidades do interior de São Paulo, a Cemara trabalha em outros quatro loteamentos empresariais e industriais que devem usar das experiências do 9 de Julho. “Dois deles deverão ser lançados em 2017, mas eles integram um contexto exclusivamente industrial, diferente do plano de urbanização Carioba, onde o 9 de Julho se inclui”, finaliza Dei Santi.

FONTE: http://infraroi.com.br/projeto-de-urbanizacao-interior-de-sao-paulo-mostra-forma-diferenciada-de-investimento-em-infraestrutura-e-atendimento-geracao-y/



Loteamentos sustentáveis são tendência em projetos

7 de junho de 2016 | Por nwmidia

Ações da Cemara envolvem do plantio de árvores até o reaproveitamento de matéria-prima na construção

Gruta Dainese recebeu uma atenção especial da Cemara Loteamentos para recuperação de espécies nativas

Gruta Dainese recebeu uma atenção especial da Cemara Loteamentos para recuperação de espécies nativas

 

Por tratarem diretamente com uma extensa lista de recursos naturais do planeta, as empresas do segmento imobiliário têm a missão de adotar práticas sustentáveis que vão além de atender às normas e legislações. Este setor, que representa 9% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, lida com um consumidor cada vez mais exigente e que busca por empresas conscientes e engajadas com a responsabilidade socioambiental.

De olho na questão, a Cemara Loteamentos, sediada em Americana, tem apostado no desenvolvimento de obras sustentáveis, com foco na preservação do meio ambiente. Com projetos de recuperação ambiental, recomposição de vegetação desmatada nos loteamentos, uso de matéria-prima reciclada na construção civil, reaproveitamento de entulhos e manejo de áreas preservadas, a empresa alia sustentabilidade à missão de desenvolver bairros e implantar a infraestrutura necessária para construção de casas e espaços empresariais.

Para realizar as obras de infraestrutura, como guias e sarjetas, pavimentação asfáltica, rede de coleta de esgoto, de distribuição de água e drenagem, rede elétrica e terraplanagem, a empresa faz uso de matéria-prima reciclada da construção civil, reutilizando entulhos de outras obras. “A Cemara está cada vez mais engajada em adotar iniciativas que contribuam para o meio ambiente. Passamos a usar, por exemplo, matéria-prima reciclada em algumas fases da pavimentação dos loteamentos, o que causa menos danos ao ecossistema, já que reutilizamos um material que seria descartado, muitas vezes, de forma errada na natureza”, afirma o diretor Marcos Dei Santi.

 

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Bruna Vieira acompanhou o plantio de mais de duas mil mudas nativas na recuperação da Gruta Dainese

 

Um exemplo é a obra do CEI (Centro Empresarial e Industrial) Nove de Julho, loteamento empresarial de 750 mil metros quadrados, localizado às margens da Rodovia Anhanguera, em Americana. Para o desenvolvimento do espaço, estão sendo usadas 52 mil toneladas de material reciclado. Além disso, o empreendimento também contempla preservação das matas e nascentes existentes, revegetação de mata ciliar e arborização das vias.

Para a recomposição da vegetação do empreendimento, a Cemara plantou mais de 2.200 mudas de árvores nativas brasileiras na Área de Preservação Permanente do Parque Natural Municipal Gruta Dainese, conhecida na região por sua extensão e beleza natural. “Com o plantio, temos um ganho ambiental muito importante e evitamos que a Gruta Dainese sofra com o depósito irregular de lixo e também contribuímos no combate ao assoreamento dos rios. A escolha das mudas reflete a nossa preocupação em contribuir com a preservação e beleza de um lugar tão importante para Americana”, explica Bruna Vieira, engenheira ambiental da Cemara Loteamentos.

Em consequência do seu planejamento sustentável, a Cemara Loteamentos foi recompensada com o Certificado de Destaque Ambiental – Selo Verde, emitido pelo Jornal do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. A premiação reconhece as empresas que mais trabalham para estimular e certificar o compromisso com boas práticas socioambientais, difundindo exemplos que têm como princípio a sustentabilidade, a justiça social e o respeito à vida. “Para a Cemara, a premiação é uma prova de que a empresa respeita todas as leis e regulações referentes à sustentabilidade. Ao mesmo tempo, o certificado mostra que vamos além. Com todas essas ações realizadas por nós, comprovamos que a sustentabilidade está no nosso DNA”, conclui Marcos Dei Santi.

MATÉRIA NO SITE O LIBERAL (FONTE): http://liberal.com.br/especiais/meio-ambiente/loteamentos-sustentaveis-sao-tendencia-em-projetos/ 



Consumo do bem > Guia do consumo consciente

15 de maio de 2015 | Por admin

Talvez você nunca tenha parado para pensar nisso, mas não existe um único ato de consumo que não tenha impacto sobre o meio ambiente. Por isso é tão importante fazer escolhas conscientes, que evitem desperdícios e colaborem para evitar a falta de recursos no futuro. Veja como você pode fazer a sua parte:

Reciclagem: Pratique a coleta seletiva de lixo e reaproveite alimentos e outros materiais. Assim, você evita que mais recursos naturais sejam usados e ajuda na diminuição do lixo da sua cidade. Se um terço do material reciclável do Brasi fosse realmente aproveitado, a energia economizada beneficiaria 10 milhões de pessoas.

Combustíveis: Para ir à escola ou ao trabalho, escolha meios de transporte menos poluentes. Abandonando o carro, por exemplo, você gasta menos com gasolina, impostos, manutenção. E o planeta agradece.

Energia: Evite deixar luzes e aparelhos elétricos sem necessidade. Se os seus aparelhos ficam em stand by (com aquela luzinha acesa mesmo quando ele está desligado), tire-os da tomada. O stand by é responsável por até 25% da energia consumida. Troque as lâmpadas normais por lâmpadas fluorescentes, que são mais econômicas e duradouras. Se você usa chuveiro elétrico, evite tomar banho nos horários de pico, quando tem muito mais gente usando energia. Na compra de eletroeletrônicos, procure comprar os que têm os selos Procel e Conpet, que atestam que o produto tem menor consumo energético e baixo impacto ambiental.

Água: Evite banhos longos e uso desnecessário de água. Lave as roupas com a capacidade máxima da máquina de lavar e evite lavar a calçada com mangueira – use um balde e uma vassoura. Procure, também, consertar vazamentos em casa, pois eles são grandes vilões da conta de água. Se o consumo na sua casa é alto, pode ser uma boa idéia trocar as torneiras e o vaso sanitário por modelos novos, que são mais econômicos.

Alimentos: Procure comprar só o que vai consumir durante a semana, para evitar que a comida estrague com a passagem dos dias. Para isso, faça um planejamento antecipado. As sobras de alimentos também podem ser aproveitadas, então capriche na criatividade! Sempre que possível, troque o supermercado pela feira. Lá, os produtos não são embalados e os preços são menores. Prefira produtos naturais aos industrializados. Além ser uma escolha ecológica, eles têm qualidade melhor e preços menores.

Embalagens: Evite comprar aquelas feitas de materiais sintéticos e não-orgânicos e dê preferência para as recicláveis, como as de papel, papelão ou plástico biodegradável. Na hora de ir ao supermercado, use as sacolas retornáveis ao invés dos sacos plásticos, que demoram anos para se decompor, entopem os lixões das cidades e ainda poluem o ambiente.

Eletrônicos: Compre com mais parcimônia. Não troque celulares e computadores a todo momento.

Alimentação: Evite carne vermelha. Além de mais cara do que a carne branca, as florestas estão sendo dizimadas para a criação de gado. Além de consumir água excessivamente, o gado arrota. E o arroto dos animais emite poluentes, colaborando com o efeito estufa.

Vestuário: Cuidado com o excesso de sapatos, cintos e bolsas. Dependendo do material de que são feitos, eles podem levar 400 anos para se deteriorar.

Fonte: Bolsa de Mulher



7 DICAS PARA EVITAR A FUGA DE CORRENTE ELÉTRICA E ECONOMIZAR

16 de abril de 2015 | Por admin
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Economia de água e de energia caminham juntas. Com a atual situação dos reservatórios de água, o Governo Federal acionou usinas termelétricas para evitar um possível racionamento de energia. Isso significa que, a partir de 2015, a conta de luz poderá vir mais cara.

Além de medidas comuns, como reduzir o tempo no banho e desligar aparelhos sem uso das tomadas, é importante ficar atento à fuga de corrente elétrica. Este é um problema comum nas edificações, porém pouco conhecido e, em várias situações, é um dos principais motivadores do aumento na conta de luz. Uma fuga de corrente elétrica pode causar ainda danos ao equipamento, choques elétricos e até mesmo um incêndio.

Segundo Hilton Moreno, engenheiro eletricista e consultor do Procobre, no caso das instalações elétricas, a fuga da corrente elétrica pode ser provocada, por exemplo, por um cabo sem isolamento em contato com alguma parte metálica.

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Mas, como se proteger desses problemas e do gasto adicional de energia e dinheiro? Confira 7 dicas:

1) Certifique-se de que a instalação elétrica não tem fuga. Para isso, apague todas as luzes, desconecte todos os equipamentos elétricos, incluindo relógios, e verifique se o medidor de energia para de girar (modelos antigos) ou seu display não indica consumo algum (medidores mais novos). Caso o medidor continue a indicar consumo, é necessário revisar a instalação.

2) As instalações elétricas precisam passar por revisão e manutenção preventiva realizada por profissional qualificado, no mínimo a cada 10 anos.

3) Antes de fazer qualquer reparo, é importante que seja desligada a chave geral.

4) Nunca conecte vários equipamentos em uma mesma tomada. Isso pode provocar sobrecarga na instalação e perigo de superaquecimento; também provoca uma operação deficiente, possíveis interrupções de energia, curtos-circuitos e danos de longo prazo.

5) Em caso de curto-circuito, desconecte imediatamente o equipamento que o causou e todos os outros, apague todas as lâmpadas e chame imediatamente um profissional qualificado.

6) O equipamento causador do curto deve ser reparado antes de ser colocado em uso novamente.

7) Jamais utilize moedas, fios, lâmina de estanho ou alumínio no lugar de fusíveis e disjuntores.

Para obter mais informações sobre como proteger o imóvel, acesse www.programacasasegura.org

Fonte: Universo Jatobá 



8 DICAS DE PINTURA CRIATIVA E SUSTENTÁVEL PARA AS CRIANÇAS

9 de setembro de 2014 | Por admin

Cheiros, gostos e sensações. As descobertas começam na infância! Essas experiências proporcionam contato com um mundo em que novas formas e cores ajudam a narrar suas ideias e pensamentos.

A pintura é uma boa sugestão para fazer com que as crianças passem essas narrativas para o papel e desenvolvam suas habilidades, além de aprenderem a lidar com diferentes materiais. Mais do que rolos, pinceis e espátulas, a ideia é que, além desses objetos, outras formas mais sustentáveis sejam exploradas.

Segundo Márcia Murillo, pedagoga da Mercur, os adultos podem aproveitar utensílios que têm em casa e que iriam ser descartados para construir novos materiais. “É uma forma de reaproveitamento e de ensinar as crianças que com criatividade é possível gerar novas possibilidades”, indica. Além disso, ela reforça que esta é uma oportunidade de entretenimento e lazer em família.

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Confira 8 dicas para colorir:

1 . Recorte esponjas em formato triangular e utilize-as como carimbos;

2 . Utilize hastes ou pedaços de algodão como carimbos de bolinhas;

3 . Use escovas de dentes velhas como pinceis para fazer variadas formas;

4 . Passe tintas coloridas em fios de lã ou barbantes e depois coloque-os no papel. (Uma ideia é depois que retirar o fio dobrar o papel ao meio, formando uma imagem abstrata);

5 . Use palitos de dente para marcar traços e retas;

6 . Monte um pincel com um galho e fios de lã, como se fosse uma pequena vassoura.

7 . Os utensílios e produtos de cozinha também podem ser interessantes como, por exemplo, garfos e colheres de plástico.

8 . Os potes de iogurte podem servir para fazerem os círculos, é só passar tinta ao redor de sua base ou na parte de cima e carimbá-las no papel.

Fonte: Universo Jatobá 



Dicas para ter uma casa ecologicamente correta

5 de agosto de 2014 | Por admin

Mesclando tecnologia, funcionalidade, estética e sustentabilidade, o arquiteto Giuseppe Cafasso sugere soluções para ter uma casa sustentável.

Como o uso desequilibrado de recursos naturais, o ser humano tem buscado outras formas e práticas para construção de moradias. E é nesse cenário que as casas sustentáveis e a conscientização do comportamento humano ganham cada vez mais espaço. Para o arquiteto Giuseppe Cafasso, especialista no assunto, “uma casa estruturada com roliços de eucalipto tratado, por exemplo, evita o desmatamento de árvores nativas, uma vez que utiliza uma espécie exótica de reflorestamento, que apresenta rápido crescimento, tornando-se uma opção muito prática”. Ele próprio, inclusive, utiliza o pinho de riga e o roliço de eucalipto em seus projetos.

Para quem quer construir uma casa sustentável, Cafasso sugere começar desde a escolha dos materiais, que preferencialmente devem ser reciclados. Outro exemplo é a utilização de madeira de demolição, que tem se tornado tendência para a fabricação de portas e janelas, uma vez que essa técnica evita a extinção de novas árvores. Alguns outros itens a serem levados em consideração para as casas ecológicas são o aquecimento solar, que diminui o consumo de eletricidade e ainda pode servir para obter energia elétrica, através de painéis fotovoltaicos; a captação de água de chuvas para reaproveitamento em diversos outros locais da casa; a utilização de tijolos de demolição para paginação de pisos; o uso de iluminação artificial através da zenital e panos de vidro em diversos ambientes para intensificar a iluminação natural.

“A interação do homem com a natureza, em um contexto de respeito, gera ações nobres que, reunidas, resultarão em uma transformação verdadeira, na qual haverá equilíbrio entre a preservação e a utilização dos recursos naturais”, afirma o arquiteto.

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Sala de jantar: estrutura de eucalipto tratado; mesa e cadeiras de peroba de demolição; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; porta-balcão em pinho de riga restaurada.

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Sala de lareira: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de riga restauradas; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; tijolo de demolição ornamentando a lareira.

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Sala de lareira e parte da sala de estar vistas do mezanino: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de riga restaurada; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; tijolo de demolição ornamentando a lareira; berço interrompendo saída para pátio interno.

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Vista do hall, parte do mezanino e sala de estar em profundidade: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de riga restaurada; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; tijolo de demolição ornamentando a lareira; hall de entrada com vitral em ferro; gradil em ferro; piso do hall em ladrilho hidráulico.

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Fachada fundos: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em pinho de Riga restauradas; piso da área gourmet em cerâmica Lepri 11 x 11; deck em cruzetas sustentado com dormentes de trilho de trem; escada em dormentes.

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Fachada principal: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em peroba de demolição restauradas; piso da entrada principal com tijolão; revestimento parte com tijolão de demolição e parte com reboco e pintura em látex acrílico; porta principal em peroba de demolição; piso da garagem com cacos da Lepri.

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Sala de estar e varanda: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; portas de correr em peroba de demolição restaurado; piso com réguas de cruzeta e cimento queimado; piso da varanda com cacos da Lepri.

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Cozinha integrada com sala de jantar: estrutura de eucalipto tratado; requadração de janelas com batentes em cruzetas; janelas em peroba de demolição restauradas; piso de pastilha 5 x 5 da Jatobá; móveis em peroba de demolição: revestimento de paredes com cimento queimado nos tons azul e terracota; balcão ilha e pia com tampo de granito; balcão refeição com azulejos da Azulejaria Brasil requadrado com peroba; parede do fogão com azulejos da Azulejaria Brasil; porta da despensa com batente em cruzeta.

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Banho casal: gabinete de pia em peroba de demolição restaurada; cuba de semi-encaixe da Deca; vitral em ferro; azulejo da Antiqua; piso da Antiqua; requadração do espelho em peroba de demolição.

Fonte: Casa Abril 



20 DICAS FÁCEIS PARA ECONOMIZAR ENERGIA EM CASA

3 de junho de 2014 | Por admin

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Eles são “uma mão na roda”, mas adoram sugar energia. Cuidado com a escolha e a manutenção dos eletrodomésticos. Se forem mal utilizados, representam alto desperdício na tarifa energética e de água. Podem encarecer sua conta em até 50%! Então, veja como evitar gastos.

1 . Quando for comprar uma geladeira, um freezer, um chuveiro, um forno, um fogão ou uma máquina de lavar, dê uma olhada na etiqueta que detalha o grau de eficiência energética do produto, que vai de A (pouco desperdício) a G (muito desperdício).

2 . Instale sua geladeira ou seu freezer longe do fogão e verifique se a vedação das portas está funcionando bem.

3 . Se for viajar, esvazie a geladeira e o freezer e desligue-os da tomada.

4 . Agora no inverno, regule o termostato da sua geladeira para não resfriar demais os alimentos e economizar energia.

5 . Se a comida ainda está quente, deixe que ela esfrie antes de guardá-la na geladeira. Caso contrário, o motor do equipamento tem que trabalhar dobrado para resfriar o ambiente interno, gastando muito mais energia.

6 . Nem pense em forrar as prateleiras da sua geladeira antiga com plástico ou vidro. Esses materiais dificultam a passagem do ar no ambiente interno, o que aumenta o consumo de energia.

7 . Nunca deixe a porta muito tempo aberta porque o frio “escapa” e o motor da geladeira é muito exigido para baixar a temperatura novamente.

8 . Tome cuidado ao manipular geladeiras velhas. Algumas delas contêm CFC, que pode ameaçar a camada de ozônio. Se for o caso, troque-as, mas descartando-as corretamente.

9 . Quando for usar máquina de lavar louça, só ligue-a quando estiver cheia.

10 . Antes de sair comprando máquinas de lavar roupa ou louça, sempre verifique o nível de consumo de água do produto e opte pelo mais eficiente.

11 . Não exagere na dose do sabão quando for usar a máquina de lavar. Evitando outro enxague, você gasta menos energia, sabão e água. Confira a quantidade máxima permitida no manual do equipamento.

12 . Só utilize a secadora quando ela estiver com a capacidade máxima de roupas, evitando o desperdício de energia.

13 . É difícil ver televisão e não dormir? Então não deixe o aparelho programado para desligar sozinho.

14 . Toda vez que o ferro de passar roupa é ligado, ele gasta uma alta quantia de energia. Acumule uma quantidade razoável de peças e passe tudo de uma vez.

15 . Passe as roupas mais delicadas no começo, pois elas precisam de menos calor. Assim que desligar o ferro, aproveite o calor para alisar outras roupas leves.

16 . O ferro de passar gasta muita energia, então use-o nos horários em que outros aparelhos não estejam ligados, já que ele pode sobrecarregar a rede elétrica.

17 . Se o calor está te matando e você vai comprar um ar-condicionado, seja coerente. Não adquira um aparelho com enorme potência para instalar em um lugar pequeno.

18 . Você sabia que o aparelho de ar-condicionado só perde para o aquecedor de água elétrico em termos de gasto de energia de uma residência? Portanto, use-o com moderação.

19 . Se o ar-condicionado estiver ligado, não abra portas, janelas e cortinas, pois o sol vai esquentar o ambiente e exigir mais trabalho do aparelho. Quando não houver ninguém no ambiente, desligue-o.

20 . Só ponha a máquina de lavar para funcionar quando a capacidade máxima dela estiver completa. Assim você evita gastos desnecessários com água e com energia.

Fonte: Universo Jatobá



TELHAS ECOLÓGICAS

27 de maio de 2014 | Por admin

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Quem já pensou em adquirir telha ecológica para reforma ou construção, sabe que a oferta de tipos e preços no mercado é crescente e variada. Eis que seguem informações que servem como guia para fazer a melhor escolha. Vale ressaltar que, apesar de assim serem conhecidas no mercado, tais telhas não são verdadeiramente ecológicas, pois algumas ainda utilizam materiais tóxicos na fabricação, mas com certeza têm menor impacto no meio ambiente, comparadas com as telhas tradicionais, especialmente as que usam materiais recicláveis.

Quais são os tipos de telhas ecológicas disponíveis no mercado?

Telhas de fibras vegetais – feitas com fibras vegetais (especialmente o eucalipto, mas também podem ser de sisal, bananeira e coco) impregnadas de betume, pigmentadas e com uma camada de resina protetora. Características: Exige maior estrutura de sustentação para ser instalada, já que se trata de um material mais flexível e pesado.

Telhas feitas com tubo de creme dental – são compostas por 25% de alumínio e 75% de plástico. “Quando a matéria-prima chega, vai direto para o triturador. Não é preciso fazer nenhuma triagem. Tudo é aproveitado. Depois de moído, o material é colocado em bandejas e prensado a uma temperatura de 180º C. Por último, o produto é cortado”, diz o fabricante. “Na fábrica, tudo é reaproveitado: as rebarbas das telhas, das placas e até o pó gerado no corte dos produtos. Toda sobra volta para a máquina de prensa e é transformada em novas telhas e placas ecológicas”. Características: deixam o interior do ambiente mais fresco, são mais leves (em torno de 6,5 kg o metro quadrado), daí a estrutura de sustentação é leve também. Podem ser utilizadas em garagens, áreas de serviço, áreas de lazer, quadra poliesportiva, etc.

Telhas de papel, asfalto e resina – São feitas de uma combinação de papel reciclado, asfalto e resina. Características: A resina oferece proteção contra raios UV que evita a descamação de sua superfície. Elas são mais resistentes a cargas dinâmicas, como chuvas de granizo.

Podem-se encontrar também as telhas produzidas a partir de plástico de PET (um ótimo exemplo de aproveitamento deste material reciclável). Características: são translúcidas, como as de policarbonato – aproveita a luz solar. De baixo custo, são impermeáveis e resistentes. Não acumulam mofo nem lodo e sua gama de cores disponíveis é muito grande.

Quais as vantagens das telhas ecológicas?

– Fácil manuseio e instalação, pois são mais flexíveis e menos sujeitas a quebras, evitando desperdício e perdas;

– Economia de tempo e custo, especialmente para os tipos mais leves;

– É um material resistente;

– A maioria não propaga chamas;

– São impermeáveis: absorvem muito menos água do que as telhas convencionais e geralmente seu acabamento evita a proliferação de limo;

– Promovem o conforto térmico: alguns tipos ajudam a criar um ambiente interno mais confortável (menos quente);

– Design: é possível encontrá-las em vários formatos e cores (inclusive pigmentada dos dois lados permitindo ser instalada sem forro). Além disso, é possível pintá-las com tintas a base de água;

– São sustentáveis: geralmente produzidas com fibras e resinas, materiais reciclados (como papel) e não contém amianto (o qual é tóxico);

– Valor: o custo das telhas ecológicas é muito semelhante ao das convencionais, mas considerando o conjunto (estrutura e tempo de mão-de-obra) seu valor é inferior.

Fonte: Universo Jatobá



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